<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>cineastas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/cineastas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cineastas"</description>
	<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 04:22:23 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[FAÇA UM CURTA EM PELÍCULA]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=294</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 19:43:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=294</guid>
<description><![CDATA[
 Quer produzir um filme em película?
Então saiba mais sobre o curso Intensivo 16mm da Academia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/08/eflyer-16mm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-295" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/08/eflyer-16mm.jpg?w=227" alt="" width="227" height="300" /></a></p>
<p> Quer produzir um filme em película?</p>
<p>Então saiba mais sobre o curso Intensivo 16mm da Academia Internacional de Cinema.</p>
<p>Inscrições abertas!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio sedia mostra cinematográfica 'Quase 68']]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=1481</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 02:29:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=1481</guid>
<description><![CDATA[A Caixa Cultural realiza a partir desta terça-feira, dia 26 de agosto, até o dia 7 de setembro a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Cultural realiza a partir desta terça-feira, dia 26 de agosto, até o dia 7 de setembro a mostra <em>Quase 68</em> em comemoração aos 40 anos da Revolução Cultural de 1968. O evento traz 18 filmes em película com abordagens sobre o movimento sócio-político testemunhado entre os anos 1960 e início dos anos 1970, quando os códigos morais, religiosos e econômicos que reprimiam os impulsos de homens e mulheres foram contestados. No dia 2 de setembro, às 19 horas, haverá também uma mesa-redonda com a participação de jornalistas e críticos de cinema. A programação pode ser conferida no site da <a title="Caixa Cultural" href="http://www.caixa.gov.br/caixacultural" target="_blank">Caixa Cultural</a>.</p>
<p>Invariavelmente associado à rebeldia, ousadia e transgressão, Maio de 1968 é uma data com forte presença no imaginário geral. Esse marco da história contemporânea, embora tenha tido diversos cineastas envolvidos em seus acontecimentos, é pouco abordado no cinema. Filmados nos últimos anos e geralmente ambientados no início da década de 70, os filmes ligados ao tema se caracterizam por lançar um olhar severo sobre a chamada "Geração de 68". A opção por mostrar seus sonhos e anseios, discutir seus êxitos e fracassos e dissecar comportamentos, opções e atitudes, resultou num conjunto de obras de rara sensibilidade ainda que de difusa unidade temática e formal.</p>
<p>A mostra <em>Quase 68</em> tem curadoria de João Juarez Guimarães e apresenta filmes realizados por autores significativos de diversas faixas etárias e provenientes de países como Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, França, Espanha e Estados Unidos. Filmes como <em>Amantes Constantes</em>, de Philippe Garrel, <em>Lugares</em> <em>Comuns</em>, de Adolfo Aristarain, <em>O Sol</em>, de Tetê Moraes e Marta Alencar, <em>Invasões Bárbaras</em> e <em>O Declínio do</em> <em>Império Americano</em>, de Denys Arcant, permitem a abordagem sob óticas variadas das questões políticas, existenciais, comportamentais e sexuais de toda uma geração que ainda hoje é marcante referência para as próximas. Títulos inéditos, pouco exibidos ou há muito não reprisados no Rio de Janeiro como <em>Até Já</em>, de Benôit Jacqout, <em>Fora do Mapa</em>, de Campbell Scott, <em>C.R.A.Z.Y.</em> <em>- Loucos de Amor</em>, de Jean-Marc Vallée, e <em>Tempestade de Gelo</em>, de Ang Lee, também fazem parte da programação da mostra.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filhos da Crise]]></title>
<link>http://olanterninha.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:08:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>gabibrasileiro</dc:creator>
<guid>http://olanterninha.wordpress.com/?p=79</guid>
<description><![CDATA[Apesar dos danos causados à sociedade, o recente desmoronamento da economia argentina originou uma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><span style="color:windowtext;"><span style="font-size:small;">Apesar dos danos causados à sociedade, o recente desmoronamento da economia argentina originou uma belo conjunto de filmes, que abordam a influência da conjuntura na vida do indivíduo.</span></span></em><span style="font-size:14pt;color:windowtext;"><span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:windowtext;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="color:windowtext;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Durante algum tempo, os filmes argentinos reviveram o período da violenta ditadura ocorrida no país entre 1976 e 1983. É, inclusive, esse o tema do premiado “A História Oficial”, de Luiz Puenzo, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1986 e a única obra latino-americana a ganhar nessa categoria. O longa-metragem fala sobre uma mãe que descobre que sua filha adotiva foi, na verdade, tirada de uma desaparecida política.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:windowtext;">No entanto, o início desta década trouxe outro fantasma para perturbar os argentinos: a contínua recessão econômica e o grande colapso em 2001. E, com ele, toda a cultura local se reformulou, dando início, na área cinematográfica, a uma nova fase denominada <em>“buena onda”.</em> O movimento agrupa um estilo de </span><span style="color:windowtext;">produções de baixo custo, que conquistaram a crítica internacional e revelaram </span><span style="color:windowtext;">diretores como Fabián Bielinsky, Lucrecia Martel e Daniel Burman.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">Aliás, é o primeiro filme de Bielinsky, </span><span style="color:black;">“Nove Rainhas”, que é considerado o fundador da <em>buena onda</em>. A narrativa mostra uma dupla de golpistas, Marcos (Ricardo Darín) e Juan (Gastón Pauls), que está prestes a ganhar uma alta quantia de dinheiro com uma trapaça. No entanto, o pagamento lhes é feito em cheque, e, quando Juan vai descontá-lo no banco, a instituição havia acabado de falir. Portanto, seu cheque tornou-se apenas um pedaço de papel inválido.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">O longa, lançado em 2000, divulgou ao mundo (só no Brasil, alcançou o feito histórico de ser visto por 70 mil pessoas) uma situação real da Argentina: a quebra dos bancos e o drama dos cidadãos que, de uma hora para a outra, viram suas reservas serem extremamente desvalorizadas.</span><span style="font-size:14pt;color:windowtext;" lang="PT"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:windowtext;" lang="PT">A</span><span style="color:windowtext;"> jornalista Denise Mota, estudiosa da cinematografia das nações integrantes do Mercosul, conceitua esse conjunto de películas de “visão do caos”, pois seus enredos mostram personagens de uma classe média tendo suas vidas influenciadas pela grave crise monetária pela qual o país passava. O contexto não é o assunto principal, mas ele está sempre ali, marcando a vida dos tipos retratados. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:windowtext;">O documentarista brasileiro João Moreira Salles concorda com </span><span style="color:black;">a interferência da conjuntura no conteúdo cultural. </span><span style="color:black;">“Quando o país sofre uma crise, boa parte do impacto recai sobre a classe média, que se proletariza. Os filmes tratam disso, seus personagens continuam a pertencer ao mundo da classe média com seus valores, medos, preconceitos”, afirma ele.</span><span style="color:windowtext;"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;">Outro fato marcante em “Nove Rainhas” é a forte presença</span><span style="color:windowtext;"> das multinacionais nas paisagens de Buenos Aires. O filme começa com a câmera aberta em um posto Shell e, em uma das cenas, Marcos faz uma crítica ao perceber que estava comendo um chocolate importado da Grécia: “Esse país vai para o buraco”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0 0.9pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:windowtext;">A invasão de empresas estrangeiras também aparece no recordista das bilheterias argentinas de 2001, “O Filho da Noiva”, de Juan José Campanella</span><span style="color:black;"> (com 1.383.169 de espectadores locais). A obra mostra um pequeno proprietário à beira da falência, Rafael Belvedere (mais uma vez Ricardo Darín), que se vê obrigado a vender seu restaurante a uma rede italiana. Além do empobrecimento da classe média, a película mostra outros traços daquela Argentina, como o desemprego.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">João Moreira Salles admira a capacidade dos cineastas <em>hermanos</em> de reproduzir os problemas de seus conterrâneos, “<span>em determinado momento, por diversas razões, uma cinematografia desponta e consegue capturar o espírito do tempo. Acho que o cinema argentino está atravessando uma dessas boas fases”, conclui ele. </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0 0.9pt 0 0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A história recente da Argentina pode ser uma lembrança constrangedora para o seu povo, por outro lado, a cinematografia surgida dela é um orgulho. Resta saber se a recuperação econômica alcançada irá anular a criatividade dos nossos cineastas vizinhos, afinal, quais são as feridas que eles vão retratar agora?</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MARCOS BATTISTUZZI NA JORNADA DE CINEMA SILENCIOSO DA CINEMATECA BRASILEIRA]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=279</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:51:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=279</guid>
<description><![CDATA[Começa hoje, dia 08 de agosto, a II Jornada de Cinema Silencioso que acontece até o dia 17, na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Começa hoje, dia 08 de agosto, a <strong>II Jornada de Cinema Silencioso </strong>que acontece até o dia 17, na <strong>Cinemateca Brasileira</strong>, com exibições de filmes mudos acompanhados de música ao vivo. No <strong>dia 12 de agosto, às 21h</strong>, o músico <strong>Marcos Battistuzzi</strong>, professor do curso  Filmworks da AIC, fará o acompanhamento musical  do filme "The Sentimental Bloke", Austrália 1919.</p>
<p>Cinemateca Brasileira:</p>
<p>Largo Senador Raul Cardoso, 207<br />
Vila Mariana - São Paulo<br />
Informações: 3512-6111<br />
Entrada Franca</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/08/marcos-mattistuzzi.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-280" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/08/marcos-mattistuzzi.jpg?w=300" alt="" width="149" height="101" /></a><strong>Marcos Battistuzzi</strong> é m</span></span><span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">úsico, compositor e arranjador, formado pela UNICAMP em 1994, sob orientação do Maestro Almeida Prado, Livio Tragtemberg (composição), Maestro Cyro Pereira (orquestração). Especialização em composição contemporânea e música eletroacústica na Academia de Música de Cracóvia – Polônia, no ano letivo 1997-1998, sob orientação do Prof. Dr. Marek Choloniewski, do convidado Prof. Dr. Mark Polishook (Central Washington University - Estados Unidos), Prof. Tadeusz Machl (orquestração). Atua também como produtor musical e compositor de música para dança, cinema e teatro. Atualmente leciona na Academia Internacional de Cinema.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/08/jornada-de-cinema-silencioso.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-283" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/08/jornada-de-cinema-silencioso.jpg?w=300" alt="" width="300" height="275" /></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ OFICINA DE ROTEIRO com Gabriela Almeida]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=263</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:10:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=263</guid>
<description><![CDATA[30 de agosto/ Próxima turma
 
De caráter prático, mas sem esquecer-se do aparato teórico que h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="conteudo" style="text-align:justify;margin:auto 0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;font-family:&#34;"><strong>30 de agosto/ Próxima turma</strong></span></span></p>
<p class="conteudo" style="text-align:justify;margin:auto 0;"> </p>
<p class="conteudo" style="text-align:justify;margin:auto 0;"><span><span style="color:#000000;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;font-family:&#34;">De caráter prático, mas sem esquecer-se do aparato teórico que há por trás da confecção de textos narrativos diversos, o curso busca oferecer as ferramentas necessárias para a análise e a confecção do roteiro cinematográfico. Apesar de seu caráter compósito, o roteiro cinematográfico constitui um documento específico, dotado de regras internas próprias que conduzem os seus processos de análise e escrita. </span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><strong>Mais informações e biografia de Gabriela Almeida no site. </strong></span></span></span></p>
<div></div>
<p><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;font-family:&#34;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#000000;">Sábados das 9h às 12h (12 sábados)</span></strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INTENSIVO 16MM]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=261</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:07:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=261</guid>
<description><![CDATA[30 de agosto/ Próxima turma
 
Neste programa os alunos experimentam cada passo no processo de prod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="conteudo" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:windowtext;font-family:&#34;"><strong>30 de agosto/ Próxima turma</strong></span></p>
<p class="conteudo" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="conteudo" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:12pt;color:windowtext;font-family:&#34;">Neste programa os alunos experimentam cada passo no processo de produção de um curta em película: Direção (direção de câmera, direção de atores), Cinematografia em 16mm (câmera, iluminação), Som (direto e mixagem), Produção, Continuidade, Direção de Arte (cenário, figurino, maquiagem) e Edição (Final Cut Pro). Cada aluno participa da produção de um filme em 16mm, trabalhando em pequenos grupos e executando funções específicas na equipe, como em um set profissional, filmando com uma câmera Arriflex e editando em Final Cut Pro 6 HD.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><strong>Sábados das 9h às 18h (10 sábados)</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOCUMENTÁRIO]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=259</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:05:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=259</guid>
<description><![CDATA[16 de agosto/ Próxima Turma
Possibilita que o aluno passe por todas as fases da realização docume]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>16 de agosto/ Próxima Turma</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Possibilita que o aluno passe por todas as fases da realização documental – a escolha do tema e pesquisa de campo, a elaboração do pré-roteiro até a gravação, o roteiro final e a edição, trabalhando em equipes reduzidas na produção de documentários em mídia digital. O aluno também terá a oportunidade de conhecer os filmes de diretores convidados, e compartilhar a experiência da realização das obras com os próprios cineastas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span class="conteudo1"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><strong><span style="color:#333333;">Sábados, das 9h às 18h (16 sábados)</span></strong></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AULA MASTER com George Stoney]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=248</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 18:55:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=248</guid>
<description><![CDATA[ Um dos fundadores do sistema de TV de acesso público dos Estados Unidos e pioneiro no uso do víd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/08/george-stoney2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-249" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/08/george-stoney2.jpg?w=231" alt="" width="114" height="145" /></a> <span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Um dos fundadores do sistema de TV de acesso público dos Estados Unidos e pioneiro no uso do vídeo como instrumento de transformação social, George Stoney, ministrará uma Aula Master na AIC, <strong>dia 28 de agosto, </strong>19h30 às 22h30, intitulada <strong>“Por que filmar? – minha história de 70 anos com cinema”. </strong></span></span></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong>George Stoney </strong>nasceu em 1916, e é um dos pioneiros na implantação da TV de acesso público nos Estados Unidos. Estudou jornalismo na University of North Carolina e na New York University. Depois de trabalhar como jornalista freelancer e <em>information officer</em> para o Farm Security Administration, e como <em>photo intelligence officer </em>durante a Segunda Guerra Mundial, entrou para Southern Educational Film Service como roteirista e diretor, em 1946. Em 1950, fundou sua própria empresa, que até os anos 80 já tinha produzido mais de 40 filmes com temáticas que variam do controle da natalidade, sistemas de seguro, e doenças mentais à situação dos povos indígenas no Canadá. Um dos primeiros entusiastas do vídeo como instrumento de transformação social, Stoney foi o Produtor Executivo do “Challenge for Change/Societe Nouvelle [Desafios para a Mudança], entre 1966-70, programa do National Film Board do Canadá. Em 1972, co-fundou (com Red Burns) o Alternate Media Center [Centro de Mídia Alternativa] na New York University, que treinou a primeira geração de produtores/ativistas da mídia de acesso público. Em 1976, fundou a National Federation of Local Cable Programmers [Federação de Programadores de TVs a Cabo Regionais]. Desde então, tem produzido e dirigido inúmeros trabalhos sociais e educacionais em vídeo e cinema.<span>  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Na Academia Internacional de Cinema</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">(Rua Dr. Gabriel dos Santos, 142, Higienópolis)<br />
20 vagas abertas ao público. Entrada Franca.<br />
Inscrições pelo tel. (11) 3826-7883.</span></p>
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></div>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </p>
<p></span> </p>
<p></span></p>
<p> </p>
<p><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AULA MASTER Com Fernando Bonassi 	]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 17:54:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=223</guid>
<description><![CDATA[O escritor e roteirista Fernando Bonassi ministrará uma Aula Master na AIC no dia 19 de agosto, da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/08/fernando-bonassi1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-227" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/08/fernando-bonassi1.jpg?w=240" alt="" width="147" height="194" /></a>O escritor e roteirista Fernando Bonassi ministrará uma Aula Master na AIC no <strong>dia 19 de agosto</strong>, das 19h30 às 22h30, intitulada <strong>"O Roteiro Cinematográfico no Brasil"</strong>, em que falará sobre o momento da indústria cultural e as oportunidades de trabalho para roteiristas, bem como as noções básicas sobre a construção dramatúrgica no cinema.</p>
<p><strong>Fernando Bonassi </strong>é roteirista de cinema e TV, dramaturgo, cineasta e escritor de diversas obras, entre elas Um Céu de Estrelas (Ed Siciliano) Subúrbio, Crimes Conjugais e 100 Histórias Colhidas na Rua (Scritta); O Amor é Uma Dor Feliz (Moderna); O Céu e o Fundo do Mar (Geração Editorial); Declaração Universal do Moleque Invocado (Cosac &#38; Naify) e São Paulo/Brasil (Ed. Dimensão), ambos finalistas do Prêmio Jabuti. É co-roteirista de filmes como Os Matadores (de Beto Brant); Através da Janela (de Tata Amaral); Castelo Ra Tim Bum (de Cao Hamburguer); Carandiru (de Hector Babenco – Prêmio TAM do Cinema Brasileiro 2003 - melhor roteiro adaptado); Garotas do ABC (de Carlos Reichenbach), Cazuza (de Sandra Werneck- Prêmio TAM do Cinema Brasileiro 2004 - melhor roteiro adaptado). Em 2006 é co-autor, com o cineasta chinês Yu Lik Way, do roteiro da co-produção Brasil/China Plastic City. No teatro, destacam-se as montagens de Apocalipse 1,11 (com o Teatro da Vertigem); “Três Cigarros e a Última Lasanha” (com Renato Borghi e direção de Débora Dubois); “Arena Conta Danton” com a Cia Livre de Teatro; a encenação do fragmento “Estilhaços de São Paulo”, no espetáculo “Megalopolis” do Theater der Klaenge (Sttutgart, Alemanha) e “Centro Nervoso”, quando estreou na direção, em 2006.</p>
<p>Na Academia Internacional de Cinema<br />
(Rua Dr. Gabriel dos Santos, 142, Higienópolis)<br />
20 vagas abertas ao público. Entrada Franca.<br />
Inscrições pelo tel. (11) 3826-7883.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AULA MASTER com Alberto Flaksman  - Coordenador do novo curso “O Negócio do Cinema” da AIC]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=211</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 19:58:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=211</guid>
<description><![CDATA[ Nos dias 14 (das 19h30 às 22h30) e 15 de agosto (9h às 12h), Alberto Flaksman apresentará na AIC]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/08/alberto-flaksman1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-214" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/08/alberto-flaksman1.jpg?w=138" alt="" width="138" height="182" /></a> <strong>Nos dias 14 </strong>(das 19h30 às 22h30) <strong>e 15 de agosto </strong>(9h às 12h), Alberto Flaksman apresentará na AIC a palestra <strong>“Introdução à Indústria do Audiovisual no Brasil e no Mundo”</strong> – parte do ciclo de Aulas Masters deste semestre, a palestra inaugura o curso <strong>O Negócio do Cinema</strong>, que é coordenado por Flaksman, e terá início no dia 8 de setembro. O curso tem por objetivo proporcionar aos alunos uma visão abrangente da lógica econômica e dos modelos de negócios em cinema e televisão, tornando-os profissionais aptos a atuar como executivos nos diferentes setores da indústria, como empresas de produção e distribuição filmes, empresas exibidoras, bem como em emissoras de TV aberta ou por assinatura.</p>
<p><strong>Alberto Flaksman</strong>, roteirista, diretor e produtor de cinema. Foi produtor executivo de filmes de longa metragem como “A Grande Arte” (dirigido por Walter Salles), “Eu te amo” (dirigido por Arnaldo Jabor) e “Baixo Gávea” (dirigido por Haroldo Marinho Barbosa). Foi Superintendente da antiga Embrafilme, Diretor-executivo da produtora Videofilmes, editor-chefe da BeiWeb, empresa produtora e licenciadora de conteúdos para a Internet, e professor universitário de economia. É atualmente Superintendente de Promoção e Comércio Exterior da ANCINE.</p>
<p>Na Academia Internacional de Cinema<br />
(Rua Dr. Gabriel dos Santos, 142, Higienópolis)<br />
20 vagas abertas ao público. Entrada Franca.<br />
Inscrições pelo tel. (11) 3826-7883.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival de Cinema dos Povos começa dia 5]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=917</link>
<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 15:21:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=917</guid>
<description><![CDATA[Se realizará entre 5 e 9 de agosto o 1º Festival de Cinema dos Povos Indígenas. O evento tem o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se realizará entre 5 e 9 de agosto o 1º Festival de Cinema dos Povos Indígenas. O evento tem o objetivo de fomentar o valor das culturas originárias, divulgar as realidades indígenas da América Latina e promover o acesso ao uso de meios audiovisuais por parte das comunidades qom, wichí e mocoví da província argentina do Chaco e na região. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Departamento de Cinema e Espaço Audiovisual (DeCEA). O Festival tem como característica fundamental o fato de ser multi-sede e itinerante.</p>
<p>Baseado na infra-estrutura oferecida por cinco unidades de cine-móveis que chegam desde Formosa, Corrientes, Entre Ríos, Tucumán e Chaco, se realizou um projeto de projeções em 45 localidades e paradas onde existe uma maior concentração de comunidades originárias. Estas projeções serão de filmes latino-americanos realizados por cineastas indígenas e não-indígenas, porém que abordam sua problemática. Cada uma das projeções será completada com um espaço para a reflexão e análise que será coordenado por professores bilíngües, em uma articulação feita com o Ministério de Educação provincial.</p>
<p>Ao longo de três dias de projeções itinerantes, no dia 9 de agosto se realizará uma jornada de encerramento que consistirá em uma maratona de filmes no Complexo Cultural Guido Miranda, de Resistência. Nesta jornada se pretende mostrar todos os filmes recebidos para o Festival, com o propósito de aproximar a sociedade branca e o universo audiovisual dos Povos Indígenas de América Latina, pelo conhecimento de suas realidades e suas culturas. Também nessa jornada se formará uma mesa-redonda onde participarão, além de referentes locais, o realizador boliviano Milton Guzmán; o realizador Fernando Molnar (diretor de <em>Povos Originários</em>, enviado pelo Canal Encontro); e Pablo Wright (antropólogo especializado em cultura qom).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Começa o 5º Catarina de Documentário]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=919</link>
<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 15:01:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=919</guid>
<description><![CDATA[O melhor do cinema nacional e as revelações do cinema catarinense se encontram de 2 a 7 de agosto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor do cinema nacional e as revelações do cinema catarinense se encontram de 2 a 7 de agosto durante o 5º Catarina Festival de Documentário, um dos poucos eventos brasileiros voltados para esta categoria cinematográfica. A cidade de Itajaí terá seis dias de mostras. Além da exibição de filmes, o Catarina Festival de Documentário também é um espaço de "formação e integração aos cineastas, produtores e entusiastas do cinema", como afirma a realizadora do evento, Cloris de Souza Ferreira. Há mais de seis anos a produtora traz a Santa Catarina o Balcão de Negócios, um espaço de negociação entre os cineastas e as televisões de canais fechados e abertos.</p>
<p>Todas as televisões convidadas realizam ainda o Encontro das TVs, um momento de discussão e formação a todos os envolvidos no ramo. Outro destaque do evento será a discussão política para a reeleição da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Cinematográfica Brasileira. Diversos parlamentares foram convidados para relembrarem quais os avanços do cinema nacional e quais são os novos desafios para os próximos anos.</p>
<p>Na programação paralela haverá duas oficinas realizadas no Sesc. A primeira será ministrada pela cineasta Kátia Mesel, que tem o desafio de produzir um documentário durante os cinco dias do evento e mostrá-lo no encerramento do Catarina. A segunda oficina será de Flip Book, o primeiro passo para aprender a fazer uma animação. O Catarina Festival de Documentário acontecerá no Auditório da Prefeitura de Itajaí, no Sesc e na Biblioteca da Univali. Mais informações de toda a programação estão no <a title="Catarina Festival" href="http://www.catarinafestivaldedocumentario.blogspot.com" target="_blank">blog do Festival</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10 cosas que no sabías del cine]]></title>
<link>http://pumtris.wordpress.com/?p=413</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 23:10:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Inert</dc:creator>
<guid>http://pumtris.wordpress.com/?p=413</guid>
<description><![CDATA[Todos sabemos que la industría cinematográfica es un mundo lleno de historias, mitos y demás dato]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Todos sabemos que la industría cinematográfica es un mundo lleno de historias, mitos y demás datos intrigantes que nos dejan con la boca abierta. Algunas de estas son muy obvias y otras demasiado exageradas, pero igual, no dejan de perder su escencia insólita que las hace sumamente interesantes<span style="color:#000000;">.</span></p>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">1. <strong>La actriz más veces asesinada en pantalla</strong></p>
<p style="text-align:left;">Se trata de la francesa Paula Maxa. Durante los años del cine mudo se especializó en papeles de víctima, de tal forma que la apodaron "la Sarah Bernhardt de la muerte". A lo largo de su carrera fue "asesinada" en 358 ocasiones, muchas de ellas de forma espantosa.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">2. <strong>La primera película producida por mandato divino</strong></p>
<p style="text-align:left;">En 1978, el reverendo Sun Myung Moon, fundador de la iglesia de la Unificación, sufrió un ataque de tristeza. Empezó a lllorar desconsoladamente y sus lágrimas se detuvierón cuando entró en un cine de Seúl. El reverendo lo interpretó como una señal que le idicaba que debía producir una película. Por eso, invirtió casi todo el capital de su iglesia en producir <strong><em>Ichon</em></strong>, un filme sobre la guerra de Corea. Pero la película sólo recuperó 2 millones de dólares de los 104 que costó, es considerado el segundo mayor fracaso.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">3. <strong>El rodaje más largo de la historia</strong></p>
<p style="text-align:left;">Es una versión de Mata-Hari, dirigida por David Carradine. Lleva 33 años filmándola y aún no termina. Carradine se propuso a rodar la vida de la famosa espía en orden cronológico. La hija del cineasta, Calista, encarna al personaje. El primer golpe de claqueta se dio en 1974, cuando la actriz tenía tres años, y está previsto que el rodaje concluya en 2009.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">4. <strong>La película en la que se dicen más groserías</strong></p>
<p style="text-align:left;">Scarface (El precio del poder), en su versión de 1983, incluye un total de 203 palabras antisonantes, con una medía de groserías cada 29 segundos. Sin embargo, en la cinta <em>Casino </em>(1995), de Martin Scorsese, se dicen groserías 534 veces, así que el título corresponde a está.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">5. <strong>Los primeros pornógrafos</strong></p>
<p style="text-align:left;">Eugène Pirou y Albert Kirchner, cineastas franceses, son considerados los pioneros del cine erótico. Su filme "<em>Le Coucher de la Marie</em> (1896)" muestra el primer striptease del que la historia del cine tenga noticia. No obstante, la primera película con contenido pornográfico explícito fue "<em>L'Écu d'Or ou la Bonne Auberge</em> (Francia, 1908)", que muestra las aventuras sexuales de un soldado con una recamarera. Dos años más tarde, el filme alemán "Am Abend" aborda contenidos muy fuertes para la época, como la autosatisfacción femenina y la penetración anal. Este tipo de películas eran realizadas clandestinamente, pues ver algunas de ellas implicaba sanciones legales e incluso prisión.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">6. <strong>La primera película de animación</strong></p>
<p style="text-align:left;">Se llamó "<em>El apostol</em>" y se produjo y dirigió en Argentina por Quirino Cristiani. Fue estrenada en 1917 y su temática giraba en torno a una sátira política dirigida al presidente de Argentina "<em>Hipólito Yrigoyen</em>". Era una animación muda, en blanco y negro. Actualmente no existe copia, debido a que un incendio acabó con ellas.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">7. <strong>La película que contrato más extras</strong></p>
<p style="text-align:left;">La gran procesión que observa el paso del cadáver del libertador de la India, graba también un momento en la historia del cine: es la escena que ha utilizado un mayor número de extras: 300,000 personas apareción en ese instante en la película "<em>Ghandi</em> (Gran Bretaña, 1982)"</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">8. <strong>La escena más veces repetida</strong></p>
<p style="text-align:left;">Marilyn Monroe, la rubia platino, sueño de los fotógrafos, se lleva el récord de la escena que más veces tuvo que repetirse. En "<em>Con faldas y a la loco</em> (1959)" preguntó 59 veces: "<em>¿Dónde está el bourbon?</em>", porque no lo decía correctamente o se le olvidaba.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">9. <strong>El personaje de terror más recurrente</strong></p>
<p style="text-align:left;">El más famoso de los vampiros, Drácula, inspirado en la novela del mismo nombre, de Bram Stoker, es el personaje de terror que más veces se ha llevado al cine: supera las 160 películas.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="text-align:left;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#5fb404"><span style="color:#000000;"></p>
<p style="text-align:left;">10. <strong>La película más controvertida</strong></p>
<p style="text-align:left;">Las fuertes escenas de "<em>Naranja Mecánica (1972)</em>" provocarón polémica, censura y críticas. En Reino Unido se le asignó la clasificación X. La censura impidió que la cinta se mostrara en salas de cine antes de 1999. Y es que, a partir de su estreno, de desencadeno una ola de violencia en Londres e Irlanda, caracterizada por una serie de crímenes y ultrajes hacia jóvenes mujeres, la cual fue atribuida a la supuesta estimulación de la violencia que la película generaba en algunos espectadores que comenzaban a vestirse como "<em>Alex</em>" y a utilizar su vocabulario. A pesar de numerosos estudios psicológicos, los científicos nunca han logrado determinar si en verdad "<em>Naranja Mecánica</em>" fue el factor decisivo que influyó en estos actos violentos.</p>
<p> </p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:right;">[Fuente: <a title="QUO" href="www.quoweb.com.mx/" target="_blank">Revista QUO</a>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mostra-Curtas AIC no Reserva Cultural]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=188</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 17:52:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=188</guid>
<description><![CDATA[No final de julho, a Academia Internacional de Cinema apresentará mais uma mostra de curtas-metrage]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No final de julho, a Academia Internacional de Cinema apresentará mais uma mostra de curtas-metragens: os trabalhos de conclusão de curso realizados no primeiro semestre de 2008 por alunos dos programas Filmworks - Formação Profissional em Cinema, e dos Intensivos 16mm, Digital e Documentário.</p>
<p>26 e 27 de julho, das 10h às 12h<br />
Cine Reserva Cultural - Av Paulista, 900<br />
(com projeção digital da Rain)<br />
Entrada franca</p>
<p>Venha prestigiar mais esse evento!</p>
<p><a href="http://www.aicinema.com.br"></a><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/07/mostra-16mm-julho-2008.jpg"></a><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/07/convite-mostra-curtas-julho-2008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-198" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/07/convite-mostra-curtas-julho-2008.jpg?w=280" alt="" width="280" height="300" /></a><br />
<a href="http://www.reservacultural.com.br"></a><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/07/logo-reserva-cultural.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-190" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/07/logo-reserva-cultural.jpg?w=155" alt="" width="155" height="75" /></a><br />
<a href="http://www.rain.com.br"></a><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/07/logo-rain-pequena.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-191" src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/07/logo-rain-pequena.jpg?w=65" alt="" width="65" height="82" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Confira o resultado dos filmes premiados na Mostra Competitiva AIC - 1º semestre de 2008 ]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=187</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 19:02:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=187</guid>
<description><![CDATA[Nos dias 28 e 29 de junho, foram premiados os melhores filmes da Mostra Competitiva AIC, numa sala d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 28 e 29 de junho, foram premiados os melhores filmes da <strong>Mostra Competitiva AIC</strong>, numa sala de cinema do <strong>Reserva Cultural</strong>, em São Paulo. Na entrega dos resultados, <strong>Steven Richter</strong>, diretor da AIC, declarou: <strong>“essa Mostra está premiando não apenas os melhores filmes, mas também a dedicação de todos os alunos envolvidos”.</strong></p>
<p>A premiação: </p>
<p><strong>FW I</strong><br />
Melhor Filme: Ruído<br />
Menção Honrosa: Céu Azul<br />
Melhor Ator: Sérgio Zank por Saco Cheio<br />
Melhor Atriz: Alethea Ruas por Ruído</p>
<p><strong>FW II</strong><br />
Menção Honrosa: Concerto em Si</p>
<p><strong>FW III</strong><br />
Melhor Filme: Super Herói, de Daniel Kanczuk<br />
Menção Honrosa: Fortuito, de Gustavo Collesi<br />
Melhor Ator: Gustavo Collesi por Fortuito<br />
Melhor Atriz: Ana, por Super Herói<br />
Melhor Direção: Super Herói, de Daniel Kanczuk<br />
Melhor Roteiro: Vida de Cão<br />
Melhor Edição: Fortuito<br />
Melhor Som: O Som e o Silêncio<br />
Melhor Fotografia: Fortuito<br />
Melhor Direção de Arte: Super Herói</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um argentino na contramão]]></title>
<link>http://olanterninha.wordpress.com/?p=61</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 02:46:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaocotrim</dc:creator>
<guid>http://olanterninha.wordpress.com/?p=61</guid>
<description><![CDATA[  
Ele é argentino, mora no Brasil e está dirigindo um filme de suspense. Conheça Isaac Huna e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter size-medium wp-image-73" src="http://olanterninha.wordpress.com/files/2008/06/legion12.jpg?w=96" alt="" width="96" height="136" /> </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>Ele é argentino, mora no Brasil e está dirigindo um filme de suspense. Conheça Isaac Huna e entenda o que o levou a pegar a estrada oposta no cinema brasileiro, seguindo por um caminho audacioso.</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;">Na província argentina de Mendoza, Isaac Huna nasceu. Desde pequeno, fascinado por cinema e suspense, exercitava sua criatividade em meio a filmes e livros. Cresceu, foi trabalhar com publicidade e marketing, foi editor, desenhista. Colocando na mala suas experiências, Isaac pegou o avião. Veio ao Brasil trabalhar. E veio para ficar.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;">Há 20 anos morando em São Paulo, Isaac desenvolveu alguns projetos, dentre os quais, destaca-se a criação da Turma da Xuxinha, personagem criado especialmente para a apresentadora de TV Xuxa Meneghel. De uns anos para cá, ele passou a fazer cinema de uma forma amadora e, incentivado pelos resultados e pesquisas que realizou sobre a área, na qual não tem formação, decidiu profissionalizar o que seria seu hobby e investir nessa nova empreitada.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>João Cotrim: </strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>Você já trabalhou com a Xuxa, na criação da Xuxinha e, na mesma época, iniciou o projeto de um filme de suspense. Como foi trabalhar com o universo infantil e conceber algo para um público totalmente diferente? O que o levou a encarar um projeto de um gênero pouquíssimo difundido no cinema brasileiro?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>Isaac Huna: </strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;">Sempre quis fazer coisas diferentes dos outros. Porque se você não faz isso, você vira mais um. Então a criação da Xuxinha, seguiu essa filosofia. Sempre gostei de inovar meu trabalho. Tudo foi uma conseqüência de sempre querer aprender. Sou fã de histórias de suspense e sou fã de desafios.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>Falando em cinema e suspense, suas influências cinematográficas dão medo? Quais são elas?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span> São vá</span></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;">rias. Spielberg, Kubrick, James Cameron, etc.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC: </strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span>C</span></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em><span>omo um</span></em></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em> argentino que mora há 20 anos no Brasil vê a produção cinematográfica no país?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> Sim, faz 20 anos que moro em São Paulo e acredito que, enquanto o cinema nacional não tiver um foco comercial, global e de entretenimento, ele nunca sairá do patamar onde se encontra. O que aliás é um problema antigo do cinema latino. Filme de cunho social, de arte, não geram caixa para se investir em futuras produções. Temos que seguir, sempre falo, o trabalho americano. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span> </span></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em><span>Você disse sobre um problema no cinema latino. A</span></em></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>companha com freqüência a produção audiovisual de seu país?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH: </strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span>S</span></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;">ei que se filma mais que no Brasil, mesmo assim precisa de mais foco comercial. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>Na Argentina há espaço para novos cineastas e para suspense? Como é o público de lá? É receptivo ao cinema argentino?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> O argentino gosta de cinema argentino e de outros. Aliás, em geral é receptivo à boas produções. E sempre há espaço para boas produções.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>Seu projeto foi contemplado com a Lei do Audiovisual em 2007. Como é viabilizar um filme através desses incentivos?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> A aprovação do projeto só demorou 3 semanas. Essas leis de incentivo até que colaboram, mas o grande problema são os próprios cineastas, produtores que não vêm o cinema como uma empresa, como um indústria que tem que gerar lucros.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC: </strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>Você está inovando no processo de captação de recursos para cinema no Brasil, como é? Onde você se espelhou?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span> Existem diversas maneiras de viabilizar uma produção financeiramente e estamos</span></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> captando recursos junto à pessoas físicas. Qualquer pessoa pode adquirir cotas de patrocínio, que serão proporcionalmente revertidas em lucro após a contabilização de bilheteria. Além disso, vamos lançar uma grife do filme com subprodutos como roupas, CDs, bebidas, óculos, etc. Como acontece no cinema americano.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>É seu primeiro trabalho e você é um produtor independente. Como é o ambiente para os que estão começando? Há espaço para esses novos e pequenos profissionais?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH: </strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;">Enquanto o independente, o pequeno produtor não agir com planejamento e marketing, nunca chegará a lugar nenhum. Olhe nós, somos pequenos também, por enquanto. Só que nosso projeto já tem sido divulgado, saído na grande mídia... E por que tudo isso? Porque temos planejamento.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>E já planejou alguma co-produção Brasil-Argentina? Muitos profissionais avaliam os custos de produção na Argentina como mais baratos do que os do Brasil. Pensa em produzir lá?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH: </strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;">São mais baratos dependendo do produto que você quer fazer. Vamos fazer muuuuitas co-produções entre os países. Pode ter certeza disso. No momento, vamos filmar na cidade de São Paulo e Paranapiacaba porque têm tudo a ver com o roteiro do LEGION.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>É esse o nome do seu filme, LEGION. Do que se trata, qual origem do nome?</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> É sobre fatos sobrenaturais que todos, de alguma forma, já experimentaram. O nome LEGION foi uma criação de marketing. Não precisa de tradução literalmente, já q em inglês, espanhol e português, significa a mesma coisa: grupo de gente.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-74 aligncenter" src="http://olanterninha.wordpress.com/files/2008/06/legion21.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:small;"><em><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-size:x-small;">Os protagonistas do filme, Felipe Kannenberg e Daniela Escobar, em Paranapiacaba.</span></span></em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;">O diretor argentino Isaac Huna está em fase de pré-produção de seu primeiro longa-metragem. As gravações estão previstas para o mês de agosto. O filme é LEGION. A história de uma jornalista que apresenta um programa de TV sobre fatos inexplicáveis e passa a se sentir perseguida após estranhos acontecimentos investigados por ela, que envolvem o suicídio de um advogado e um misterioso genocídio de uma colônia inglesa no sul do Paraná, em 1923.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>JC:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><em>O que o público pode esperar de LEGION? </em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><strong>IH:</strong></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> Muito medo e ações </span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-style:normal;">imprevisíveis</span></span><span style="font-family:Arial, sans-serif;"> e uma nova forma de se fazer suspense.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"><span style="font-family:Arial, sans-serif;">Mais informações sobre o filme em </span><span style="color:#000080;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><a href="http://www.legion.com.br/">www.legion.com.br</a><a href="http://www.legion.com.br/">.</a></span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-indent:0.99cm;" align="justify"> </p>
<p><a href="http://olanterninha.files.wordpress.com/2008/06/legion11.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Academia Internacional de Cinema apresenta: Mostra Competitiva no Reserva Cultural ]]></title>
<link>http://aicinema.wordpress.com/?p=174</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 21:19:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>aicinema</dc:creator>
<guid>http://aicinema.wordpress.com/?p=174</guid>
<description><![CDATA[Acontece nos dias 28 e 29 de Junho de 2008, às 10hs, a Mostra Competitiva AIC, no cinema Reserva Cu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece nos dias <strong>28 e 29 de Junho </strong>de 2008, <strong>às 10hs</strong>, a <strong>Mostra Competitiva AIC</strong>, no cinema <strong>Reserva Cultural </strong>(Av. Paulista, 900).<br />
Serão exibidos os filmes realizados pelos alunos de Filmworks I, II e III. Após a exibição serão premiados os melhores trabalhos!</p>
<p>Prestigie! Entrada Franca </p>
<p><a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/06/mostra-competitva-23jun3.jpg"><img src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/06/mostra-competitva-23jun3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="273" class="alignnone size-medium wp-image-175" /></a></p>
<p>Apoio Cultural:</p>
<p><a href="http://www.rain.com.br">Rain</a><br />
<a href="http://www.reservacultural.com.br">Reserva Cultural </a><br />
 <a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/06/logo-rain-pequena2.jpg"><img src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/06/logo-rain-pequena2.jpg?w=65" alt="" width="65" height="82" class="alignnone size-medium wp-image-176" /></a><br />
<a href="http://aicinema.files.wordpress.com/2008/06/logo-reserva-cultural3.jpg"><img src="http://aicinema.wordpress.com/files/2008/06/logo-reserva-cultural3.jpg?w=155" alt="" width="155" height="75" class="alignnone size-medium wp-image-177" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
