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	<title>comunidades-indigenas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "comunidades-indigenas"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 05:50:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Do conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético: uma nova espécie de propriedade intelectual?]]></title>
<link>http://genedaterra.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 23:52:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>ayres1000</dc:creator>
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<description><![CDATA[Elaborado em 10.2003.
Fonte: http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=4775
AUTOR: Fábio Lima Qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Elaborado em 10.2003.</p>
<p>Fonte: http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=4775</p>
<p>AUTOR: Fábio Lima Quintas</p>
<p>Advogado no escritório Amaury Nunes Advogados, Mestrando em Direito e Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de Brasília</p>
<p>A proteção ao conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético, inovação trazida ao ordenamento jurídico brasileiro pela Medida Provisória 2.052/2000 (1) e que tratou de atender os anseios de grupos acadêmicos, científicos e ambientalistas pátrio, confere direitos para uma comunidade sobre informações ou práticas locais, individuais ou coletivas, com valor real ou potencial, associada ao patrimônio genético. Por meio dessa MP, deveras, resguardou-se, para o detentor desse conhecimento tradicional, o direito de decidir sobre o acesso de terceiros à informação e de participar da repartição dos benefícios derivados de sua utilização, além de se regular a transferência de conhecimentos a respeito do patrimônio genético brasileiro.</p>
<p>A tutela jurídica conferida ao conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético e ao próprio patrimônio genético, nos moldes da MP 2.052, deve ser analisada, assim, sob duplo aspecto: por um lado, como atributiva de direito subjetivo às comunidades detentoras de informações relacionadas ao patrimônio genético; por outro, como regulação do acesso a esse patrimônio (2).<!--more--></p>
<p>No seu aspecto de regulação do acesso ao patrimônio genético, a Medida Provisória 2.052 e reedições seguiram as diretrizes da Convenção sobre Diversidade Biológica (3) (que atestou os direitos de soberania dos países sobre a sua biodiversidade) e devem ser interpretadas como exercício do poder de polícia (4) do Estado, instituído com espeque no artigo 225 da Constituição Federal, que dispõe:</p>
<p>"art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.</p>
<p>§1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:</p>
<p>omissis</p>
<p>II – preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético".</p>
<p>Assim, lastreada no artigo 225 da Constituição Federal, a norma em testilha impôs limitações à liberdade e à propriedade sobre o material biológico pátrio, dando, pois, nova conformação ao direito de liberdade e propriedade com relação à biosfera brasileira e aparelhando, legalmente, a Administração Pública para coibir a biopirataria.</p>
<p>Aquilo que é objeto de estudo no presente artigo, todavia, conforme deixa antever o título, é o segundo aspecto da tutela jurídica contida na MP 2.052 e reedições: a natureza do direito subjetivo conferido às comunidades sobre o conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético (e não o simples acesso ao patrimônio genético).</p>
<p>Há de verificar, primeiramente, que o conhecimento tradicional associado, em virtude de não atender aos requisitos de novidade e originalidade, não pode ser objeto de patenteamento (5).</p>
<p>Com efeito, não obstante o recente interesse dos países em desenvolvimento em incorporar o conhecimento tradicional associado ao rol de espécies de propriedade intelectual (6) (tendo em vista o valor econômico do conhecimento na modernidade), mister ressaltar que essa categoria nem mesmo atende a um dos fundamentos da propriedade intelectual, qual seja, conferir uma propriedade limitada temporalmente ao seu titular.</p>
<p>Em verdade, verifica-se que a proteção conferida a esse objeto imaterial que é o conhecimento não tem natureza de direito de propriedade, visto que o seu titular não pode dispor da coisa. Noutros termos, as comunidades titulares de conhecimento tradicional associado não podem sub-rogar terceiros de sua situação jurídica. E, como prelecionam os civilistas, uma das características do direito de propriedade é a possibilidade de sua disposição (7).</p>
<p>Ora, se inexiste a natureza de direito de propriedade na tutela jurídica ao conhecimento tradicional associado, é impróprio afirmar que se trata de nova espécie de propriedade intelectual.</p>
<p>Há proteção, sim, ao conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético; mas essa proteção não passou pelo instituto da propriedade (intelectual). É o que se depreende da leitura do artigo 8º do prefalado diploma legal:</p>
<p>"Art. 8º. Omissis</p>
<p>§ 1o O Estado reconhece o direito das comunidades indígenas e das comunidades locais para decidir sobre o uso de seus conhecimentos tradicionais associados ao patrimônio genético do País, nos termos desta Medida Provisória e do seu regulamento." (8)</p>
<p>A proteção dos conhecimentos tradicionais das comunidades foi assegurada por meio de um direito de uso, que mais se assemelha ao instituto civilista do direito de usufruto (9).</p>
<p>Assim sendo, às comunidades detentoras de conhecimento tradicional associado são asseguradas a posse, a utilização imediata da própria coisa (uso), a sua administração e a percepção de frutos (10), de forma monopolista e por período indeterminado.</p>
<p>Analiticamente, a esse respeito, dispõe a Medida Provisória n.º 2.186-16, em seu art. 9º e incisos, como direitos das comunidades:</p>
<p>Art. 9o. À comunidade indígena e à comunidade local que criam, desenvolvem, detêm ou conservam conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético, é garantido o direito de:</p>
<p>I - ter indicada a origem do acesso ao conhecimento tradicional em todas as publicações, utilizações, explorações e divulgações;</p>
<p>II - impedir terceiros não autorizados de:</p>
<p>a) utilizar, realizar testes, pesquisas ou exploração, relacionados ao conhecimento tradicional associado;</p>
<p>b) divulgar, transmitir ou retransmitir dados ou informações que integram ou constituem conhecimento tradicional associado;</p>
<p>III - perceber benefícios pela exploração econômica por terceiros, direta ou indiretamente, de conhecimento tradicional associado, cujos direitos são de sua titularidade, nos termos desta Medida Provisória."</p>
<p>Não sendo a proteção conferida ao conhecimento tradicional associado espécie de propriedade intelectual, "[a] proteção ora instituída não afetará, prejudicará ou limitará direitos relativos à propriedade intelectual." (11).</p>
<p>Pode, ainda, subsistir o questionamento, em virtude da constatação de que o direito ao conhecimento tradicional associado não confere a sua propriedade à comunidade, de quem é o titular desse conhecimento. Esse conhecimento pertence a toda sociedade brasileira. É o que preceitua o § 2º do art. 8º da MP 2.186-16, em consonância ainda com a Convenção sobre Diversidade Biológica (12) (art.15), in verbis:</p>
<p>"§ 2º O conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético de que trata esta Medida Provisória integra o patrimônio cultural brasileiro".</p>
<p>Resta evidente, por todo o exposto, que o direito de proteção ao conhecimento tradicional associado não implica na apropriação intelectual sobre o patrimônio genético, nos moldes das patentes. Em verdade, esse direito, no seu aspecto prático, visa precipuamente a evitar a exploração das tradições das comunidades, sem que lhes reverta qualquer benefício; tutelando-se o uso deste conhecimento.</p>
<p>O direito de proteção ao conhecimento tradicional associado, portanto, é um direito de "usufruto intelectual" — e não um direito de propriedade intelectual, no rigor do termo —, que regula o acesso ao conhecimento tradicional das comunidades associado ao patrimônio genético pátrio.</p>
<p>Merece menção, nesse diapasão, a tentativa dos países em desenvolvimento de jurisdicizar, também no âmbito do TRIPS (13), uma proteção de toda similar ao conhecimento tradicional associado.</p>
<p>De fato, em razão do artigo 27.3 (b) do TRIPS estar incluído na chamada built-in agenda, ou agenda incorporada (14), os países em desenvolvimento encontraram um espaço político adequado para a inserção, no espaço da OMC/TRIPS, da discussão acerca da transferência de tecnologia e proteção do conhecimento nativo. Assim vem disposto o artigo 27.3 do TRIPS:</p>
<p>"Article 27.3. Members may also exclude from patentability:</p>
<p>(...)</p>
<p>(b) plants and animals other than micro-organisms, and essentially biological processes for the production of plants or animals other than non-biological and microbiological processes. However, Members shall provide for the protection of plant varieties either by patents or by an effective sui generis system or by any combination thereof. The provisions of this subparagraph shall be reviewed four years after the date of entry into force of the WTO Agreement." (15)</p>
<p>Sobre a conjuntura internacional que cerca o tema, comenta Nuno Pires de Carvalho:</p>
<p>"Em matéria de biodiversidade, Honduras, Cuba, Nicarágua e a República Dominicana propuseram a inclusão de um novo artigo especificando os direitos das comunidades indígenas na Parte I do Acordo, relativas às "Disposições Gerais e Princípios Básicos". Noutra ocasião, os mesmos países, juntamente com El Salvador, solicitaram que na revisão do artigo 27.3 (b) as disposições da CDB [Convenção sobre Diversidade Biológica. N.A.] deveriam ser levadas em consideração. Além disso, o significado das seguintes expressões deveria ser esclarecido: microorganismos; processos microbiológicos; como se distinguem dos processos biológicos; a combinação de um sistema de patentes com um sistema sui generis eficaz. Propostas para a criação de um mecanismo para a proteção dos conhecimentos indígenas foram também introduzidas pela Venezuela e pelo Quênia. A Índia sugeriu que o artigo 29 dos TRIPs fosse alterado para que os depositantes de pedidos de patentes para invenções na área de biotecnologia fossem obrigados a informar a origem dos recursos genéticos eventualmente utilizados e a comprovar a obtenção de consentimento prévio informado. A mesma sugestão foi submetida pela Zâmbia, Jamaica, Quênia, Paquistão, Sri Lanka, Tanzânia e Uganda. Posteriormente, numa proposta que foi apoiada pela Venezuela, a Índia recomendou que, no caso de os recursos serem obtidos sem consentimento prévio informado (em violação, portando, do artigo 15 da CBD), os pedidos de patente deveriam ser indeferidos". (16)</p>
<p>O que parcela da comunidade internacional pretende, pois, é criar um fator impeditivo à patenteabilidade, que não se alinha aos requisitos da patente (novidade, atividade inventiva, aplicação industrial e divulgação social), mas que se assemelha aos fatores que vedam o patenteamento, previstos no art. 18 da Lei 9.279 e no TRIPS (nos mesmos termos) (17).</p>
<p>Deste modo, verifica-se que a Medida Provisória n.º 2.052 antecipou posição a respeito de discussão candente nos foros internacionais. Conclui-se, ainda, que a Medida Provisória n.º 2.052 e reedições devem ser compreendidas em dois sentidos: por um lado, emerge como o exercício do poder de polícia do Estado no que tange ao acesso ao patrimônio genético nacional; por outro lado, confere direito de usufruto às comunidades detentoras de conhecimento tradicional vinculado a esse patrimônio.</p>
<p>NOTAS</p>
<p>01. Essa Medida Provisória foi reeditada, pela última vez, em 23 de agosto de 2001, sob o número 2.186-16. Em razão do advento da Emenda Constitucional n.º 32, essa MP continuará em vigor até que MP posterior a revogue ou até deliberação definitiva do Congresso Nacional. Cabe o registro de que a MP está hoje regulamentada pelo Decreto n.º 3.945, de 3 de outubro de 2001.</p>
<p>02. A MP 2.186-16, de 23 de agosto de 2001, reedição da MP 2.052, vem corroborar a distinção pugnada por este Autor, ao dispor no seu artigo 1º:</p>
<p>"Art. 1º. Esta Medida Provisória dispõe sobre os bens, os direitos e as obrigações relativos:</p>
<p>I - ao acesso a componente do patrimônio genético existente no território nacional, na plataforma continental e na zona econômica exclusiva para fins de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico ou bioprospecção;</p>
<p>II - ao acesso ao conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético, relevante à conservação da diversidade biológica, à integridade do patrimônio genético do País e à utilização de seus componentes;</p>
<p>III - à repartição justa e eqüitativa dos benefícios derivados da exploração de componente do patrimônio genético e do conhecimento tradicional associado; e</p>
<p>IV - ao acesso à tecnologia e transferência de tecnologia para a conservação e a utilização da diversidade biológica".</p>
<p>03. Interessante atentar que essa Convenção reconheceu a interdependência entre a biodiversidade e a biotecnologia.</p>
<p>04. O poder de polícia se refere tanto às leis que delimitam o âmbito da liberdade e da propriedade, quanto aos atos administrativos que lhes dão execução.</p>
<p>05. São requisitos de patenteabilidade a novidade (novelty), aplicação industrial (utility), atividade inventiva (non-obviousness) e divulgação social (disclosure).</p>
<p>06. Da qual faz parte o direito de propriedade industrial.</p>
<p>07. Cf. art. 1.128 do Novo Código Civil (correspondente ao artigo 524 do Código Civil de 1916).</p>
<p>08. MP 2.186-16, de 23 de agosto de 2003.</p>
<p>09. O Código Civil de 1916, não destoando do conceito clássico romano, definiu o conceito de usufruto, no seu art. 713, como "o direito real de fruir as utilidades e frutos de uma coisa, enquanto temporariamente destacado da propriedade". O fato de o novo Código Civil não mais trazer artigo equivalente ao art. 713 não traz repercussões para o instituto, pois o que se pretendeu fazer foi depurar o Código de definições (visto que trazer definições não é a função de Códigos).</p>
<p>O direito de uso, por sua vez, cinge-se à utilização imediata da própria coisa (não se utilizam os frutos da coisa). (Pereira, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. Vol. IV. 13ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999. p. 195-211).</p>
<p>10. Esses são os direitos do usufrutuário, já emergentes nas fontes romanas, da qual o Código Civil Brasileiro bebeu (art. 1.394 do CC, equivalente ao art. 718 do CC-16). (Pereira, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. Vol. IV. 13ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999. p. 200-201).</p>
<p>11. Art. 8º, § 4ºº da MP 2.186-16, de 23 de agosto de 2001.</p>
<p>12. Também conhecida como Convenção da Biodiversidade, foi firmada em 1992, no Rio de Janeiro, durante a Rio-92 (popularmente conhecida como Eco-92). Foi promulgada em 16 de março de 1998 pelo Decreto n.º 2.519.</p>
<p>13. Pretende-se, assim, conferir status de norma jurídica internacional a esse instituto também no âmbito da Organização Mundial do Comércio.</p>
<p>14. built-in agenda é uma previsão de reforma contida na própria norma, constituída em razão de dissenso na regulação de determinado tema. In casu, em razão de dissenso na proteção de material relacionado à biotecnologia, o art. 27.3 (b) foi incluído na agenda incorporada. (Carvalho, Nuno Pires. TRIPs – Questões Controvertidas na Área de Patentes. In: Anais do XIX Seminário Nacional de Propriedade Intelectual, 1999. São Paulo: ABPI, 1999. p. 94-95.)</p>
<p>15. Segue uma tradução livre do dispositivo: "Artigo 27.3. Os membros da OMC podem ainda vedar o patenteamento de: (...) (b) plantas e animais, conquanto não sejam micro-organismos, e processos essencialmente biológicos. Contudo, os membros devem providenciar a proteção de variedades vegetais (cultivares) por um sistema de patentes ou por um sistema sui generis eficaz, ou ainda por outro resultante da combinação desses. O contido neste subparágrafo deverá ser revisto em quatro anos, contados a partir da data de entrada em vigor do Acordo da OMC".</p>
<p>16. Carvalho, Nuno Pires. TRIPs – Questões Controvertidas na Área de Patentes. In: Anais do XIX Seminário Nacional de Propriedade Intelectual, 1999. São Paulo: ABPI, 1999. p. 99-100.</p>
<p>17. O então Ministro das Relações Exteriores Celso Lafer noticiou, em palestra proferida em Manaus no dia 11 de setembro de 2001, que o Brasil fez circular no Conselho de TRIPS, em novembro de 2000, uma proposta de revisão do artigo 27.3 (b) do TRIPS a fim de introduzirem nesse Acordo o reconhecimento do direito dos países protegerem através de um sistema sui generis os conhecimentos tradicionais e os recursos genéticos.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>CARVALHO, Nuno Pires. TRIPs – Questões Controvertidas na Área de Patentes. In: Anais do XIX Seminário Nacional de Propriedade Intelectual, 1999. São Paulo: ABPI, 1999.</p>
<p>LAFER, Celso. Palestra do Ministro de Estado das Relações Exteriores no seminário internacional organizado pela Comissão Européia e pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) – "O papel da proteção da propriedade intelectual nos campos da biodiversidade e dos conhecimentos tradicionais". Manaus, 11 de setembro de 2001.</p>
<p>MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. 22ª ed. São Paulo: Malheiros, 1997.</p>
<p>MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 11ª ed. São Paulo: Malheiros, 1999.</p>
<p>PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. Vol. IV. 13ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999.</p>
<table border="0" cellspacing="3" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-family:Verdana,Arial;"><strong>Sobre o texto:</strong></span><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Verdana,Arial;">Texto inserido no Jus Navigandi nº 196 (18.1.2004).<br />
Elaborado em 10.2003. </span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://jus.uol.com.br/images/2X2.gif" alt="" width="1" height="1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-family:Verdana,Arial;"><strong>Informações                         bibliográficas:</strong></span><br />
<span style="font-family:Verdana,Arial;">Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas  Técnicas (ABNT), este texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma:</span><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Verdana,Arial;">QUINTAS, Fábio Lima. Do <span class="hl hilite">conhecimento</span> <span class="hl hilite">tradicional</span> <span class="hl hilite">associado</span> ao patrimônio genético: uma nova espécie de propriedade intelectual?. <strong>Jus Navigandi</strong>, Teresina, ano 8, n. 196, 18 jan. 2004. Disponível em: &#60;http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=4775&#62;. Acesso em:                          document.write(capturado());23 jul. 2008.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Humor? Interpretación Libre en cualquier parte del Mundo]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=915</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 11:30:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
<guid>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=915</guid>
<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcialcandioti.files.wordpress.com/2008/06/libre-interpretacion.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://marcialcandioti.files.wordpress.com/2008/07/porque-no-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-955" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/07/porque-no-2.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[100.000 Visitas al Blog]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=931</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 15:11:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
<guid>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=931</guid>
<description><![CDATA[
El Blog ha llegado hoy a las 100.000 visitas, por lo que es un día muy especial para mí.Cuando co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-932 aligncenter" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/06/100000.jpg" alt="" width="174" height="61" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>El Blog ha llegado hoy a las 100.000 visitas, por lo que es un día muy especial para mí.Cuando comencé, viniendo de otras plataformas, en las cuales conservo otros Blogs, me preguntaba que resultado daría este intento.Este Blog nació el 18 de Noviembre de 2007, con la idea – reiterada idea inicial - de dedicarlo a la Genética y al Cambio Climático, temas que me apasionan, junto con la investigación periodística por Internet.Otra vez también me sucedió, que de los temas originales, me derivé a otras temáticas con más contenido social y espiritual, por lo que deduzco que está en mi interior hacerlo así.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Estoy convencido que los Blogs, reflejan la personalidad de quienes los crean, algo así como una ¨radiografía digital escrita y con imágenes´´, con sus virtudes y defectos. Claro que para lograr una evaluación que sea lo más objetiva posible, debo llegar a bucear bastante en cada Blog, puesto que hay días y días de cada uno de nosotros, y para llegar a la matriz hay que leer mucho cada Blog.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Debo escribir que aprendí mucho en esta plataforma: WordPress a quien le agradezco, puesto que no censura, da informes excelentes, -que ninguna otra que yo conozca da-, y que me han servido para tratar de buscar un equilibrio entre los temas que interesan a los lectores y a mi, pudiendo hacer poco a poco una sinergia entre todos.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Poco a poco he dejado de visitar Blogs – no por falta de interés, sino por tratar de respetar al lector desde otro lugar: dedicar mas del poco tiempo que poseo – como muchos supongo – en leer más artículos y tratar de seleccionar mejor lo que ofrezco, y también lo que escribo.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>He conocido gente maravillosa en el mundo de la Blogosfera, mucha más gente buena que de la otra.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>He vivido tal como en la vida real – tal vez con mas intensidad inclusive – historias de vida que impactan.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>He recibido en esta ´´vida virtual´´, muchas más satisfacciones y cariño, de la que he encontrado últimamente en la vida ´´real´´</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>De hecho me despierto y lo primero que pienso, luego de que mis dos neuronas se conecten  es que voy a publicar, y que proyectos tengo de publicación.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Situaciones como la descripta, me han hecho pensar, tratar de meditar entre lo real y lo virtual, lo que hace bien y lo que no, estar conectado o no, el tiempo de vida que dedico a cada cosa y a cada vida. Todo un tema para hacer un Meme próximamente.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Evidentemente la interacción de Internet y la maravillosa idea individual y colectiva de los Blogs, crea un espacio diferente de expresión en la Web.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>También un espacio nuevo en cuanto a la difusión de noticias, de la verdadera noticia, de la confiabilidad, algo que a mi criterio no da ya la TV., o los grandes medios masivos de comunicación que responden a intereses particulares.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Finalmente quiero AGRADECER con mayúsculas, a todas aquellas personas que han pasado por el Blog, a todas las que vuelven y pasan por ´´casa´´, como suelo escribir, a las personas que pasarán, a los Comentarios que dejan, que son un aliento constante, puesto que una persona que pasa por un Blog, lee y luego deja un Comentario, ha invertido tiempo de su vida que no volverá, y lo ha brindado al creador o creadora de ese Blog, y esto merece respeto y compromiso hacia el lector.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Vienen a mi mente muchos nombres de mis amigas/os de la Blogosfera, sin embargo no los voy a citar, puesto que siempre olvidaría a alguien, prefiero rendirles este Tributo a todos y a la Blogosfera sintetizado en una palabra:</strong></span></p>
<p><strong><a href="http://marcialcandioti.files.wordpress.com/2008/06/gracias.jpg"></a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="size-full wp-image-933 aligncenter" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/06/gracias.jpg" alt="" width="245" height="62" /></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frio y Hambre en el Chaco Argentino, Tu puedes colaborar:]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=949</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 04:15:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
<guid>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=949</guid>
<description><![CDATA[
Ingresa al Blog: http://www.chaco2008.blogspot.com/
Lucas Marasa y Mercedes Blanco, su equipo, con ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-950 aligncenter" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/07/chaco.jpg" alt="" width="468" height="453" /></p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Ingresa al Blog:</span></strong> <a href="http://www.chaco2008.blogspot.com/" target="_blank">http://www.chaco2008.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Lucas Marasa y Mercedes Blanco, su equipo, con   sus télefonos, las fotos de lo donado en su Blog - de una gran transparencia - para una campaña para proteger a nuestros conciudadanos Argentinos Aborigenes del Chaco Argentino en el Impenetrable Chaqueño, son un ejemplo, ya que son ellos y el equipo - todos muy jovenes - , con Solidaridad manifiestada en Hechos, no en palabras, que ustedes pueden comprobar en la dirección de Blog arriba escrita.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Escribí que son un ejemplo, ya que estan logrando llegar al objetivo planteado a fuerza de voluntad, cansancio, tesón, humildad, con imaginación y trabajo.<strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Las personas que estan a cargo de solucionar este problema en el Gobierno Nacional y Provincial, deberían tomar el ejemplo de Lucas, Mercedes y equipo.<strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Si dicen que lo solucionaron mienten, y sino lo solucionan, se debería y se podría hacer en un tiempo no muy lejano, un revisionismo y juzgar con La Constitución en la mano, con la Ley, a quienes solo maquillan esta infamia, más allá de los Partidos y Gobernantes de turno, son responsables todos aquellos que debieron solucionar, lo que no esta solucionado.<strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Es muy importante a futuro, todas las imagenes que han sido pasadas en la Argentina por los Canales de T.V. de Aire y de Cable, ya que serían parte de la Prueba.<strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Si lo hubieran solucionado, ni Lucas, ni Mercedes y equipo, estarían haciendo esta colecta, y quien suscribe no estaría redactando este Post.<strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Las excusas no valen, de Sociología barata como he escuchado, para seguir dejando que se mueran de hambre, enfermedades derivadas de la desnutrición, y frio, ya me hartaron, después de casi un año de seguir la problematica aborigen.<strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Sería importante que aprendieran de estos CHICOS, Sres. Grandes:<strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">HECHOS que terminen esta situación, NO PALABRAS, NI MAQUILLAJE.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Marcial Candioti </span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La otra cara de la coca ]]></title>
<link>http://colombiadrogas.wordpress.com/?p=64</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 13:17:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>colombiadrogas</dc:creator>
<guid>http://colombiadrogas.wordpress.com/?p=64</guid>
<description><![CDATA[Mientras la prensa colombiana y la internacional han dado un enorme despliegue al último informe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><img class="alignnone" src="http://farm1.static.flickr.com/22/89739945_cef7d4e078.jpg" alt="Coca is not a drug - Foto Nick Buxton" width="360" height="276" />Mientras la prensa colombiana y la internacional han dado un enorme despliegue al último <a title="informe" href="http://www.unodc.org/documents/crop-monitoring/Andean_report_2008.pdf" target="_blank">informe</a> </span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">de la Organización de las Naciones Unidas contra las Drogas y el Delito ONUDD que destaca un aumento de los cultivos de coca en los países andinos en 2007, bastante menos atención se le ha prestado al tema de la revalorización de la hoja de coca que adelantan algunas instancias. La coca no siempre ha terminado convertida en cocaína. Es más, esa transformación de la hoja en clorhidrato de cocaína es un hecho relativamente reciente dentro una larga historia del uso de esta hoja considerada vital para numerosas comunidades ancestrales de la América andina. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Para destacar esto último es que en los últimos años han venido surgiendo diversas iniciativas cuyo objetivo es mostrar la otra cara de la coca. Una cara más auténtica respaldada en siglos de consumo sano, para el que ahora, además, se abren otras posibilidades. Una industrialización y una comercialización reguladas de los más diversos productos extraídos de la hoja de coca podrían llegar a convertirse en una sana fuente de desarrollo de comunidades indígenas y campesinas de los tres países andinos.<span>  </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Es con esta perspectiva que en Bolivia, bajo el lema de ‘coca y soberanía’, se vienen realizando desde hace varios años <a title="ferias" href="http://www.cocasoberania.org/campana.html" target="_blank">ferias</a> </span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">internacionales de la hoja de coca. O que el pasado mes de marzo, en el marco de la Feria Alimentaria de Barcelona, una de las más importantes del Mundo hubo un <a title="un stand" href="http://www.elregionalpiura.com.pe/archivonoticias_2008/junio_2008/junio_21/opinion_guery21062008.htm" target="_blank"><em>stand</em></a> </span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">dedicado a productos extraídos de la coca, representativos del enorme potencial de esta planta. Y que en Colombia el Cabildo indígena de Cerro Tijeras organiza un <a title="festival gastronómico de la coca del 3 al 5 de julio" href="http://www.cocasoberania.org/250520082.html" target="_blank">festival gastronómico de la coca del 3 al 5 de julio</a></span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">. Tal como lo anuncian los organizadores del festival, se trata de exponer las alternativas gastronómicas, económicas y de soberanía alimentaria que ofrece la hoja de coca. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Debido a la torpeza de las políticas que se aplican hoy día contra las drogas en general -y contra la coca en particular a pesar de no ser ella misma una droga- en países como Colombia, la coca ha quedado encerrada en un contexto de guerra, y de conflicto social y humano. La extensión exagerada de los cultivos de coca y su canalización hacia el narcotráfico terminaron por atribuirle una carga negativa a la hoja de coca convirtiéndola por ende en objeto de un monitoreo con fines represivos. Esta es la cara más conocida de la coca: la de los enormes campos cocaleros que un día van a llegar en forma de un polvo blanco a las narices de los consumidores en otras partes del mundo; y la que, en ese proceso, genera enormes ingresos a las mafias de narcotraficantes y de ‘terroristas’ en medio de un escenario de violencia. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">La comunidad de Cerro Tijeras quiere mostrar que la coca puede ser también un símbolo y una realidad de paz y desarrollo. Por eso sería bueno que los representantes en Colombia de la Oficina de la Naciones Unidas contra las Drogas y el Delito se dieran esos días un viajecito por el Cauca, y se acercaran a escuchar por ejemplo la exposición de <a title="Fabiola Piñacué" href="http://mensual.prensa.com/mensual/contenido/2007/02/21/hoy/mundo/897385.html" target="_blank">Fabiola Piñacué</a></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">, que se va a referir en el festival al tema de las posibilidades de la coca en la cocina, o dialogaran con la ecóloga <a title="Dora Troyano" href="http://www.tni.org/detail_page.phtml?act_id=18080&#38;username=guest@tni.org&#38;password=9999&#38;publish=Y" target="_blank">Dora Troyano </a>quien lleva años dedicada a investigar y trabajar en temas de coca con las comunidades ancestrales. De este modo, quizás, además de publicar su informe anual sobre la extensión de los cultivos de coca, la producción de cocaína y las actividades del narcotráfico, la UNODD comenzara a ver la utilidad de promover los usos sanos de una planta que, a pesar de todos los programas de erradicación que le apliquen, no va a desaparecer de la faz del planeta.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em>Amira Armenta</em></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;" lang="ES">Coca is not a drug - Foto Nick Buxton</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[PREMIO AL BLOG “EXCELENCIA”]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=909</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 13:30:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
<guid>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=909</guid>
<description><![CDATA[
Este premio llega de la luz de mis ojos: Irlanda





El premio tiene las siguientes reglas a segui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcialcandioti.files.wordpress.com/2008/06/premio-excelencia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-910" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/06/premio-excelencia.jpg" alt="" width="107" height="160" /></a></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>E</strong><strong>ste premio llega de la luz de mis ojos:</strong></span><strong><span style="color:#000080;"> <a href="http://irlandairlanda.wordpress.com/" target="_blank">Irlanda</a></span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">El premio tiene las siguientes reglas a seguir:</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">Debes elegir a 5 Blogs – como máximo y mínimo los que desees - que consideres sean merecedores de este premio por lo el significado de su nombre, el cual es significativo conceptualmente por si mismo.</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">Cada premio otorgado debe tener el nombre de su autor/autora y el enlace a su blog para que todos los que deseen conocerlo lo visiten.</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">Cada premiado, debe exhibir el premio, colocar el nombre y enlace al blog de la persona que te ha premiado.</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">Premiado y premiador, deben exhibir el enlace de: PREMIO AL BLOG “EXCELENCIA”, para que todos sepan el origen de este premio al Blog premiado.</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">Exhibir estas reglas, puedes Copiar y Pegar si quieres, para hacerlo más sencillo, y reemplazar mis Blog Premiados por los tuyos.</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">Vistas las reglas, entrego este premio a la Excelencia, por orden alfabético a:</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><a href="http://atuca.wordpress.com/" target="_blank">A Tuca</a> </span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><a href="http://gemasanchezgarcia.wordpress.com/" target="_blank">Gema Sánchez García, mis cosas…</a> </span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><a href="http://kiram.es/" target="_blank">Kiram</a> </span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><a href="http://domingo1967.spaces.live.com/" target="_blank">Mi Espacio &#38; Mi Tiempo </a></span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><a href="http://patriciagomez.wordpress.com/" target="_blank">Patricia Gomez, (Binah) </a></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#000080;">¡Felicitaciones a todas/os!</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#000080;"><br />
</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Marcial Candioti </span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciudadanos Argentinos Aborígenes salvajemente reprimidos ayer.]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=799</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 03:42:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
<guid>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=799</guid>
<description><![CDATA[
SANGRE Y RECLAMO EN EL NORTEJujuy: unos 37 heridos tras violenta represiónEntre los contusos, hay ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-800 aligncenter" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/06/jujuy.jpg" alt="" width="265" height="213" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#800000;">SANGRE Y RECLAMO EN EL NORTE</span></strong><span style="color:#000080;"><strong><strong><span style="color:#800000;">Jujuy: unos 37 heridos tras violenta represión</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Entre los contusos, hay mujeres y menores. <strong><span style="color:#800000;">Una adolescente sufrió el impacto de un balazo de goma en la ceja.</span></strong><span style="color:#000080;"><strong> Todo ocurrió cuando los manifestantes </strong></span><strong><span style="color:#800000;">fueron desalojados de la municipalidad de La Quiaca, donde reclamaban un aumento de planes sociales.</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Unas 37 personas resultaron heridas, entre ellas una adolescente que sufrió un balazo de goma en la ceja, cuando la policía jujeña <strong><span style="color:#800000;">desalojó en forma violenta a los desempleados</span></strong><span style="color:#000080;"><strong> que </strong></span><strong><span style="color:#800000;">ocupaban la municipalidad de La Quiaca para pedir un aumento en los planes sociales que cobran.</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>En medio del desalojo, <strong><span style="color:#800000;">el dirigente de la Multisectorial de La Quiaca, José Luis Martínez, quien se moviliza en silla de ruedas, fue sacado de la comuna "a la rastra" por los policías, mientras el obispo Marcelo Olmedo sufrió un principio de intoxicación por la inhalación de gases lacrimógenos.</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>El obispo de Humahuaca denunció que "fue una represión policial, el desalojo de la municipalidad". "Sería mejor que los gobiernos nacional y provincial miren un poco más a la puna jujeña y solucionen los conflictos", remarcó el prelado.</p>
<p>Sin embargo, el gobernador Walter Barrinuevo, sostuvo que "la policía actuó en el marco de un requerimiento judicial". "En estas circunstancias son lógicos algunos forcejeos", indicó el mandatario kirchnerista durante la celebración por el día del periodista.</p>
<p>Por su parte, la Corriente Clasista y Combativa de Jujuy repudió los hechos de violencia y responsabilizó "al gobierno nacional, al de la provincia y al municipal por la brutal represión que se desató contra la Multisectorial de la cual somos parte".</p>
<p>La Multisectorial, recordó la CCC,<strong><span style="color:#800000;"> "lucha desde hace días contra el hambre y por trabajo". "El sacerdote Jesús Olmedo hizo una carta abierta dirigida a la presidenta (Cristina Fernández) planteando esta terrible situación en la que viven los quiaqueños la cual no tuvo ninguna respuesta",</span></strong><span style="color:#000080;"><strong> remarcó la organización en un comunicado.El desalojo violento de los manifestantes fue concretado esta mañana por efectivos de la Guardia de Infantería en la sede de la municipalidad de La Quiaca, 300 kilómetros al norte de esta capital. <strong><span style="color:#800000;">Una adolescente de 15 años sufrió, en medio de las corridas que generó el desalojo, una herida al ser rozada en su ceja izquierda por un disparo de bala de goma que efectuó uno de los policías,</span></strong><span style="color:#000080;"><strong> explicó la Multisectorial. Los padres de la menor de edad </strong></span><strong><span style="color:#800000;">confirmaron luego que su hija se reponía en su casa y que la herida no reviste gravedad.</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Los manifestantes ocuparon anoche el municipio luego de que levantarán el corte del puente que une La Quiaca con Bolivia. Los desocupados reclaman desde el martes el aumento en el valor de los planes sociales que cobran, la reincorporación de trabajadores municipales y la construcción de un viaducto en la zona.</p>
<p>En ese marco, la multisectorial representó la crucifixión de niños y adultos, cortó el puente, realizó piquetes y anoche tomó el municipio.<strong><span style="color:#800000;"> El desalojo de hoy fue ordenado por el juez penal de turno, Jorge Alvarez Prado. El comisario mayor Nicolás Paredes confirmó que pesa una orden de detención sobre el sacerdote Jesús Olmedo, quien encabeza las protestas de la multisectorial, y otros manifestantes.</span></strong><span style="color:#000080;"><strong><strong><span style="color:#800000;">Fuente:</span></strong></p>
<p></strong></span></p>
<p></strong></span></p>
<p></strong></span></p>
<p></strong></span></p>
<p></strong></span></p>
<p></strong></span></p>
<p></strong></span></p>
<p></strong></span></p>
<p><a href="http://www.26noticias.com.ar/jujuy-unos-37-heridos-tras-violenta-represion-67878.html" target="_blank">http://www.26noticias.com.ar/jujuy-unos-37-heridos-tras-violenta-represion-67878.html</a></p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Nota del Blog:</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Los medios televisivos dieron cuenta de esta salvaje represión a ciudadanos<br />
Aborígenes Argentinos.</p>
<p>Curiosamente los Diarios más importantes dan una información escueta y sin fotos.</p>
<p>Canal 26, - un canal de cable Argentino, si le dio trascendencia en la T.V., y en su Página Web, lo que deseo resaltar.</p>
<p>También destaco lo expresado por el sacerdote Jesús Olmedo a quien escuche en el informe televisivo como expresaba el hambre que pasan las comunidades aborígenes, y la gravedad de esta represión a la cual califico de ¨ Delito de Lesa Humanidad ¨</p>
<p>En lo personal no avalo la toma de propiedades públicas o privadas.<br />
Sin embargo existe una figura jurídica internacional que bajo diferentes sinónimos de expresión se denominaría: ¨ Estado de necesidad extrema ¨<br />
El Hambre es una de las posibilidades contempladas.<br />
El Estado Nacional y Provincial Argentino son quienes deben proveer a  determinadas necesidades básicas, o hacerse cargo de su Irresponsabilidad que se manifiesta posteriormente en lamentables hechos como este.</p>
<p>Vista las Imágenes, los chicos golpeados, las mujeres sangrando, las piedras aborígenes contra el equipamiento, las balas de gomas y los gases lacrimógenos de los represores, mi solidaridad con los ciudadanos aborígenes reprimidos, los pobres de mi país,  y con el sacerdote que también recibió la represión manifestada.</p>
<p>Marcial Candioti</p>
<p></strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La coca también se come y se bebe…]]></title>
<link>http://colombiadrogas.wordpress.com/?p=61</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 12:46:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>colombiadrogas</dc:creator>
<guid>http://colombiadrogas.wordpress.com/?p=61</guid>
<description><![CDATA[En el mundo hay todavía mucha gente que piensa que la coca y la cocaína son la misma cosa. Hace un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><img class="alignleft" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/29/Mate_de_coca_Peru.jpg/250px-Mate_de_coca_Peru.jpg" alt="mate de coca" />En el mundo hay todavía mucha gente que piensa que la coca y la cocaína son la misma cosa. Hace unos días, en una reunión social a la que me invitaron unos amigos latinoamericanos, a los dueños de casa se les ocurrió ofrecer después de la comida un té de coca. Coca Imperial, decía la caja, que los amigos acababan de traer del Perú. Con la sorpresa de que a casi todos los invitados –y no sólo a los europeos sino a otros latinoamericanos- aquello les sonó en primera instancia escandaloso. ¡Té de cocaína! Exclamó una de las señoras, casi sin atreverse a agarrar la papeleta con la bolsita de coca no fuera a ser que se le narcotizaran los dedos.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pues bien, esa es la realidad. Además de la ignorancia sobre la coca, esta planta debe soportar el estigma de su derivado más conocido, la cocaína, y toda clase de malentendidos. Por eso da gusto enterarse de que la gente más conocedora de los temas sobre la coca, las comunidades indígenas de los países andinos, están dedicadas a dar a conocer y promocionar en lo posible la verdad sobre esta planta que hace parte de sus culturas desde hace siglos. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span lang="ES">Quiero destacar aquí en particular el <a title="Festival" href="http://colombia.indymedia.org/news/2008/05/86950.php" target="_blank">Festival</a> gastronómico de la hoja de coca en el departamento del Cauca (Colombia), cuyos organizadores – El Cabildo Indígena de Cerro Tijeras -<span>  </span>dicen en el epígrafe a su invitación, “ …<span>  </span></span><em><span style="color:#000000;">Nasa Esh no debe ser fumigada, son los miedos, las culpas y la avaricia del hombre moderno lo que necesita ser erradicado".</span></em><span style="color:#000000;"> Con lo cual quieren manifestar su rechazo a la erradicación forzada de coca, y al mismo tiempo “</span><span style="color:#000000;">mostrarle al mundo otra cara de este cultivo ancestral; queremos socializar las infinitas posibilidades que Nasa Esh ofrece a las comunidades como alternativa gastronómica, económica y de soberanía alimentaria”. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">El Festival se desarrollará entre el 19 y el 21 de junio en el territorio indígena de Cerro Tijeras, al norte del departamento del Cauca, y puede asistir todo el que quiera. De momento, es de esperar que el evento reciba bastante atención de la prensa y la opinión pública para que se difunda lo más ampliamente posible la información de que la coca no es cocaína y de que la coca tiene múltiples usos para el consumo de los cuales pueden sacarse enormes beneficios económicos. Beneficios que tanto necesitan las comunidades campesinas e indígenas. Y para que la gente no se asuste la próxima vez que alguien le ofrezca un té, o una torta, o un vino de coca porque será como tomar una taza de earl grey o beberse un vaso de sidra.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><em>Amira Armenta</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hambre, Desnutrición en Argentina - Solidaridad - Proyecto: Sonrisas Solidarias - Chaco 2008 –]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=796</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 04:10:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
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<description><![CDATA[
http://www.chaco2008.blogspot.com/
Este es un proyecto solidario de Lucas Marasa y Mercedes Belén ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://marcialcandioti.files.wordpress.com/2008/06/chaco-nota1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-798" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/06/chaco-nota1.jpg" alt="" width="468" height="112" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.chaco2008.blogspot.com/" target="_blank">http://www.chaco2008.blogspot.com/</a></p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Este es un proyecto solidario de</span></strong> <strong><span style="color:#800000;">Lucas Marasa y Mercedes Belén Blanco.</span></strong></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>Son jóvenes que quieren hacer algo concreto por nuestros conciudadanos que se encuentran en el Chaco, en el Impenetrable, y que se mueren de hambre, o por enfermedades derivadas de la desnutrición, sino de frío en esta época del año.Tratemos de ser solidarios nosotros también, ayudemos a Mercedes y Lucas desde el lugar que podamos, sea transmitiendo mediante copiar el pegar el texto - como mail a sus contactos, dándoles ideas, o algo que podamos donar para los que nada tienen.Lucas entro en contacto conmigo por uno de mis Blogs, luego nos hemos contactado telefónicamente varias veces en estos días.En el Blog del Proyecto estan los números de Teléfonos y Mails para contactarse.</p>
<p>También hay un número telefónico de tierra.</p>
<p>Les pediría que pasen por el Blog, lo evalúen, y si lo desean dejen un comentario alentador, y a los que deseen colaborar solo basta llamar por teléfono.</p>
<p>No es mucho pedir, a cambio de brindarnos todos nosotros una partecita de la enorme posibilidad de salvar una vida, o lograr sonrisas de niños que sabemos que hoy estan condenados, basta ver la imágenes del Blog:</p>
<p></strong></span></p>
<p><a href="http://www.chaco2008.blogspot.com/" target="_blank">http://www.chaco2008.blogspot.com/</a></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GraciasMarcial Candioti.A continuación la Propuesta que esta escrita por Lucas y Mercedes en si Blog:</p>
<p></strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Carta del Proyecto 2008</strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>Ante todo muy buenos días, muy buenas tardes o noche según corresponda que leas este mensaje. Seguramente te preguntaras el motivo de un texto en Word. Así que sin dar vueltas voy a explicar concisa y clara el objetivo del mensaje.Hace un tiempo atrás se juntaron dos personas con el objetivo de solidarizarse con quienes hoy ya perdieron posibilidad de creer en otro argentino que lo ayude.La gente del Chaco está pasando una situación que para nosotros hoy se torna inimaginable, hasta para mí, que me senté a escribir unas simples palabras cómodo en mi casa.Es por eso que si yo te di este mensaje, es porque creo en vos, como CREI en mi y en mi diminuta posibilidad de ayudar.</p>
<p>El tiempo sigue pasando y la necesidad fue ayer, y seguramente al llegar a este punto recordaste cuantos “click`s” hiciste ayudando a mucha gente, o uniéndote a causas que ni entendiste el motivo. Este mensaje no es para que te comprometas a ser un héroe, ni alguien que cambie el mundo mañana, aunque…quien no quisiera? Si no por algo tan simple como dar aquello que vos sabes que ya no vas a usar. Cuantos de nosotros a diario al levantarnos sabemos que hay remeras, buzos, pantalones y hasta medias que ya no vamos a ponernos, o no es así?.</p>
<p>En Julio tenemos el plan de encontrar un lugar concreto, con un contacto concreto para AYUDAR, para SOLIDARIZARNOS.</p>
<p>Si, NOSOTROS que vamos a poder dormir tapados en invierno o sentirnos abrigados por un sweater.</p>
<p>Quien no recuerda la lluvia de aquel día que se nos inundaba el auto (nos retrotraemos unos meses nomás... 28/02), la casa, las calles.... y teníamos mas de un metro de agua corriendo naturalmente por el barrio de nuestros domicilios.</p>
<p>Entonces si somos tan buenos argentinos, si nos consideramos buenas personas, si creemos que somos los mejores del mundo…¿no somos los mejores para ayudar a quienes hoy necesitan de nosotros?. Ese agua que vimos correr se seco con un secador, o se dejo escurrir por una canaleta, a quienes apuntamos ayudar no les quedo ni una toalla para secarse la cara, y nosotros seguramente tengamos un armario lleno de ellas para disfrutarlas cuando las necesitemos.</p>
<p>Esto no es política… esto es extender una mano, con algo tan simple que sabemos que nos sobra.</p>
<p>Así que si llegaste hasta acá confió en que a vos también, como a mi, me sobran un par de medias, unas remeras y alguna que otra cosa que se que no voy a usar y que SABES que vos tampoco vas a usar.</p>
<p>No es un compromiso, no es una obligación, es simplemente un gesto para que en algún momento, allá por julio a vos te surja una sonrisa sin entender él por que.</p>
<p>Ese porque te lo digo yo, con una remera, o con un par de medias... hiciste sonreír a un argentino.</p>
<p>Y estoy seguro que no hay cosa mas linda, que la de un ARGENTINO sonriendo por la ayuda de otro argentino.</p>
<p>Pensalo…te necesitan…</p>
<p>Nada mas, GRACIAS.</p>
<p></strong></span></p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Lucas Marasa /  Mercedes Blanco</span></strong></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>155-302-1925          /  155-250-6969</strong></span></p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Particular Lucas Marasa:</span></strong> <strong><span style="color:#800000;">4489-1182</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#000080;">PD: Son simples palabras, para quienes quieran ser parte de este proyecto</span></strong></p>
<p><a href="lukitak@hotmail.com" target="_blank">lukitak@hotmail.com</a> <strong><span style="color:#000080;">Informate, AYUDALOS.</span></strong></p>
<p><a href="http://www.chaco2008.blogspot.com/" target="_blank">http://www.chaco2008.blogspot.com/ </a></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Argentina - Premio Nobel de la Paz Adolfo Perez Esquivel: "El Gobierno Argentino no se preocupa por la politica de los derechos humanos hoy"]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=753</link>
<pubDate>Sat, 24 May 2008 13:09:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
<guid>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=753</guid>
<description><![CDATA[
Los que estan vendiendo el pais estan vendiendo los recursos petroliferos, mineros, las empresas mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://marcialcandioti.files.wordpress.com/2008/05/perez-esquivel1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-755 aligncenter" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/05/perez-esquivel1.jpg" alt="" width="389" height="235" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Los que estan vendiendo el pais estan vendiendo los recursos petroliferos, mineros, las empresas mineras que estan haciendo desastres en el pais. En Jujuy estan expulsando a los indiegnas, pero cuando yo plantee esto en Casa de Gobierno, estaba el presidente del INAI en ese momento, Rodriguez, me dice " bueno, nosotros frente a esto le enseñamos a los indigenas a buscar oro".Le dije "somos grandes, no me venga con eso, no estoy buscando eso, estoy buscando que se respete el habitat, la cultura, las condiciones de vida y que no los condenen a la muerte". ahi entonces, cuando se llega a esas cosas, no puede haber dialogo. No hay politica, esta es la realidad.Un rato de charla distendida entre sus actividades en el Servicio Paz y Justicia (SERPAJ) nos ofrece el Premio Nobel de la Paz en San Telmo. Su abuela guarani, los pueblos originarios ayer y hoy, el actual gobierno y sus politicas en derechos humanos, la reunion con los Benetton en Roma, la religion, entre otros, fueron los temas tratados. Un simbolo de la militancia vital, de eterno movimiento, de compromiso: Adolfo Perez Esquivel</p>
<p><strong><span style="color:#800000;">El pibe del rincon</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>La abuela me marco la vida, porque mi madre murio siendo muy niño y a mi me crio mi abuela, era guarani, de Corrientes. Hablaba perfedctamente guarani y muy mal el castellano, de chico hablaba yo el guarani ahora solo recuerdo las malas palabras, yo lo entendia porque en la casa se hablaba el guarani todo el dia. Ella vivia con mi tia en Haedo y cuando yo era chico alli llegaban muchos militares paraguayos despues me entere, se reunian en el comedor de la casa, discutian, era la gente que peleo contra Stroessner. En un momento era una de colchones y frazadas, gente por los corredores, por todos lados, eran mas conocidos de mi tia que mi abuela, no recuerdo muy bien el vinculo, pero habia un vinculo con el Paraguay. Todos hablaban guarani. Cuando llegaban las familias trataban de ubicarlos en otros lugares porque ya no se podia tener tanta gente. Mis primos que eran mayores, mi tia, gente amiga, trataban de ubicarlos. Me acuerdo de eso.Mi abuela me enseño a comprender mas la naturaleza, hablaba con los animales, con las plantas, en un momento pense que estaba loca, pero despues comprendi lo profundo de esa comunion, de todo ser viviente, plantas y animales que tenian un lugar muy importante en la vida de ella. Era contemplativa, se quedaba mirando el campo, las plantas y pasaba horas. Cuando creci me decia, "cuando eras pequeño me preguntabas, abuela ¿que vas a ser cuando seas grande?", porque para mi mi abuela no era una persona grande, era mi abuela, yo no hacia esa diferencia de edades. Era muy sencilla, esto me produjo dificultades, porque cuando iba a la escuela sentia hablar a las maestras y maestros que los indios eran vagos, que no trabajaban, que hacian malones, que secuestraban a las mujeres y se las llevaban a las tolderias. Siempre estaba castigado porque me peleaba con ellos, era el pibe del rincon.</p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Difusion</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Hay poca difusion de los pueblos originarios para comprender la cultura, la riqueza de los idiomas, tambien la sabiduria, mi abuela era iletrada pero era sabia, la sabiduria no tiene que ver con aquel que lee mas libros sino quien comprende el sentido profundo de la vida. Creo que toda persona sabe cuando esta en su habitat, en el medio en que se desarrolla. Ha habido , aun hoy, mucha marginalidad, en lugar de aprender de toda esa sabiduria se la ignora. Se habla de los indigenas como algo folclorico que pertenece a otra época, pero no como se puede recrear y trabajar esa cultura, la necesidad de las escuelas bilingues, de recuperar las medicinas tradicionales, la sabiduria de los pueblos, el conocimiento de la agricultura, de los animales, es decir la historia de esos pueblos. El Ministerio de Educacion con Filmus comenzo a publicar algunos libritos bilingues pero no hay en las escuelas una politica donde podemos mostrar a los pueblos indigenas, siempre que nos los muestran es para mostrar la pobreza. En la television siempre hablan de eso, de la marginalidad, de como los echan, los ponen como ignorantes que hay que educar, pero no se trata de comprender esa cultura. Una de las cosas que venimos trabajando es la formacion de maestros bilingues. Tienen auxiliares bilingues para un maestro que no sabe el idioma, lo importante es formarlos, nosotros hicimos el Congreso de las Lenguas y ahi uno quedo asombrado de ver los distintos pueblos y culturas, su sabiduria y todo lo que exponian. Aun hay mucha discriminacion con los pueblos originarios, no solo discriminacion, sino una persecucion, porque le quitan las tierras, los marginan, los explotan, como en Formosa, el años pasado se murieron 20 tobas en el Chaco, pero hay muchisimos niños que se mueren por desnutricion, por enfermedades evitables porque no tienen recursos, ademas son explotados en el campo, en las haciendas. Cada vez que los pueblos indigenas tienen que hacer algo lo hacen a traves del esfuerzo,de la organizacion social y de la capacidad de resistencia que tienen<strong><span style="color:#800000;">SERPAJ</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Trabajamos en todo el continente con los pueblos originarios, desde Mexico. Coordinadores nuestros en Mexico son mayas, pero trabajamos sobre varios ejes. Uno identidad, valores de los pueblos, como potenciar la propia cultura, la memoria de los pueblos, otro es el grave problema de tierras, tambien la destruccion de la biodiversidad, del habitat que los condena a la muerte, porque hay pueblos cosechadores, gente de la selva, guaranies, que viven de los recursos de los montes y de los animales, y ellos no devastan, esto es muy importante. Hay otros que tienen una cultura mas agricola, pastoril, como los mapuches, tambien les quitan las tierras. Y en el norte, a los kollas, hoy les entran las empresas mineras que les estan contaminando, para sacar el oro y la plata usan el cianuro y el mercurio, entonces destruyen el habitat, no solo el agua, el desmonte de la biodiversidad, para plantar la soja transgenica.<strong><span style="color:#800000;">El Gobierno</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Este gobierno tiene algunas cosas que hay que apoyar como la busqueda de la verdad y la justicia en la epoca de la dictadura, pero no se preocupa por la politica de los derechos humanos hoy en el pais. La contaminacion es una violacion sistematica de los derechos humanos. Segun informes de UNICEF del 2007, señala que en la Argentina mueren por dia mas de 25 niños de hambre y por enfermedades evitables, son estadisticas de la UNICEF. En el caso de los indigenas la falta de politicas de proteccion, la devastacion que se esta haciendo, el caso de los mbya guarani, por ejemplo que yo estoy interviniendo, de la Universidad Nacional de La Plata ,donde vinieron los indigenas de Misiones yo despues fui alla estuve en las comunidades. La Universidad Nacional de la Plata recibio de la Celulosa Argentina, que le quito la tierra a los indigenas, una donacion de tierras, 7 mil ha. Los indigenas mbya guarani vienen reclamando sus tierras, la Universidad no se las quiere entregar, les quiere dar 70 ha. Le inicaron juicio a la Universidad.<strong><span style="color:#800000;">Encuentro con Benetton</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Pasa con esta empresa italiana Benetton. Cuando nos reunimos en Roma trate de hacer un acercamiento para que los Benetton les den, les devuelvan las tierras a la comunidad Santa Rosa. Ellos dicen que lo compraron legalmente, uno le echa la culpa a veces a estos empresarios, pero la culpa es de los gobernadores, de los gobiernos, en el pais no existe una ley que regule la venta de tierras a extranjeros. Benetton aqui tiene un millon de ha. y sigue comprando, pero son mas, Lewis, Tompkins, hasta Kirchner le vendio su casa a Tompkins, es una demostracion, nosotros no sabemos si el territorio es nuestro o que, y ademas se venden con el uso de todos los recursos del lugar, no que eso se lo reserva la Nacion, no es la superficie son todos lo recursos. Bueno, volviendo a la reunion, yo le insisto, entonces Benetton decia ah bueno yo les voy a donar 7 mil ha. y los indigneas dicen no, no queremos donacion sino reintegro de lo que nos pertenece, no nos puede donar lo que es nuestro, y lo dicen con toda logica, claro. Es de ellos. Luciano Benetton que es el patriarca de la familia estuvo una sola vez en Argentina, yo me reuni con el en Treviso y en Roma, cuando invitamos a ir a Rosa y a Atilio que fueron con Mauro Millan. La reunion fue muy tensa, fue mala la reunion, por un lado uno ve que hay una actitud legitima de reclamo y por el otro lado hay cosas que hay que trabajarlas politicamente. No podes ir a una confrontacion unicamente a reclamarle y a pelearte, estas son las diferencias. Ver si se puede llegar a una solucion amigable. Si no se puede bueno, es otra cosa, habra que ir a juicio, pero aqui hay complicidad de jueces, legisladores, de gobernadores, porque esto no se puede hacer sin la complicidad interna.<strong><span style="color:#800000;">"Somos grandes"</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Los que estan vendiendo el pais estan vendiendo los recursos petroliferos, mineros, las empresas mineras que estan haciendo desastres en el pais. En Jujuy estan expulsando a los indiegnas, pero cuando yo plantee esto en Casa de Gobierno, estaba el presidente del INAI en ese momento, Rodriguez, me dice " bueno, nosotros frente a esto le enseñamos a los indigenas a buscar oro". Le dije "somos grandes, no me venga con eso, no estoy buscando eso, estoy buscando que se respete el habitat, la cultura, las condiciones de vida y que no los condenen a la muerte". ahi entonces, cuando se llega a esas cosas, no puede haber dialogo. No hay politica, esta es la realidad.<strong><span style="color:#800000;">¿Protesta pacífica o no? El campo rico y los pueblos originarios</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Las relaciones de fuerzas no son las mismas. es importante que los pueblos originarios se unan, que lo estan haciendo para lograr un frente comun en la diversidad. Ninguna comunidad sola va a resolver sus problemas. Ni siquiera en el caso del campo, que son grandes productores, o pequeños y medianos, lo pueden hacer individualmente. Lo que pasa es que aunque no coicidan en todo las 4 organizaciones agricolas ganaderas se unieron. Despues ellos tienen otra capacidad de movilizacion, otro tipo de recursos que no los tienen los pueblos indigenas,que para llegar a una reunion tienen que caminar dias y horas por la selva, para llegar. Estan totalmente marginados, sin embargo en los ultimos años hay un avance en la organizacion, en tratar de buscar una propuesta comun, yo creo que eso es lo importante, poder construir, poner su identidad, sus valores, su lenguas, creo que el Congreso de laS LenguaS ayudo mucho en eso. Los dos Congresos.<strong><span style="color:#800000;">"La religión debe ser liberadora"</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>La religión debe ser liberadora. De toda estructura de opresión. Si no es liberadora es dominadora porque muchas veces la religion se utilizo como un proceso de aculturación y lo que se ha buscado es que los indigenas pierdan su identidad y sus propios valores, no se reconozcan, en Bolivia me he encontrado con indigenas que les pregunto como te llamas y me dice Williams, le digo como Williams. Era el nombre de un dentifrico, y le digo por que te llamas asi, porque mi padre fue el compañero de mi madre boliviana. Mentira. Era para negarse el por su discriminacion su condicion de indio, pero hoy en Bolivia tenes a Evo Morales, un presidente aymara. La religion te puede ayudar para liberar. La otra cosa que paso en la epoca de la conquista con los esclavos negros, es el sincretismo. Ellos traian su religion y la tenian que disfrazar con el cristianismo porque el sagrario donde estaba la hostia consagrada para ellos era el dios sol, Iemanja con la virgen, en Brasil, vos fijate que la virgen de Copacabana en Bolivia es negra. El sincretismo religioso es tratar de mantener la religion sin perder la identidad ante la religion que imponen porque a veces no es un acto de fe, es una imposicion, de sometimiento. Despues fue surgiendo la religiosidad popular que no es la religiosidad de los altares que le impone la autoridad eclesiastica. Mi abuela era muy religiosa pero tenia su propia comprension. La madre es la madre tierra, la madre luna, otra cosa, sin embargo eso en un momento lo ve como la virgen Maria que esta en todos laados, con distintos nombres. Lujan, Lourdes, etc .Una vez escribi en una conferencia que la di en El Escorial, en la Universidad Complutense en España yo dije que la cruz y la espada eran la misma cosa, y se enojaron muchisimo conmigo, que las conquistas aqui no eran el encuentro de las culturas sino la explotacion, la dominacion y el saqueo. Despues no quisieron hablarme mas. Di un monton de elementos, de datos. Me acuerdo que estaba con Rafael Alberti, con Mario Benedetti. Me dijeron "uh, lo que les dijiste, estos como se van a poner". Despues el Rector de la Complutense no me quiso hablar ni saludar porque se sintio ofendido. Hable tambien de que de esta conquista hecha a sangre y fuego, que fue dominadora despues llegan los inmigrantes. Mi padre fue un inmigrante español que se caso con la hija de una india que tambien era guarani, mi madre. Ya no vinieron aqui a imponer la cruz sino a laburar, era un pescador.<strong><span style="color:#800000;">La mentalidad del conquistador</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>En el interior del pais hay muchos hacendados que siguen con la mentalidad del conquistador, y someten a la gente. A los indigenas lo tiene como si fuesen perros, por ahi cuidan mas al perro que al indigena. Lo que hacen en Formosa, que los encierran para despues sacarlos a votar y te doy una alpargata y despues de votar te doy la otra. Le sacan los documentos. Yo creo que en la Argentina eso hoy todavia esta pero se habla de democracia, ¿democracia para quien?.Dentro de los pueblos originarios hay gente que esta resignada, que vive metida en su comunidad, con muy poco contacto, yo ahora estuve en Misiones habia comunidades mbya guarani que quieren que no entren mas los blancos porque llevan el alcohol y la droga y hubo muchos suicidios de chicos indigenas. No quieren saber nada, protegerse. Otros, que tienen mayor capacidad de resistencia y organizacion social y politica y cultural, porque dentro de los indigenas vas a encontrar abogados, ingenieros, medicos, en Argentina tenes a Eulogio Frites, por nombrarte alguno.</p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Tercer Congreso</span></strong><span style="color:#000080;"><strong>Ojala podamos hacerlo, ahora vamos a hacer el encuentro de la memoria compartida, hacer un lugar de reflexion que lleve a unir esfuerzos. Lo estamos trabajando. Los pueblos indigenas tienen muchisimas necesidades, algunas son vitales, de supervivencia no pero otros piensan con mas proyeccioon. Por ejemplo la CONAIE en Ecuador es muy fuerte, el caso de las organizaciones indigenas en Bolivia, los mapuches que tal vez por aqui son quien tienen mayor conciencia politica y social y tal vez con mayor preparacion intelectual tambien. Hace unos años estuve en Nicaragua en un encuentro de medicos indigenas, que les llaman curanderos, pero son los medicos que utilizan toda la medicina natural y que hoy muchos profesionales de la medicina formados en universidades estan aprendiendo de eso. En Guatemala hay, en Peru, en Colombia, vienen trabajando muy bien a pesar de las dificultades, mismo todo lo que es en Mexico, Chiapas, Guerrero, Tabasco, tod esto poco a poco hace recuperar la identidad, los valores, la espiritualidad, que para ellos es muy importante. Nosotros en nuestra mentalidad occidental desarrollo significa explotacion, para ellos otro concepto distinto al desarrollo es recuperar el equilibrio del ser humano con la naturaleza, con el cosmos, con dios, somos parte de un todo. Hoy en la filosofia moderna se habla del pensamiento holistico, ellos nunca lo perdieron lo perdimos nosotros a traves del hombre especializado, del hombre masa, desarrollo es explotacion, cuando puede explotar mas a la madre tierra para tener mas ganancia no para respetarla, es una violacion a la madre tierra. Un indigena nunca va a violar a su madre, la va a respetar cuando va a poner la semilla y le pide permiso para que le de buenos frutos. Fijate el concepto profundo y filosofico de la vida totalmente distinto, son formas de comprension. Lo veo en las comunidades.</p>
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<p><strong><span style="color:#800000;">Fuente:</span></strong></p>
<p><a href="http://www.mapuexpress.net/?act=news&#38;id=2819" target="_blank">http://www.mapuexpress.net/?act=news&#38;id=2819</a></p>
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<a rel="tag" href="http://www.blogalaxia.com/tags/educacion">educacion</a><br />
<a rel="tag" href="http://www.blogalaxia.com/tags/indigenas">indígenas</a><br />
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<a rel="tag" href="http://www.blogalaxia.com/tags/derechos+humanos">derechos+humanos</a><br />
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]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Instituto Indigenista Interamericano]]></title>
<link>http://entremusicas.wordpress.com/?p=277</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 03:21:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>entremusicas</dc:creator>
<guid>http://entremusicas.wordpress.com/?p=277</guid>
<description><![CDATA[
 En http://www.indigenista.org/web/
 
El Instituto Indigenista Interamericano (III) fue creado me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"></p>
<p align="justify"> En <a href="http://www.indigenista.org/web/" target="_blank">http://www.indigenista.org/web/</a></p>
<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </p>
<p></font></span><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">El Instituto Indigenista Interamericano (III) fue creado mediante la Convención Internacional de Pátzcuaro, en 1940, tiene como objetivos fundamentales la colaboración en la coordinación de políticas indigenistas de los Estados miembros, y promover los trabajos de investigación y capacitación de las personas dedicadas al desarrollo de las comunidades indígenas. El III tiene sede en el Distrito Federal, México. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Actualmente forman parte del III 16 naciones; se encuentran prácticamente todos los países latinoamericanos como Chile, Argentina, Bolivia, Ecuador, Perú, Venezuela, Colombia, los países centroamericanos y México. Estados Unidos también formó parte del Instituto, pero hace años se retiró Fue hasta 1953, que se constituye como un organismo especializado de la Organización de Estados Americanos. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Un instrumento del Instituto son los congresos indigenistas interamericanos, donde participan gobiernos, pues se trata de un organismo intergubernamental, aunque también hay presencia de líderes indígenas invitados por los gobiernos de cada país. Hasta la fecha se han realizado 11 de estos congresos. </span></p>
<p align="justify"><a href="http://www.indigenista.org/web/" target="_blank"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Argentina: El 10% del territorio nacional, está en manos extranjeras]]></title>
<link>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=697</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 13:27:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcial Candioti</dc:creator>
<guid>http://marcialcandioti.wordpress.com/?p=697</guid>
<description><![CDATA[

Fuente: La Nación de Chile
 
Actores como Richard Gere y Matt Damon, y magnates como Ted Turner,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://marcialcandioti.files.wordpress.com/2008/04/argentina-en-venta-mapa_argentina_politico2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-699 aligncenter" src="http://marcialcandioti.wordpress.com/files/2008/04/argentina-en-venta-mapa_argentina_politico2.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a></p>
<div style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Fuente: La Nación de Chile</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Actores como Richard Gere y Matt Damon, y magnates como Ted Turner, Luciano Benetton, Ward Lay y nuestro conocido Douglas Tompkins, han aprovechado el bajo precio del suelo para comprar amplias extensiones de terreno a lo largo de todo el país... </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Por Christine Legrand</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Buenos Aires.-Argentina está en venta, ésa es la voz de alarma lanzada en Buenos Aires por economistas y ecologistas, pero también por la Iglesia Católica. </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">El terrateniente más grande de este país es un grupo familiar italiano y multinacional de la moda: los hermanos Benetton, que llegaron a la Patagonia en los años '90. </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Ahora poseen 900 mil hectáreas y se han convertido en los principales criadores de corderos y productores de lana en Argentina. También se dedican a la reforestación, con una gran variedad de árboles cuya madera es utilizada en la fabricación de muebles.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">En septiembre de 2006, la Iglesia publicó un documento titulado "Una tierra para todos", en el que criticaba la concentración de la propiedad y la venta masiva a extranjeros de terrenos productivos y recursos naturales. La Iglesia reclamó una política federal para resolver un problema que afecta a las comunidades indígenas y a los pequeños campesinos expulsados de sus tierras.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Desde hace 15 años, cada vez son más numerosos los extranjeros que compran vastas extensiones de tierras, desplazando a las familias tradicionales de la oligarquía argentina. "Tenemos tierra en exceso", declaró en los años '90 el Presidente Carlos Menem, invitando a corporaciones extranjeras y a particulares a invertir. Desde 2002, la devaluación del peso, otrora vinculado al dólar, implicó un cambio favorable, acelerando un proceso de venta desenfrenado y sin control.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">"En las provincias de Santiago del Estero y el Chaco, la hectárea cuesta lo mismo que una hamburguesa", critican los periodistas Andrés Klipphan y Daniel Enz, autores de "Tierras, S.A.", una investigación realizada durante tres años por todo el país. Señalan que hay "30 proyectos para regular esas ventas, en el Parlamento y en los gobiernos de las provincias, pero siguen en el cajón".</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">NEGOCIOS Y PLACER </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Unos 300 mil kilómetros cuadrados (el 10% del territorio nacional) están en manos de extranjeros, según la Federación Agraria Argentina. Esa cifra puede parecer mínima en relación con la superficie del país, que alcanza los 2.780.000 kilómetros cuadrados, pero equivale a más de la mitad de Francia.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"><span> </span>"Se puede comprar lo que quiera, en cualquier lugar, si se tiene el capital suficiente, incluso en los parques nacionales", asegura Gonzalo Sánchez, autor de "La Patagonia vendida", que entrevistó a la mayoría de los extranjeros que han comprado tierras en el sur.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">En efecto, la Patagonia es una de las regiones más codiciadas. Tan sólo el 5% de los 37 millones de argentinos vive en esa región austral que, no obstante, representa la tercera parte del territorio nacional y contiene sus principales riquezas: energía hidroeléctrica, 80% del petróleo y gas natural y una de las grandes reservas de agua dulce del planeta.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Ese legendario cabo del mundo se ha convertido en el paraíso de millonarios extranjeros que, según los autores de "Tierras, S.A.", "se han beneficiado de la actitud flexible de los diferentes gobiernos nacionales y provinciales para adquirir millones de hectáreas y recursos no renovables, sin restricciones y a precios módicos".</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Además de los Benetton, otros millonarios extranjeros han comprado tierras en la Patagonia para su placer personal. Ex hombre de negocios convertido a la ecología, el estadounidense Douglas Tompkins, que hizo su fortuna con la ropa deportiva North Face y Esprit, posee unos 4.500 kilómetros cuadrados, de los cuales el 20% está consagrado a la producción y el resto es parte de un proyecto de conservación de la naturaleza. </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">También es propietario de 179 mil hectáreas en la provincia de Corrientes y de 300 mil en el sur de Chile, es decir, el equivalente del Parque Nacional Yosemite, en California. Algunos lo acusan de querer apropiarse de una de las reservas de agua dulce más grande del mundo. El filántropo responde que él sólo quiere proteger el ambiente y que ha cedido al Estado grandes extensiones de tierras a condición de que fueran consideradas reservas naturales.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#000080;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;">LA BURGUESÍA TERRATENIENTE</span><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">El vicepresidente de AOL Time Warner y fundador de la cadena CNN, Ted Turner, posee 45 mil hectáreas en la región, en donde le gusta pescar trucha. Joseph Lewis, uno de los hombres más ricos del Reino Unido, pasa el verano austral en sus 14 mil hectáreas, que rodean el lago Escondido. El belga Huber Grosse compró 11 mil hectáreas en la provincia de Río Negro, donde los turistas ricos van a jugar polo y golf.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">"La Patagonia me recuerda al Texas de los años'50", asegura Ward Lay, magnate de las papas fritas y amigo de George W. Bush, que se compró miles de hectáreas en esa provincia y viñedos en Mendoza.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Enamorado del sur argentino y de una argentina, el cantante Florent Pagny vive parte del año entre sus dos estancias de la provincia de Chubut. Estos nuevos terratenientes tienen frecuentes altercados con las comunidades indígenas, que los acusan de apropiarse de las tierras de sus ancestros. Los habitantes de la Patagonia se quejan también de no tener acceso libre a algunos lagos y senderos en las montañas donde se encuentran las propiedades privadas.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Hay otras provincias también codiciadas. Los actores Robert Duvall, Richard Gere y Matt Damon son propietarios de varias estancias en las provincias norteñas de Tucumán, Salta y Jujuy. </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Grandes grupos vinícolas franceses, españoles e italianos se han instalado en Mendoza, al pie de la cordillera de los Andes, que ofrece tierras y un clima excepcional para el cultivo de la vid. Ahí, la hectárea vale diez veces menos que en California. Grandes grupos mineros, en su mayoría canadienses, explotan minas de oro y plata en las provincias de San Juan, La Rioja y Santa Cruz. Entre los inversionistas figura Bill Gates, el hombre más rico del planeta.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">La estampida sobre las tierras no es exclusiva de los extranjeros. Los nuevos ricos argentinos, principalmente estrellas del espectáculo y del deporte, pero también políticos, constituyen a su vez una nueva burguesía terrateniente. </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">El jugador de básquetbol Emanuel Ginobili, estrella de los Spurs de San Antonio en la NBA, invirtió más de dos millones de dólares en proyectos turísticos de gran lujo en las costas del río Negro y en la ribera del lago Correntoso, en la Patagonia. El futbolista Gabriel Batistuta, ex delantero de la Fiorentina, se ha convertido en uno de los grandes terratenientes de la fértil provincia de Santa Fe.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Según una encuesta publicada por el periódico "Clarín", nueve de cada diez argentinos se inquietan porque los recursos naturales del país están en manos de extranjeros. Y seis de cada diez piensan que eso atenta contra la soberanía nacional.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">© Le Monde</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">(The New York Times Syndicate)</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><strong><span style="color:#000080;">Fuente:</span></strong><span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><a href="http://www.malvinense.com.ar/snacional/202.htm">http://www.malvinense.com.ar/snacional/202.htm</a></span></strong></p>
</div>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se integra la Red Mexicana de Afectados por la Minería (REMA)]]></title>
<link>http://cronicadesociales.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 00:41:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>rubenmartinmartin</dc:creator>
<guid>http://cronicadesociales.wordpress.com/?p=97</guid>
<description><![CDATA[ 
 
COMUNICADO DE LA RED MEXICANA DE AFECTADOS POR LA MINERÍA
 
 
A LA OPINION PÚBLICA:
 
Reu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span><a href="http://cronicadesociales.files.wordpress.com/2008/06/clip_image002.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98" src="http://cronicadesociales.wordpress.com/files/2008/06/clip_image002.jpg?w=156" alt="" width="156" height="73" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">COMUNICADO DE LA RED MEXICANA DE AFECTADOS POR LA MINERÍA</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">A LA OPINION PÚBLICA:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Reunidos en el Primer Encuentro de la Red Mexicana de Afectados por la Minería, en el poblado de Temacapulín, municipio de Cañadas de Obregón, Jalisco, los días 19, 20 y 21 de junio queremos manifestar nuestra preocupación por una serie de acciones de hostigamiento y represión contra los esfuerzos organizativos de defensa de nuestras comunidades en diversos estados de la república, que configuran un patrón de violación a los derechos humanos resultado directo de las actividades mineras.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Verdana;">Región Sur: GUERR</span></strong><strong><span style="font-family:Verdana;">ERO. </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Denunciamos el hostigamiento y engaño de que han sido objeto los opositores a los trabajos de explotación en el Ejido Real de Limón &#38; Nuevo Balsas, Municipio de Cocula, Gro., realizadas por la Minera Media Luna, subsidiaria de la corporación canadiense Teck Cominco; así como las amenazas de muerte a su representante Evelia Bahena García y a su asesor jurídico, Francisco Jaimes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"><span>     </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Región Sureste: OAXACA.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Denunciamos la actitud de prepotencia y alevosía de la Dirección General de Minas de la Secretaría de Economía, que sin mediar consulta alguna a los comuneros del municipio de San Juan Tepeuxila, distrito de Cuicatlán, Oaxaca, subasta al mejor postor una extensión de 3500 hectáreas de terreno comunal, violando el Convenio 169 de la OIT que consagra los derechos de los pueblos originarios de América, ocultando además, la información acerca de los trabajos de prospección minera que realiza la empresa canadiense: Almaden Minerals LTD en la región de la Cañada Oaxaqueña.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Verdana;">Región Norte: CHIHU</span></strong><strong><span style="font-family:Verdana;">AHUA.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Nos mantenemos alerta de la respuesta que la Minera Dolores, subsidiaria de la trasnacional canadiense Minefinders, dé a la justa demanda que los pobladores del Ejido Huizopa, del Municipio de Madera, Chihuahua, ha hecho frente a la arbitraria propuesta de desalojarlos de su pueblo y continuar con una incontable explotación de los recursos del subsuelo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"><span>   </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Región Occidente: JALISCO-COLIMA.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Manifestamos nuestra sincera preocupación por el asedio que desde el 12 de diciembre de 2007, diversas corporaciones policíacas del gobierno del estado de Colima, que encabeza Silverio Cavazos Ceballos (PRI), realizan a los poblados náhuas El Platanar, en el Ejido Plan de Méndez, y Las Pesadas, en el Ejido Ayotitlán, ambos del municipio de Cuautitlán de García Barragán, Jalisco, donde están asentadas las minas a cielo abierto Peña Colorada y Minera del Norte (MINOSA), subsidiarias de la corporación italo-argentina Ternium Hylsa, generándose el conflicto de límites territoriales más antiguo del país, entre los estados de Jalisco y Colima, que ha pasado por los poderes ejecutivo y judicial y actualmente se ventila en el Senado de la República (Poder Legislativo), y ya dura 88 años. El litigio comenzó con la matanza de Timbillos (1920), en que 13 indígenas de Ayotitlán y Telcruz fueron asesinados y sus cadáveres colgados durante días en unas higueras por la familia colimense Arias de El Mamey (hoy Minatitlán). El conflicto minero y territorial se ha extendido gracias al desinterés y la complicidad de las autoridades jaliscienses, y a la ambición de las colimenses, al grado que en septiembre de 1995 la CNDH emitió la Recomendación 122/95 señalando la corresponsabilidad de las autoridades estatales y federales en graves violaciones a los derechos humanos de los nahuas de Ayotitlán, Jalisco, gracias a los que fue decretada en marzo de 1987 la Reserva de la Biósfera Sierra de Manantlán, con 139 mil hectáreas (en 5 Municipios de Jalisco y 2 de Colima). Se trata de más de 406 kilómetros cuadrados que ambos Estados se disputan violenta y legalmente en los Municipios de Zapotitlán de Vadillo, Cuautitlán (la zona minera más extensa en territorio indígena) y Cihuatlán (en la desembocadura del Río Marabasco al Océano Pacífico). Exigimos la salida de las corporaciones policíacas colimenses de ambos poblados, y la cancelación de los procedimientos judiciales penales fabricados desde Colima contra la indígena Candelaria Zambrano Mora y el ejidatario Antonio Serratos Puga –Plan de Méndez-, para abrir nuevas minas junto al Río Marabasco, límite natural de ambos Estados, cuyas familias están actualmente refugiados en la cabecera municipal de Cuautitlán, para que la población ancestral pueda ejercer su vida normal, trabajar y transitar libremente por el territorio nacional.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Así mismo, manifestamos nuestra consternación por el brutal asesinato del escritor michoacano Francisco Chamery Méndez, autor del libro: Toño Latas. El Poder del Dinero y el Poder Minero sin Límites de Colima y Jalisco (Ed. Lugachamery, Colima, octubre de 2007), quien por sus valientes denuncias difundidas en dicha novela, fue secuestrado en la ciudad de Colima al término de la presentación de su libro. Su cadáver fue localizado en diciembre pasado en Mazamitla, Jalisco, y su vehículo en Veracruz en enero de este año.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Ante esta situación así como por toda la serie de impactos ambientales, sociales y económicos negativos que la minería provoca en nuestras comunidades, hemos decidido conformar la Red Mexicana de Afectados por la Minería (REMA) a la luz de los principios y objetivos que se plasman en la “Declaración de Temacapulín” que anexamos a este comunicado y está a disposición en nuestra página web.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Temacapulín, Municipio de Cañadas de Obregón, Jalisco, 21 de junio del 2008</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Por el Secretariado de la REMA:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Red Jalisciense de Derechos Humanos, A.C.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Lic. Oscar González Garí,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Página Web: rema.codigosur.net</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">E-Mail: tenamaxtli3@yahoo.com.mx</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Tel. 01 (33) 36 14 92 26 y 36 58 15 80</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Guadalajara, Jalisco (México)</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
