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	<title>bau-das-series &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "bau-das-series"</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 13:25:42 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Baú das Séries: Sex And The City]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=2013</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 02:11:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Pegando embalo no lançamento do filme (e de seu sucesso nesse fim de semana de estréia) o baú da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://seriemaniacos.files.wordpress.com/2008/06/sex20and20the20city.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2014 aligncenter" src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/06/sex20and20the20city.jpg?w=287" alt="" width="287" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Pegando embalo no lançamento do filme (e de seu sucesso nesse fim de semana de estréia) o baú das séries revisita a série feminina mais original, provocadora e influente de todos os tempos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ponha seu <em>tutu </em>de bailarina, prepare seu drink favorito e abra espaço para <em>Sex And The City.</em></p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">É difícil falar sobre a importância de <em>Sex And The City. </em>É o tipo de programa que ultrapassa as fronteiras da televisão, fincando raízes no imaginário da cultura pop, transformando-se em patrimônio para todos no começo da fase adulta, influenciando tudo o que vêm a seguir. É como um <em>Pulp Fiction </em>do mundo das séries.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1998, a população caminhava para a virada do milênio, mas não havia nenhum programa com que as pessoas, principalmente as mulheres, pudessem se relacionar diretamente para experenciar algo que eu faço, você faz, nossos pais fazem (de vez em quando), porém ninguém mencionava na televisão: sexo.</p>
<p style="text-align:justify;">Claro, tínhamos <em>Friends </em>debatendo sobre o assunto casualmente, mas queríamos algo mais agressivo, precisávamos falar de sexo, ver sexo, precisávamos de uma Sarah Jessica Parker problemática ao extremo, com um cabelo mais complicado ainda, para nos ensinar que sexo, e a cidade, têm tudo a ver. Nascia Carrie Bradshaw.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois disso todo mundo sabe a história de cor e salteado. Carrie e suas outras três amigas nova-iorquinas tornaram-se um fenômeno rapidamente, para um público que, extasiado, via-se retratado fielmente na tela da HBO. Nunca antes um programa tinha ido tão direto ao ponto sobre o que é ser mulher em uma cidade caótica e que só cresce, e a ironia é que o Victor escreve sobre o que é ser mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">E esse é um dos maiores trunfos da série. <em>Sex And The City </em>jamais se perdeu em sua própria proposta, tornando-se um <em>soft-porn </em>apelativo ou um monólogo da vagina. Independente do sexo, o programa tinha tanta alma e personalidade que nos transformava em Carries, que tinham na incrível narração de Sarah Jessica Parker a nossa dose semanal de uma das melhores crônicas sociais que a televisão já roteirizou.</p>
<p style="text-align:justify;">Então deixe de lado as brigas no elenco entre Kim Catrall e a protagonista e se entregue ao deleite <em>fashion, </em>romântico, sexy, divertido e honesto que foi a série. E se dramas fracassados como <em>Related, Lipstick Jungle e Cashmere Mafia </em>naufragaram rapidamente ao tentar copiar a fórmula de Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte, significa que o mundo precisa de mais um pouco de <em>Sex And The City</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Desce uma rodada de <em>Cosmopolitans</em> por minha conta.</p>
<p style="text-align:justify;">Ah, e sexta-feira eu volto para dizer o que achei do filme.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú das Séries: Blossom]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1733</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 18:10:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1733</guid>
<description><![CDATA[
Para a última edição do Baú das Séries resolvi puxar um programa que, além de ser o mais a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://seriemaniacos.files.wordpress.com/2008/04/blossom2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1734 aligncenter" src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/04/blossom2.jpg" alt="" width="300" height="290" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Para a última edição do Baú das Séries resolvi puxar um programa que, além de ser o mais antigo já lembrado neste espaço do blog, é também um dos mais divertidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Com vocês, <em>Blossom.</em></p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Exibida pelo canal americano NBC, entre 1991 e 1995, <em>Blossom</em>  era uma sitcom que fazia dobradinha com <em>The Fresh Prince of Bel-Air</em>, cujo super-astro hoje em dia, Will Smith, fazia algumas participações.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas a verdade é que em 1991 eu tinha um ano de idade e ainda nem sonhava em ter tv a cabo, e acho que grande parte do páis também, então realmente fui me apaixonar pela série quando em 1997 o SBT fez sua estréia.</p>
<p style="text-align:justify;">A série narrava a vida da adolescente Blossom Russo, uma garota que convive com seu pai e dois irmãos, após sua mãe abandonar a família para perseguir o sonho de ser cantora em Paris. Por ser criada apenas por homens, Blossom dividia suas confidências, crises e chapéus com sua melhor amiga, Six. Quem acha que foram Lorelai e Rory Gilmore que inventaram essa moda de falar o máximo possível de palavras que o fôlego permite não conheceu Six.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante as cinco temporadas que o programa durou era comum a abordagem de temas mais sérios, como a dependência de drogas de Anthony ou assuntos recorrentes na vida de qualquer jovem, como a primeira relação sexual.</p>
<p style="text-align:justify;">Característica essa da série que fez com que críticos e telespectadores mais exigentes a considerassem como uma comédiazinha cheia de lições de moral. E é verdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas também não é verdade de que assim é adolescência, crescemos ouvindo conselhos e lições de nossos pais, para termos que errar e só assim aprendermos? Mesmo soando um pouco datada nos dias de hoje, <em>Blossom </em>retrata uma época em que não éramos tão cínicos a ponto de achar que qualquer final feliz, qualquer mensagem amigável que recebíamos era um clichê hediondo.</p>
<p style="text-align:justify;">O elenco da série praticamente sumiu por completo nos dias de hoje, e  acho que a última vez que a Mayim Bialik, que interpretava magistralmente a personagem título foi vista foi aparecendo como si mesma em um episódio de <em>Fat Actrees</em>, mas isso não importa.</p>
<p style="text-align:justify;">Não importa quantos anos passem, pelo menos para a nossa geração, sempre lembraremos da garota esquisita dançando na abertura.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crossover: Baú das Séries x O Ponto em Comum]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1607</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 00:04:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1607</guid>
<description><![CDATA[
Duas colunas para serem atualiazadas, então como a gente mata dois coelhos com uma cajadada só? F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://seriemaniacos.files.wordpress.com/2008/04/friends.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1606" src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/04/friends.jpg" alt="Friends x Will &#38; Grace" width="250" height="320" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Duas colunas para serem atualiazadas, então como a gente mata dois coelhos com uma cajadada só? Fazendo um <em>crossover</em>, é claro!</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, nessa semana a gente relembra e relaciona as sitcoms <em>Will &#38; Grace </em>e <em>Friends</em>.</p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Bom, para não causar muita confusão, primeiro eu falarei sobre a série, aí a gente vai analisando os pontos em comum e depois mata a saudade, ok?</p>
<p style="text-align:justify;">Então, o que falar de <em>Friends</em>? Sua estreía em 1994 definiu o rumo de qualquer sitcom produzida após, e se tornou a comédia mais popular exibida por uma televisão americana (sim, porque para mim <em>Seinfeld</em> não tem o mesmo apelo que a série de David Crane).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pontos a serem lembrados: </strong>Nunca uma série retratou tão bem os percalços que um jovem enfrenta para tornar-se adulto. O público, que envelheceu junto com a série via-se retratado por esses seis amigos nova-iorquinos, que acima de tudo, têm uns aos outros.</p>
<p style="text-align:justify;">Quatro anos depois, quando <em>Friends </em>já se consagrava como uma potência cômica, surgia <em>Will &#38; Grace</em>, sitcom da mesma NBC que produzia a série anterior. Em nenhum momento a série sobre o advogado gay que mora com a decoradora neurótica conseguiu repetir o fênomeno anterior, mas o programa, conseguiu chamar a atenção por méritos próprios.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pontos a serem lembrados: </strong>Se <em>Friends</em> conseguiu mostrar o surgimento de um adulto como nenhuma série havia feito, <em>Will &#38; Grace</em> conseguiu ter um protagonista gay que fugia aos estereótipos comuns, e obteve sucesso de um público que encarou com naturalidade sua opção sexual. Apesar de se manter satisfatoriamente com apenas quatro personagens centrais durante um bom tempo, a  série foi perdendo o fôlego na reta final, alternando episódios hilários com outros sofríveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Feitas as considerações sobre cada série, qual seria o ponto em comum?</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos, pra falar a verdade, e isso é fácil de se perceber, mas o principal não é o fato delas serem comédias bem sucedidas da mesma emissora, e sim o esforço. Esforço esse que é indispensável para que seis humanos totalmente diferentes consigam conviver e se divertirem juntos, e para que um homem gay e uma uma ruiva que já foi apaixonada por ele consigam, mesmo com inúmeras brigas e discussões, continuarem morando juntos e dividindo absolutamente tudo o que se passa na vida um do outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Não só o esforço entre os personagens, mas entre o público que os acompanhou, porque convenhamos, em algumas horas era difícil, principalmente na série mais nova. Mas mesmo nessa hora o esforço dos telespectadores esteve presente no <em>series finale</em>, em que boa parte da audiência que havia abandonado o show voltou para uma despedida em grande estilo.</p>
<p style="text-align:justify;">O ponto em comum dessa vez foi bem óbvio e simples, indiscutivelmente, mas não é isso que se trata uma amizade? Uma batalha constante guiada pelo esforço, para que no fim das contas possamos contar com uma das coisas mais simples, porém essenciais na vida de qualquer pessoa. E isso é saber que haverá sempre alguém lá pela gente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú das série: Fastlane]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1518</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 18:54:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1518</guid>
<description><![CDATA[
É impressão minha ou esse baú estava ficando melancólico e adolescentemente dramático demais?
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/04/fastlane1.jpg" title="fastlane1.jpg"><img src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/04/fastlane1.jpg" alt="fastlane1.jpg" /></a></p>
<p align="justify">É impressão minha ou esse baú estava ficando melancólico e adolescentemente dramático demais?</p>
<p align="justify">Portanto essa semana, desliguem seus cérebros e preparem-se para os 43 minutos mais descompromissados de diversão. Isso era <em>Fastlane.</em></p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Pegue sexo, ação absurda, clichês aos montes, diálogos sofríveis e um orçamento insano de 2.7 milhões de dólares por episódio. Parece a receita perfeita para uma zona de série, não?</p>
<p align="justify">E se eu te disser que essa mistura toda rendia uma das séries recentes mais divertidas, e que até hoje soa atual e original?</p>
<p align="justify">Quando <em>Fastlane </em>surgiu em 2002, o produtor da série, McG, já tinha sentido o gosto do sucesso na bem sucedida adaptação de <em>As Panteras</em>, embora seu estilo narrativo causasse controvérsia entre os fãs mais exigentes, assim como aconteceu com esta série.</p>
<p align="justify">O excesso de câmera lenta, aliado à abundância de clichês e falta de um roteiro mais, digamos, profundo, fez com que muitas pessoas achassem em <em>Fastlane</em> um prato cheio para canalizar toda sua vontade de esculachar uma série.</p>
<p align="justify">Não que a série fosse algo digno de prêmios ou aplausos, mas era o tipo de programa que, apreciado corretamente, é uma preciosidade. Nem tudo que é feito na tv tem a ambição de fazer a limpa nos globos de ouro e emmys da vida, e nisso <em>Fastlane </em>era mestre. Algo como "quer se divertir? Então senta aí e aperta o cinto". Nada mais que isso.</p>
<p align="justify">O elenco obviamente é canastrão como se espera, já que ninguém exigiria atuações memoráveis aqui, e se baseava na beleza de Tiffani Thiessen e no sex-appeal de Peter Facinelli, que recentemente foi o Gregory Mallina em <em>Damages.</em>  E o "roteiro" (hehe) descrevia o dia a dia de um policial branco e um negro no combate ao crime na cidade de Los Angeles.</p>
<p align="justify">A audiência não tão satisfatória e o altíssimo custo de produção dos episódios cavou prematuramente a prórpia cova da série, mas não se engane com as comparações a <em>Miami Vice</em> ou <em>Velozes e Furiosos. Fastlane</em> era cool, divertido e nunca se levava a sério, e em uma época em que estamos, com tantos dramas pretensiosos, é uma série que faz falta.  </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú das séries: Felicity]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1470</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 02:38:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1470</guid>
<description><![CDATA[
Aproveitando a estréia de Greek esta semana que passou no Universal Channel, o Báu volta com a s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/felicity11.jpg" title="felicity11.jpg"><img src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/felicity11.jpg" alt="felicity11.jpg" /></a></p>
<p align="justify">Aproveitando a estréia de <em>Greek</em> esta semana que passou no Universal Channel, o Báu volta com a série mais clássica já feita sobre o percurso de alguém na faculdade.</p>
<p align="justify">A garota chamava-se <em>Felicity</em>, e conseguiu arrastar um público apixonado por sua jornada por quatro temporadas, conquistando merecidamente seu espaço no baú.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">O ano era 1998. Surgia <em>Felicity</em>, série do extinto canal <em>WB, </em>que tinha de dividir a atenção com outra série do mesmo canal, <em>Dawson's Creek</em>. Porém muitas eram as diferenças entre as duas. <em>Dawson's</em> era um maduro retrato sobre a adolescência, indispensável para todos os dramas teens que surgiriam depois, mas <em>Felicity</em> parecia estar um passo a frente, tanto na própria história da série quanto na abordagem.</p>
<p align="justify">No piloto da série, somos apresentados à personagen homônima em sua formatura do colégio, e após receber um bilhete incentivador do garoto que gostava, decide mudar seus planos e ir para a mesma faculdade que ele em Nova York, contrariando a vontade de seus pais, e criando sua independência na cidade grande.</p>
<p align="justify">O mote principal da série pode não ser mais tão atraente hoje em dia quanto era na época da estréia, ainda mais por plágios descarados como o da novela bizarra <em>Alta Estação</em>, mas <em>Felicity</em> era uma série única.</p>
<p align="justify">Keri Russel foi a escolha perfeita e, aliada ao roteiro, fazia da Felicity uma personagem adorável e crível, o que é imprescindível para que o público disponha-se a acompanhar sua história. Aliás, essa foi uma característica que não era restrita apenas à protagonista. Todos os personagens passavam uma honestidade quase que impossível de se encontrar em séries jovens. Parecia que víamos pessoas de verdade ali, e não anoréxicas revoltadas (sorry Mischa Barton).</p>
<p align="justify">Além disso tudo, o fato do programa ter sido uma das primeiras (ou a primeira, não sei ao certo) criação do, hoje em dia super celebridade, J. J. Abrams já mostrava o que todos sabiam, que <em>o show</em> era um programa muito bem realizado em todos os aspectos, por pessoas talentosas que realmente se dedicaram afazer um porgrama memorável.</p>
<p align="justify">Mais do que uma hora de diversão descerebrada na frente da tv, <em>Felicity </em>era isso. Uma incrível jornada de uma garota que acidentalmente se encontra numa estrada de auto-conhecimento, em um período em que crescer não é uma opção, e sim uma necessidade. E mesmo que pensem o contrário, como a própria protagonista pensava, não há ninguem que esteja pronto para a experiência antes de sofrê-la.</p>
<p align="justify"><em>Felicity</em> é como um período nostálgico em nossa vida. Pode ter passado não importa há quanto tempo, mas de maneira alguma perderá espaço dentro de nossas lembranças.</p>
<p><a href="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/felicity1.jpg" title="felicity1.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú das Séries: Roswell]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1425</link>
<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 04:38:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1425</guid>
<description><![CDATA[
Como fazer mais um drama teen sobressair-se perante os demais? Que tal pelo fato do mocinho da hist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img width="397" src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/roswell.jpg" alt="roswell.jpg" height="251" /></p>
<p align="justify">Como fazer mais um drama teen sobressair-se perante os demais? Que tal pelo fato do mocinho da história ser um alien que se apaixona por uma humana?</p>
<p align="justify">Mas não se engane. <i>Roswell</i> tinha méritos de sobra que conseguiram em apenas três temporadas arrastar uma legião fiel de fãs e que tornam a série, até os dias de hoje, indispensável em qualquer baú que se preze.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify"><i>Roswell</i> foi o caso clássico de série que vivia em uma constante luta para permanecer no ar, assim como aconteceu com séries como <i>Veronica Mars</i> e <i>Firefly</i>, apesar do grande nível de qualidade, conseguindo voltar do limbo graças aos fãs fiéis, <i>Roswell</i> acabou se despediu em sua terceira temporada.</p>
<p align="justify">A série já tinha a vantagem de ter um grande elenco jovem, o que é raro para uma programa adolescente, que incluía a presença da maravilhosa Katherine "Izzie" Heigl na flor da idade como um dos aliens.</p>
<p align="justify">Mas o que <i>Roswell</i> tinha para conquistar tantas pessoas? A interessante premissa apresentava Liz Parker, garota que trabalha na lanchonete do pai, na infame cidade de Roswell, que tem sua vida mudada ao ser acidentalmente baleada na barriga. Por sorte, Max Evans, garoto apaixonado pela moça, está no local e usa seus poderes alienígenas para salvá-la, o que a mantém em uma situação complicada, já que ninguém pode saber do ocorrido, para não revelar o segredo de Max.</p>
<p align="justify">Interessante? Sem dúvida. Mas o maior talento de <i>Roswell</i> era não se perder na parte sci-fi da história e nem se tornar um draminha romântico água com açúcar, dosando cada aspecto com maestria.</p>
<p align="justify">A série era repleta de romance, mas o mais admirável era o fato do roteiro não se render às futilidades adolescentes e se concentrar nos personagens, todos eles muito tridimensionais e críveis e suas relações na pacata cidade.</p>
<p align="justify">Acima de tudo, <i>Roswell </i>baseava-se na dificuldade em entregar-se ao desconhecido, e mesmo sem garotas anoréxicas e jovens riquinhos, não é nisso que se resume a adolescência? Dar um passo em direção àquilo que não conhecemos?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú das séries: Popular]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1394</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 02:03:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1394</guid>
<description><![CDATA[
Popular foi uma série extremamente curta, mesmo para um drama teen. Teve sua estréia em 1999 e me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/popular.jpg" alt="popular.jpg" style="width:314px;height:282px;" height="361" width="368" /></p>
<p align="justify"><i>Popular</i> foi uma série extremamente curta, mesmo para um drama teen. Teve sua estréia em 1999 e mesmo com apenas duas temporadas e um total de 43 episódios conquistou um público pequeno, porém fiel.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Nem todos viram<i>  Popular</i>, mas quem viu se lembra até hoje.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><!--more--></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">A série se baseava em uma premissa pra lá de batida. Tínhamos Brooke McQueen, a loira líder de torcida que é a garota mais popular do colégio, mas que na verdade sofre de anorexia e não é tão feliz quanto as pessoas imaginam. Do outro lado, Sam McPherson, jornalista do jornal da escola, diz não se importar com apararência ou popularidade. Ah, e é morena.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">O que as duas têm em comum? Muita coisa, pra falar a verdade. Mas superficialmente falando, o que as une é a mãe solteira de Sam e o pai livre, leve e solto da Brooke, e não precisa ser nenhuma Allison DuBois pra descobrir que os dois acabam ficando juntos, forçando o convívio das duas.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Mas porque então louvar tanto uma série que se afoga em clichês? Porque aqui, é um daqueles casos em que não importa a história que se conta, e sim <i>como</i> se conta.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">A série abusava de um humor absurdo para contar uma história incrívelmente parecida com <i>High School Musical</i> (seriously, não sei como não rolou um processo em cima disso) e os personagens que são irritantes a primeira vista, vão te conquistando aos poucos, para depois de um tempo (pasme) parecer uma coisa realmente honesta.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Eu amo <i>The OC</i>, adoro <i>Gossip Girl</i> e tenho uma certa nostalgia com <i>Dawson's Creek</i>, mas <i>Popular</i> é como o primeiro namoro: pode ter sido bom, ou talvez nem tanto, mas guardou um lugar insubstituível na gente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú das séries: That 80's Show]]></title>
<link>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1305</link>
<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 18:19:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Victor Regis</dc:creator>
<guid>http://seriemaniacos.wordpress.com/?p=1305</guid>
<description><![CDATA[







Culpem o ócio. Estou eu conversando com nosso querido amigo Anderson e ele me pergunta se j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
<div style="text-align:center;"><img src="http://seriemaniacos.wordpress.com/files/2008/03/80.jpg" alt="80.jpg" /></div>
</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<p>Culpem o ócio. Estou eu conversando com nosso querido amigo Anderson e ele me pergunta se já vi o piloto de That 80's Show, e como sou adimirador dessa década, pensei: Vamos dar uma chance.</p>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<p><!--more--></p>
<div align="justify"></div>
<p>Gente, que perda de tempo. Pra começar, a série não teve nenhum motivo para existir além de tentar obter o mesmo sucesso da deliciosa That 70's Show, o que já implica em uma má idéia sobre a série, mesmo sem ver nenhum capítulo.</p>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<p>Porém mesmo que essa não fosse a questão, That 80's Show é um programa muito, muito fraco. Apesar de ser uma série cômica, sua antecessora dos anos 70 respeitava sua década. Já aqui temos desde o início uma paródia sobre esses anos, o que poderia facilmente ser esquecido, caso a série tivesse graça.</p>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<p>O que não acontece. Ok, alguns personagens são bacanas, a Katie é uma graça e a bissexual dando em cima dela quase funciona, mas é muito pouco. Os diálogos são tão rasteiros quanto o desenvolvimento da maioria dos personagens, e a interação de todos parece meio forçada.</p>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<p>A série só teve 13 episódios (que eu nunca verei, diga-se de passagem), mas ainda tenho intenção de continuar revirando esse baú, alguém tem sugestões??</p>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
