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	<title>coisa &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/coisa/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "coisa"</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 08:32:00 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Invisibilidade Pública]]></title>
<link>http://mition.wordpress.com/?p=967</link>
<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 22:22:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mição</dc:creator>
<guid>http://mition.wordpress.com/?p=967</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Antônio Corrêa Neto OnLine
&#8220;Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.correaneto.com.br/entrevistas/entrev_main.htm" target="_blank">Antônio Corrêa Neto OnLine</a></strong></p>
<h4 style="text-align:justify;">"Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível"<br />
<span style="color:#0000ff;">por Plinio Delphino</span></h4>
[caption id="" align="alignleft" width="170" caption="Fernando Braga (à dir.)"]<img src="http://www.terra.com.br/istoegente/261/fotos/livros_05.jpg" alt="" width="170" height="261" />[/caption]
<p style="text-align:justify;">O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da <a href="http://www.usp.br/" target="_blank">Universidade de São Paulo</a>. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 's<em>eres invisíveis, sem nome</em>'. Em sua tese de mestrado, pela <a href="http://www.usp.br/" target="_blank">USP,</a> conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.<br />
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
</p>
<p style="text-align:justify;">'<em>Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência</em>', explica o pesquisador.</p>
<p style="text-align:justify;">O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. '<em>Professores que me abraçavam nos corredores da <a href="http://www.usp.br/" target="_blank">USP</a> passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão</em>', diz.<br />
Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Diário - Como é que você teve essa idéia?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fernando Braga da Costa </strong>- Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Com que objetivo?</strong><br />
A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?</strong><br />
Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?<br />
Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal.<br />
Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela <a href="http://www.usp.br/" target="_blank">USP </a>pra varrer rua com eles. Mas os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dê um exemplo.</strong><br />
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis.<br />
De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão.<br />
O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações.
</p>
<p style="text-align:justify;">O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar:</p>
<p style="text-align:justify;">'<em>É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não.<br />
Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão</em>'.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?</strong><br />
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari.<br />
Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas.</p>
<p style="text-align:justify;">É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram me tratando diferente.<br />
As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado.
</p>
<p style="text-align:justify;">Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?</strong><br />
Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Eles testaram você?</strong><br />
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:<br />
'<em>E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?</em>' E eu bebi.<br />
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?</strong><br />
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no <a href="http://www.ip.usp.br/" target="_blank">I</a><a href="http://www.ip.usp.br/" target="_blank">nstituto de Psicologia</a> para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?</strong><br />
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E quando você volta para casa, para seu mundo real?</strong><br />
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses<br />
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.<br />
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.</p>
<h3 style="text-align:justify;">Artigo Relacionado</h3>
</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.terra.com.br/istoegente/261/diversao_arte/livros_foco_homens_invisiveis.htm" target="_blank"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#990033;">Isto É Gente - Foco                        - Homens invisíveis<br />
</span></strong><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#003399;">por Marina                        Monzillo</span></a>
</p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase para o dia 19/08/2008]]></title>
<link>http://wagnerwsa.wordpress.com/?p=188</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 14:35:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>wagnerwsa</dc:creator>
<guid>http://wagnerwsa.wordpress.com/?p=188</guid>
<description><![CDATA[&#8220;As coisa maiores, as mais altas, as mais nobres, as mais sublimes têm a possibilidade de ser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><STRONG><FONT color="#008000" size="2" face="verdana">"As coisa maiores, as mais altas, as mais nobres, as mais sublimes têm a possibilidade de ser expressas com simplicidade."</FONT></STRONG><FONT color="#3366ff" size="2" face="verdana">&#160;(A Mãe)</FONT></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comerciais divertidos]]></title>
<link>http://videosengracados.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 17:17:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogystandby</dc:creator>
<guid>http://videosengracados.wordpress.com/?p=36</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/nQpdWQD6pIE'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/nQpdWQD6pIE&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma coisa]]></title>
<link>http://diretordeletras.wordpress.com/2008/08/13/uma-coisa/</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 15:36:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Guilherme Amaral</dc:creator>
<guid>http://diretordeletras.wordpress.com/2008/08/13/uma-coisa/</guid>
<description><![CDATA[(Ieu+iela)
uma coisa eu digo:se você passar por mime não der aquele olhar que eu amomáscaras de o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div align="right"><i>(Ieu+<a target="_blank" href="http://www.versoinconstante.wordpress.com">iela</a>)</i></p>
<div align="left">uma coisa eu digo:<br />se você passar por mim<br />e não der aquele olhar que eu amo<br />máscaras de oxigênio cairão por nossas cabeças.</p>
<p>Eu quero ouvir o barulhinho<br />que a sua voz faz<br />quando a gente fica no telefone<br />e eu fico cantando aquele trechinho:<br />"if I could be who you wanted all the time".</p>
<p>Uma coisa eu te peço:<br />Se um dia eu te vir<br />E você não me der o abraço prometido<br />Desfaço-me em partículas na tua frente.</p>
<p>Eu quero respirar bem pertinho<br />E me ver na tua retina<br />Nesse teu olhar desconfiado<br />De quem canta e aprecia o mestre desafinado.</p>
<p>uma coisa eu prometo:<br />um dia depois<br />nada será como antes<br />uma vida depois<br />você vai precisar reviver cada instante.</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[novos vídeos]]></title>
<link>http://joaogrando.wordpress.com/?p=236</link>
<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 18:58:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>joao grando</dc:creator>
<guid>http://joaogrando.wordpress.com/?p=236</guid>
<description><![CDATA[Novos vídeos:
1.  2. 
3.  4. 
1. idéia: vem e vão .têm raízes .crescem .nascem .passam .voam .v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;">Novos vídeos:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;">1. </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UJNRR-K3fvk"><img class="alignnone size-full wp-image-238" src="http://joaogrando.wordpress.com/files/2008/08/dsc009241.jpg" alt="" width="205" height="154" /></a><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;"> 2. </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=U0GxeGbGR2E" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-239" src="http://joaogrando.wordpress.com/files/2008/08/dsc00925.jpg" alt="" width="205" height="154" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;">3. </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RHcip6GVD7k" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-240" src="http://joaogrando.wordpress.com/files/2008/08/dsc00926.jpg" alt="" width="205" height="154" /></a><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;"> 4. </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=HmnXYHZF318" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-241" src="http://joaogrando.wordpress.com/files/2008/08/dsc00927.jpg" alt="" width="205" height="154" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;">1. idéia: vem e vão .têm raízes .crescem .nascem .passam .voam .vem .entram .sem .saem .são .passam .pássaros .por .aqui .ascendem .acendem.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;">2. Quando se olha os olhos nem sempre são olhos nos olhos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;">3. Um violão tem vida e portanto reage. Um violão tem vida e portanto também pára de viver.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;">4. Um livro tenta falar, mas só fala se for lido.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:&#34;"> Estes são mais minimals. Estão em produção alguns outros, mais épicos, devo postar em breve no <a href="http://www.youtube.com/joaogrando" target="_blank">meu tube</a>. </span></p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda tem Homem em este Mundo??]]></title>
<link>http://byblanco.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 00:52:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>by Blanco</dc:creator>
<guid>http://byblanco.wordpress.com/?p=52</guid>
<description><![CDATA[Bom &#8230; não por que a gente sabe mais, ou sabe menos &#8230; deixa de ser Homen ne ??..
acordei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Bom ... não por que a gente sabe mais, ou sabe menos ... deixa de ser Homen ne ??..</p>
<p style="text-align:center;">acordei hoje como quem não quer nada mexi no mouse da compu.. entrei no Mail e vi uma mensagem onde estava escrito assim..so pra você não achar que estou mentindo tirei uma foto da tela..esta mensagem esta postado em um site que assino pelo feed do Mail..</p>
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://byblanco.wordpress.com/files/2008/07/imagem-da-tela.jpg?w=1400"><img class="size-medium wp-image-75" style="width:578.811px;height:515.143px;" src="http://byblanco.wordpress.com/files/2008/07/imagem-da-tela.jpg?w=1400" alt="" width="500" height="445" /></a></dt>
</dl>
<p>Sabe eu ja ouvi muita besteiras, mas esta aqui leva um 10 por originalidade , quer dizer que  eu não poderia estar aqui tomando cafe na frente do computador .. ta bom!!.  vida moderna não tem preconceito ..</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase para o dia 17/07/2008]]></title>
<link>http://wagnerwsa.wordpress.com/?p=145</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 16:24:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>wagnerwsa</dc:creator>
<guid>http://wagnerwsa.wordpress.com/?p=145</guid>
<description><![CDATA[&#8220;O excesso de luz cega a vista. O excesso de som ensurdece o ouvido. Condimentos em demasia es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><STRONG><FONT color="#008000" size="2" face="verdana">"O excesso de luz cega a vista. O excesso de som ensurdece o ouvido. Condimentos em demasia estragam o gosto. Por isso, o sábio em sua alma determina a medida para cada coisa."</FONT></STRONG><FONT color="#3366ff" size="2" face="verdana">&#160;(Lao-Tsé)</FONT></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Início]]></title>
<link>http://talequal.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 16:08:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>talequal</dc:creator>
<guid>http://talequal.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[(Originalmente publicado em 06.06.08)
Saudações senhoras e senhores!
Inauguro, aos poucos, o meu b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">(Originalmente publicado em 06.06.08)</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Saudações senhoras e senhores!</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Inauguro, aos poucos, o meu blog!</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Nos próximos dias devo dedicar horas, outrora de sono, para aprimorar visualmente e melhorar a infra-estrutura desse diário virtual.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Faço aqui uma proposta (decente) de trazer diariamente assuntos sobre comunicação, mídia, propaganda, tecnologia e banalidades essenciais para a vida dos comunicólogos, como também para o restante dos seres humanos.<br />
Aliás, agora é um momento histórico, pois a sociedade mundial é dividida em dois grandes grupos. E não é entre capitalismo e socialismo - já tentaram isso antes!</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Para mim, passa a existir<em><span style="font-family:Verdana;"> </span></em>duas categorias de pessoas, os leitores do <em><span style="font-family:Verdana;">Coisa &#38; Tal, Tal &#38; Qual</span></em> e os não-leitores!<br />
Claro que, se você leu até agora todas essas frases egocêntricas acima escritas, obviamente pertence ao primeiro grupo.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">E algo que realmente importa nisso tudo é o fato de que, o<em><span style="font-family:Verdana;"> Tal &#38; Qual</span></em> foi feito para VOCÊ, meu futuro leitor, capitalista ou socialista.</span></p>
<p><strong><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> Bem-vindo!!!</span></strong></p>
<p><em><span style="font-size:10pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Por Diego Lago</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>

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