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	<title>cientificamente &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/cientificamente/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cientificamente"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 12:31:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Campanha contra a aids]]></title>
<link>http://5fingers.wordpress.com/?p=248</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 05:33:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>E. Cohen</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Ministério da Saúde lançou sua nova campanha contra a aids direcionada para os gays, HSH e trav]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou sua nova campanha contra a aids direcionada para os gays, HSH e travestis. Um campanha sempre é boa, ainda mais quando o número de infectados cresceu. Só para ter uma idéia: casos de aids entre homossexuais e bissexuais entre 13 e 24 anos da idade foi em 24% em 1996 e em 2006 subiu para 41%! Entre 25 e 29 anos, a porcentagem no mesmo período foi de 26% para 37%. Nos indíviduos entre 30 e 39 anos ocorreu uma ligeira queda no período, de 30% para 28%. Como sempre acontece nessas campanhas, vai ser distribuído folhetos e panfletos ensinando sobre contaminações e prevenção. Eis o cartaz da campanha, uma coisa a là Beleza Americana.</p>
<p><img src="http://5fingers.wordpress.com/files/2008/03/ciaaids.jpg" alt="Campanha contra a Aids" /></p>
<p>Para baixar o folder da campanha, <a title="Folder da Campanha contra a aids 2008" href="http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7BAD3C6601-3D08-4916-B275-5CE0D1FA2509%7D/folder_AIDS.pdf" target="_blank">clique aqui. </a></p>
<p>Quer saber mais sobre a campanha? <a title="Programa Nacional de DST e aids" href="http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISC00B1070ITEMID35E550C0C2AE43858D82A0031ABF9D92PTBRIE.htm" target="_blank">Clique aqui. </a></p>
<p><!--more--></p>
<p>Talvez esse aumento no número de jovens contaminados também se dá por causa de todos os tratamentos já existentes. A aids é uma doença que pode matar, mas a trinta anos atrás era a morte para quem estivesse infectado. Quem tem seus trinta anos ou mais e viveu na época em que a aids surgiu, viu como a doença é devastadora sem um tratamento. Na época, eu nem sabia que eu era gay, mas ficava impressionado com as imagens dos pacientes. Não tive nenhum amigo que morreu de aids, mas mesmo assim me marcou. Tento imaginar quem perdeu amigos para a doença naquela época. Talvez por isso os mais velhos se preocupem mais com a doença. Os jovens de hoje não pegaram a época negra da aids e, por isso, não tem aquela imagem marcante na mente. Então é preciso insistir nessas campanhas. Camisinhas sempre, ainda mais hoje com a enorme variada que se encontra por aí. Encapa o bicho e manda ver. Lembre-se que é a sua vida e é só uma que você tem, você vai querer brincar de roleta russa por aí? Pense muito bem antes de pensar em transar sem camisinha.</p>
<p>Detalhe para o pop-up dizendo para usar sempre lubrificante a base de água. Para quem não sabe, as que não são a base de água pode causar um atrito desnecessário com a camisinha, rompendo-a. E temos que admitir, quem vai querer parar do meio de uma transa gostosa porque a camisinha estourou? Por isso, já comece certo para terminar feliz.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El amor nos vuelve tontos (demostrado cientificamente)]]></title>
<link>http://desface.wordpress.com/?p=519</link>
<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 12:29:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>siznarf</dc:creator>
<guid>http://desface.wordpress.com/?p=519</guid>
<description><![CDATA[(fuente:cadenaser.com)
Las últimas investigaciones sobre el funcionamiento del cerebro han revelado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(fuente:cadenaser.com)</p>
<p>Las últimas investigaciones sobre el funcionamiento del cerebro han revelado que las personas que están realmente enamoradas pierden la capacidad de criticar a sus parejas, es decir, se vuelven incapaces de ver sus defectos, lo que viene a confirmar aquel popular refrán que asegura que "el amor es ciego".</p>
<div>Al menos esto es lo que sucede en los casos de amor romántico o maternal, en los que se ha detectado que, ante determinados sentimientos, se activan las mismas regiones del cerebro, según ha explicado a Efe la neurobióloga Mara Dierssen, investigadora del Centro de Regulación Genómica de Barcelona.Lo más curioso del caso, sin embargo, es que, paralelamente a esta estimulación que se produce en las mismas regiones cerebrales, en ambos tipos de amor se "desactiva" la zona del cerebro encargada del juicio social y de la evaluación de las personas.</p>
<p>Se suprime, por tanto, la capacidad de criticar a los seres queridos, una situación que se reproduce tanto en humanos como en animales. "Cuando nos enamoramos perdemos la capacidad de criticar a nuestra pareja, por lo que puede decirse que, en cierta manera, el amor es ciego", señala Dierssen, que recientemente ha participado en un ciclo sobre "Amor, ciencia y sexo" organizado por la Obra Social de La Caixa.</p>
<p>Los estudios que desde hace varios años se llevan a cabo en humanos y ratones para conocer el complejo funcionamiento del cerebro están aportando datos tan novedosos como sorprendentes en el siempre estimulante terreno del amor.<a href="http://desface.wordpress.com/files/2008/03/corazon.jpg" title="corazon.jpg"><img src="http://desface.wordpress.com/files/2008/03/corazon.jpg" alt="corazon.jpg" /></a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Então é por isso...]]></title>
<link>http://5fingers.wordpress.com/?p=229</link>
<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 22:54:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>E. Cohen</dc:creator>
<guid>http://5fingers.wordpress.com/?p=229</guid>
<description><![CDATA[Se você é uma pessoa que não suporta dance music (ou mais conhecida como bate estaca), provavelme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é uma pessoa que não suporta dance music (ou mais conhecida como bate estaca), provavelmente, você não freqüenta as aulas de aeróbica e afins na academia (isso se você realmente freqüenta uma). Mas agora, não tem como mudar o som ambiente da academia. Não vai dá para malhar ao som de jazz ou blues. Nada de rock progressivo para levantar peso.</p>
<p>O psicólogo da área de esportes da Universidade de Brunel, Costas Karageorghis, desenvolveu um método científico para definir qual a música mais adequada para a malhação. A música não pode ter alterações bruscas de tempo, por isso eu já descartei acima o jazz, blues e rock progressivo. A música ideal é aquela que tem a bpm (batidas por minutos) igual a média dos batimentos cardíacos de uma pessoa em exercício, ou seja, entre 120 e 140 bpm. Então qual a música que não tem mudanças bruscas e possui as bpms suficiente. Isso mesmo! Dance music. De preferência, a dance music comercial. E, por favor, você pode citar um exemplo. Sim! Claro! A música <em>Umbrella</em> da Rihanna é um bom exemplo de um música que se encaixa nos padrões definidos por Karageorghis.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/wr0uQrpkwZ4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/wr0uQrpkwZ4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Mas quando perguntado sobre a música perfeita, Karageorghis responde: <em>Gonna Fly Now</em>, porque "a música evoca um estado de otimismo e excitação no ouvinte sem igual". Bem, você não lembra que música é essa? É só clicar e ouvir e assistir, você vai lembrar sim. A não ser que você tenha nascido no ano 2000. E essa música não evoca nenhum estado de otimismo e excitação em mim, mas sim um estado de que tomar bombas pode te deixar deformado e que sempre há espaço, um roteirista, um diretor e uma produtora afim de tentar tirar mais um pouquinho de dinheiro com uma enésima seqüência de um filme que não deveria ter seqüências.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/aJmr5CKY73M'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/aJmr5CKY73M&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><!--more--></p>
<p>Hmmm...olha a fotinho do Dr. Costas Karageorghis. Não sei porquê, mas acho que realmente, para ele, Gonna Fly Now é a música perfeita.</p>
<p><img border="1" vspace="1" width="200" src="http://images.google.com.br/url?q=http://www.bandbhac.org.uk/images/CostasK_Photoa.jpg&#38;usg=AFQjCNHNMxZJrOAjhxMVLfm0xegX8DVqeg" hspace="1" alt="Dr. Costas Karageorghis" height="243" /></p>
<p>Então, se você não gosta de dance music e quer freqüentar uma academia, vai ter que escolher ter um personal trainer em casa e obrigá-lo a ouvir o que você quiser na hora da malhação, ou desencanar de gostos musicais e vai para academia. Afinal, exercício é bom e eu deveria estar fazendo algum.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De bêbabo não tem dono]]></title>
<link>http://5fingers.wordpress.com/2008/01/06/de-bebabo-nao-tem-dono/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 15:42:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>E. Cohen</dc:creator>
<guid>http://5fingers.wordpress.com/2008/01/06/de-bebabo-nao-tem-dono/</guid>
<description><![CDATA[Você num barzinho ou numa balada bebeu um pouco mais que deveria e começa a dar em cima daquela go]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você num barzinho ou numa balada bebeu um pouco mais que deveria e começa a dar em cima daquela gostosa parada com as amigas perto do bar. Elas riem e você não sabe se elas estão rindo das suas tiradas horríveis ou estão rindo de você. Mas não importa, você só quer se dar bem. Elas saem e você fica sozinho. Opa, mais um alvo a vista. Você chega perto daquela menina sozinha e começa a conversar, de repente o namorado dela sai do banheiro e pergunta o que está acontecendo. Você pede desculpas e sai de perto, afinal se for para dar com a cara na parede que seja dirigindo embriagado. A balada vai ficando vazia e você encontra finalmente alguém para te escutar: o barman. A noite continua e a última coisa que você lembra foi o barman te dando uma dose de tequila porque você é um cara bacana. Você acorda no dia seguinte numa cama estranha e o barman dormindo ao seu lado. Literalmente, fudeu.</p>
<p>Mas não se preocupe, agora você pode culpar o álcool. Sim. Não precisa se preocupar se você tem tendências homossexuais, bissexuais ou panssexuais. Foi o álcool. Cientistas estão fazendo experimentos com mosca-de-frutas (sem rir do trocadilho, por favor) machos e doses de álcool e estão verificando que <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u360136.shtml" title="Mosca embriagada busca parceiros do mesmo sexo">machos embriagados buscam parceiros no mesmo sexo</a>. Já sabemos que o álcool deixa as pessoas mais desinibidas e, por que não, corajosas para tentar coisas que sempre tiveram vontade de fazer, mas nunca fariam sóbrias.</p>
<p>Então se um dia você lembrar de dar em cima de uma mina gostosa numa balada e no dia seguinte acordar com um cara gostoso do seu lado. Foi culpa do álcool.</p>
<p><img src="http://5fingers.wordpress.com/files/2008/01/2-when-men-come-together.jpg" alt="2-when-men-come-together.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ai fil ded pípol]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/02/27/ai-fil-ded-pipol-2/</link>
<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 11:07:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/2007/02/27/ai-fil-ded-pipol-2/</guid>
<description><![CDATA[Yo por Dentro - Científicamente – Madre Naturaleza – Vida Diaria

Este es un artículo que va a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:right;"><span style="color:black;"><span style="font-size:78%;"><span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Yo por Dentro - Científicamente – Madre Naturaleza – Vida Diaria</span></span></span></div>
<div style="color:0 0 windowtext;border-style:none none solid;padding:0 0 1pt;">
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;padding:0;"><span style="color:black;"><span style="font-family:arial;">Este es un artículo que va a llevar a muchos a desconfiar no sólo de mi salud mental, sino también de mi criterio. Pero lo cierto es que soy víctima de ciertos <span style="font-weight:bold;">fenómenos paranormales</span>, desde chiquitito. <span style="font-weight:bold;">Muy pocos saben de ello. </span>Ya bastante cuesta que la gente me tome en serio en el día a día por <a href="http://damospena.blogspot.com/">motivos obvios</a>, se imaginarán…</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><span style="color:black;"><span style="font-weight:bold;">Ejemplo 1:</span> Durante más de un mes, <span style="font-weight:bold;">el farol ubicado frente a mi casa se apagaba cuando yo salía, nomás para prenderse ni bien me alejaba. </span>Cuando salía acompañado o había otras personas cerca, no pasaba nada, pero en cuanto salía solo, era inevitable el apagón. Empecé a sospechar al apagón #30, mas o menos. Se lo conté a quienes salían y entraban de mi casa, y a nadie le pasaba. Eventualmente, dejó de suceder más o menos cuando dejé de prestarle atención. Habré estado un mes, aproximadamente, con ese asunto. Dicen que esto es una condición, y que hay gente que lo estudia, pero a mí me parece poco serio. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><span style="color:black;"><span style="font-weight:bold;">Ejemplo 2:</span> Los cementerios me hacen sentir tan bien como mal. No entiendo por qué, pero en algunas ocasiones salgo cargado de energía, mientras que en otras siento que no debería de haber entrado. Que no era bienvenido. Que a algo o alguien le molestó que fuese. Por algo no me gustan los cementerios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><span style="color:black;"><span style="font-weight:bold;">Ejemplo 3:</span> Suele darse que sueñe con elementos dispersos que al otro día toman forma de algún modo. He sabido soñar que me cruzaría por la calle con una persona que llevaba años sin hacerlo, y adivinado la ropa que traería, pese a que esta persona hubiese adquirido tal atuendo pocos días antes. Y muchos detallecitos parecidos. <span style="font-style:italic;">Creepy details.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><a href="http://bp1.blogger.com/_zpqD4DU66Xk/ReQV7-3QKdI/AAAAAAAAAPM/bKcEXM4_jRU/s1600-h/Patrick-Swayze.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;width:109px;height:153px;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp1.blogger.com/_zpqD4DU66Xk/ReQV7-3QKdI/AAAAAAAAAPM/bKcEXM4_jRU/s200/Patrick-Swayze.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="color:black;">Sin embargo, el fenómeno paranormal al que más me cuesta acostumbrarme, por el simple hecho de que no creo en los fantasmas ni parecidos, es el siguiente: puedo sentir, de vez en cuando, a un muerto. Sí ríanse todo lo que quieran, <span style="font-weight:bold;">yo tampoco lo creo</span>, pero me acostumbré a que así sea. Además, la gente se me suele reir cuando digo cosas mucho más importantes, así que no me van a traumar, ni nada parecido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><span style="color:black;">Al principio me causaba gracia, hoy en día, me intriga. Miedo no me da, por el simple hecho de que nunca me sentí amenazado, y el muñeco de malvavisco de los Cazafantasmas se parece a mí cuando era gordo. Miedo me dan los dictadores, Duhalde y los chorritos pasados de merca. Pero tengan esto en claro; voy a temer como niña chiquita si empiezo a sentir que se arrastran cadenas o ver sangre en las paredes. No hay vergüenza en vomitar llorando y hacerse caca de miedo al mismo tiempo, no importa lo que la gente diga. Y no me hagan pensar en sombritas de niños de cuatro años que pudiesen pasar riendo y tropezando a mis espaldas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><span style="color:black;">Insisto, no me sucede todo el tiempo. Y la cantidad de muertos acumulados en la historia del Universo es millones de veces superior a la cantidad de “sensaciones” que tengo. Es como si estuviese sentado frente al televisor leyendo un libro o haciendo cualquier otra cosa mientras la tele no ofrece imagen ninguna debido a que está sintonizada en alguno de los canales pornográficos codificados, y de repente se decodificase la información, una vez cada seis meses y sin que yo pudiese provocarlo, permitiéndome ver una película completa, con sonido y todo. Más de uno me entiende. En lo de la porno, quiero decir.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><span style="color:black;">No es que vea la imagen recreada en mi cabeza, pero por momentos me quedo quieto. <span style="font-weight:bold;">Suele pasarme cuando entro a lugares por primera vez.</span> Una habitación, <span style="font-weight:bold;">una casa cualquiera en la vereda mientras camino por la calle sin prestar atención,</span> cosas así. Es un sentimiento de incomodidad y perturbación que me detiene y me hace voltear, o retroceder. Mi pensamiento es del orden de “Pasa algo raro”. Cuando voy al cementerio, no es de extrañar que alguna tumba me llame la atención desde la lejanía, y yo sienta que se trata de un hombre viejo, pelado, de bigote, a quien sus compañeros de trabajo supieron echar de menos, o una vieja de pelo recogido que se llevaba muy bien con su nuera, o un muerto joven debido a un accidente. El muerto no me habla, ni siquiera se da cuenta: es todo cosa mía. <span style="font-weight:bold;">Es posible que llegue incluso a darme una idea de los años de nacimiento y defunción,</span> o incluso el nombre, errándole por pocas letras, corroborando la información. Y sé que no se trata de una lotería porque <span style="font-weight:bold;">nunca me equivoco.</span> Ya sea que identifique la presencia con un solo dato, o varios (algunos incluso imposibles de corroborar), <span style="font-weight:bold;">la sensación es siempre acertada.</span> Siempre, siempre, siempre.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;font-family:arial;padding:0;"><span style="color:black;">Si tengo que elegir, preferiría que fuese <span style="font-weight:bold;">algún tipo de desequilibrio mental</span>, antes que una habilidad sobrenatural. A fin de cuentas, podríamos estar hablando de algo verdaderamente demoníaco y yo no estoy preparado para hacerme cargo del raye o tormento sin resolver de ningún fiambre, caramba. Nunca me animé a eso del juego de la copa, o semejantes. Ni siquiera me subo al tren fantasma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;padding:0;"><span style="color:black;"><span style="font-family:arial;">Les preguntaría si alguna vez a ustedes les pasó algo parecido, pero imagino que son gente seria...</span></span></p>
</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transpirando por un Sueño]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/?p=791</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:25:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/?p=791</guid>
<description><![CDATA[
Todo esto pasa porque me voy de mambo (Porque soy Mamboretá, ¿entienden? Jajajajajajaaaa… no ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"></p>
<p>Todo esto pasa porque me voy de mambo (Porque soy <em>Mamboretá</em>, ¿entienden? Jajajajajajaaaa… no hay caso: la alta comedia es mi fino arte y este blog es mi obra maestra) con la comida y termino cenando como un degenerado, mezclando fainá con papas fritas, sánguches de <strong>“lomito”</strong> (las comillas se deben a que no confío en la calidad o legitimidad de las materias primas en los establecimientos sanfernandinos cuyo nombre comienza con la palabra “parador”), varios tipos de bebidas gaseosas y dos tortas diferentes, <strong>una de ellas la de mi casamiento</strong>, que se la viene bancando bastante bien a pesar de que tiene más de tres meses y la cadena de frío se le cortó una seis veces, nomás esta semana.</p>
<p><strong>Me refiero al peor sueño que he tenido en mucho tiempo.</strong> Una pesadilla, obviamente.</p>
<p>Resulta que yo estaba no sé dónde. <strong>Parecía una feria</strong> de las que hacen en los pueblos norteamericanos, una cosa al aire libre, llena de gente haciendo barullo, tipo <em>Woodstock</em>, o esa feria circense del capítulo de los Simpsons donde Homero y Bart terminan empleándose para pagar una deuda.</p>
<p>A veces no recuerdo cuánto tiempo pasó desde la muerte de mi papá. Cuatro años van a hacer en algunos meses. La cuestión es que, de un momento para el otro, y con menos tiempo del que una morena víctima del desamparo social negada de su derecho a la educación necesita para expropiar ilegítimamente un teléfono celular a la salida de Unicenter, yo me hallaba acostado sobre el pasto. O recostado, o medio echado de lado, tipo perro. <strong>Sujetando la mano de mi viejo.</strong> </p>
<p>Podría haber soñado con otro tipo de situaciones, digo… podría haber soñado con eso de que <strong>Kirchner Néstor dice que todos los que hacen escraches al oficialismo son “GRUPOS DE TAREAS”</strong>. No digan que no les encantó cuando lo oyeron, porque no les creo ni les voy a creer nunca. Entre nosotros… yo siempre quise pertenecer a un grupo de tareas, y ahora que lo pienso quizá no lo soñé precisamente porque ya lo soñé muchas veces. No importan las tareas (no lo digo yo, lo dice el ex-presi). Suena a que uno es útil y necesario; que está haciendo algo. Escraches u otra cosa, habría que preguntarle a Kirchner. O podría haber soñado con toda esa gente que fue a oponerse al despiporre del patoterismo "K" desde el monumento al zoológico, o eso que está ahí en Palermo. O con el hecho de que en cualquier momento, si continúo sin conseguir empleo cruzaré la línea imaginaria que me separa de los indigentes y pasaré a ser <strong>clase re-baja</strong>, viéndome obligado a utilizar ambos lados del papel higiénico.</p>
<p><strong>Y en el sueño mi viejo me hablaba</strong>, algo me decía, pero no recuerdo qué. Se lo veía despreocupado, y vivo. Yo, a su lado, no lo soltaba y también le decía algo… tampoco recuerdo qué. Pero yo –si bien recuerdo una sensación de alegría en un principio- lloraba, y lloraba. <strong>Lloraba con angustia, ahogándome en lágrimas.</strong> Copiosamente, de una manera que no recuerdo haber utilizado despierto (realmente, no me creo capaz de llorar así, aunque puede que lo haya hecho). Lloraba deprimido, sintiendo náuseas, descomponiéndome. Lloraba –insisto- ahogándome, hablando y llorando. Dicen los estudiosos de las universidades que el sueño en realidad dura unos pocos instantes, o a lo sumo media hora, entre intervalos en los que salimos y entramos del sueño. Pero, les digo, este llanto mío en el sueño debe haber durado horas, y horas, y horas. Debo haber entrado y salido más veces que el marido de Pamela David en Pamela David. Un llanto largo y grueso, como imagino que debe ser el miembro de <em>Michael Clarke Duncan</em>. Si yo tuviese algo así, de seguro le adosaría espinas o una cuchilla, y lo usaría para defender a los más débiles.</p>
<p><strong>Pero cuando desperté, no tenía fuerzas para nada.</strong> No estaba mojado, porque no había “cruzado” la barrera y llorado realmente, pero… me sentía aplastado. Como esa escena de <strong>“Mi Pobre Angelito 2”</strong> en la que Macaulay se reencuentra con su madre en la plaza, en <em>New York</em>, salvo que en vez de Macaulay era Mantis, y en vez de la plaza era un infierno completamente oscuro dentro de mi propia conciencia, y en vez de reencontrarme con mi familia en Navidad yo me hallaba tratando de luchar contra las ganas de vomitar sangre y soldaduras que tiene un murciélago vampiro al cual un niño cruel enciende mediante fósforos y alcohol etílico. Ahora que lo pienso, puesto así no se parece mucho a “Mi pobre Angelito 2”. Sepan disculpar.</p>
<p>Pero la pregunta agro-exportadora del día es: <strong>¿Han tenido ustedes alguna pesadilla verdaderamente castigadora de un tiempo a esta parte? Y en caso de ser un “si” la respuesta… ¿De qué se trataba?</strong></p>
<p></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Wonder Years]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/?p=789</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 11:05:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/?p=789</guid>
<description><![CDATA[
Insisto: lo bueno de publicar demorado y con menos frecuencia es que para cuando inicio el taca-tac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"></p>
<p>Insisto: lo bueno de publicar demorado y con menos frecuencia es que para cuando inicio el taca-taca contra el teclado (léase: el texto), ya se han escrito muchas cosas al respecto y yo me encuentro corriendo el riesgo de decir algo ya reflejado por algún otro desempleado, o futuro desempleado en su defecto. Más aún tratándose del tema éste, del <strong>joven alumno que fue expulsado de un colegio en Caballito</strong>, debido a que sus agresiones hacia su profesora habían quedado grabadas en un teléfono celular. Esta palomita morocha (físicamente barra-brava y piquetera) se llama <em>Kevin</em>, <strong>tiene quince años y va a ser papá</strong>, porque su novia (también de 15 años) está embarazada. Y si ustedes están esperando que haga algún comentario malicioso y predeciblemente clasista al respecto de la relación simbiótica de los elementos recién expuestos, es porque son malas personas. Pero por lo menos no son unos negros de mierda como <em>“el Kevin”</em>. <strong>Por eso los quiero.</strong></p>
<p>Lo primero que sentí al ver las imágenes fue más o menos lo que siento ante cada hecho delictivo o criminal de los que me indignan, siendo yo un muchachito de derecha. O sea: tuve ganas de tomar la guía <em>Filcar</em>, un bidón de kerosene y salir rumbo a Caballito, a <strong>quemar gente al azar</strong>, cosa de –eventualmente, sí- alcanzar a amigos, parientes y seres queridos de este joven y sus padres. Y si bien todavía predomina ese sentimiento, lo cierto es que debo cumplir la promesa que le hice a mi maestro en su lecho de muerte, y ya no volver a usar las técnicas del puño incendiario nunca más. Lo ocurrido en el orfanato... bueno… no importa. Todos tenemos nuestros fantasmas.</p>
<p>¿Los profesores agarrándose a piñas con los alumnos como en <em>Juvenilia</em>? <strong>Ojalá.</strong> Pero la profesora no hizo nada para defenderse, al menos a simple vista. En una primera instancia, los padres fingieron sorpresa y pidieron la expulsión del negro de mierda éste, hijo suyo. Luego, les salió también el desamparo social de adentro y terminaron diciendo que <strong>a su hijo se le estaba quitando el derecho a la educación.</strong> El negro éste (<em>el Kevin</em>) dijo también cuando se lo entrevistó (ustedes lo habrán visto) que todo sucedió debido a que él no estaba de acuerdo con una mala nota que se le había puesto, y que la profesora se había negado a seguir con el tema en plena clase. Al final, lo echaron. <em>“A ella no le costaba nada hablar cinco minutos”</em>, dijo el negro, con el espíritu patotero bien enarbolado, creyendo que un profesor es simplemente un compañero más en la clase. Un compañero un poco más viejo e instruido.</p>
<p>Estoy casado con una docente, y cualquier docente sabe que tiene que andarse con cuidado, debido a que cualquier alumno es capaz de inventar cualquier cosa, y siempre habrá padres dispuestos a creer cualquier cosa. <strong>¿Hay niños de jardín abusados por profesores de música?</strong> Sí, seguro. Y debido a ello una maestra jardinera hoy en día se ve obligada a dejar a un niño completamente untado en heces llorando en el baño, ya que por limpiarle el culo podría meterse en problemas. <strong>¿Existen profesores mal intencionados desde el vamos?</strong> Absolutamente, pero son, en el peor de los casos, uno entre los cientos de miles de casos que son reportados por los papanatas a la voz de “me tiene bronca”. Y a menos que todo el curso repruebe, eso de “no sabe explicar” tampoco vale. Siempre de acuerdo a mi criterio, que es el correcto obviamente. Ustedes tienen todo el derecho a estar completamente de acuerdo conmigo.</p>
<p>Lo curioso es que días atrás, mi esposa me sugirió ante el desempleo que me agobia, la posibilidad de enseñar inglés o ser preceptor. Estoy “técnicamente” en condiciones. Su hipótesis es la de (y cito): <strong>“Ningún pendejo se va a animar a hacerse el loco con vos”</strong>. Sospecho que lo dijo porque en ese momento yo me encontraba desarmando y limpiando una pistola <a href="http://www.tirito.com.ar/Venta/ArmasCortas/Fotos/Colt_1911A1_C583_2.jpg">Sistema Colt,</a> calibre .45 Auto, customizada, con guía de resorte extendida, cola de disparador regulable, miras especiales, cachas <strong>Pachmayr</strong>, martillo y cargador KRD inoxidable de 8 tiros, o quizás influenciada por mis dimensiones físicas, abundantes y perfectas. Lo cual no tiene sentido y resulta altamente contradictorio, porque ella mide 40 centímetros menos que yo y pesa 40 kilos menos que yo, pero sin embargo me tiene bastaaante cortito. </p>
<p><strong>Algo que se me hace interesante de seguir es la forma en que la profesora retomará sus labores a futuro.</strong> No sé si está dando clases, pero yo en su lugar buscaría trabajo en otro establecimiento, ya que los negros de mierda son conocidos por ir a desquitarse cuando alguien les hace algo que no les gusta, tipo matarlos en un tiroteo, o ponerlos a trabajar. <strong>Esta profesora debería irse a otra escuela</strong>, iniciando el ciclo lectivo del año que viene. Y contratar para el primer día de clase a un extra, un actor. Un pibito que se hiciese pasar por alumno y que osase faltarle el respeto en clase, actitud que como respuesta encontraría una lluvia de <strong>insultos en alemán</strong>, y garrotazos coreografiados pero muy reales. Luego, llevárselo semiinconsciente afuera del aula y del colegio, subirlo a su automóvil y regresar a la clase una hora después, manchada de barro y sangre. El resto se solucionaría solo.</p>
<p>Y es por cosas como ésta es que no le entré a la docencia, ni tengo pensado entrarle. Hoy en día, <strong>con la idea de autoridad tan manoseada y debilitada en todas sus formas</strong>, el docente está obligado a ser débil, y cualquier negro de mierda que se sienta “fuerte” puede voltearlo, del modo en que un león viejo es derrocado. Es inquietante que los jóvenes de hoy en día sean capaces de agredir a sus docentes sin esperar represalias. <strong>Es diabólico eso de que los profesores no deban poner aplazos para “no desanimar” a los estudiantes</strong>, ni sancionar a una alumna por miedo a que se aparezca su villera madre con una cadena de bicicleta en la mano, dispuesta a cobrar venganza. Es perverso que el padre de un alumno de colegio privado pueda presionar y hacer echar a un docente debido a que el sueldo de un profesor es mucho menor que la suma de las cuotas mensuales de los dos hijos que manda a ese -reitero- colegio privado. Es terrible que la gente no entienda eso de que los derechos son derechos, y que por lo tanto pueden perderse debido a la propia falta de responsabilidad. Como la libertad, que a veces se pierde cuando sos un piquetero combativo y salís a tirar bombas molotov por la calle. </p>
<p><em>El Kevin</em> es un negro de mierda que no tiene pinta de escuchar a Marilyn Manson... por lo que todo debe ser culpa de los videojuegos. Sí, seguro, <strong>tiene que ser eso.</strong> </p>
<p></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡Todos digan queso!]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/?p=788</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 10:52:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Yo sabía que tarde o temprano se vendría el fin de la vida en la Tierra pero siempre creí que ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
Yo sabía que tarde o temprano se vendría el fin de la vida en la Tierra pero siempre creí que tal suceso tendría que ver con alguna macana mía en un laboratorio lleno de tubos de ensayo. No obstante, parece que no será así. Me animo a decir que <strong>comparado con esto</strong>, lo de las retenciones y el paro del campo es nada. Y si alguien ya escribió algo al respecto, lo siento. Aunque pensándolo bien, que nadie hubiese escrito nada debería preocuparme aún más, porque la situación es alarmante. No, no lo siento nada. En cualquier caso, no importa, ya avisé que no tengo tiempo para leer otros blogs, y la PC en casa (esta) se cuelga si abro más de una ventana del Firefox, o si hago clic dos veces en menos de 36 horas. <strong>Lo de salir a matar zombies en el Urban Dead sin saber cuando se te va a congelar todo en medio de un tiroteo en plena vereda</strong> obligándote a reiniciar el asunto le da todo un nuevo significado a la expresión “¡Ah! ¡Me quiero cortar las venas con la pija!”. Es como jugar en <em>Very Hard</em>.</p>
<p><strong>Resulta que hay una cámara fotográfica digital que saca las fotos sin que uno apriete el botón.</strong> No voy a andarme con chiquitas: la primera vez que vi el anuncio televisivo sentí escalofríos, porque ustedes y yo sabemos lo que eso significa: Ya existe una máquina capaz de reconocer los gestos de alegría, placer o gozo en un ser humano. Y es también capaz de reaccionar sin nuestra intervención. <strong>Es capaz de tomar la decisión por si misma.</strong> Me la presentaron y dejaron probar en un shopping.</p>
<p>Les digo: esa máquina es capaz de juzgarnos.</p>
<p>Que exista <strong>una máquina capaz de reaccionar ante nuestro disgusto, enojo o ira</strong> es sólo cuestión de meses. Años en el mejor de los casos. Y tómenme en serio cuando hablo; estoy desempleado y cuento con cerebro de sobra como para andar haciendo cálculos del tipo: <em>¿Cuánto va a tardar la góndola frigorífica del supermercado en subir maliciosamente su temperatura a fin de estropear y contaminar los alimentos mientras duermo?</em> Hice también algunos dibujos bastante precarios pero sobradamente explícitos acerca de cómo podría venir la mano, pero no tengo escáner, porque eso es para la gente de plata. En uno de ellos aparezco yo desnudo levantando pesas, y créanme, es un hermoso dibujo. En otro, aparezco caminando a través de un lago, esquivando ataques de aviones-robot sólo para poder curar a un cisne herido mediante la imposición de manos.</p>
<p><em>“Sony Smile Capture”</em>, se llama, o algo así, no sé, estoy inventando. Yo le habría puesto <strong>“Sony odia a los seres humanos y busca su extinción”</strong>. Obviamente, los “genios” responsables del asunto deben ser japoneses. Porque es una idea que dice “Japón” a todas luces, ya que incluye elementos absolutamente japoneses: como ser la <strong>robótica</strong>, la <strong>demencia tecnológica</strong> y la <strong>superficialidad</strong>. Estos futuros acusados de crímenes de lesa humanidad no van a perder tiempo y destacarán las aplicaciones beneficiosas de este tipo de dispositivos: los imagino hablando, dictando conferencias acerca de los automóviles inteligentes que se frenan a un costado cuando detectan signos de alcoholemia en el rostro del conductor, o los teléfonos celulares con cámara capaces de grabar automáticamente las conversaciones felices entre padres e hijos, parejitas de novios, etc. Pero ocultando, conspirando… evitando mencionar el caso de ese joven depresivo que terminó quitándose la vida cuando su PC se encendió por si sola y editó fotos para que su padre apareciese violándolo vestido de ninja cuando tenía tres años de edad. Omitiendo esos casos en los que aviones “inteligentes” llenos de provisiones que viajaban rumbo a Namibia decidieron colisionar entre sí, perdiéndose su carga en medio del océano… y todo esto nacido de una práctica camarita fotográfica, <strong>capaz de no sacar fotos ante un gesto de “no sonrisa”</strong> (o lo que yo llamo “dolor”). Una cámara del miedo y de la muerte. </p>
<p>En lenguaje básico de programación, imagino que la cámara viene con un cerebro que dice algo así como que:</p>
<p>-------------------------------------------------------<br />
*if SMILE, then HAPPY, then PICTURE<br />
*if not HAPPY then ANGRY then DANGER then FUCKING KILL ALL HUMANS<br />
-------------------------------------------------------</p>
<p>Y otras cosas, con muchos unos y ceros. Pero esperanzas hay: los humanos encontraríamos la salvación (o por lo menos el primer paso hacia la resistencia) volviendo a las fuentes. <strong>Retirándonos hacia un pasado no demasiado distante, ni tan primitivo.</strong> Atándome al ejemplo anteriormente citado me referiré a las heladeras. Las heladeras argentinas de las petisas y pesadas, de hace 50 años, por ejemplo. Esas que venían sin freezer, únicamente equipadas de un motor en su parte superior, y con capacidad escasa pero indiscutiblemente eterna. Ahora que lo pienso, por suerte esas heladeras no son inteligentes, ya que sí son muy fuertes. <strong>Yo tengo una de ellas en casa</strong> (es la que funciona actualmente) y les puedo asegurar que es lo suficientemente segura como para meterle un niño adentro, dejarla en un congreso episcopal y poder volver a buscarla al otro día para hallar en su interior al niño muerto a causa de la asfixia probablemente, pero con sus genitales y ano intactos. Pero cualquier tipo de decisión que tomemos debe suceder ya, ahora, sin perder más tiempo. O sea: lo único que debemos hacer es dejar de consumir tecnología por un tiempo, y <strong>prescindir de las nuevas ideas</strong>, que brotan de hasta debajo de las piedras. <strong>Realicé un tercer dibujo también</strong>, en el que el androide N° 18 aparece practicándole sexo oral a Bulma. No, esperen, eso fue hace como diez años.</p>
<p>Lo que quiero decir es que lo más probable es que las máquinas terminen por matarnos a todos. Bah, a ustedes. A mí no. Ya saben que yo tengo armas, además de mis patadas giratorias y mi karate. <em>¡Kiai!</em></p>
<p></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Formas de suicidarse sin dolor]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/?p=780</link>
<pubDate>Mon, 26 May 2008 11:27:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
A veces tengo la sensación de que Damos Pen@ no es leído por la suficiente cantidad de adolescent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
A veces tengo la sensación de que Damos Pen@ no es leído por la suficiente cantidad de adolescentes aburridos e hispano-parlantes, por eso el título. Ahora que tengo la atención de todos gracias a <strong>LAS MEJORES FORMAS DE SUICIDARTE SIN DOLOR</strong>, pido disculpas a los lectores habituales, a quienes seguramente defraudaré al no plasmar, en las siguientes líneas, una sucesión de muertes graciosas y/o relacionadas con elementos de películas contemporáneas. También les sugiero que revisen los comentarios de este artículo dentro de algunas semanas, ya que serán mucho más entretenidos que los que habría recibido con un título en el orden de <strong>“Claves para remontar la economía”</strong>.</p>
<p>Lo cierto es que mi cuerpo es hermoso. Otra cosa que también es cierta y que viene más al caso es que quiero arreglar el país, y no todo es joda aquí, mierda. Vamos a hacer las cosas bien. La pregunta del millón es: <strong>¿Qué se debería hacer para encaminar económicamente a la República Argentina sin recurrir a un botón rojo y al hongo atómico que lo sucedería entre cacerolazos?</strong> Durante mucho tiempo creí que la educación del pueblo era la salida, pero perdí la fe en cuanto me empecé a codear con gente supuestamente educada, terciaria, universitaria, etc. <strong>Si las universidades privadas no dejan de vender títulos</strong>, el conocimiento seguirá perdiendo valor. Y si la universidad pública sigue contratando profesores de los que canjean notas por favores sexuales, lo mismo. Lo único que no pierde valor (o si se quiere: poder) <strong>es la guita</strong>. Porque se devalúa pero la seguimos buscando y llorando por ella, porque es indiscutible el hecho de que el que tiene plata hace lo que quiere. Yo -con plata- me haría reemplazar quirúrgicamente el pene con un lanzallamas de oro macizo, inspirado su mecanismo en el de un desodorante en aerosol. De los de antes, con tapa.</p>
<p>Bueno, aquí van mis sugerencias de hombre serio y que de acuerdo a los estándares no entiende una pija de economía, administración de empresas o comercio exterior, pero que no por ello va a buscar licenciarse en la UADE.</p>
<p><img src="http://www.2pez.com.ar/images/408772fravega.jpg" alt="Chorros" align="left" width="153"><strong>1)- Se debería empezar a cobrar impuestos a los certificados de participación de los fideicomisos.</strong> Dicho así no se entiende una poronga, pero llevémoslo al plano tangible: las casas que antes vendían electrodomésticos se convirtieron en <strong>financieras</strong> que cobran tasas usurarias, y la normativa actual está siendo abusada por los Garbarinos, los Frávegas, etc. Cuando vas a comprar ellos te generan un crédito, luego lo aseguran y buscan financiamiento, cosa de quedarse con los certificados de participación. Así, eluden el impuesto a las ganancias generadas por –precisamente- vender artículos en cuotas, y tienen ganancias exentas, tan libres de paja y polvo como una hermana superiora en Semana Santa.</p>
<p>¿No les parece macabro (o por lo menos, sospechoso) el hecho de que a una familia de comunes mortales le esté resultando <strong>más barato comprar una heladera</strong> al contado que mantenerla abastecida durante un mes? </p>
<p><img src="http://static.pagina12.com.ar/fotos/20070517/notas/NA13FO01.JPG" alt="Indec" align="left" width="153" /><strong>2)- Purificar mediante el fuego griego el INDEC</strong>, dinamitando todo lo que en la actualidad se relaciona directamente con él. Y estoy incluyendo <strong>todo:</strong> desde los pibes del delivery que les llevan las empanadas a los empleados, hasta los colegios privados para futuros hijos de puta donde seguramente estudian los hijos de Guillermo Moreno. Todo, a la mierda.</p>
<p>Días atrás, el Instituo Nacional de Estadística y Censos pulverizó  el último de los índices oficiales creíbles: <strong>el IPC nacional</strong>. El IPC está compuesto de información suministrada por siete provincias y también la zona metropolitana. Dense una idea: durante el primer trimestre del 2008 el INDEC reconoció una inflación del 2.5%, mientras que San Luis la calculó en un 8.5%, y Santa Fe, en un 7.1%. Estamos hablando de los dos gobernadores que no están sometidos o “subordinados” políticamente al clan “K”. Yo no sé exactamente cuanto aumentan todas las cosas, pero sí se que consumir –por ejemplo una vaca- debe andar costando mas o menos el doble que hace algún tiempo. <strong>Lo comprobé tratando de adquirir una vaca de diferentes modos:</strong> o sea, pregunté en mi carnicería por el precio del kilo de matambre, que resultó ser el doble de lo que yo lo pagara hace exactamente tres años. Lo mismo el precio de la carne picada. Y pregunté en una casa de ropa el precio de la misma campera multipropósito de cuero de vaca que yo me hiciera regalar (gracias, Tía) hace tres años, y me encontré que la misma pasó de costar 399 pesos a costar 799 pesos. De más está decir que yo no sabía que estaba tan cara, y que ahora que lo sé voy a usarla menos que antes. Lo que igual a decir que: chau, no la saco más. No sé a cuanto andará el par de cuernos, ni quiero saberlo.</p>
<p>¿Se entiende? Al no haber pautas serias y objetivas, los comerciantes ajustan “a ojo” sus precios de reposición, y todos imaginamos “a ojo” nuestras demandas salariales. Y lo que se mide “a ojo” suele superar la realidad. Para evitar esto, <strong>un nuevo INDEC</strong> conformado por expertos usuarios de las estadísticas, analistas del sistema financiero, y representantes de las asociaciones de defensa del pobre consumidor, es indispensable</p>
<p><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/soja-graffiti-1-400px.jpg" alt="Sojita" align="left" width="153" /><strong>3)- Desojizar el campo.</strong> Mantener altas las altas retenciones a la soja podrían ser el primer paso, siempre y cuando se llevasen a cabo en un ámbito libre de corrupción. Eso se consigue metiéndolas por derecha, y no por decreto presidencial. Si la idea de las retenciones hubiese querido pasar a través del Congreso, obviamente se habría pinchado, ya que si en vez de retenciones hubiesen sido <strong>un impuesto</strong>, las provincias se habrían quedado con la parte que les correspondía –y corresponde- legalmente. Es lo que se llama co-participación, creo.</p>
<p>Lo gracioso es que muchos productores (pequeños y oligarcas) siguen eligiendo hacer soja. Y si <strong>muchos productores eligen todavía hacer soja a pesar de las retenciones</strong>, es porque al no consumirse acá esa porquería, el Estado no puede impedir las exportaciones de una forma tan rigurosa. Entonces, lo más importante o necesario de hacer, es incentivar al resto de los productores: los “no-sojeros”. Actualmente, las retenciones a la leche son mayores que las de la soja, y el precio de la leche en el mercado exterior es diez veces mayor que el de la soja. Podríamos aprovechar eso. Si los productores trigueros no perciben el precio pleno, no vamos a tener pan, ya que este año nadie va a sembrar. La media res debe diferenciarse por cortes (urgente), y los reintegros deben acariciar todas y cada una de las nalgas de los productos más regionales, que son el tabaco, la oliva, las frutas finas, el algodón, etc. Si producimos más, las presiones a futuro se alivianan, caramba. Hoy en día lo único que se está consiguiendo es generar incentivos perversos para no producir otra cosa que no sea ese poroto asqueroso e incomible que destruye la tierra, no sirve como alimento (o reemplazo de la leche) para los niños hambrientos, y a nosotros los argentinos ni nos gusta. </p>
<p>Discutan.<br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Decretazo]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/?p=774</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 12:19:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Este lunes me despertó el noticiero con el impresentable de Chávez negándose a pagar los cuatro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
Este lunes me despertó el noticiero con el impresentable de <strong>Chávez </strong>negándose a pagar los cuatro mil millones de dólares que la siderúrgica SIDOR dice valer, o que al menos es el precio al cual se la cotizó ante los intereses del gobierno venezolano (que quiere quedarse con ella y estatizarla). Esta empresa (cuyos capitales son argentinos-italianos en más del 50% si mal no recuerdo) lleva 10 años de privatizada, y más de un año entre conflictos laborales, protestas, etc.</p>
<p>-No voy a pagar esos cuatro mil millones, y si no quieren ponerse de acuerdo con nosotros y definir un precio justo, <strong>entonces yo el martes mismo firmo el decreto de expropiación y listo, se joden por completo</strong> –fueron mas o menos las palabras del dictador bolivariano. Ni idea tengo acerca del cumplimiento (o no) de su amenaza.</p>
<p>Así de simple. Yo entonces me puse a pensar en el poder de los decretos, así de buenas a primeras. Alguna vez, mi viejo supo decir, medio en serio y medio en broma ante el fallecimiento de un vecino, que <strong>la gente se moriría menos si la muerte estuviese prohibida por decreto.</strong> Hasta hoy no había sabido decir lo que mi padre había intentado decir con ello, pero ahora lo entiendo. Y creo que funcionaría increíblemente, siempre y cuando se hiciese de forma ordenada y efectiva. Creo inclusive que ese decreto le habría salvado la vida a mi viejo, valga la ironía.</p>
<p><img src="http://imperialglory.blogspot.es/img/Decreto.jpg" alt="Decreto de Guerra" width="125" height="175" align="left" /> Los decretos funcionan, es obvio. Por lo menos, cuando al Estado (que es el que manda) se le pone fija la idea de que tienen que respetarse. <strong>Y el ciudadano promedio termina sometiéndose a la ley</strong> precisamente porque la ley es precisamente eso: Ley. Uno, a la larga, acata. Acata inclusive sin darse cuenta. Uno se deja, se acostumbra, se hace a la idea de que <em>“bueno… es lo que hay”</em>. Díganle conformismo, pero creo que a veces la alternativa sería pegarse un tiro y masticar una pastilla de cianuro al mismo tiempo, o echarse encima un turbante y entrar a un Mc. Donald´s con una mochila llena de explosivos plásticos gritando <strong>WAHALALAHALALA!</strong> u otra cosa probablemente no tan graciosa. Al fin y al cabo, mediante el <strong>decreto 227 del Boletín Oficial del pasado 15 de Abril, nuestra presidenta dispuso que todos los canales de noticias se encontrasen en los números que van del 2 al 6</strong>, nomás para marear a la gente, tras acusar al canal <strong>Todo Noticias</strong> de <strong>“negativo y tendencioso”</strong> cuando en el mundo lo único más oficialista que TN es el <strong>diario Clarín</strong>, y lo único más oficialista que el diario Clarín es <strong>Alberto Fernández.</strong> Después de todo, el gobierno chino llegó a prohibirles la reencarnación a los budistas. Y de ahí para abajo, agarrate, porque vale todo.</p>
<p>Es una cuestión de políticas preventivas y mano dura. Es el lado serio de ese curro que en el mundo corporativo y chanta de los gurúes, asesores y cráneos empresariales se conoce como <em>“ser pro-activo”</em>. Por ejemplo… el afán recaudador y negligente del Estado es pro-activo. Actualmente, el plan de ahorro de energía hace que puedas llegar a pagar una multa en los servicios, obligándote a consumir en gas y electricidad lo mismo o menos que durante el año pasado, lo cual es decirte que no podés lavarte las patas más a conciencia que el año pasado, ni ver películas más largas que las que viste el año pasado. Trasladémoslo entonces al plano hospitalario:</p>
<p>Lo primero a hacer para ayudar a todos –una vez emitido el decreto y con la población tan encolerizada como confundida- sería <strong>jerarquizar y catalogar ciertas afecciones</strong> de las que pueden evitarse con algo de dieta sana y ejercicio físico. Tales enfermedades serían catalogadas como <strong>“Enfermedades Innecesarias”</strong> o <strong>“Males por Negligencia”</strong>, con lo cual ya estarían mal vistas, legalmente condicionadas y podrían empezar a ser multadas en una suerte de <em>“hacete cargo”</em>. Las prepagas no se verían en la obligación de prestar servicio en lo referido a ellas y los laboratorios aumentarían el precio de los medicamentos encargados de tratarlas. Multa al que fuma, multa al que luce su gula, multa al que practica un deporte extremo, multa a la que termina vomitando clericó, multa al que se cae de la patineta. Pobre de aquél que osase sufrir un accidente de tránsito y no muriese en el intento. El suicidio estaría penado únicamente en esos casos que pudiese afectar a un tercero, u ocasionando algún tipo de gasto al pueblo, que paga sus impuestos pero no con la idea de andar subvencionando sepelios de indigentes. También, <strong>la muerte de cualquier menor de edad debido a males por negligencia sería una indiscutible responsabilidad de los padres</strong>, quienes aprenderían a la fuerza. Porque con el dolor no alcanza.</p>
<p><strong>-¿Cómo no aplicarle la justicia bolivariana a esos padres que dejan que sus hijas se llenen de pastillas antes de salir a bailar y luego actúan sorprendidos?</strong> -diría el venezolano-. <strong>¿Tiene sentido que un hospital tenga que pagar por los insumos necesarios para curar a dos adolescentes borrachos a quienes nadie mandó a querer golpear a un policía?</strong></p>
<p>El SIDA, siendo tan letal y a la vez tan fácilmente evitable -y lo que es peor, de tan costoso tratamiento-, se convertiría probablemente en poco menos que un castigo divino. <strong>Las excepciones</strong> en lo que a enfermedades degenerativas o terminales (y también otras) se refiere, se llevarían a cabo con los de siempre: <strong>los ancianos</strong>, quienes debido a su condición no pueden hacer nada para evitar o retrotraer el uso prolongado de si mismos. Vieron como son los viejos: no pueden evitar el agarrarse algún achaque y –desprovistos de las habilidades regenerativas de antaño- eventualmente entran en un estado de putrefacción, y <strong>mueren</strong>.</p>
<p><strong>-¡No podría yo culpar a la viejecita que a los 88 años se ha muerto de un infarto, pero cómo no voy a castigar a la esposa irresponsable del obeso de 32 que sufrió ese mismo infarto tras beberse cuatro botellas de cerveza y comerse tres docenas de empanadas él solito!</strong> -diría Chávez. Y tendría razón.</p>
<p>Eventualmente, la gente comenzaría a cuidarse, para no joder tanto a los que quedan vivos. No habría hogar sin un tensiómetro, todos sabríamos practicar primeros auxilios y traqueotomías de emergencia, se acabarían los programas de gordos haciendo cosas en la tele, las anoréxicas tendrían que buscar otra forma de llamar la atención, etc. Las mujeres revisarían sus pechos una y otra vez a fin de evitarse las multas propias de quien pudiese contraer el cáncer de mamas, y de paso, se evitarían el cáncer de mamas, porque no les quedaría otra. Me dirán ustedes que eso recrudecerá la diferencia entre pobres y ricos, ya que <strong>los ricos siempre podrán tratar sus achaques en privado sin preocuparse los sobreprecios aleccionadores o las multas</strong>, pero lo cierto es que <strong>eso siempre fue así</strong>, como así también siempre hubo gente dispuesta a violar la ley. <strong>Lo único que se añadiría sería una mejor calidad de vida y salud para los que hoy en día tratamos de tener la menor cantidad posible de infracciones en nuestro haber y</strong> –encima- dependemos de la buena de Dios pese a que nos dejamos esquilmar por las obras sociales mes a mes.</p>
<p><strong>La única contra </strong>de este proyecto de sistema de salud y existencia es que en caso de decretarse y ejecutarse, desencadenará algo fascinante y a la vez macabro. Porque ante lo penoso de vivir y lo trágico de morir, <strong>la mayoría de la gente comenzará a desaparecer</strong>. Ya por voluntad propia o de sus seres queridos. La hija desaparecerá a la madre sin avisar a sus hermanos. El esposo desaparecerá a la esposa sin avisar a los hijos. El hombre enfermo se desaparecerá a si mismo, sin dejarle una carta a nadie. <strong>Y ningún particular buscará</strong>, porque reclamando tampoco estará nadie. <strong>Pero el Estado sí que buscará.</strong> Buscará mas allá de los límites del agotamiento, con sabuesos fiscales, probablemente, siendo las personas de mayor nivel adquisitivo las únicas en condiciones de poder llorar a sus muertos, llevando un duelo a la vieja usanza. <strong>Porque morirse estará prohibido, por decreto.</strong></p>
<p>Y cuando los desaparecidos sean más que los muertos, los muertos menos que los vivos, y el Estado no haga otra cosa más que buscarlos a todos, ahí te quiero ver.<br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las virtudes del auto-hipnotismo]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/?p=762</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 12:43:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/?p=762</guid>
<description><![CDATA[
No sé si ustedes creerán o no, pero yo soy un ferviente defensor de ese dicho que dice “si real]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
No sé si ustedes creerán o no, pero yo soy un ferviente defensor de ese dicho que dice <strong>“si realmente lo deseas con fuerza, sucederá”</strong>, versión tilinga del <em>“When you wish upon a star”</em>, o tal vez poco práctica del “persevera y triunfarás”. Bueno, ferviente no, porque no soy lo suficientemente idiota como para desear ser jockey en el hipódromo cuando mido casi dos metros y peso el doble que un deportista de esta índole, pero creo en ello, aunque por las razones menos mágicas y telenoveleras. Lo que pasa, es que <strong>creo en el auto-hipnotismo.</strong></p>
<p>No ejercito esta convicción –si bien el vocablo perfecto sería “recurso”- todo el tiempo, debido a que no es fácil y requiere de una disciplina que tengo ocupada en otros menesteres, actualmente alojados en <a href="http://wiki.urbandead.com/index.php/East_Grayside_Police_Department#Tutchen_Walk_Police_Department">la comisaría de <em>Tutchen Walk</em></a>, en Malton City. Digamos entonces para estar en paz con el Universo que mi vagancia o falta de metas “realizables” me impide sacarle más provecho, pero que en su momento conseguí punguearle ventaja a mi suerte gracias al ejercicio del asunto.</p>
<p>Creo -realmente creo- que el auto-hipnotismo consigue alterar en cierta forma el sector más inmediato que nos rodea, de alguna forma imperceptible a simple vista, e inconciente en cierto grado. Actuamos de cierta forma, nos convencemos de ello y el resto de los melones se acomodan solos frente al objetivo. Llámenlo Fe si quieren equivocarse, pero para este tipo de cosas yo suelo dejar a Dios de lado, y funciona exactamente lo mismo. <strong>Es más bien una re-configuración del Cosmos:</strong> un alinear las fichas cerebrales sobre un tablero en torno a un objetivo claro, que bien puede ser de vital importancia como no serlo. Uno obra en función de la meta sin darse cuenta, y la aplicación se ejecuta automáticamente. Dicen los que saben que una forma de llevar a cabo esto es la siguiente: al comenzar el día, <strong>escribir la meta 15 veces </strong>en una hoja de papel. O en un documento en la PC, no importa. Ni siquiera hace falta tipear todo letra por letra: alcanza con copiar y pegar, la gracia está en ser específico y leer el asunto (procesar la idea) un montón de veces, una debajo de la otra. Porque no es necesesario cambiar el sonido de la voz ni balancear un reloj frente a nadie, sino elegir <strong>las palabras adecuadas.</strong> Exactas.</p>
<p><img src="http://images.canaljuegos.com/CANALJUEGOS/retro/streetsofrage/sor2intro3zn3.gif" alt="Este señor se llama Mr. X y es el jefe final del la saga Streets of Rage" align="left" width="250" height="180" />Por ejemplo: si lo que se desea es acostarse e intimar con un señor X, lo que uno tiene que escribir no puede dejar lugar a posibilidades afluentes, sino que debe directamente poner: <strong>“Me voy a encamar con X”</strong>. Nada de <strong>“quiero que X me de bolilla"</strong>, o <strong>“Quisiera casarme con X”</strong>. Uno no está pidiendo nada, sino que se está preparando para ello. Imagino que es lo que hacen los atletas olímpicos antes de ganar una medalla de oro en –ponele- los cien metros llanos, ya que a esa altura del partido están todos en un nivel de rendimiento tan alto y en una situación física tan semejante, que sólo el más convencido puede ganarle al resto. Cabe aclarar que si la meta es de las que requieren un largo esfuerzo, como por ejemplo un: <strong>“voy a ser un tenista millonario”</strong>, lo sensato es no anteponer plazos de tiempo, para que el programa no deje de ejecutarse ante nuestro desaliento inevitable. Caer el lo brutalmente ilógico o improbable (ser una ama de casa cincuentona y programarse para ser un concertista de piano de 20 años que en sus ratos libres dirige películas porno) tampoco funciona. Podemos permitirnos que parezca casi imposible, pero no improbable. Puede llevar días, semanas, años.</p>
<p>El otro día (lunes) lo hice (me programé) casi sin darme cuenta, y mi regalo para ustedes es la posibilidad de entrarle también a los beneficios del auto-hipnotismo.</p>
<p>Resulta que esta semana, inexplicablemente, un pensamiento me acompañó sin pedir permiso, interponiéndose entre mis ideas más corrientes camino al trabajo, las cuales se reflejarán algún día en mi autobiografía, quizá en un capítulo titulado <strong>“Mi vida viene a ser como un bombón suizo relleno de mierda: al principio deliciosa, nomás para tentarme a seguir mordiendo”</strong>. Probablemente necesite un corrector literario, ya que el título es largo. Pero la cuestión es que una voz rebotó holgada en mi cabeza, de lado a lado como un extintor de incendios en el útero de una madre reciente, diciendo: <strong>“Mirá hacia el piso, podés encontrar monedas. Hoy vas a encontrar monedas”.</strong> </p>
<p>“Hoy vas a encontrar monedas” –me dijo la voz familiar pero desconocida y con ganas de conversar, haciéndome sentir que era protagonista y presa de ese recurso tan común en las novelas de Stephen King.</p>
<p>Y entonces, ese día al subir al colectivo, miré hacia el piso, y encontré una moneda. Dos. <strong>Tres moneditas de diez centavos.</strong> Me puse contento, obvio. Al llegar al trabajo me dispuse a realizar lo mismo durante toda la semana, seguro de que iba a encontrar más monedas. Y encontré otros diez centavos el martes. Nada el miércoles, pero otras dos moneditas de diez centavos el jueves, una de cinco centavos el viernes, y finalmente una de 25 centavos el sábado. Total: 90 centavos. </p>
<p>No te cambian la vida, pero es mucho mejor encontrar noventa centavos que no hacerlo, y lo mejor de todo es que -bien programado- yo no me la pasé pensando en las moneditas: a partir del miércoles <strong>yo bajaba la cabeza viendo donde estaba la moneda, directamente</strong>. Por eso, si ustedes gustan, les dejo aquí estos versos fácilmente memorables que programarán su cerebro a fin de que encontrar moneditas esta semana sea tan sólo cuestión de agacharse a “recolectar” algo que ya sabíamos de antemano que estaría allí.</p>
<p><em>“Te vendrás metal, conmigo,<br />
Es mi semana de suerte de suerte:<br />
Encontraré moneditas<br />
En vez de una horrible muerte."</em></p>
<p>Notarán ustedes que el último verso no funciona completamente bien debido a que implica un cambio en la rutina, como si uno hasta ahora hubiese venido encontrándose esa horrible muerte, pero bueno... rima consonante, como a mi me gusta. Si quieren pasar a un segundo nivel de dificultad y convertir la situación en un deporte de riesgo, también es posible reemplazar el <em>“en vez de...”</em> por un <strong>“o si no...”</strong>, cosa de ir a todo o nada.</p>
<p>Después me cuentan cuanto encontraron. Y siéntanse libres de utilizar la plantilla de comentarios para comenzar (escribiendo, copiando y pegando) a auto-hipnotizarse con el objeto de alcanzar una verdadera meta de las que tienen ahí, pendientes. </p>
<p>Las confesables, las metas confesables. Parece mentira, pero tengo que aclararlo.<br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[meditação] Não é o que você pensa]]></title>
<link>http://boloreia.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 00:10:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>leoxavier</dc:creator>
<guid>http://boloreia.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[Eu medito. Mas antes disso, pesquisei muito tempo na internet por conteúdo a respeito de meditaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu medito. Mas antes disso, pesquisei muito tempo na internet por conteúdo a respeito de meditação. Pra variar, encontrei tanta coisa que acabei ficando perdido. Por isso, por preguiça e por falta de confiança de estar fazendo da maneira correta, demorei um bom tempo pra começar a praticar. Pra quem quer começar a meditar (e serve pra qualquer coisa que você queira fazer), o que tenho pra dizer é comece. Não interessa se certo ou errado, se você não começa, nunca vai saber se estava certo ou errado.</p>
<p>Gosto de motivar meus posts com vídeos... e o vídeo de hoje é um trecho do <span>Programa: A Incrível Máquina Humana (Meditação Budista estudada cientificamente) produzido pela National Geographic</span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/hzPM8hAgmpA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/hzPM8hAgmpA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Texto abaixo extraído do site <a href="http://www.erowid.org" target="_blank">Erowid</a> (<a href="http://http://www.erowid.org/spirit/meditation/meditation_essay1.shtml">Meditation - It's not what you think</a>) é uma boa explicação sobre meditação.</p>
<p>Original por Joi Eden, traduzido livremente por mim.</p>
<p>"Parece que todo mundo está interessado em meditação...falando dos seus maravilhosos benefícios, recomendando aulas e discutindo diferentes maneiras de "fazer isto". Mas, para um iniciante, o que é "isto"? E como se faz "isto"?</p>
<p>Nosso ocupado, agitado, estilo de vida parece nos proibir essa prática pacífica, ou permite uma "desculpa" conveniente para não começar, ou continuar, a meditar...mas, a boa notícia é, você PODE ter benefícios mesmo se pratica por curtos períodos. Com a técnica simples descrita abaixo, você começará e viajará incrivelmente. Existem centenas de estilos, tradições e formas de meditação, mas esta prática simples tem sido muito recomendada. É dito, "Aqui é onde o iniciante inicia e o Mestre termina".</p>
<p>Sente-se confortavelmente, preferencialmente ereto e alerta. Caso não possa sentar-se ereto, deite-se. Quando sentado, deixe que sua coluna e músculos te sustentem, caso consiga, se não utilize o encosto da cadeira. Especialmente para os iniciantes, se estiver desconfortável, sua mente distrairá e você não será completamente beneficiado --- isto irá te distrair do seu processo. Você pode mudar as coisas pelas suas necessidades. Se sentado numa cadeira, pés no chão, dedos paralelos ao chão, pés alinhados com os joelhos, joelhos alinhados com os cotovelos e ombros, costas retas (mas não rígidas), mãos descansando nas coxas, palmas para baixo. Não deixe seu corpo cair ou contrair --- imagine que sua cabeça está suspensa por um fio de ouro por cima. O ponto de suspensão é o topo da sua cabeça, então seu queixo ficará um pouco pra dentro. Caso se canse ou se afrouxe, apenas se reposicione! Você se sentirá sem peso e relaxado. Lembre-se, mude de posição caso acho necessário. Você aos poucos se sentirá bem confortável com esta posição.</p>
<p>Para sentar numa esteira, almofada, travesseiro, sente-se de pernas cruzadas, meia ou lótus completa, dependendo da sua habilidade. Não force isto, ou outra postura; mova-se gradualmente para ela. Praticando em ambiente tanto fechado quanto aberto, o ar deve ser fresco e bem ventilado, sem correntes de ar ou vento forte e as roupas devem ser soltas e confortáveis.</p>
<p>Você deve fechar seus olhos (exceto se isso te deixar com sono) ou contemple com os olhos quase fechados como se estivesse olhando para baixo e para dentro. Caso queira, fique com a ponta da língua no palato superior atrás dos dentes. A menos que haja uma restrição física, respire pelo nariz.</p>
<p>Tradicionalmente, os melhores horários para praticar são logo após o acordar e pela noite ou antes de dormir. Com os agitados calendários modernos, qualquer horário está bem. Não deixa a "falta de tempo" te parar. Você ainda pode se beneficiar, mesmo que pratique "momentos estranhos" ao longo do dia --- você se surpreenderá com como alguns minutos aqui e ali ajudam na sua paz de espírito. O tempo de prática recomendado é 20 minutos, duas vezes ao dia --- SE VOCÊ PUDER ... algumas pessoas praticam mais freqüentemente e por períodos de tempo maiores que 20 minutos. Lembre-se, isto é pessoal; somente faça o seu melhor e curta. Não pratique quando exausto; evite comer 30 minutos antes e depois de praticar. Pratique por alguns minutos antes em um ambiente sossegado. O tempo se estenderá assim que você ficar mais confortável...você provavelmente se surpreenderá! Você poderá usar música tranquilizante como um agradável som ambiente.</p>
<p>SUA PRÁTICA</p>
<p>Sente-se confortavelmente...premita-se ficar atento ao seu ambiente enquanto você gentilmente e calmamente fecha seus olhos...fique atento ao seu corpo...sinta-se sentando...sinta o contato que o seu corpo faz em cada superfície...sinta partes do corpo tocando outras partes (mãos descansando nas pernas, pernas cruzadas)..sinta seu corpo descansando confortável e protegido pelo ar ao seu redor...desenhe sua atenção em seu interior enquanto sente seu corpo relaxando entre as superfícies...calmamente se atente à sua respiração, sem alterar sua respiração...repouse sua atenção também em seu umbigo ou suas narinas...calmamente sinta e fique alerta ao ritmo da sua respiração...se pensamentos vierem à sua mente, não tente parar ou evitá=los; apenas fique alerta deles e deixe-os ir embora --- não os siga e não tente resolver problemas...pensamentos sempre virão; apenas sorria quando você os notar...observe e deixe-os ir enquanto você retorna à sua consciência do fluxo tranquilizante da sua respiração...sempre, como deseja sua mente, retorne-a à sua respiração...Você pode querer pensar ou imaginar sua respiração como uma cor ou uma luz ou um pensamento agradável se movendo para dentro e para fora num fluxo suave --- palavras como "paz", "calma", "amor", "luz", "segurança", e afins são boas...use-as o tanto que desejar...você pode repetir essas palavras na sua mente no ritmo do fluxo de sua respiração...sorria internamente enquanto medita...apenas sente e ouça a sua respiração e os pensamento calmantes...esteja alerta...descanse na serenidade e silêncio desse pacífico e poderoso momento...e apenas nesse momento, você pode livrar-se de todos pensamentos, preocupações e inquietações e estar apenas tranquilo e sereno.</p>
<p>Quando você sentir que praticou pelo tempo certo, devagar retorne sua atenção ao seu corpo...atenção de estar no seu ambiente...vire sua atenção para fora e devagar, gradualmente abra seus olhos. Você pode esticar e espreguiçar com as palmas juntas, coloque-as sobre os olhos, então esfregue gentilmente sua face para baixo e  nuca e pescoço algumas vezes. Então simplesmente continue com suas atividades normais.</p>
<p>Meditação é um processo de cultivação --- seja paciente e natutal, curta cada momento, não se "esforce muito"...apenas permita-se e tudo naturalmente cairá em seu lugar. O grande bloqueio da meditação é a impaciência e expectativas. Apenas continue a repetir o processo simples e você se beneficiará. Não espere por ou deseje resultados "espetaculares"; isso é uma perturbação que distrai...de fato, se você puder evitar isso, ISSO é espetacular! Não seja impaciente consigo mesmo ou desapontado se a prática de hoje não foi tão boa quanto a de ontem...isso acontece! Apenas descanse por um momento...ssshhhh...descanse na serenidade e silêncio, e curta!</p>
<div class="h7"></div>
<div class="h7">MEDITAÇÃO É...</div>
<ul>
<li>Permitir que a mente se torne alerta e atenta</li>
<li>Permitir que a mente fique calma, concentrada sem força e focada</li>
<li>Aumenta a sua atenção pelo mundo em torno de você</li>
<li>Estar no momento - não se preocupando com o passado ou futuro</li>
<li>Agradável</li>
<li>Um processo mais que um objetivo...uma bela, inspiradora, jornada ao invés de um destino</li>
</ul>
<div class="h7">BENEFÍCIOS</div>
<ul>
<li>Redução do estresse, tensão, depressão, ansiedade - emoções mais balanceadas</li>
<li>Sistema imunológico fortalecido, saúde melhorada</li>
<li>Senso de identidade e conexão, melhoras na confiança e concentração</li>
<li>Paz de espírito, otimismo e auto-valorização</li>
<li>Um senso de maior conexão espiritual</li>
</ul>
<div class="h7">MEDITAÇÃO NÃO É...</div>
<ul>
<li>Dormir</li>
<li>Entrar em transe</li>
<li>Desligar-se da realidade</li>
<li>Tornar-se perdido no pensamento e/ou esquecendo quem ou onde você está"</li>
</ul>
<p><span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Masajista. Andrés. 60 centímetros de Literatura. Dpto. privado. Llamame.]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2008/01/18/masajista-andres-60-centimetros-de-literatura-dpto-privado-llamame/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 10:38:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/2008/01/18/masajista-andres-60-centimetros-de-literatura-dpto-privado-llamame/</guid>
<description><![CDATA[
En un comentario del artículo anterior, un muy querido lector mío se ofendió/ enojó/ ofuscó de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
En un comentario del artículo anterior, un muy querido lector mío se ofendió/ enojó/ ofuscó debido a que agarró todo para el lado de los tomates. Síntoma de espíritu indómito, joven e inexperto, de caballo salvaje, de potro enloquecido, de león embravecido, de huracán adentro de un torbellino adentro de un volcán erupcionando golems de lava sin control. Algo así.</p>
<p>Copio y pego parte de su comentario. La parte que me interesa, para ser preciso:<br />
<br><br />
<strong>“Tipos como vos… que chusmean un rato en internet; ¿tiran abajo los 60 CENTIMETROS de literatura que me comi este año en la UBA?”</strong><br />
</br><br />
Dejen de lado la incomprensión de texto, ya le hablé a ese respecto. Agrego también que lo de 60 centímetros de cualquier cosa me suenan re-porno, pero aún no entiendo bien porqué. Dejen de lado eso también, por favor, junto con el hecho de que en la UBA más de un profesor ha recibido favores sexuales de algún alumno/a, y obrado en consecuencia, <strong>NO</strong> haciendo por ello de la Universidad de Buenos Aires un establecimiento menos prestigioso o recomendable. Dejen de lado por último, ese rumor urbano que dice que <strong>si dejás un ladrillo en la vereda de la facultad de Ciencias Económicas</strong> y lo pasás a buscar dentro de cinco años, tiene el título de Contador Público abajo.</p>
<p><img src="http://www.mygothic.net/images/g1_monster/fire_golem.jpg" alt="Golem de Lava" align="left" width="200" height="200" />Lo cierto es que desde ese preciso instante en que tomé cartas en el asunto (léase: desde que respondí al comentario), me tiene entretenidísimo esto de <strong>medir en centímetros lo leído.</strong> ¡Con todo lo que me gusta Sarmiento resulta que le leí apenas unos veinte centímetros, como mucho! Yo solía juzgar de acuerdo a la calidad o valor (cualesquiera fueran los parámetros previamente definidos) del texto, pero esto le pasa el trapo con la violencia privativa de uno de los <strong>golems de lava</strong> que usé en la primer analogía. Escribí alguna vez un cuento breve acerca de las formas de medir las cosas (si supiera donde quedó, lo haría publicar por mi negrito esclavo), pero las posibilidades son realmente infinitas. <strong>Al principio creí que leer en centímetros me simplificaría las cosas</strong>, pero muy por el contrario, la cancha se embarra considerablemente. Créanme, resulta que el mundo no estaba tan loco ni mal hecho como creen algunos. Cuando en <em>Tango Feroz</em> Fernán Mirás le decía a Cecilia Dopazzo eso de <strong>“el tiempo debería medirse en sensaciones”</strong>, es sólo porque estaba más drogado que Maradona en... bueno, no sé. Lo único más drogado que Maradona que conozco es el robot de Robocop 2. En la foto, un golem de lava.</p>
<p>Imagínense que mi comentarista hubiese dicho <strong>“las 400 HORAS de literatura…”</strong> por ejemplo. Saldría uno a discutir la velocidad de lectura, en cualquier caso, o la calidad de lo leído. Sería indispensable establecer un ritmo estándar, y asegurarnos de que no se hacen detenciones o tareas con correspondientes a la lectura, a menos que las pausas para ir al baño estén ya incluidas y consideradas. Ni hablar de las distracciones… ¿Vieron como se va complicando? Mi madre tiene un tic nervioso que consiste en pestañear más seguido que el resto de los mortales, por lo que sería injusto no ofrecerle algún tipo de tiempo de descuento. Leer por peso también resultaría complicado. Me pondría a llorar si alguien se refiriese al “Facundo” como a “medio kilo papel y un poco de tinta”. </p>
<p>Pero… por ejemplo, <strong>yo podría levantarme una mañana y comprar las cosas de acuerdo al tiempo que lleva hacérselas</strong>. No digo trabajar, ya que tengo un horario que cumplir más allá de mi productividad, que cada vez le saca más cuerpos a mi sueldo. Pero supongamos que de regreso a casa paso por la fiambrería y pido 25 segundos de salame picado fino. El despachante debería entonces comenzar a contar desde el momento en que la hoja giratoria toca contacto con el alimento (y no cuando se enciende la máquina), cortando durante el tiempo establecido, cobrando luego según correspondiese. Al principio podría haber algún tipo de confusión, pero los chistes homofóbicos fáciles del tipo <strong>“dejame a solas con tu longaniza media hora”</strong> ayudarían a fortalecer la relación <em>vendedor-cliente</em>.</p>
<p>Una vez dominado el tiempo o valor de corte, la apuesta podría elevarse agregando un eslabón estándar, como ser un tema musical. <strong>Cobrándoseme por canción.</strong> No tardaría mucho en darse una conversación como la siguiente:<br />
<br></br><br />
<strong>Mantis: -Buenas...</strong><br />
<em>-Buenas tardes ¿En qué te puedo ayudar?</em><br />
<strong>Mantis: -Cortame un “Funky” de jamón cocido, queso, y mortadela. Mi esposa está de humor para una picadita.</strong><br />
<em>-¿El de Charly García? ¿Partes iguales?</em><br />
<strong>Mantis: -Por supuesto, tan iguales como tres hombres negros. Y las fetas más delgadas que tu pericia permita, mi fiel amigo.</strong><br />
<em>-Las haré finas como el himen que separa a una joven virgen de mis placeres nocturnos.</em><br />
<strong>Mantis: -Jajaja… eres ácido e incorregible, Morgan. Tú y tus chistes de hímenes…</strong><br />
<em>-¿Acaso los hay de otra clase?</em><br />
<strong>Mantis: -Si los hay, no quiero saberlo.</strong><br />
<em>-Por cierto… está muy lindo el matambre que me llegó hoy.</em><br />
<strong>Mantis: -Bueno… Dame un <em>“Afternoon Delight”</em> de la <em>Starland Vocal Band</em>, pero frenate en la parte esa en la que dicen <em>“thinking of you is working up my apetite”</em> y empiezan a cantar más agudito.</strong><br />
<em>-¿A dieta?</em><br />
<strong>Mantis: -Me estoy cuidando un poco. </strong><br />
<em>-¿Cómo una niña victoriana de 8 años cuida su himen en casa de Lewis Carroll?</em><br />
<strong>Mantis: -Jajajaja… Amo este lugar.</strong><br />
<br></br><br />
No apostaría mi vida a que el tipo se llama Morgan, pero es una posibilidad. Él, armado de una PC y parlantes de escritorio entonces comenzaría a reproducir el mp3 correspondiente.  Por supuesto, ningún plan es infalible y el fiambrero bien podría hacerme trampa, en todo caso, poniendo un disco con una versión “desenchufada” y de duración inferior en unas tres fetas. Y el mercado negro de <strong>canciones ligeramente adulteradas</strong> reemplazaría con mucha sutileza el de las balanzas mal reguladas. Pero es que no se puede todo… Y mientras escribo me acabo de dar cuenta de que este procedimiento a la inversa también me permite medir la duración de una canción en fetas. O las cosas en fetas, y las cosas en canciones… ¿Alguna vez se han preguntado cuantas tostadas pueden preparar en un <em>More than Words</em> de <em>Extreme</em>, o si basta con un <em>Don´t Stop Me Now</em> de <em>Queen</em> para doblar la ropa recién descolgada de la soga, y guardarla en el placard? </p>
<p>Este va a ser el mejor fin de semana de mi vida. Pero la pregunta asesina y fantasticobulosa del día (y del fin de semana o hasta que pueda volver a escribir) es <strong>¿60 centímetros de qué cosa preferiría usted comerse ahora, en este preciso instante?</strong><br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Domingo, 6 de enero de 2008]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/12/31/domingo-6-de-enero-de-2007/</link>
<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 12:32:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/2007/12/31/domingo-6-de-enero-de-2007/</guid>
<description><![CDATA[
Tal vez no todo tiempo pasado haya sido mejor, pero por lo menos, era tiempo… Mientras escribo es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
<em>Tal vez no todo tiempo pasado haya sido mejor, pero por lo menos, era tiempo… Mientras escribo estas líneas sin remitente aparente y la frente sangrante debido a las esquirlas que rasgan mi cuerpo, explosión tras explosión desde hace días, no puedo sino preguntarme, ¿Podría haberse evitado todo esto? El ruido de las sirenas es inconfundible, el olor de la muerte es innegable: ha llegado el fin de la civilización tal y como la conocemos.</p>
<p><img src="http://i52.photobucket.com/albums/g14/andres_lamantis/20050311_boybowl.jpg" alt="Chinchulîn" align="left" />Diego Golombek, director el laboratorio de Cronobiología de la Universidad Nacional de Quilmes e investigador del Conycet había sabido alertarnos, pero no lo escuchamos. María Daraio, una especialista en sueño del Hospital Italiano de Buenos Aires también quiso librarnos del mal que podía avecinarse, y ¡Rayos! Ninguno de nosotros fue capaz de hacer nada. Las autoridades estaban decididas a llevar a cabo su plan, jugando con fuerzas que les eran desconocidas. <a href="http://www.infobae.com/contenidos/356600-100796-0-C%C3%B3mo-no-desorientarse-el-cambio-uso-horario">Se nos avisó acerca de los trastornos que podrían ocasionársenos</a>, pero fuimos sordos… fuimos bestias directo al matadero. Fuimos lemmings de reloj, incapaces de hacer nada, quizá borrachos de festejos navideños; tal vez crueles alucinados.</p>
<p>Lo reconozco, yo también creí que no sería tan grave. Me dije a mi mismo: Me cagarán una hora de sueño del domingo, a lo sumo. Pero fue mucho más que eso. Fue el fin del principio del fin de la civilización tal y como la conocíamos.</p>
<p>El primer caso de desorden temporal grave y que llegó a los medios fue el de mi amo, y por eso es que esto se escribe. Andrés de gracia al nacer, en la red se lo conocía medianamente nomás a través de su nombre de guerra: “Mantis”, si bien hoy quienes lo recordamos nos referimos a él como al “Primer caído”. </p>
<p>Mi imaginación recrea una, y otra y otra vez la misma sucesión de hechos que los medios de comunicación repitieron hasta el cansancio, o mejor dicho, hasta que los casos comenzaron a ser incontables: Mantis, acostumbrado a tomarse el tren todos los días a las 7.00 hs. Había desarrollado, cual perro de Pavlov, la costumbre lógica de subir al tren a las 7.00hs. Mi amo era sensato. Pero cuando el horario cambió y los malditos relojes se adelantaron una hora, el pobre diablo terminó dándose de bruces con la realidad de que el tren de las 6.00 (que pasó a ser el de las 7 en este mundo nuevo, por lo menos mientras el sistema ferroviario todavía funcionaba) no pasaba sino a las 7.05, por lo que cayó a las vías sin remedio y luego debió aguardar aprox. 5 minutos ahí tirado, hasta ser arrollado finalmente por un maquinista piadoso. Un motorman que le arrebató ese infierno al que hoy todos los sobrevivientes del “adelanto”, cuales cobayos humanos, estamos siendo sometidos... </p>
<p>Para cuando quiso volverse atrás la gente ya había sido demasiado confundida. Imagínese quien lea estas líneas, entonces a un hombre que todos los días deja a su esposa en el trabajo a las 9.00hs. Cambia (retrocede) el horario, pero ellos no se dan cuenta, y ella termina teniendo que hacer tiempo en un bar cercano al edificio donde trabaja. El marido, que estaba haciendo trámites ahí cerca, pasa con el auto entonces a tomarse un cafecito, precisamente en el bar en el que sospechosamente su esposa se encuentra tomando un café. La mesita es para dos, y ella le hace señas al mozo, pero… ¿qué señas son esas? Puede ser que le haya pedido una Coca Light o que le haya dicho “No, no me traiga nada, estoy esperando a otra persona”… Y esa otra persona seguramente es ese compañero de trabajo que se separó hace poco y tiene una cara de ganas de culear que no se puede creer. Entonces, el tipo ante la duda, la mata por hija de puta y se suicida. Pavor, sí, pavor.</p>
<p>Eso que ustedes imaginaron, pasó. Todo pasa: ya no hay improbables ni imposibles. Los que no murieron en accidentes lo harán pronto, debido a que las horas de solo nocivo se confundieron al punto de que el hombre que no tiene cáncer de piel por tomar sol a destiempo es elegido por padres que entregan a sus hijas vírgenes a cambio de nada, contentos con sólo saber que sus nietos serán de “semilla fuerte y saludable”… las palermogólicas no lo entendieron, y hoy son tan sólo un recuerdo borroso… Es el fin de la civilización tal y como la conocemos…</p>
<p>Entre la desesperación del no saber el momento en que se vivía y la imposibilidad de determinarlo a través de los programas televisivos (cuando todavía se realizaban transmisiones televisivas) debido a que los mismos no tenían por ese entonces horario fijo sino que se estiraban de acuerdo a lo que el otro canal estaba mostrando (en feroz competencia por el rating y los anunciantes) y el oprimir un botón haciendo explotar los reactores en la Central Nuclear de Atucha I no pasaron sino algunas pocas horas. Y como ese: cientos de ejemplos, miles de anécdotas sueltas… anécdotas que lo certifican: es el fin de la civilización tal y como la conocemos.</p>
<p>Lo único que queda por destruir en esta parte del mundo, es lo que se está destruyendo. Ya no existe la creación en ningún sentido… Supuestamente, en las predicciones más optimistas se aclaró que el cuerpo humano se “acostumbraría” en unos cinco días aproximadamente. ¡Desafío entonces a cualquiera a vivir en ese vórtice, en ese agujero negro, esa forma inescrupulosa de existencia, llena de espacio pero absolutamente vacía de tiempo! ¡Cómo haríamos entonces para saber cuando habían terminado esos cinco días! En una de esas faltaba una hora y recién iban 4 días y veintitrés horas! ¡O aún peor: iban ya cinco días y una hora, y pasado el lapso estimado aún seguíamos sin poder adaptarnos! Nadie lo pensó… o todos lo pensaron… pero lo cierto es que nadie se hizo cargo. Los argentinos, inadaptados biológicos o no, dejaron de cobrar su "presentismo" y se dieron entonces a sucumbir irremediablemente. Como venados histéricos o lechuzas insomnes, como árboles faltos de sueño, como yogures hediondos pero atiborrados de fechas de vencimiento despintadas, contradictorias, indecisas… </p>
<p>Se escuchan pasos…. Siempre se escuchan pasos. No hay lugar donde esconderse, ni tiempos que esperar. Llevo conmigo el reloj pulsera de mi amo (ese día Mantis había salido nomás con el reloj del teléfono celular), y tan sólo gracias al mismo he conseguido escapar de la demencia. Pero es difícil saber que cada segundo que pasa puede ser de esta hora o de la anterior. O de la siguiente ¿Cómo saberlo? Aterra. Enloquezco poco a poco pero no temo. Aunque el tiempo ya no exista yo estoy decidido a sobrevivir… La rebelión, organizada desde Mendoza por ese grupo rebelde conocido como “Los Impuntuales” se hace fuerte entre los escombros, y lucha día a día, tratando de alcanzar esa primera quincena de marzo que podría devolverlo todo a la normalidad, o al menos, a todo lo que alguna vez fuimos como especie y como república. ¿Quién lo hubiera dicho? Si consigo llegar allí, o contactarme aquí con uno de sus miembros enviados desde Neuquén, mis posibilidades serán otras… sus puestas de sol cercanas a la medianoche los pusieron en ventaja: les dieron una oportunidad que en un momento habían llegado a ver como una herida propia del país que piensa y pensó siempre en porteño, solamente.</p>
<p>Los pasos se acercan. Detengo mi pluma con prisa pero no con miedo, sabiendo que mi vida es un bien escaso, pero que vale el tiempo que cualquiera pudiese dedicar a leer estas palabras.</em><br />
<br></br><br />
<strong>Chinchulín.</strong><br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eternidad]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/12/06/eternidad/</link>
<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 11:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/2007/12/06/eternidad/</guid>
<description><![CDATA[
Nunca tengo un mango encima. Si no es porque los gasto, es porque no los gano, o porque los ahorro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
<strong>Nunca tengo un mango encima.</strong> Si no es porque los gasto, es porque no los gano, o porque los ahorro preso de la paranoia de las constantes catástrofes familiares y a sabiendas de que no me están haciendo todos los aportes en la AFIP sino con demoras y atrasos moratorios. La cuestión es que nunca tengo un mango encima. Esta situación se ha prolongado desde hace tanto tiempo que ya no me afecta, y he llegado a acostumbrarme a salir con –a lo sumo- treinta pesos en la billetera y mi tel. celular (valor en mercado: $15), cosa de no decepcionar demasiado a un posible grupo de pibes chorros que pudiesen considerar el delito y mi muerte entre estertores agónicos post-puñalada como forma de expresar su desamparo social. Por eso, cuando encuentro formas de ahorrar aunque más no sea un centavo, me pongo muy contento. El otro día, por accidente, <strong>descubrí la forma de transformar cualquier chicle en un cachito de eternidad</strong>, a tan sólo una fracción de su valor real. Paso a explicar:</p>
<p>Usted necesita un “<em>vehículo</em>”: <strong>un chicle de cereza o frutilla</strong>. Los dos tienen más o menos el mismo gusto, así que elija el que salga más barato, guarde las monedas en el segundo lugar más seguro que tenga<strong>*</strong>, ya que con el aumento del boleto en trenes y colectivos aprobado, el dinero metálico pasará de ser escaso a ser más o menos lo que el papel en la película "Waterworld" (sí, la de Kevin Costner con branquias). En mi caso, fueron unos Topline de cajita colorada. (no se diferenciar entre los sabores de la frutilla, el cherry y esas mariconadas; para mí que son todos iguales). Y también necesita lo que denominaremos “<em>eternidad</em>”: <strong>Una cajita de pastillas Dorin</strong> de sabor… cajita colorada. Cuestan centavos, y traen un millón de pastillas, aproximadamente, aunque puedo estar exagerando con fines literarios.</p>
<p><img src="http://www.maiolandia.com.ar/antiguedades/img-ant/0002_dorins_naranja2.gif" alt="Pastillas" align="left" />Masque el chicle como siempre (dentro de la boca, con los dientes, saliva, usted me entiende). Cuando sienta que al mismo le resta poco tiempo de vida, detenga el masticar e introduzca una pastilla dentro de su boca. Siga masticando el chicle hasta que –inevitablemente- la rígida pastilla <strong>se haga trizas</strong> entre las muelas. El sabor ha vuelto, y usted puede seguir repitiendo la operación a conveniencia. Llegado un momento, el chicle va a querer deshacérsele granulosamente en la boca, pero usted puede estirar su existencia cuantas veces lo crea necesario, siempre y cuando le queden pastillas y ganas de masticar.</p>
<p>Infinito, lo que se dice infinito, no es. Porque eventualmente usted morirá, mal que le pese, coma o no pastillas Dorin, tome o no las pastillas para la presión arterial, fume o no y salga o no a correr . Y se corren ciertos riesgos de alcanzar un leve retraso mental propio de los rumiantes y los palermogólicos que creen que en el tren viajan sólo “los negros a los que habría que matar a todos”. <strong>Pero por lo menos es una porción de vida eterna a la cual prácticamente todos tenemos acceso</strong>, y que podemos estirar o finiquitar a nuestro antojo, sin salir de casa, independientemente de la religión que poseamos o los pecados que hayamos cometido. Y eso no se encuentra todos los días en este mundo en el que la vida eterna es tan sólo para los que prometen comer siempre el mismo chicle, o se arrepienten de siquiera haber pensado en alfajores y te tiran el turrón por la cabeza. </p>
<p>Qué <em>kitsch</em> que estuve. Pero bueno, era eso o no escribir nada y entrar a masturbarme hasta el aneurisma con <a href="http://www.infobae.com/contenidos/352660-1100795-0-La-extraña-forma-comer-Kournikova">esas fotos </a>que aparecieron mostrando a una Anna Kournikova que trata de comer desde el aire, atrapando al vuelo pedacitos de no sé que cosa con la boca. </p>
<p>Y yo quiero que nos entretengamos todos.<br />
</font><br></br><br />
<font face="times new roman"><em>*Los damospenienses de ley estamos de acuerdo en eso de que a menos que sea usted un libertino o una dama ligera de cascos, el lugar más seguro para guardar cualquier objeto pequeño <strong>siempre va a ser el culo,</strong> y no conviene meter monedas allí porque debido al manoseo constante están llenas de microbios.</em></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oveja Negra]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/11/09/oveja-negra/</link>
<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 11:48:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/2007/11/09/oveja-negra/</guid>
<description><![CDATA[
Con esto de las elecciones, alguna noticia interesante se nos iba a escapar. 
Parece que la raza hu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
Con esto de las elecciones, alguna noticia interesante se nos iba a escapar. </p>
<p>Parece que la raza humana finalmente va a separar lo bueno de lo malo, nomás genéticamente. Era hora. Va mas allá de lo que dijera Watson en su momento, o al menos, eso cree Oliver Curry, un presunto político/teórico/evolucionista que parece salido de un libro del siglo XIX y sostiene que, dentro de cómo cien mil años, la humanidad se terminaría dividiendo en dos subespecies: </p>
<p><strong>a) Un grupo de altos, hermosos,</strong> inteligentes, simétricos, saludables y de órganos sexuales enormes y bellos, como Jennifer Connelly.</p>
<p><strong>b) Un grupo de hobbits negros</strong> con pinta de mono o duende, feos y obtusos como Ariel Ortega.</p>
<p>Eso sería imposible, por muchas razones. Vamos con algunas de ellas, amparadas en el presente:</p>
<p><strong>1) Para que una total división</strong> pudiera llevarse a cabo, obviamente las actividades socio-económicas deberían dividirse completamente, entre otras cosas. No sólo tendrían que dejar de existir las mujeres muy pobres pero atractivas con ganas de relacionarse económicamente con hombres muy feos pero muy ricos, sino que deberían desaparecer también los hombres ricos con ganas de sexo. </p>
<p><strong>2)</strong> El hecho de que las mujeres se inserten siliconas en el cuerpo y alimenten a sus bebés con leche vacuna  en cuanto les es posible me hace creer que los pechos en el futuro deberían ser <strong>incluso de menor tamaño</strong>, y más o menos como los de un hombre. Si eso sucediera, el hombre se haría directamente homosexual, eso obvio. Ya no las necesitaríamos, y la masturbación nostálgica en los museos haría el resto. Desapareceríamos.</p>
<p><strong>3) Los hombres estarán de acuerdo conmigo</strong> en decir que unas calzas y remeritas bien ajustadas suelen verse mejor en determinadas anatomías, más precisamente las menos favorecidas socialmente y que más cerca suelen tener un “Plan Trabajar”, por decirlo así. Al menos, hasta que empiezan a deformarse con los sucesivos partos. Vaya a saber Dios porqué es así, pero es. Podríamos denominarlo <strong>SCC</strong>. ("Síndrome de la Condición Capristo)</p>
<p><strong>4) Los últimos mil años no hicieron nada en la raza humana. </strong>Se necesitaría mucho más tiempo para finalmente conseguir una modificación razonable en nuestra estructura física (si mal no recuerdo, se pronostica eventual desaparición del vello púbico, los dedos meñiques, las muelas de juicio y algunas otras cosas que están medio al pedo).</p>
<p>Pero finjamos, por favor. Sigamos la corriente de la gente de la BBC, que a través del “<em>Sun</em>” le dio lugar a este papanatas, según quien la gente linda va a entrar a ponerse “exquisita”, y dejará de sobarle la genitalia a quien no le parezca lindo… ¿Saben qué? Yo también tengo una teoría…</p>
<p>Estoy seguro, de que si Curry está en lo cierto, <strong>esos seres supuestamente inferiores serán eventualmente los que terminarán dominando el planeta.</strong> Lo voy a llevar todo unos cincuenta mil años más adelante, de guapo que soy nomás. Porque cuando sos una especie de duende negro, maltrecho, fiero, inferior intelectualmente y despreciable, hacés lo que hacen hoy en día hacen los seres que mayor cantidad de esas carácterísticas poseen. Me refiero, sí, a <strong>entrarle duro</strong>, por todos lados, haya o no globito a mano.</p>
<p>Así, aunque inferiores desde toda perspectiva, esta suerte de criaturas horripilantes (“hobbits” u “ortéguidos”) serán increíblemente poderosas a la hora de <strong>reproducirse</strong>. Como ahora, pero peor. Al ser más tontos y débiles, probablemente necesitarán de camadas numerosas para sobrevivir (como ahora pero peor). Y todos sabemos que no sería la primera vez en la historia de la vida en la Tierra eso de apostar a la cantidad, ya que lo mismo acontece hoy en día con los cangrejos, los cocodrilos, los mosquitos, etc. <strong>Sus hembras vivirían no sólo en constante (como ahora pero peor) celo sino que su fertilidad sería abrumadora (como ahora pero peor).</strong> Agréguenle a eso unos tiempos de gestación de cinco meses y tendrán un cóctel apocalíptico. De sólo imaginar toda esa cantidad de ortéguidas embarazadas, llevando tanto sus celulares como su cría sonando en el tren con el ringtone musical a todo volumen, siento escalofríos. Los ciclomotores con estéreo incorporado no van a dar abasto, madre de Dios.</p>
<p>Ahora lo evidente: <strong>yo buscaría capturar uno.</strong> Capturarlo, domesticarlo y adiestrarlo. Enseñarle trucos básicos. No pretendería un desempeño excepcional como el de Chinchulín, quien pese a ser negro salió bastante iluminado, sino algo más práctico. Por ejemplo, que el tipo me trajese la gaseosa cuando estoy mirando tele, y terminara todas sus frases con un <strong>“¡Mantis! ¡Pedazo de bestia hermosa, acá está lo que pediste!"</strong></p>
<p>También está la posibilidad de convertirlo en una especie de alarma humana, atarlo a la pared, esas cosas. No me acuerdo a que iba todo esto.<br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rayos Cósmicos]]></title>
<link>http://senshizors.wordpress.com/2007/11/08/rayos-cosmicos/</link>
<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 02:29:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>senshizors</dc:creator>
<guid>http://senshizors.wordpress.com/2007/11/08/rayos-cosmicos/</guid>
<description><![CDATA[Un importante descubrimiento de científicos argentinos, han logrado captar rayos cósmicos provenie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Un importante descubrimiento de científicos argentinos, han logrado captar rayos cósmicos provenientes de otra galaxia la cual pudieron indentificar, con esto se funda una nueva etapa en la astronomía humana, la era de la astronomía de los rayos cósmicos. Estos rayos poseen información importante sobre el comienzo del universo y el funcionamiento de este.</p>
<p>La verdad como físico frustrado (hice medio año de Lic en Física) estos descubrimientos no dejan de sorprenderme, realmente en algun momento soñé con lograr ser un astrofísico. Estos temas siempre me resultaron atrapantes, como todo ser humano curioso me encanta conocer y descubrir el funcionamiento del universo y cada vez que me entero de una noticia de estas me despierta de nuevo esa sensación de querer saber más.</p>
<p>Los dejo con un video con la nota de TN y una pequeña info sobre el tema para el que le interese conocer un poco mas de este histórico hallazgo.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/G8Ku0BE4uDI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/G8Ku0BE4uDI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style="font-size:18pt;"></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Importante hallazgo de científicos argentinos que marca una hito en la astronomía</strong></p>
<p>Científicos del observatorio internacional Pierre Auger, en Malargue, anunciaron hoy que los rayos cósmicos de las más altas energías que llegan a la Tierra -y que se estudian para encontrar el origen del Universo- pueden provenir de galaxias con núcleos activos.</p>
<p>Las partículas investigadas tienen la energía más alta que se puede encontrar en la naturaleza, impartida por una fuente capaz de entregar 1020 eV (electrón voltios) a una partícula subatómica -fuerza comparable a la necesaria para desplazar una pelota de tenis a 600 kilómetros por hora-, y viajaron millones de años luz por el universo portando información sobre su origen.</p>
<p>"Las galaxias con núcleos activos son los más probables candidatos a ser las fuentes de los rayos cósmicos de las energías más elevadas que llegan a la Tierra", dijo el físico Alberto Etchegoyen, director del Proyecto Pierre Auger en el hemisferio sur.</p>
<p>Los rayos cósmicos son protones y núcleos atómicos que viajan a través del universo con una velocidad cercana a la de la luz.</p>
<p>Los investigadores creen que en los núcleos activos de las galaxias son alimentados por agujeros negros extremadamente masivos que absorben grandes cantidades de materia.</p>
<p>"Este descubrimiento abre una nueva era para la observación del universo y permite afirmar que ha nacido la astronomía de rayos cósmicos", sostuvo Etchegoyen.</p>
<p>La mayoría de las galaxias tienen agujeros negros en su centro, con masas entre un millón a miles de millones de veces la masa del Sol.</p>
<p>Las galaxias con núcleos activos atraen y "devoran" gas y polvo estelar y lanzan cantidad de partículas y energía al cosmos.</p>
<p>Los científicos del centro Pierre Auger concluyeron que las galaxias con núcleos activos pueden ser las productoras de las partículas más energéticas conocidas hasta ahora. Sin embargo, todavía es una incógnita el mecanismo que permite acelerar esas partículas a energías cien millones de veces mayor que un acelerador terrestre.</p>
<p>El Proyecto Pierre Auger consiste en la construcción de dos observatorios, uno en cada hemisferio, para el estudio de rayos cósmicos ultra energéticos.</p>
<p>El del hemisferio sur está emplazado en la zona mendocina de Malargüe, a 1.400 metros del nivel del mar, en tanto del norte, en la región estadounidense de Utah.</p>
<p>El programa -dirigido en la Argentina por la Comisión Nacional de Energía Atómica (CNEA- reúne a unos 250 científicos de 30 instituciones dependientes de 17 países, entre ellos Brasil, Bolivia, México, Estados Unidos, Alemania, Francia, Italia, Polonia y Vietnam.</p>
<p>Las partículas estudiadas en el mayor observatorio de rayos cósmicos del mundo son muy escasas y logran detectarse a través de 1.600 tanques con agua purificada, ubicados cada 1.500 metros en el campo de Malargüe, distribuidos en una superficie de 3.000 kilómetros cuadrados.</p>
<p>Cada vez que una partícula de ultra alta energía penetra en los tanques cerrados a través de un orificio e impacta el agua, un sensor detecta la luminiscencia y la transmite a un mapa general.</p>
<p>El físico de origen francés Pierre Auger observó en 1938 los "chubascos aéreos", lluvias de partículas subatómicas secundarias causadas por la colisión de partículas primarias de alta energía con partículas de aire, diez millones de veces más intensa que la conocida hasta entonces.</p>
<p>Los rayos cósmicos fueron descubiertos en 1912 por Víctor Hess, que los describió como "radiación penetrante" proveniente del espacio.</p>
<p>Al llegar a la atmósfera, los rayos cósmicos interactúan con los átomos de nitrógeno y oxígeno y producen liberación de electrones y formación de nuevas partículas, que colisionan con otras desencadenando reacciones nucleares y sub nucleares.</p>
<p><a href="http://taringa.net/posts/noticias/949542/Historico-hallazgo-de-cientificos-Argentinos:-Rayos-cosmicos.html" title="taringa rayos cosmicos" target="_blank">fuente!</a></p>
<p align="right"><em>Ahh, se me despertó el niño interior. A mirar las estrellas! </em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hacete cargo, Octavius]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/11/06/hacete-cargo-octavius/</link>
<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 11:41:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/2007/11/06/hacete-cargo-octavius/</guid>
<description><![CDATA[
No se que hacen ustedes leyendo este horrible blog en vez de estar ocupándose de la nena de ocho b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
<img src="http://www.thecollectorzone.com/images/products/5506_s.jpg" alt="La nenita" align="left" />No se que hacen ustedes leyendo este horrible blog en vez de estar ocupándose de <a href="http://www.infobae.com/contenidos/347296-100439-0-Ni%EF%BF%BDa-ocho-extremidades-venerada-como-una-diosa">la nena de ocho brazos y seis piernas que nació en la India,</a> o algo así, estoy muy emocionado y medio que no le presté mucha atención porque se me chocan los chistes. Es como aquella vez, cuando nació y murió <a href="http://damospena.wordpress.com/2007/01/25/no-se-olviden-de-cabezas-2/">una bebita de tres cabezas</a>, y que yo salí entonces con una de las mejores formas de burlarse de alguien jamás, <strong>con la diferencia de que esta vez el mutante no murió</strong>, sino que vivió, y vive, sigue viviendo  y tiene como diez años y entonces tan culpable no me siento.</p>
<p>Disculpen, me excité. En realidad, la criatura posee <strong>solamente dos pares de brazos y dos de piernas.</strong> ¿No es fantástico que podamos decir "solamente"?</p>
<p>Lo mejor… no, disculpen. Todo en este artículo es bueno. No puedo decir que esto o aquello es lo mejor: esto es tan bueno como quedar encerrado en la mansión Playboy. Quizá lo que más me llamó la atención, sin embargo, fue lo que dijo Sharan Patil, el médico cirujano destinado a realizar la intervención quirúrgica:</p>
<p><strong>“Es tan extraño que como médico no podía dejar de ayudar” </strong></p>
<p>Ese hijo de puta es de los míos. Miren, sometamos sus palabras al <em>Traductor Mantis</em>. Lo que en verdad quiso decir fue:<br />
<br></br><br />
<img src="http://a.wordpress.com/avatar/andreslamantis-48.jpg" alt="Mantis" align="left" /><strong>"Si, cualquier día me iba a perder la oportunidad de meter mano en ese quilombo, sí seguro”.</strong><br />
</br><br />
"Sin ella, la niña jamás podría caminar o gatear", agregó el fulano, refiriéndose a la operación seguramente. <strong>Yo creo que eso es envidia.</strong> Porque es evidente que no podrá gatear pero podrá arrastrarse, distraer a sus atacantes con chorros de tinta, trepar por las paredes y esas cosas. Porque siguiendo la línea de pensamiento mas corriente, cuando te falta una pierna sos discapacitado. Entonces, cuando tenés dos de más sos <strong>Mega</strong>capacitado. Además de que con ella se podría filmar la película porno más grande de todo los tiempos (y no me hagan imaginar que también tiene varios pares de genitales porque ahí sí que le terminamos de quitar cualquier tipo de aire distinguido a Damos Pen@.)</p>
<p>No sé que dirán ustedes, pero uno de los momentos más importantes en la historia del cine, al menos para mí, es ese momento en que a Arnold se le ofrece una <strong>prostituta de tres pechos</strong>, durante la película "El Vengador del Futuro". Se me hace que al paso que vamos, no debería faltar mucho. Y si estas cosas pasan gracias a la contaminación, no me va a quedar otra que empezar a fumar y tirar bidones con querosén en el río, a cuatro manos. "A CUATRO MANOS" Jajajaajjaja... estoy tremendo.</p>
<p>Ahora, la pregunta que nos va a entretener durante los próximos días es: <strong>¿Qué haría usted con una niña de cuatro brazos y cuatro piernas? </strong> Justificar.</p>
<p><em>(Mi respuesta en los comentarios, porque tan cruel a simple vista no voy a ser.)</em><br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No se puede negar que los tiene bien puestos]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/10/19/no-se-puede-negar-que-los-tiene-bien-puestos/</link>
<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 12:24:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
<guid>http://damospena.wordpress.com/2007/10/19/no-se-puede-negar-que-los-tiene-bien-puestos/</guid>
<description><![CDATA[
Me refiero al responsable de todas mis carcajadas y “hip-hip-urras” de los últimos días. Su n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
Me refiero al responsable de todas mis carcajadas y <em>“hip-hip-urras”</em> de los últimos días.<strong> Su nombre es James Watson</strong> y muchos lo conocen por ser quizá el “Padre del ADN”. El tipo salió en el diario británico <em>The Sunday Times</em> (ustedes ya lo habrán oído, visto o leído en algún medio local, pero <a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article2677098.ece">este es el link original</a>) diciendo que:</p>
<p><strong>“Los negros no son tan inteligentes como los blancos”.</strong></p>
<p>Me dieron ganas de hacerme racista, qué quieren que diga… desde las épocas de José Luís Chilavert que no escuchaba a alguien hablar con tanta libertad de expresión, toda junta. El tipo es pesimista respecto a los africanos, considerando que las políticas sociales aplicadas sobre los mismos están basadas sobre ideas erróneas de “igualdad”. Dijo algo así como que: <strong>“Todas las pruebas efectuadas contradicen esa creencia de que la inteligencia de los africanos es como la nuestra.”</strong> Pero lo verdaderamente interesante es que la remató (Dios lo bendiga, Dios lo bendiga muchísimo y por siempre jamás) diciendo que: <strong>“cualquiera que trate con empleados negros puede saber que eso no es así”</strong>. <em>¡Oh Captain! ¡My captain!</em></p>
<p>Y entonces, rasgándose las vestiduras, la mayoría de los blancos y –supongo- la totalidad de los negros salió a tratarlo de racista, enfermo, hijo de un vagón de putas y esas cosas, olvidándose de que quien habló fue un hombre que supo recibir un <strong>Premio Nobel</strong> de Medicina en 1962, galardón compartido con otros dos muchachos (Francis Crick y Maurice Wilkins), quienes lo ayudaron a “organizar” ese asunto de la estructura del ADN y también son blanquitos, limpitos y superiores intelectualmente. Lo único que podría hacer de este escándalo algo más entretenido sería que a alguno de ellos se le escapase un <strong>“y no sólo son brutos, sino que se hornean mucho más despacio que un judío o un homosexual.”</strong> Considerando que cumplo años este domingo, eso sería un muy buen regalo.</p>
<p><em>(Por cierto, <strong>en el diario Clarín dicen que ganó el Nobel en el ‘92</strong>, si bien el premio de ese año se lo ganaron Edmond Fischer y Edwin Crebs, lo que me hace pensar que el periodista que redactó el artículo es un bruto ignorante, y, por consiguiente, negro. O blanco pero “mentalmente desafiado” y con algún pariente medio “marrón mostaza”.)</em></p>
<p><img src="http://www.xtandard.com/bimg/michael_jackson.jpg" alt="Negro piola" height="150" width="148" align="left" />James Watson, que –insisto- le dio forma al ADN, debería tener algo más de crédito que cualquier racista común y silvestre. <strong>Yo me voy a animar a darle el beneficio de la duda </strong>(a pesar de que cuenta con edad suficiente como para estar haciendo comentarios de abuelito senil), <strong>ya que creo que pocos más autorizados que él puede haber a la hora de opinar</strong> acerca de la composición genetica del negro cerebro de los que el tan mentado Martín Fierro dio en llamar <em>“tizones del infierno hechos por el diablo”</em>, aunque valiéndose de una maravillosa cuarteta de versos octosílabos (cualidad tan amiga del castellano) que supe aprender cuando niño debido a que me parecía graciosísimo. Lo curioso es que ciertos estudios (ajenos a James, espero) demuestran que los rubios eventualmente desaparecerán, debido a la cruza entre razas y a que <strong>los genes de los negros son más fuertes que los de los paliduchos.</strong> Eso es un hecho legítimamente comprobado, que me hace apreciar todavía más la belleza de Scarlett Johansson, pero me ata a aquellas palabras de “si vas a ser tonto, más te vale ser fuerte” o “donde la inteligencia falla, la fuerza bruta prevalece”. En una de esas nos dirigimos ineluctablemente rumbo a un mundo lleno de "Locomotoras" Castro. <em>Yikes.</em></p>
<p>Ahora bien, analicemos la situación con frialdad cotidiana, fuera de bromas. Los negros suelen ser brutos, eso es seguro. Los blancos, más bien suelen ser tarados, pero no brutos. Hay quienes dirán que se debe a que los miembros integrantes de lo que comúnmente se conoce como <em>“negrada de mierda”</em> provienen de esferas sociales mal alimentadas y poco comprendidas por la distribución de la riqueza, de madres que quizá –irresponsablemente- no cuidaron del feto debidamente (ni de ellas mismas ya que estamos), fumando, drogándose, bebiendo, etc… causando luego consecuencias irreversibles. De los padres no hablé porque suelen estar presos y medio que no pinchan ni cortan. Se habrán dado cuenta ustedes de que me refiero puntualmente <strong>no al “negro zulú”</strong>, sino mas bien a los negros ordinarios y anti-paquetes que uno –que es de pelo castaño pero blanco y brillante casi al punto de la fosforescencia- suele cruzarse cuando sale de casa y se expone a la vía pública. Imagino que los que son apenas morochos también zafarían, junto con albinos y colorados.</p>
<p>Pero, <strong>¿Y que de malo habría en ser negro y bruto?</strong> Son obviamente mucho más atléticos, los negros. Físicamente se ven favorecidos por muchas razones, contando esa genitalidad monstruosa en la que algunas y algunos están pensando. Varios deportes se ven absolutamente dominados por la raza negra, y yo no recuerdo la última vez que hubo un campeón blanco de los boxeadores de peso pesado (valga la redundancia). No sé si Michael Jordan sabrá conjugar correctamente todos los verbos irregulares, pero ningún deportista mejor (o por mí más admirado) se ha visto sobre esta tierra. Podría seguir, y seguir… ya que yo –personalmente- fracaso estrepitosamente en casi todo lo que intento, y mi piel es cuando menos equivalente a la de un pálido cadáver polaco recién dragado del río. </p>
<p>Por eso, si bien he conocido a muchos grones que supe considerar mis sabios superiores, imagino que los porcentajes de “inteligencia” podrían ser “racistas” sin que nadie tuviese que atrincherarse en su domicilio a esperar el fin de la civilización. <strong>No me parecería ofensivo el hecho de que los blancos tuviesen los cerebros mejor predispuestos, mientras que los negros, todo lo demás.</strong> No estamos hablando de “pulir la raza”, sino de Dios, el equilibrio cósmico y su sentido del humor. De lo contrario, también entrarían a tirar la bronca los petisos, los narigones… y así hasta aburrirnos. Ya bastante tenemos con los gordos que quieren ser asistidos, mimados, operados, cuidados y vigilados 24 horas al día por un gabinete de profesionales de la salud, como si nuestra medicina no tuviera nada mejor que hacer; como si no hubiera casos de desnutrición infantil en esos lugares donde este blog no llega a leerse porque no sólo no hay acceso a Internet, sino que no hay computadoras ni luz eléctrica, por decir algo. Y no digan que (a diferencia de los gordos, petisos y narigones) uno no puede elegir su color de piel porque les juego la carta “Michael Jackson” y los cago a todos como desde arriba de un F-14. Él incluso eligió para su piel un “grisáceo-rosa-celeste” que <strong>no existía hasta aquel entonces.</strong></p>
<p>James Watson -agregaré para finalizar- también está convencido de que en algún momento, <strong>será posible concebir la belleza</strong> gracias a la ingeniería genética, haciendo lindas a todas las minas (“Pienso que eso sería grandioso”, fueron sus palabras), <strong>o curar la estupidez.</strong> Yo, por las dudas, crucé los dedos y empecé a contar los días. Espero que no se refiera a alterar genéticamente a todos los negros con vacunas para hacerlos blancos (por defecto superiores, según sus palabras). ¡Eso sería trampa! </p>
<p>Además, aquí en <strong>Damos Pen@</strong> a Chinchulín lo queremos tal cual es.<br />
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<title><![CDATA[Test para saber si sos un pervertido]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/09/19/test-para-saber-si-sos-un-pervertido/</link>
<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 11:41:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
Y sí, se caía de maduro que en algún momento íbamos a llegar a este test (que nada tiene que ver con ese otro <a href="http://damospena.wordpress.com/2007/07/12/presentacion-y-primera-parte-de-un-test-que-te-sirve-para-saber-si-sos-algo-mas-que-un-cacho-de-carne-con-ojos/">“test largo en partes para saber que clase de persona sos”</a>, que supe publicar, y que no creo que haya terminado, sinceramente). Mucho se dice de este blog; que es para enfermitos, que el que lo escribe está medio loco, y no sé que otras cosas más. Ordinario, quizá. No lo sé. Son dueños ustedes de dejar de leer en cuanto se les ocurra, cosa que ha hecho mucha gente a la voz de <strong>“antes escribías mejor”</strong> o <strong>“que vuelva Chinchulín”</strong>.</p>
<p><img src="http://www.gluttonsess.com/blog/pervert_small1.jpg" alt="El nene sabe dónde mirar" align="left" width="172" height="194" />Aclaro antes de seguir, que es <strong>un test para caballeros</strong>, pero con esto no quiero decir que las damas (verdaderas amazonas) que visitan Damos Pen@ no pueda hacérselo a sus respectivos conyuges, novios, parejas, maridos y –porque no- amantes. También pueden, chicas, hacérselo a sus padres, hermanos, tíos y primos, les aseguro que descubrirán cosas muy importantes acerca de sus seres queridos, y me lo agradecerán. Más que un test para saber si usted es un pervertido, podríamos referirnos a esta sucesión de líneas como a una <strong>“guía de orientación para saber cuán seguro está uno dentro de los ámbitos sexuales”</strong>. No hay respuestas correctas o incorrectas, acertadas o erróneas. Tan sólo hay lugar para la reflexión, y aquí va la primera parte.</p>
<p><strong>ADVERTENCIA: </strong>Este artículo está prohibido para menores de 18 años. Si tenés menos de 18 años y seguís leyendo, es tu responsabilidad. Y si usted es un adulto y llegó a este artículo buscando en Google, la respuesta es sí. <strong>Usted es un pervertido.</strong> Lo es desde el momento en que comenzó a teclear el objeto de búsqueda, porque de no ser un pervertido, no se lo andaría preguntando.<br />
<BR></BR><br />
<strong>1 - ¿Cuál de estas experiencias se parece más a su primera relación sexual en solitario?</strong></p>
<p><strong>a) </strong>La verdad es que no me acuerdo…</p>
<p><strong>b)</strong> ¿Te reís si te digo que nunca me masturbé? Es la verdad. Debuté de chiquitito, y por alguna razón nunca me faltó una mina dispuesta a “prenderse” y savarme de caer en la manopla. No te voy a decir que me parece cosa de perdedores, pero en mi caso, no existió ni va a existir.</p>
<p><strong>c)</strong> Era sábado a la noche, yo estaba mirando una película en casa de mis primos, y ellos, algo mayores que yo, me dijeron que probara a frotarme de tal manera cuando se me parara, que estaba buenísimo. Me asusté tanto de esa primera sensación que acordé conmigo mismo no volver a hacerlo nunca. Casi lloré.</p>
<p><strong>d)</strong> Me excité mirando las publicidades de adelgazantes de <strong>la revista Clarín del domingo </strong>(la grandota de hace algunos años, no la “Viva”) y me acosté boca abajo para que se me pasara, como siempre. Pero seguía re-loco. Me lavé en el bidet con agua helada, pero al ratito volví a excitarme… no podía quitarme la erección con nada, y entonces empecé a acariciarme, cada vez más fuerte… la sensación de placer fue como una explosión que me tranquilizó. Siete me clavé esa noche. Siete.</p>
<p><strong>e)</strong> Yo estaba decidido a hacerlo especial. Pero yo no soy un perdedor cualquiera, no, yo quería sentir que realmente me estaba moviendo a alguien. Entonces me fui al baño, me arrodillé frente al inodoro y me lo apreté con la tapa, y le dí, le dí, le dí. Vos te reirás diciendo que le di rosca a un inodoro, pero yo la pasé bárbaro, y casi no es paja si parece que estás con alguien.<br />
<br></br><br />
<strong>2- ¿Cuál de estas experiencias fue o se parece más a su primera relación sexual acompañado de un tercero?</strong></p>
<p><strong>a)</strong> Lo siento, soy virgen, aún no tuve relaciones sexuales.</p>
<p><strong>b)</strong> Tenía 17 años. Ella era mi primera novia, y una tarde en la que nos quedamos solos en su casa, no pudimos resistirnos más. No fue “uuhh… la gran cosa” pero fue re-lindo y divertido.</p>
<p><strong>c)</strong> Yo estaba solo en el departamento cuando mi prima tocó el timbre, y preguntó por mi vieja, que no estaba. La cuestión es que la mina se puso a llorar porque las cosas andaban mal con el marido, y yo entonces, medio que la abracé, y se me re-paró. Fue involuntario, qué querés que te diga, con quince años, viste que esas cosas te pasan... La mina se rió pero le gustó y me empezó a buscar, y a besar, y me decía <em>”Sintámonos mejor los dos”</em>. Yo estaba como loco, ¡imaginate! En eso abren la puerta y era mi vieja, que se puso como loca y nos gritaba cosas a los dos, a ella por atorranta y a mí por degenerado, por meterme con mi prima, que además de casada era mi prima…. Yo salí corriendo sin saber muy bien que hacer, bajé las escaleras y enfilé para la iglesia. Fue entonces que me agarró y me violó el cura hijo de puta ese. </p>
<p><strong>d)</strong> Mi tío me llevó a un cabaret. Yo creí que lo decía en joda, pero me terminó llevando. La mina no era precisamente una belleza, pero estaba buena y me hizo pasar un rato espectacular. Salí pidiéndole a mi tío que me llevara de vuelta a la semana siguiente, pero me respondió <em>“No, la semana que viene me toca a mí, y vengo solo”. </em>La puta tenía un aire a Caniggia.</p>
<p><strong>e)</strong> Con mi esposa y novia desde la secundaria habíamos acordado llegar vírgenes al matrimonio, pero durante la despedida de soltero mis compañeros de trabajo me hicieron tomar de todo, y a un hijo de puta se le ocurrió encajarme un té de floripondio. La cuestión es que terminé gritando atado a una de las estatuas del Jardín Romano en el Botánico, desnudo, con las bolas aseguradas por un candado “606” y con un travesti gordo que me untaba miel de caña y me chupaba. </p>
<p></font></p>
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<title><![CDATA[Ponele el seguro, Amor]]></title>
<link>http://damospena.wordpress.com/2007/06/21/ponele-el-seguro-amor/</link>
<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 11:43:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mantis</dc:creator>
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Si quieren una noticia entretenida para leer, les recomiendo buscar lo siguiente (o algo parecido) ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="arial"><br />
Si quieren una noticia entretenida para leer, les recomiendo buscar lo siguiente (o algo parecido) en Internet. Usen el Google (de ser posible en inglés), porque yo no me acuerdo de dónde lo saqué. </p>
<p><strong>“A mediados de los noventa, el ejército americano trabajó en un arma para convertir en gays a los soldados enemigos.” </strong>Se refieren a tal arma como a “potentes afrodisíacos” capaces de despertar “comportamientos homosexuales”. Se me ríen hasta los cálculos de la vesícula. </p>
<p><img src="http://onlytheblogknowsbrooklyn.typepad.com/only_the_blog_knows_brook/images/23busc184_1.jpg" alt="Steve Buscemi" height="195" width="150" align="left">Lo primero en lo que pensé al leer el titular fue un rifle de plasma como el de los Cazafantasmas, pero de <strong>rayos “amanerantes”</strong>, capaces de transformar radicalmente el aspecto de los soldados en las trincheras, vistiéndolos con pompones y maquillajes. Luego llevé las cosas a otro nivel y reduje todo a una especie de granada de cristal, redonda o con forma de miembro, pero siempre llena de un líquido rosado, también “amanerante”. Les recomiendo que para disfrutar más de la experiencia usen a actores relativamente conocidos cuando estén imaginando. En mi caso, <strong>un Steve Buscemi tembloroso y un Michael Clarke Duncan sudoroso están besándose</strong>. Steve lleva ropa demasiado grande para su cuerpo, y el negro lo toma por sus nalguitas, apretando con fuerza mientras que de fondo los obuses resuenan haciendo volar todo en pedazos. Aférrense a esa imagen.</p>
<p>Ahora bien, estamos en condiciones de notar muchas cosas por separado. En primer lugar, es obvio que hay algún mántido medio retorcido detrás de todo esto, porque el enemigo de los Estados Unidos suele recurrir al sexo con sus propias mujeres o cabras debido a eso de que los Estados Unidos hacen la guerra jugando siempre de visitante, y en ciudades o zonas semejantes, llenas de familias y mujeres.</p>
<p><img src="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/personalidades/atores/michael-clarke-duncan/michael-duncan02.jpg" alt="I´m in Heaven..." height="200" width="133" align="left">En segundo lugar, la ignorancia de quien ha ideado el asunto este, al que yo llamaría <strong>“The Lafauci Project”</strong>. El ejército cuenta con su buena cantidad de homosexuales y no es necesario agregar más, pero también es sabido que la homosexualidad monogámica entre soldados ha sido utilizada (y con éxito) en el pasado. Más que cualquier amistad, un romance asegura que el otro no cuide sólo de sí, sino también del amado. El mismísimo Herácles supo tener su “noviecito” ocasional (por nombrar a un griego de los taaaaantos), y no estando del todo mal vista la homosexualidad entre los japoneses, bueno, más de una katana fue desenvainada y pulida de un modo poco convencional para Clint Eastwood. Hagan lo que hagan, por favor, <strong>no dejen de imaginarse a Steve Buscemi besando a Michael Clarke Duncan.</strong> No pierdan la oportunidad porque no creo que vuelva a repetirse.</p>
<p>Pero lo que va a entretenernos durante un rato va a ser lo siguiente: <strong>¿Qué arma del tipo “no-letal” creen que debería ser diseñada y 