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	<title>chacrinha &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/chacrinha/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "chacrinha"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 19:57:41 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Globo: "Por Toda a Minha Vida" mostra a vida de Chacrinha]]></title>
<link>http://televisionado.wordpress.com/?p=429</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:40:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Rede Globo apresenta nesta quinta (24/7) o programa &#8220;Por Toda a Minha Vida&#8221; sobre a ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede Globo apresenta nesta quinta (24/7) o programa "Por Toda a Minha Vida" sobre a carreira do apresentador Abelardo "Chacrinha" Barbosa, campeão de audiência e responsável pelo sucesso de diversas marchinhas e frases como "Eu vim para confundir, e não para explicar". <a href="http://televisionado.wordpress.com/2008/07/02/20-anos-sem-chacrinha-o-velho-guerreiro-da-tv/" target="_blank">Leia o artigo "20 anos sem Chacrinha, o Velho Guerreiro da TV", aqui do <strong>Televisionado</strong>, e saiba mais sobre a vida deste grande gênio da comunicação.</a></p>
<p style="text-align:left;">"Por Toda a Minha Vida" vai ao ar quinta, às 23h30min, na Globo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Retorno às raízes]]></title>
<link>http://robertocordeiro.wordpress.com/?p=582</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 13:42:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://robertocordeiro.wordpress.com/?p=582</guid>
<description><![CDATA[Santo Antônio de Pádua fica no interior do Estado do Rio. Situa-se na divisa com Minas Gerais. Ent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Santo Antônio de Pádua fica no interior do Estado do Rio. Situa-se na divisa com Minas Gerais. Então, a cidade onde comecei a carreira foi o meu destino neste período de descanso. Serão duas semanas que vão me permitir o retorno às raízes. A viagem entre o Rio e Pádua foi bastante cansativa. A bordo de um ônibus da Auto Viação 1001 – empresa monopolista do transporte rodoviário nesta região – desembarquei na rodoviária após mais de cinco horas de estrada, sendo um trecho bastante esburacado.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Após os primeiros contatos com a família, pude rever alguns amigos da década de 70. Sim. Somos do século passado. Ainda com 15 anos, descobri minha vocação para o jornalismo. Tudo era muito difícil. Não havia a tecnologia dos tempos atuais. Pelas mãos de João Batista Fonseca, fui apresentado a Geraldo Ivan de Andrade, dono do jornal O Porta Voz, que circulava na região e impresso no saudoso Gazeta de Notícias, no Rio.</p>
<p>Naquela mesma ocasião, João Batista e alguns empresários locais articulavam a concessão da primeira emissora de rádio para o município, que hoje se chama Rádio Feliz. O interesse do grupo não foi adiante porque vislumbravam uma emissora FM e o plano do governo militar era uma estação AM (Amplitude Modulada). Então, uma empresa de São Paulo ficou com a concessão.<br />
 <br />
O trabalho no Porta Voz consistia escrever alguns textos, acompanhar a impressão do jornal no Rio e retornar com o fardo à região para distribuí-lo. Ganhava uns poucos trocados. Estudava e trabalhava. Na mesma época, me aproximei do diretor de tv Wilton Franco, que é daqui da região, na TV Tupi (lembram?). A minha missão era levar personalidades para serem entrevistadas no programa da emissora carioca, no bairro da Urca. Foi uma experiência gratificante.</p>
<p>Depois, veio a Folha Paduana, de Astrogildo Milagres – um dos amigos de conversei na noite passada. Neste período, o jornalismo corria no meu sangue. Mas, o destino me mandou para o Rio de Janeiro. Lá, trabalhei como serviços gerais na Drogasmil, uma rede de farmácias da capital fluminense. Já era início dos anos 80, quando novamente João Batista me chamou para participar de um projeto do PMDB, partido que dominava a política regional naquela ocasião.</p>
<p>Larguei tudo e me mudei para Cambuci, vizinho a Pádua. A gráfica estava instalada num galpão onde coloquei uma cama e cai no projeto. Impresso numa antiga máquina de linotipo, as letras saiam após um processo de chumbo com antimônio. Era uma montagem artesanal, mas tratava-se da ferramenta daquela época. A impressão era página por página que depois eram encadernadas manualmente.</p>
<p>Com a edição fechada, seguia de ônibus fazendo a distribuição pelos municípios da região. Os exemplares causavam disputas de políticos e moradores. Era uma novidade. E foi na biblioteca de Cambuci que veio a reviravolta na minha vida. Uma amiga – Rita – me disse para cursar uma faculdade. Dizia que não teria muita chance se continuasse naquele trabalho. Precisava buscar novos horizontes. Como? Destino: Campos dos Goytacazes.</p>
<p>Final do governo João Batista de Figueiredo. Fiz vestibular para jornalismo na Faculdade de Filosofia de Campos. Passei. Não tinha emprego. Então, a sorte me sorriu mais uma vez. Encontrei Aloysio Cardoso Barbosa, proprietário do jornal Folha da Manhã, o melhor periódico daquele município. Impresso em off-set, tratava-se do produto de maior circulação. Então, tocava a faculdade e virei um “rato de redação”, ou seja, “morava” praticamente nas dependências do matutino. Não rejeitava as pautas.</p>
<p>Ainda naquela época, os textos eram redigidos em máquinas de escrever. As laudas de papel ficavam rabiscadas pelo trabalho de copy-desk. Não existia o Control C e Control V (copiar e colar). Muitas vezes, Aloysio não gostava do texto e jogava na sexta página (ou seja, a lata de lixo). Então, tinha de reescrever. Começar do zero. E com isso fui aprendendo. Queria ser um jornalista.</p>
<p>Nos fins de semana, cobria o Campeonato Carioca, os jogos do Americano e do Goitacaz. Aos domingos, os textos eram transmitidos para o Jornal do Brasil direto da agência dos Correios. Na máquina de telex o operador digitava a matéria que saia perfurada numa fita amarela. Depois, bastava transmitir aqueles sinais direto para a redação do JB na Avenida Brasil 500.</p>
<p>Foi neste período que iniciei uma relação de amizade com os jornalistas cariocas. Telmo Luiz Meira Wambier foi o mais importante deles para a minha carreira. Permitiu-me ser convidado para trabalhar como correspondente daquele periódico na região Norte Fluminense. Já me encontrava de mudança para Macaé, que ganhava destaque por sediar as unidades da Petrobras.</p>
<p>Naquela ocasião, passei a entender um pouco de infra-estrutura do país. Dividia o trabalho entre o JB e o semanário Folha Macaense – cheguei lá pelas mãos de Martinho Santafé. Já com o curso de Comunicação Social concluído, queria mais. E o mesmo Wambier me chamou para Niterói. Seria correspondente do JB. Foi um tempo melhor. A redação do jornal recebia a minha visita constante. A proximidade permitia isso. Lá, os mais importantes profissionais.</p>
<p>E com o grande amigo Wambier, segui para a Rede Globo, no Jardim Botânico. A Xuxa começava na emissora da família Marinho. Era 1986. As novelas eram gravadas no mesmo local. No Teatro Fênix, além de Xuxa, o Cassino do Chacrinha. Parece naftalina! Mas foi época de crescimento profissional. A impressora de linotipo ficará no passado. Na Rede Globo, a tecnologia era a melhor ferramenta.</p>
<p>Sai de lá em 1993. Mas conheci os maiores expoentes do jornalismo da televisão brasileira. Armando Nogueira, Alice Maria, Alberico Souza Cruz, Woiler Guimarães, entre tantos. Os equipamentos – mais modernos daquela época – eram as pesadas câmeras betacan. Fitas enormes. A iluminação para as gravações noturnas era feita pelo auxiliar. Uma equipe de tv contava normalmente com três ou quatro profissionais.</p>
<p>Somente com o advento das câmeras digitais é que o trabalho evoluiu. Hoje, os equipamentos são mais leves. Permitem filmar até com pouca luz. Da Rede Globo, retornei para o jornal nas mãos de Roberto Ferreira. Era o projeto de um jornal que dava destaque para as reportagens policiais. A Notícia braço do jornal O Dia para as matérias com maior quantidade de sangue.</p>
<p>Acabei então na rua Irineu Marinho 35, sede dO Globo. O trabalho na Agência Globo – empresa que distribuía o noticiário para os demais clientes – jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão do país. As famosas “marmitas” – um laptop com visor pequeno e de difícil manuseio (mas era a ferramenta da ocasião) – permitiam redigir as matérias e transmiti-las de algum ponto do Rio. Geralmente, na Bolsa de Valores, um prédio centenário na Praça 15.</p>
<p>A imprensa nacional já dava sinais de modernidade. O sociólogo Fernando Henrique Cardoso baterá o metalúrgico Luiz Inácio da Silva nas urnas e assumira o Palácio do Planalto. Era 1995. Fui convidado para trabalhar em Brasília como setorista da Agência Globo no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. A missão era entrevistar políticos e ministro de Estado que desembarcavam para uns dias de trabalho.</p>
<p>O governo Fernando Henrique vinha com o propósito de abrir o mercado ao capital privado. O timoneiro era Sérgio Motta, ministro das Comunicações, e principal aliado de FH. Nesta ocasião se nadava de braçadas. Eram notícias a cada instante. O mercado estava em polvorosa.  Os celulares permitiam um contato mais direto com a redação. Flash. Textos curtos.</p>
<p>Segui então nO Globo. A cobertura diária da movimentação de conglomerados interessados nas operadoras de telefonia, nas concessionárias de energia, nas rodovias, nos portos, na regulamentação do mercado de infra-estrutura do país. Havia interesses em tudo. Manchetes e mais manchetes. Os profissionais tinham os melhores equipamentos. O jornalismo brasileiro evoluíra bastante.</p>
<p>Já no segundo mandato de FH, naquela crise de energia elétrica, estava na sucursal de O Estado de S. Paulo. Depois, passei uns cinco meses no JB – já em decadência, com salários atrasados – e mudei de lado a partir de um convite para assessoria de imprensa do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Fiquei lá por quatro anos. Era uma situação inversa. Mas o convívio com os profissionais de assessoria me permitiu uma adaptação mais rápida.</p>
<p>O crescimento nesta fase foi importante. Estreitei laços de amizade com o ministro Edson Carvalho Vidigal que, em 2004 assumiu a Presidência do STJ. Foi um excelente período. Permitiu-me conhecer o país num trabalho de aproximar o Judiciário da sociedade.  Em 2006, uma experiência em campanha política no Estado do Maranhão. Após os resultados das urnas, retornei para Brasília.</p>
<p>O destino me colocou no caminho da Federação das Indústrias do DF (FIBRA), onde permaneço até os dias atuais. E quando sai de férias recebi uma intimação dos amigos Suzana Leite, Elton Pacheco e Patrick Selvatti, para que colocasse no blog um texto sobre a experiência profissional. Na passagem pelo Rio, quando estive com os amigos de O Globo, veio um pouco de inspiração.</p>
<p>Ontem à noite, ao verificar a minha trajetória, sentado numa mesa do trailer do Marcão, decidi acordar bem cedo. Já com o laptop ligado, percebi o quanto o jornalismo brasileiro evolui. E, como testemunha ocular, deixo aqui o meu relato como colaboração aos estudantes de Comunicação Social que queiram tomar conhecimento de um pedaço da história recente desta profissão.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estereótipos e música: menina veneno]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=1171</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 22:33:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/TUwviH_nvdM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/TUwviH_nvdM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
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</item>
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<title><![CDATA[20 anos sem Chacrinha, o Velho Guerreiro da TV]]></title>
<link>http://televisionado.wordpress.com/?p=283</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 19:05:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
<guid>http://televisionado.wordpress.com/?p=283</guid>
<description><![CDATA[
J. Silvestre, em seu livro “Como Vencer na Televisão”, fala da verdadeira virtude que transfor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-284 aligncenter" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/07/chacrinha_boa.gif" alt="" width="283" height="209" /></p>
<p>J. Silvestre, em seu livro “Como Vencer na Televisão”, fala da verdadeira virtude que transforma um apresentador em um grande comunicador: a simpatia.</p>
<p>“Você terá visto apresentadores que têm tudo para vencer – boa presença, bela voz, suficiente movimentação, amplo vocabulário, capacidade de improvisação, traquejo, segurança, conhecimento – e nunca passaram de um plano médio. Estacam diante da parede. É a barreira que impede a ligação direta, sem a qual jamais será gerada a corrente de alta tensão necessária. [...] Esse elo de ligação é atributo do indivíduo e independe de cultura, condição social, origem, idade, ou o que seja.”</p>
<p>Raros são aqueles que conseguem aliar todas as virtudes, digamos assim, “técnicas” da comunicação (“boa presença, bela voz, suficiente movimentação, amplo vocabulário, capacidade de improvisação, traquejo, segurança, conhecimento”) e, ao mesmo tempo, cativar a todos simplesmente por serem o que são, deixando transparecer ao público a imensa alegria que sentem de estar no palco, animando seu auditório e sua audiência em casa.</p>
<p>Abelardo Barbosa faz parte dessa seleta constelação de poucas (porém as mais reluzentes) estrelas da nossa televisão. Chacrinha fez muito mais do que ser sinônimo de TV: tornou-se parte indissociável da cultura brasileira, personificando muito do que temos de melhor – a nossa música, as nossas cores, as nossas brincadeiras etc. Além disso, ao seu lado, conviviam outros elementos também só nossos: as belas mulheres, os grandes artistas e, acima de tudo, o próprio povo, que participava dos concursos, que gritava ao verem seus ídolos e que disputava cada bacalhau que era jogado na platéia.</p>
<p>Um talento de tantos talentos foi resultado de anos e mais anos de constante busca pelo aperfeiçoamento. Vidrado em pesquisas, Chacrinha não sossegava enquanto não descobria um jeito de angariar mais um pontinho que fosse ao seu já imenso resultado de audiência. Ele nunca parou de buscar o melhor e foi assim durante toda a sua vida, desde quando começou sua carreira no rádio, em 1935, aos 18 anos, na Rádio Clube de Recife.</p>
<p>Em 1940, Abelardo Barbosa (que nasceu em Surubim, Pernambuco, no dia 30/9/1917) veio para o Rio de Janeiro, passando por diversas rádios, até chegar à Rádio Clube de Niterói, onde surgiu o apelido “Chacrinha” (por causa de uma pequena chácara que ficava na frente da emissora) e seu primeiro programa: “O Rei Momo na Chacrinha”, que ia ao ar de madrugada (numa época que não existia rádio 24h).</p>
<p>O sucesso o levou à Rádio Tamoio (a primeira rádio com programação essencialmente musical no Brasil – a precursora do “jeito FM”). Lá, foi lançada a “Discoteca do Chacrinha”, que tornou-se sucesso também nas rádios Tupi e Globo do Rio de Janeiro.</p>
<p>O Velho Guerreiro chegou à TV em 1956 no “Sucessos Mocambo”, na Tupi. Daí, não parou mais: “Clube da Camaradagem”, “Chacrinha Musical”, “Rancho Alegre”, “Discoteca do Chacrinha”, “Cassino do Chacrinha”, “Chacrinha Abraça os Novos”, “Novela Maluca do Chacrinha”, “Rancho do Mister Chacrinha”, “A Hora da Buzina”, “Buzina do Chacrinha”, entre muitos outros programas comandados em diversas emissoras (Tupi, Excelsior, Rio, Paulista, Record, Globo, Bandeirantes).</p>
<p>Muitos foram os bordões criados por Chacrinha que caíram na boca do povo e que, até hoje, todo mundo cita: “quem não se comunica, se trumbica”, “eu vim para confundir, e não para explicar”, “na TV, nada se cria, tudo se copia”. Marchinhas que embalam os carnavais até hoje também foram compostas e cantadas pelo Velho Guerreiro (no total, foram mais de 50 músicas gravadas por ele).</p>
<p>Chacrinha rompeu diversas barreiras, mas talvez a mais expressiva tenha sido a do preconceito existente entre os intelectuais e a grande mídia. O apresentador tornou-se um dos símbolos da Tropicália, foi o responsável pelo nascimento e crescimento de alguns dos maiores nomes da arte e da música brasileira e virou tema recorrente de estudos na academia.</p>
<p>No aspecto comercial, Chacrinha também se tornou um exemplo. Ele tinha sua própria empresa, que cuidava da produção de suas atrações, em troca de uma maior participação no faturamento dos programas. Todos que trabalharam com ele reconhecem seu extremo profissionalismo e que em nada tem a ver com a figura brincalhona e risonha que o grande público acompanhava no palco.</p>
<p>O que fica na lembrança dos brasileiros é a figura de um gênio: uma pessoa que possuía, como talento maior, o poder de decifrar aquilo que o povo gosta e conseguir levar esse gosto com uma linguagem única, inédita e inimitável. Chacrinha é um dos símbolos máximos da nossa televisão e do nosso país que, mesmo sem tê-lo há vinte anos, ainda tem muito dele a cada atração musical apresentada, a cada calouro, a cada figurino brilhante, a cada cenário colorido, a cada momento de alegria que a TV nos oferece. Chacrinha permanece vivo e ao vivo no coração e na memória de todos os brasileiros.</p>
<p><em>Assista a esta bela homenagem prestada pela TV Cultura por ocasião do falecimento de Chacrinha, em 1988. Este vídeo está repleto de imagens raras do apresentador na Rede Bandeirantes, no começo dos anos 1980.</em></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/BSy4oqdIMQs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/BSy4oqdIMQs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eva: DNA do Pop (ou Chacrinha Continua Certo)]]></title>
<link>http://lekoshimura.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 05:05:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>lekoshimura</dc:creator>
<guid>http://lekoshimura.wordpress.com/?p=37</guid>
<description><![CDATA[&#8220;No Brasil, nada se cria, tudo se copia&#8221;
O aforismo acima foi proferido pelo maior filó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>"No Brasil, nada se cria, tudo se copia"</em></p></blockquote>
<p>O aforismo acima foi proferido pelo maior filósofo da história do Brasil, Abelardo Barbosa. Eu, impelido a transcender a realidade imediatamente sensível, investiguei a comprovação da notável sentença daquele que considero ser o nosso maior sábio. Siga-me, meu caro, minha cara. Vamos à musa do momento, Cláudia Leitte:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/nQBLKZgPqUs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/nQBLKZgPqUs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Maledicentemente, parte da cultura consumidora fonográfica acusa-a de ser uma cópia (leu bem? Cópia, como havia sentenciado o ilustre senhor Abelardo) de Ivete Sangalo. Por outro lado, os apologistas dizem que apesar delas serem cantoras de axé music (music?), gostosonas, sensuais e de voz grave ambas guardam atributos pessoais que dividem inconciliavelmente a jactância sexual do homem brasileiro e são totalmente diferentes entre si pois uma é morena e a outra é loira. Puxa, puxa.</p>
<p>Agora, vejamos a Ivete Sangalo conduzindo um ritual catársico cantando Eva:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-ZR5f6SkxeY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-ZR5f6SkxeY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Sem maiores explicações, siga para o video abaixo. Você já vai entender:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LwA01GUYpuw'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/LwA01GUYpuw&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Viram? É o Radio Taxi. A Eva da Ivete é uma cópia (olha a palavra "cópia" de novo) da Eva do Radio Taxi. Por falar nisso, o video mostra o saudoso e finado Wander Taffo.</p>
<p>Portanto, a Cláudia Leitte é cópia ao quadrado? Nope, ainda náo acabou. Quando o Radio Taxi foi gravar seu primeiro disco, o repertório incluía grandes arranjos que mostravam o melhor de cada um dos excelentes músicos da banda. Era para calar a boca dos críticos que diziam que o apelo rock nacional consistia apenas no fato dele ser, ora bolas, nacional. Aí, o Divino da Silva interveio e pôs algum discípulo do Filósofo Abelardo para aprumar o caminho daquele bando de jovens iludidos, os coitados. Grandes arranjos, o cazzo! O tal discípulo exorcizou o Steve Morse daquele estúdio e abriu sua concha para mostrar a seguinte pérola:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/dteyx_ksYqo'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/dteyx_ksYqo&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Bom, na época nao tinha YouTube mas o caso é que a tal da Eva é uma música do italiano Umberto Tozzi. Havia sido um big hit europeu nos anos 80. Por quê não copiá-lo?</p>
<p>E vai saber de onde o Tozzi copiou a Eva dele. O terninho e o corte de cabelo, eu sei: são copiados do Robert Palmer. Lembra? Aquele do Addicted to Love. Não lembrou, né? Whatever.</p>
<p>Mas e a Eva do Tozzi? Vai ver, seguindo o fio, a gente vai encontrar o autor do Velho Testamento na saída do labirinto. Deve ser "aquela" Eva, sabe? A da maçã e tals. Ou seja, a cópia é um rito sacro, ela nos religa à Origem de Tudo onde ondas de amor vão nos envolver, segundo o Roupa Nova.</p>
<p>Louvados sejam o CTRL+C e o CTRL+V.</p>
<p>Amém.</p>
<p><em>p.s.: Abelardo Barbosa enunciou outros aforismos que, mesmo após sua morte, ainda ecoam terrivelmente sobre nossas vidas:</em></p>
<p><em>- Quem quer bacalhau?</em></p>
<p><em>- Alô, Terezinha! Iuhúúú!</em></p>
<p><em>Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre este nosso filósofo e seu pensamento provocativo e original, clique <a title="Chachinha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chacrinha" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O sexo na moda.]]></title>
<link>http://thesatisfashion.wordpress.com/?p=636</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 15:30:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Amarhal</dc:creator>
<guid>http://thesatisfashion.wordpress.com/?p=636</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Sexo verbal não faz meu estilo&#8221;!
Contrário à essa frase célebre de Renato Russo em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Sexo verbal não faz meu estilo"!<br />
Contrário à essa frase célebre de Renato Russo em uma de suas muitas canções existencialistas sigo meu cotidiano "prestando atenção em cores que eu não sei o nome" e limitando o meu proseado à umas poucas doses de sarcasmo, afinal, assumo meu lado voyer sem o menor pudor! Aliás, esta palavra não faz parte do dicionário da moda, pelo menos não no que depender de Tom Ford e suas particularidades explícitas!</p>
<p><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/ford-nu.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-644" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/ford-nu.jpg?w=300" alt="" width="300" height="134" /></a> <strong><span style="color:#ff0000;">Tom Ford: polêmico ou 'amostrado'?</span></strong></p>
<p>Por conta da nova campanha de Tom, onde o modelo brasileiro Alex Schultz mostra a genitália, o mundo da moda se mostrou um tanto chocado e só esqueceu o assunto por causa da morte do mestre Yves Saint-Laurent. Mas se julgarmos o estilista texano como imoral por estas imagens fotografadas por Terry Richardson vamos estar admitindo que somos ainda mais imorais que ele, até porque Tom Ford transparece aquilo que muitos querem ser e/ou fazer e escancara a sexualidade como quem não tem mais nada a declarar!</p>
<p><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/tf05300841.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-646" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/tf05300841.jpg?w=300" alt="" width="300" height="198" /></a> <strong><span style="color:#ff0000;">Precisa dizer alguma coisa?</span></strong></p>
<p>Tom não é pioneiro nessa arte de sexualizar a indústria da moda. Antes dele, Azzedine Alaïa arrancou suspiros das editoras de moda com seu viés envolvendo o corpo das mulheres em couro amaciado e praticamente costurado ao corpo; sem esquecer também de Gianni Versace e seu masoquismo fetichista que o consagrou como um dos mais revolucionários estilistas dos anos 80! Mais adiante ainda está a imagem do recém falecido Saint-Laurent nu, portanto, o sexo está para a moda assim como as drogas para o rock'nd roll! E, francamente, não sei por que ainda muitos se escandalizam com isso!</p>
<p><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/alaia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-638" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/alaia.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/linda-para-versace.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-639" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/linda-para-versace.jpg?w=218" alt="" width="218" height="300" /></a> <strong><span style="color:#ff0000;">Azzedine Alaïa e Gianni Versace: curvas delineadas no viés.</span></strong></p>
<p>Em um Fashion Rio da vida, mais precisamente em junho de 2005, a estilista Alessa Migani fez patuás com pênis bordados à mão. Foi chamada de lúdica pelos fashionistas! Dois anos antes, em julho de 2003, Amir Slama levou às passarelas da Rosa Chá no SPFW biquinis e sungas que deixavam o bumbum de fora. O escândalo foi geral, causou desconforto em uns e risinhos gostosos em outro. Eu estava lá e conferi in loco a cara das editoras super finas. No entanto, nada é mais inovador que isso, não é mesmo?</p>
<p> <a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/rosa-cha-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-640" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/rosa-cha-2.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/rosa-cha.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-641" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/rosa-cha.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a> <strong><span style="color:#ff0000;">O 'aclamado' desfile da Rosa Chá no Verão 2004.</span></strong></p>
<p>Se prestarmos atenção nas propostas de algumas coleções vamos perceber que, no fundo, elas têm sede sexual. E isso, para mim, é a coisa mais natural do mundo! Repare nos vestidos-bondage de Christopher Kane, nos bordados e babados de Isabela Capeto e até mesmo nas estampas da Neon. Tudo tem informação, mesmo que comedida, de prazer. As estampas exalam o fervor de dois corpos colados um ao outro; os babados escondem fantasias, enquanto o bondage as revela. </p>
<p><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/vionnet.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-642" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/vionnet.jpg?w=221" alt="" width="221" height="300" /></a><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/stsl12_costarica.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-643" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/stsl12_costarica.jpg?w=238" alt="" width="238" height="300" /></a> <strong><span style="color:#ff0000;">Look de Vionnet e vestido-bondage de Christopher Kane na Teen Vogue.</span></strong></p>
<p>E sempre foi assim, desde os tempos de Charles Worth e suas muitas camadas de anáguas, que nunca impossibilitavam aos homens desejar suas esposas. Poiret as libertou do espartilho, Chanel deu-lhes liberdade e Madeleine Vionnet acrescentou-lhes leveza e sensualidade. <br />
A estilista francesa inpirava-se nos trajes grego-romanos e o Imperador Calígula, certamente, a contrataria se esta tivesse vivenciado sua política. Ele adorava um bacanal e fazia de seu reinado um centro de prostituição, reverenciando a Baco sem escarnecer de si mesmo.</p>
<p><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/caligula1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-637" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/caligula1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a> <strong><span style="color:#ff0000;">Cena de Calígula de Gore Vidal com Malcolm Mc McDowell e Hellen Mirren.</span></strong></p>
<p>Em terras brasileiras quem não se lembra que Chacrinha estampava machismo na televisão, com suas chacretes sensuais, muito antes do funk carioca e a Dança do Créu ser considerada fenômeno das pistas? Aliás, mais fenomenal que o caso "Ronaldo e as Travestis" não tem! Sexo pago, vendido a preço de banana por umas moçoilas (?!?) e comprado a preço de ouro por uns senhores conhecidos na sociedade como bondosos pais de família. Isso sim é vergonhoso, não acham?</p>
<p><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/chacretes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-647" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/chacretes.jpg?w=227" alt="" width="227" height="300" /></a><a href="http://thesatisfashion.files.wordpress.com/2008/06/ct0602081.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-648" src="http://thesatisfashion.wordpress.com/files/2008/06/ct0602081.jpg?w=210" alt="" width="210" height="300" /></a> <strong><span style="color:#ff0000;">As Chacretes e Carol Trentini na última Vogue America: sensual ou sexual?</span></strong></p>
<p>O que quero evidenciar é que, explícito ou não, o sexo faz parte de nosso dia-a-dia e até da história da moda. Ele está em todos os cantos: no imaginário de santos e devassos, na escrita de Hilda Hilst e nas caveiras de Alexandre Herchcovitch. Portanto, enxergue a vida com outros olhos e permita-se um minutinho de prazer!</p>
<p>por Daniel Amarhal<br />
<strong>Fotos:</strong> divulgação! </p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Imagens do Cassino da Urca, antiga sede da TV Tupi no Rio de Janeiro]]></title>
<link>http://televisionado.wordpress.com/?p=144</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 12:42:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
<guid>http://televisionado.wordpress.com/?p=144</guid>
<description><![CDATA[Estão sendo realizadas grandes obras no prédio do Cassino da Urca, na Zona Sul do Rio de Janeiro,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://televisionado.files.wordpress.com/2008/05/cassino2.gif"></a>Estão sendo realizadas grandes obras no prédio do Cassino da Urca, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para a instalação da sede carioca do IED - Istituto Europeo di Design. </p>
<p>Erguido em 1922, o espaço abrigou, entre 1953 e 1980, os estúdios e escritórios da TV Tupi-Rio, canal 6. Pelo seu auditório, por exemplo, passaram alguns dos maiores nomes da TV brasileira como Chacrinha, Aerton Perlingeiro, Flávio Cavalcanti, J. Silvestre, entre muitos outros.</p>
<p>Abaixo, seguem algumas fotos do Cassino em vários momentos: quando foi inaugurado, depois do fechamento da TV Tupi, além de simulações divulgadas pelo IED de como ficará o prédio após ser restaurado. Veja também o vídeo que mostra um trecho do programa do Chacrinha comandado, na sua "Buzina", o concurso do "Homem Mais Feio do Brasil" e, em seguida, a cantora Lady Zú diretamente do auditório da Urca em 1978 (postado por <a href="http://youtube.com/user/Isquericrou">Isquericrou</a>)</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-146" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/05/cassino1.gif" alt="" width="227" height="142" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-147" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/05/cassino2.gif" alt="" width="227" height="151" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-149" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/05/cassino4.gif" alt="" width="227" height="161" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-150" src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/05/cassino5.gif" alt="" width="227" height="170" /></p>
<p style="text-align:left;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LmNGGGNavD4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/LmNGGGNavD4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:left;">Fontes: <a href="//www.estado.com.br/editorias/2006/11/22/cid-1.93.3.20061122.12.1.xml">O Estado de S. Paulo</a>, <a href="http://rgvogue.ig.com.br/guia/2007/07/03/cassino_da_urca_908036.html">RG Vogue</a>, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL104023-5606,00.html">G1</a> e <a href="http://extra.globo.com/rio/plantao/2008/05/26/juiz_permite_prosseguimento_da_reforma_do_predio_cassino_da_urca-546508023.asp">Extra</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ è a justiça brasileira, estupido!]]></title>
<link>http://enzofabioarcangeli.wordpress.com/?p=121</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 15:39:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>enzofabioarcangeli</dc:creator>
<guid>http://enzofabioarcangeli.wordpress.com/?p=121</guid>
<description><![CDATA[COMO FALAVA UM DOS MAIS FINOS INTELETUAIS DO &#8220;GLOBAL VILLAGE&#8221; NO SECULO PASADO, O CHACRI]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>COMO FALAVA UM DOS MAIS FINOS INTELETUAIS DO "GLOBAL VILLAGE" NO SECULO PASADO, <span style="color:#0000ff;">O CHACRINHA, balançando a pansa</span>:</p>
<h2><span style="color:#888888;">QUEM NAO COMUNICA, SE TRUMBICA !</span></h2>
<p>UPDATE: THE BRAZILIAN CASE HAS  BEEN CLOSED WITH THE ELIMINATION OF JUST ONE BLOG, not the entire WordPress in Brazil. On the conclusion of the case, see these blogposts by:</p>
<p>Guiherme Felitti, May 4th: <a href="http://chaquente.com/2008/05/04/fim-da-saga-wordpress-no-brasil/" target="_blank">fim da saga wordpress no brasil?</a></p>
<p>Paula Gòes, May 6th: <a title="último captulo da novela&#34;" rel="bookmark" href="http://lusosfera.wordpress.com/2008/05/06/bloqueio-do-wp-ultimo-capitulo-da-novela/">Bloqueio do WP: último capítulo da novela</a></p>
<p>Paola Gòes on Global Voices: <a title="Wordpress amends T&#38;Cs and avoids blanket ban" rel="bookmark" href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/06/brazil-wordpress-amends-tcs-and-avoids-blanket-ban/">Brazil: Wordpress amends T&#38;Cs and avoids blanket ban</a></p>
<p>On the events and the now cleverly avoided risk of a massive censorship:</p>
<p><a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/2008/04/12/brazil-bloggers-united-against-wordpress-ban/" target="_blank">Global Vices Advovacy _ Brazil: Bloggers united against Wordpress ban</a> <a title="Bloggers united against Wordpress ban" rel="bookmark" href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/12/brazil-bloggers-united-against-wordpress-ban/">Brazil: Bloggers united against Wordpress ban</a></p>
<p><a title="Bloggers united against Wordpress ban" rel="bookmark" href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/12/brazil-bloggers-united-against-wordpress-ban/"></a> <span style="color:#888888;"><span style="color:#000000;font-weight:normal;"><a href="http://wordpress.com/blog/2008/04/30/wordpresscom-in-brazil/">http://wordpress.com/blog/2008/04/30/wordpresscom-in-brazil/</a></span></span>  </p>
<p>A nossa comunidade, ecologia de produtores e usuarios de blogs e conteudos no sistema WordPress, està defendendo-se de un possivel ataque judicial, que nao tem sentido nenhum: ver o comunicado da rede. O advocado e especialista de cyberlaw, o prof. Marcel Leonardi, esta nos defendendo, e esperamos bem nenhum vai fazer loucura em estilo ditadura. Falamos ditadura nao por acaso. ACHAMOS DEVERES E DIREITOS ESSENCIAIS EM JOGO: LIBRE ASSOCIACAO, PALABRA E COMUNICACAO. Nao tem brincadeira: ATENCAO!</p>
<p><a href="http://wordpress.com/blog/2008/04/30/wordpresscom-in-brazil/" target="_blank">Matt Mullenweg, WordPress</a>: We are represented in the case by Marcel Leonardi, a Brazilian attorney, law professor, and cyberlaw scholar. He is working on the case pro bono on behalf of the WordPress.com community.<a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/12/brazil-bloggers-united-against-wordpress-ban/" target="_blank"> </a></p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/12/brazil-bloggers-united-against-wordpress-ban/" target="_blank">Paula Goes had blogged in April the 12th:</a></p>
<blockquote><p>Considering that 90% of the Brazilian internet providers are affiliated to the Abranet, if the blanket ban comes true, nearly everyone in the country will loose access to the one million plus blogs hosted on the Wordpress platform. Twice bitten Brazilian bloggers won't let this happen easily. As soon as the news broke, a <a href="http://naoaobloqueio.wordpress.com/">‘No to the Ban' blog</a> was set up, making available badges like the ones that illustrate this article. An <a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=47714548">Orkut community</a> has been growing at fast pace.</p></blockquote>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/word3.png" alt="word3.png" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[a revolução não será televisionada]]></title>
<link>http://chiveta.wordpress.com/?p=133</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:55:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>chiveta</dc:creator>
<guid>http://chiveta.wordpress.com/?p=133</guid>
<description><![CDATA[Nos anos 70, Gil Scott-Heron proclamou que &#8220;a revolução não será televisionada&#8221;, e e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nos anos 70, Gil Scott-Heron proclamou que "a revolução não será televisionada", e este conceito continua atual até os dias de hoje. Mas há quem subverta a ordem do mestre Scott-Heron e use a televisão para revolucionar, caso do paulistano Ricardo Tatoo. Ele, que foi grafiteiro nos anos 80, posteriormente diretor de arte de grifes como Cavalera e Vision, abrirá uma exposição no dia 30/04 a partir das 19h no <a href="http://www.coletivogaleria.com.br" target="_blank">Coletivo Galeria</a> (r. dos Pinheiros, 493 - São Paulo/SP). Com o nome de <em>TV Kills - Arte Ataque!</em>, ele dá seu recado usando ícones da mídia de massa através de stencil, serigrafia e lambe-lambe. Em seu <a href="http://www.tvkills.com.br" target="_blank">site</a>, Ricardo vende algumas de suas criações através de camisetas que estampam ícones como Seu Madruga, Bob Marley, Chacrinha e Ramones.</p>
<p>A exposição vai até o dia 24/05 (de terça a sexta das 15h às 21h e sábado das 14h às 19h), sendo que às 17h do dia 17/05 haverá um bate-papo com o artista, que já assinou trabalhos para bandas como Sepultura, Inocentes, Cordel do Fogo Encantado, Rodox, Nitrominds e Flicts. A revolução pode não ser televisionada, mas que a TV rende assunto pra revolução/ões, isso ninguém pode negar!</p>
<p><img src="http://chiveta.wordpress.com/files/2008/04/tvkills.jpg" alt="" width="489" height="406" class="alignnone size-full wp-image-134" /><br />
<font size="1"><i>e a televisão, será revolucionada? Alguém aí responde? Alberto? Bob? Madruga? Chacra?</i></font></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Entrevista Exclusiva com Washington Rodrigues, o Apolinho da Rádio Tupi]]></title>
<link>http://televisionado.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 15:44:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
<guid>http://televisionado.wordpress.com/?p=26</guid>
<description><![CDATA[Apolinho, o que se garante sozinho!
Líder de audiência no rádio, Washington Rodrigues também é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apolinho, o que se garante sozinho!</strong><br />
Líder de audiência no rádio, Washington Rodrigues também é sucesso na TV</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/03/divulgacao_radio_tupi.jpg" alt="Divulgação - Rádio Tupi/RJ" /></div>
<p>Entrevista publicada com exclusividade pela edição de março do jornal "Grande Tijuca"</p>
<p>Sinônimo de futebol e bom humor, Washington Rodrigues, o Apolinho, é um dos poucos comentaristas esportivos que consegue ser respeitado por todas as torcidas, mesmo sem nunca esconder de ninguém o amor que sente pelo Flamengo. Seu grande sucesso no rádio acabou por levá-lo à televisão, tendo a oportunidade de trabalhar em todas as emissoras e estar em atrações que, muitas vezes, nem eram essencialmente esportivas, como quando participava da equipe de produção do programa de Abelardo “Chacrinha” Barbosa. Nessa entrevista concedida ao <strong>Grande Tijuca</strong> – e que também faz parte de uma pesquisa para a ESPM/RJ sobre a história da Rede Tupi de Televisão –, Washington Rodrigues fala sobre seu começo de carreira, suas histórias na telinha e sua paixão pelo rádio e pelo futebol.</p>
<p><strong>Vamos começar falando sobre o seu trabalho em televisão, mas, antes dele, veio seu trabalho em rádio...</strong></p>
<p>É. Eu comecei na Rádio Guanabara, que hoje é a Rádio Bandeirantes. Logo em seguida, comecei já a participar de programas esportivos na TV. Trabalhei em todas as emissoras: Globo, Tupi, Rio, Excelsior, Educativa, Manchete, CNT, enfim, trabalhei em todas elas, à exceção das de cabo.</p>
<p><strong>Você lembra qual foi seu primeiro programa de televisão?</strong></p>
<p>Foi na TV Excelsior. Era transmissão de futebol. Eu fazia reportagem de campo. Depois, participei de várias mesas redondas, da <em>Revista Facit</em>, na TV Globo, junto com (João) Saldanha, (José Maria) Scassa, Armando Nogueira... Apresentei, na TV Tupi, um programa logo depois da saída do Flávio Cavalcanti, que se chamava <em>Domingo é Dia de Show</em>. Eram cinco apresentadores e eu era um deles. No final só ficaram dois: eu e o Albino Pinheiro. Eu também apresentei uma das primeiras visitas do Jonny Mathis ao Brasil, foi um especial muito bonito...</p>
<p><strong>Essa versatilidade você acabou levando para o rádio, não é?</strong></p>
<p>No rádio, eu sempre tive programas variados. O <em>Show do Apolinho</em> (de segunda à sexta, de 17h às 19h, na Rádio Tupi/RJ), por exemplo, que eu estou apresentando há nove anos, não é um programa só de futebol. Tem muita notícia, tem música, tem brincadeira e tem o futebol. Futebol é o carro-chefe, mas não é só futebol, até porque segmentando você só fala com aquele tipo de público, e a minha intenção era abrir um pouco mais, e deu certo porque nós estamos liderando a audiência aí já tem alguns anos.</p>
<p><strong>Conte um pouco mais sobre sua experiência na Tupi.</strong></p>
<p>Na Tupi, eu fiz várias resenhas, vários programas esportivos ao meio-dia, à noite... E fiz esse <em>Domingo é Dia de Show</em>, que eu apostei muito nesse programa, achei que podia entrar numa briga com o Faustão, que veio numa mesma linha e fazia um programa de madrugada (<em>Perdidos na Noite</em>)... Eu imaginava que pudesse emplacar, mas aí a Tupi parou e o programa parou junto.</p>
<p><strong>E os programas esportivos da Tupi?</strong></p>
<p>Ah, tinham muitos! A Tupi foi a primeira a transmitir futebol. Transmitia futebol aos sábados. O patrocínio era dos Sapatos Fox. O Ademir Menezes, que era o centro-avante do Vasco, do Fluminense, era o garoto-propaganda. Ele entrava fazendo embaixada de sapato aí o cara dizia: “Pés que valem milhões calçam Fox”. E abria a transmissão. Nunca mais me esqueço disso!</p>
<p><strong>Você participou também de muitos programas diários...</strong></p>
<p>Na TV Rio tinha o <em>Jornal do Futebol</em>, às 18h30min; na TV Manchete, eu participava como colunista do <em>Jornal da Manchete</em>; na CNT, também participei do jornal (<em>CNT Jornal</em>) com a Leila Richards. Aliás, eu tenho uma passagem com ela fantástica. Ela é muito bonita, né? Uma pessoa muito inteligente e muito bonita. E o jornal tinha que obedecer aquele padrão, você não podia rir, não podia fazer nada... E ela dava uma notícia e passava para mim, em seguida, fazer a coluna de futebol. E a última notícia que ela deu é que o cientista descobriu que o uso contínuo do Viagra fazia as pessoas verem as coisas em azul. E ela estava toda de marrom. Então quando ela terminou, eu não resisti e falei: “Leila, como você está linda toda de azul, com esses olhos azuis...”. Aí ela começou a rir, levamos um breque do diretor do jornal e depois a vida seguiu... Ela é uma pessoa fantástica, gosto muito dela.</p>
<p><strong>Por que você prefere o rádio?</strong></p>
<p>Eu gosto muito do rádio. O rádio é muito mais ágil, permite que você faça uma análise mais completa do jogo, você tem tempo para desenvolver... Eu não gosto nem de assistir futebol na televisão, assisto sempre, mas tiro o som às vezes, boto o som do rádio. Comentário de futebol pra mim é no rádio, e no estilo que eu faço, quer dizer, sem interferência.</p>
<p><strong>Como é que você consegue organizar a sua agenda, hein? Você faz participações o dia inteiro...</strong></p>
<p>Eu chego aqui na rádio seis e meia da manhã, todo dia. Eu faço duas inserções no programa do Clóvis (Monteiro), às 7h45min e às 8h45min. Faço minha coluna do “Meia Hora” aqui mesmo (no seu escritório na Rádio Tupi) e depois começo a organizar o programa da tarde (<em>Show do Apolinho</em>). O programa da tarde dá um pouco mais de trabalho, porque tem o “Robetão”...</p>
<p><strong>Então, para encerrar, uma última pergunta: o que você acha que um comentarista esportivo deve ter, ou que você tenha, para conseguir ser respeitado por todas as torcidas, mesmo tendo uma grande paixão por um time?</strong></p>
<p>Posso falar por mim. Eu chego logo de cara e falo: “Olha, eu sou Flamengo!”, porque se eu disser “não, eu não tenho clube...”, tudo o que eu disser depois você vai ter o direito de achar que é mentira, porque já comecei mentindo na primeira. E eu procuro ser isento, mas ninguém consegue 100%. Isso é difícil de você administrar, mas, com o tempo eles (os torcedores) foram descobrindo que, quando eu erro, é porque eu erro. Não sou infalível. Tem a rejeição, que isso é natural, assim como eu também tenho minhas rejeições a vários colegas que são meus amigos até pessoais, mas que como comentarista eu tenho algumas diferenças disso ou daquilo, mas o que não quer dizer que eu tenha algum tipo de antipatia. Assim é que eu espero que eles hajam comigo também, quer dizer, respeitem a minha preferência. Não sou inimigo deles, só sou um eventual adversário, até porque se não houvesse essa rivalidade, não haveria futebol. Acho que foi por aí que eles me aceitaram.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolinha: "a imagem musical do Brasil!"]]></title>
<link>http://televisionado.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 15:37:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
<guid>http://televisionado.wordpress.com/?p=17</guid>
<description><![CDATA[     
Muito pouco se fala a respeito desse que é um dos maiores comunicadores da TV brasileira,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/03/clubedobolinha19931.jpg" alt="Isquericrou - YouTube" />     <img src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/03/logo_clubedobolinha19931.jpg" alt="Isquericrou - YouTube" /></p>
<p align="left">Muito pouco se fala a respeito desse que é um dos maiores comunicadores da TV brasileira, símbolo de autenticidade, simpatia e sucesso de audiência: Edson Cury, mais conhecido pelo seu apelido “Bolinha”.</p>
<p align="left">Bolinha é o símbolo de uma televisão alegre e popular e que vai muito além da pobre e vazia alcunha de “brega”. Ele, junto com tantos outros nomes, levava alegria e diversão de uma maneira leve e descontraída. Vestindo suas camisas coloridas, sempre abertas até a altura do peito e marcadas pelo suor (reflexo da ausência de ar condicionado e da alta temperatura gerada pelos imensos refletores), Bolinha incendiava a platéia com os maiores nomes da música, além das <em>Olimpíadas de Calouros</em> e de diversos outros concursos, em especial o <em>Eles e Elas</em>, que fez muito sucesso durante a década de 1980 apresentando performances de travestis e transexuais. Uma dessas travestis, Telma Lip, fez tanto sucesso que se tornou a principal jurada do <em>Clube do Bolinha</em> e chegou a ser capa da revista <em>Playboy</em>.</p>
<p align="left">Edson Cury começou sua carreira na Rádio Cultura de Araçatuba, sua cidade natal. Lá, era repórter de campo e locutor esportivo. Depois, seguiu para a cidade de São Paulo e foi trabalhar na Rádio Excelsior. De lá, foi para a TV Excelsior, onde teve a chance da sua vida: em 1967, Chacrinha, então maior audiência da emissora, havia ficado doente e não iria poder apresentar seu programa. Para substituí-lo, chamaram Bolinha, que já era conhecido pelo seu jeito irreverente de ser. Resultado: o programa, que anteriormente registrava 21 pontos no IBOPE, registrou 36, deixando os executivos da emissora muito animados. Assim nascia o dominical <em>A Hora do Bolinha</em> que, mais tarde, transferiu-se para a TV Record e, em seguida, para a Bandeirantes, já com o nome de <em>TV Bolinha.</em></p>
<p align="left">O <em>TV Bolinha</em> era totalmente bancado pelo animador, que chegou a ter de vender o próprio carro para pagar a produção. Cansado de tanta luta e já tendo sofrido um enfarto, Bolinha saiu do ar em 1979, retornando ao vídeo só em 1986 pela Rede Bandeirantes, aos sábados, e agora como contratado, com o novo <em>Clube do Bolinha</em>, sua atração mais famosa e mais recordada pelos brasileiros.</p>
<p align="left">O <em>Clube do Bolinha</em> chegou a ter seis horas de duração e enfrentava dois concorrentes muito fortes: Chacrinha, na Globo, e Raul Gil, na época no SBT. Ainda assim, o “liquidificador musical” (forma como gostava de definir seu programa) alcançava, por diversas vezes, o primeiro lugar de audiência.</p>
<p align="left">Aliás, uma curiosidade: a famosa marchinha-tema do programa do Bolinha (utilizada desde a estréia da <em>Hora do Bolinha</em> na Excelsior) foi gravada pelo apresentador Raul Gil para o Carnaval de 1967.</p>
<p align="left"><em>Bolinha, Bolinha<br />
Está na hora de você entrar na linha<br />
Bolinha, Bolinha<br />
Está na hora de você entrar na linha</em></p>
<p align="left"><em>Cantando bem,<br />
Você ganha os parabéns<br />
Cantando mal,<br />
Vai cantar no seu quintal</em></p>
<p align="left"><em>Bo, Bo, Bo, Bolinha<br />
Está na hora de você entrar na linha<br />
Bo, Bo, Bo, Bolinha<br />
Está na hora de você entrar na linha</em></p>
<p align="left">Em 1994, em meio ao reposicionamento da Bandeirantes como um canal essencialmente canal esportivo e masculino, o <em>Clube do Bolinha</em> saiu do ar. Edson Cury veio a falecer em 1/7/1998, aos 62 anos.</p>
<p align="left">Mais que um registro, este artigo é uma homenagem a esse fantástico comunicador pela sua grande contribuição à música e à televisão brasileira. Bolinha merece sempre ser lembrado por nós, que devemos a ele muitas tardes de alegria.</p>
<p align="left">As imagens colocadas acima foram retiradas do vídeo:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=qVpLSU3AGgY">http://www.youtube.com/watch?v=qVpLSU3AGgY</a></p>
<p align="left">Acesse também <a href="http://www.youtube.com/user/Isquericrou">http://www.youtube.com/user/Isquericrou</a> e veja muitos outros vídeos raríssimos da TV brasileira.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Buzinha do Chacrinha - O Homem Mais Feio do Brasil ]]></title>
<link>http://plataformavirtual.wordpress.com/2007/11/15/buzinha-do-chacrinha-o-homem-mais-feio-do-brasil-1978/</link>
<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 18:45:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jean Carlo</dc:creator>
<guid>http://plataformavirtual.wordpress.com/2007/11/15/buzinha-do-chacrinha-o-homem-mais-feio-do-brasil-1978/</guid>
<description><![CDATA[O Chacrinha era hilário

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Chacrinha era hilário</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LmNGGGNavD4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/LmNGGGNavD4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
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<title><![CDATA[O que as pequenas e médias empresas devem fazer para ganhar dinheiro com internet]]></title>
<link>http://armanrulla.wordpress.com/2007/11/05/o-que-as-pequenas-e-medias-empresas-devem-fazer-para-ganhar-dinheiro-com-internet/</link>
<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:51:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Armando Ferraz Santos</dc:creator>
<guid>http://armanrulla.wordpress.com/2007/11/05/o-que-as-pequenas-e-medias-empresas-devem-fazer-para-ganhar-dinheiro-com-internet/</guid>
<description><![CDATA[Pequenas e médias empresas devem migrar para web para se tornarem mais competitivas, com um pouco d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;">Pequenas e médias empresas devem migrar para web para se tornarem mais competitivas, com um pouco de conhecimento é possível trazer mais clientes para a empresa.</span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"> </span></font></p>
<p><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"></span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;">Profissionais liberais, pequenas e médias empresas ainda têm que a enxergar a internet como um meio de ganhar dinheiro e não basta só estar na internet tem que participar dela, pois é através de seu site que você não só conquistar clientes do seu concorrente, mas também pessoas que navegam buscando produtos e serviços, que sua empresa oferece, vão encontra - lo. </span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"> </span></font></p>
<p><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;">Segundo os dados da ultima pesquisa TIC empresas (2006) Cerca de 40% das pessoas que trabalham acessa a internet, empresas geralmente utiliza e-mail e/ou formulário de internet para fazer seus pedidos, me pergunto às vezes será que os empreendedores têm a idéia da dimensão da oportunidade que a internet pode gerar para seus negócios? Tudo é uma questão de conhecimento das ferramentas, que na grande maioria das vezes é completamente desconhecida, pois o empreendedor tem dificuldade em identificar seu mercado de atuação, promover a comunicação do seu site, estar visível para seu publico alvo e lógico a um custo baixo.</span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"> </span></font></p>
<p><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"></span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;">Algumas sugestões é contratar profissionais que trabalham em empresas e possuem conhecimento de <strong>SEO (Search Engine Optimization) </strong>e <strong>SEM (Search Engine Marketing)</strong> estes profissionais quase raros sempre aceitam um free-lancer para o final de semana e podem também prestar serviços e-mail marketing, além de dar inúmeras dicas e informações sobre comunicação digital.</span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"> </span></font></p>
<p><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"></span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;">É importante empreendedores saber como identificar seu publico alvo na internet, estar atento a fóruns promover seus produtos e serviços nestes canais abertos de comunicação, lógico de forma consciente e responsável, escrever seus artigos, responder duvidas, criar e-mails marketing, trabalhar com as palavras chaves do seu site para que seus produtos e serviços possam ser encontrado por buscadores, uma dica é para profissionais liberais que podem e devem usar a internet como uma verdadeira ferramenta de marketing a seu favor, não se esqueça o que nosso saudoso Chacrinha dizia </span></font><strong><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-weight:bold;font-size:11pt;font-family:Tahoma;">"Quem não se comunica, se trumbica!"</span></font></strong><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;">.</span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"></span></font><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"> </span></font></p>
<p><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"></span></font></p>
<p><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"><font size="2" face="Tahoma"><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"> Este texto também foi publicado na revista <a target="_blank" href="http://www.emcondominios.com.br/2008/materia_detalhe.asp?id=177" title="Revista Em Condominios">Em Condominios</a></span></font></p>
<p></span></font></p>
]]></content:encoded>
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