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	<title>artes-marciais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/artes-marciais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "artes-marciais"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:18:29 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Artes marciais para todas as idades]]></title>
<link>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=372</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 03:38:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ronilson Araújo</dc:creator>
<guid>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=372</guid>
<description><![CDATA[
As vozes de Jack Black, como o preguiçoso Po, Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Jackie Chan e Lucy L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alfarrabistas.files.wordpress.com/2008/07/kung_fu_panda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-373" src="http://alfarrabistas.wordpress.com/files/2008/07/kung_fu_panda.jpg" alt="" width="400" height="625" /></a></p>
<p>As vozes de Jack Black, como o preguiçoso Po, Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Jackie Chan e Lucy Liu dão vida aos personagens da animação tridimensional Kung Fu Panda ( Idem, 2008 ). Po é um urso panda irreverente, apaixonado por Kung Fu, mas a preguiça o impede de praticar. Ele precisa trabalhar na loja de macarronada da família até que uma profecia o aponta como O Escolhido e Po mergulha no mundo do Kung Fu, como sempre sonhou. Ele inicia seu treinamento com o Mestre Shifu e encontra seus ídolos. Mas ele precisa ficar preparado para enfrentar Tai Lung, o poderoso leopardo das neves.</p>
<p>Aproveitando a proximidade com as Olimpíadas de Pequim e o interesse de todos voltados para a cultura do país comunista, os diretores iniciantes Mark Osborne e John Stevenson, que já trabalharam como produtores, roteiristas e diretores de episódios de séries de TV, assumem o primeiro longa metragem animado com o foco na sociedade chinesa. O estilo individual de cada animal retratado segue as sequências de golpes reais criados nas Artes Marciais tomando por base o movimento dos animais representados.</p>
<p>A animação Kung Fu Panda ( Idem, 2008 ) foi lançado no Brasil em 04 de julho de 2008.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/RR4TIYEAmIk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/RR4TIYEAmIk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Especialistas defendem ampliação de debate sobre projeto que regulamenta esportes radicais]]></title>
<link>http://vibbe.wordpress.com/?p=535</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 21:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
<guid>http://vibbe.wordpress.com/?p=535</guid>
<description><![CDATA[
Fonte: Cláudio Bernardo / Agência Senado
Nota do Vibbe: o BODYBOARD está contemplado neste proje]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.senado.gov.br/noticia/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=111578" alt="" width="412" height="265" /></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <em><span class="nomeJornalista">Cláudio Bernardo / Agência Senado</span></em></p>
<p><strong>Nota do Vibbe:</strong> <em>o BODYBOARD está contemplado neste projeto de lei!</em></p>
<p>A discussão sobre o projeto de lei do Senado que estabelece regras para a prática de esportes radicais ou de aventura deve ser ampliada para que pontos da proposta sejam mais bem esclarecidos. Essa foi a manifestação de especialistas em esportes radicais que participaram, dia 4/6/08, de um debate sobre a matéria na <a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=47" target="_blank">Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE)</a>. O relator, senador Raimundo Colombo (DEM-SC), prometeu promover novas discussões, mas afirmou que os esportes radicais e de aventura necessitam ser regulamentados. Para o senador, é preciso dar mais segurança aos praticantes, além de garantir equipamentos e insumos de qualidade.</p>
<p>O presidente da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME), Silvério José Nery Filho, disse que os equipamentos usados no país para a prática de esportes radicais ou de aventura são de boa qualidade e estão de acordo com os padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ele informou que, de acordo com estatísticas, dentro do setor de montanhismo e escalada, em cada seis anos é registrada apenas uma fatalidade.</p>
<p>Já o presidente da Confederação Brasileira de Pára-Quedismo (CBPQ), Jorge Derviche Filho, informou que o esporte já possui regulamentação, enquanto Flávio Padaratz - o Teco - bicampeão mundial de surfe, advertiu que o projeto, como está elaborado, poderia gerar "conseqüências drásticas" para o esporte. Ele observou que o surfe é considerado também um esporte livre, que se confunde com um lazer. No Brasil, conforme informou, há cerca de 3,5 milhões de praticantes dessa modalidade, sendo muito difícil, conforme reconheceu, o credenciamento de instrutores para ministrar aulas de surfe, conforme determina o projeto.</p>
<p>O representante do Ministério do Turismo Diogo Demarco reconheceu que o setor deve ser normatizado, desde que em comum acordo com federações, associações e entidades ligadas aos esportes radicais e de aventura.</p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Acidentes</strong></p>
<p>Mortes e constantes acidentes, muitos deles graves, que vêm mutilando atletas que praticam os chamados esportes radicais ou de aventura - como bungee jump, rapel, surfe, e montanhismo - levaram a CE a debater regras claras destinadas a dar mais segurança aos que praticam essas modalidades esportivas.</p>
<p>A audiência pública destinou-se a instruir o projeto. de autoria do senador Efraim Morais (DEM-PB), que deverá ser votado em breve pela CE em <a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm" target="_blank">decisão terminativa</a>. A proposição (<a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=76080" target="_blank">PLS 403/05</a>), cujo parecer já foi aprovado pela <a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=40" target="_blank">Comissão de Assuntos Sociais (CAS)</a>, chega a exigir o selo de controle de qualidade dos equipamentos usados em esportes radicais, a ser emitido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro).</p>
<p>A proposta de Efraim também condiciona a prática dos esportes radicais à qualificação técnica de instrutores e demais profissionais responsáveis pela preparação dos locais e operação de equipamentos, por meio de certificado obtido em curso específico. Cria também o Certificado de Comprador, emitido pelo Poder Público em favor do profissional autônomo ou entidade habilitada a prover a oferta de esportes radicais ou de aventura.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Street Fighter: The Later Years]]></title>
<link>http://serakipresta.wordpress.com/?p=159</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 00:56:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas</dc:creator>
<guid>http://serakipresta.wordpress.com/?p=159</guid>
<description><![CDATA[Street Fighter: The Later Years - 2007
Roteiro: Sam Reich

Elenco: Mike Fass, Sean Krishnan, Luis de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://serakipresta.files.wordpress.com/2008/06/streetfighter.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-160 alignleft" style="float:left;" src="http://serakipresta.wordpress.com/files/2008/06/streetfighter.jpg?w=300" alt="" width="181" height="124" /></a><strong>Street Fighter: The Later Years - 2007</strong></p>
<p><strong>Roteiro: Sam Reich<br />
</strong></p>
<p><strong>Elenco: Mike Fass, Sean Krishnan, Luis de Amechazurra, Ana Parsons, Kevin Yamada, Lev Gorn, T. J. Glenn, Nick Raio, Claudio Mascarenhas, Raw Le'Jba, Alex Finch<br />
</strong></p>
<p>Street Fighter: The Later Years é uma produção dividida em 9 pequenos filmes que contam a história dos lutadores 10 anos após o fim da competição. Todos os filmes são muito bem feitos e os personagens ficaram muito bem caracterizados e engraçados, com algumas tiradas relativas ao próprio jogo.</p>
<p>Depois do fim das lutas, cada lutador tomou um rumo na vida, um pior que o outro. Zangief está gordo e acabou de ser demitido do seu emprego, quando pega um táxi descobre que o motorista é Dhalsim, que também leva uma vida decadente. Durante a viagem os dois decidem voltar com o torneio, mas para isso precisam de treinamento e dos velhos companheiros. Os dois vão buscar a ajuda de Bison, que está numa cadeira de rodas e mora com Sagat. Bison mostra um comercial em que Ryu aparece vendendo uma fita com os ensinamentos de seus golpes secretos. Decepcionado, Bison entrega uma lista para que Dhalsim e Zangief procurem outros dois lutadores, Vega e Honda. Vega vive um casamento horrível e uma carreira decadente, ele topa entrar para o torneio e leva os dois para um hospital, onde o corpo de Honda está, na saída encontram com Blanka que não quer nem a pau participar do novo torneio.</p>
<p>Sem Honda e Blanka eles vão atrás de Chun-Li, que é dona de uma lavanderia, depois de uma luta contra Bison, ela decide se unir aos lutadores. Durante o caminho de volta eles encontram Guile que tem uma barraquinha de sanduíches e com Ken, que acabou de ser demitido da Capcom. Com o grupo formado, eles iniciam os treinamentos, mas algumas surpresas e intrigas vão acontecer para melar o torneio.</p>
<p>A legenda tem uns erros bobos, mas ajuda quem não entende bem inglês!! FIGHT!!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/D4KiSwwKGjM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/D4KiSwwKGjM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/9DYddOVr73o'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/9DYddOVr73o&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XExGfVBw_UU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/XExGfVBw_UU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/F6ByNU-aTzI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/F6ByNU-aTzI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/KTDy5RNuow0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/KTDy5RNuow0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/TgaCSsG6LZI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/TgaCSsG6LZI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/rh-QiUdME2o'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/rh-QiUdME2o&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Reino Proibido]]></title>
<link>http://serakipresta.wordpress.com/?p=155</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 04:33:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas</dc:creator>
<guid>http://serakipresta.wordpress.com/?p=155</guid>
<description><![CDATA[The Forbidden Kingdom - 2008

Direção: Rob Minkoff        
Roteiro: John Fusco    
Elenco: Michael]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://www.mininova.org/tor/1443647" target="_blank"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-156 alignleft" style="float:left;" src="http://serakipresta.wordpress.com/files/2008/06/reino.jpg?w=65" alt="" width="91" height="134" /></a><strong><a href="http://www.mininova.org/tor/1443647" target="_blank">The Forbidden Kingdom</a> - 2008<br />
</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong><strong>Direção: </strong>Rob Minkoff</strong><strong><strong> </strong><strong></strong><strong></strong><strong> </strong><strong></strong><strong></strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></strong></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong><strong><strong>Roteiro: </strong></strong>John Fusco<strong><strong> </strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong><strong> </strong></strong><strong></strong><strong></strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0359734/"><strong></strong></a><strong></strong><strong><strong> </strong></strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong>Elenco: </strong></strong>Michael Angarano, Jackie Chan, Jet Li, Yifei Liu, Collin Chou, Bingbing Li</strong></p>
<p>O filme acaba e bate aquela sensação de que poderia ter rendido mais, principalmente porque neles estão Jackie Chan e Jet Li, dois dos maiores nomes dos filmes de artes marciais e ação. Esteticamente o filme é muito bom, a fotografia foi muito bem escolhida, as locações na China são belíssimas e as seqüências de luta são muito bem feitas.</p>
<p>Se o próprio Jackie Chan, assumiu que o roteiro é fraco e que ele só embarcou nessa porque a presença de Jet Li estava confirmada, vocês podem ter uma idéia de tamanha porcaria que é a história. Baseado na lenda do rei Macaco, o filme começa em Chinatown com o personagem principal, Jason (Michael Angarano), comprando alguns filmes de Kung-Fu na loja do velho Hop (Jackie Chan). Lá dentro, ele encontra um bastão, que segundo Hop, o dono nunca foi buscar. Depois de sair da loja, Jason é abordado por Lupo (Morgan Benoit)  e seu bando e acaba tomando uma surra e sendo obrigado a levá-los para assaltar a loja de Hop. Durante o assalto, Hop leva um tiro e pede para que Jason devolva o bastão ao verdadeiro dono, o garoto sai correndo e acaba caindo do alto de um prédio. Ao invés de se espatifar no chão, ele é transportado para o Reino Médio, que não é nada mais que a China mitológica.</p>
<p>No Reino Médio, Jason encontra Lu Yan (também interpretado por Jackie Chan) e fica sabendo que o bastão é uma arma que pertenceu ao Rei Macaco (Jet Li), que durante uma luta contra o General Jade (Collin Chou) foi enfeitiçado e só pode ser libertado se tiver o bastão de volta. Com isso Jason parte para cumprir a sua missão, sendo ajudado por Lu Yan e pela guerreira Golden Sparrow (Yifei Liu). No começo da jornada eles encontram com o Monge Silencioso (também interpretado por Jet Li), que de inicio rouba o bastão e luta contra Lu Yan, mas no final do combate, esclarece que estava procurando a pessoa responsável por portar o bastão e se une ao grupo, ou seja, totalmente desnecessário.</p>
<p>Durante o caminho, Jason diz que não sabe nada de Kung Fu na prática e acaba recebendo duras lições com Lu Yan e com o Monge. Para quem assiste é bem divertido pois ele apanha bastante. Quando o grupo chega próximo ao castelo do General Jade, é interceptado por Ni Chang (BingBing Li) e por soldados do General. Na fuga Ni Chang dispara uma flecha que acaba acertando Lu Yan, deixando-o gravemente ferido. Para salvar o amigo, o grupo o leva para um centro de treinamento que aparece do nada, lá eles tem a boa noticia que Lu Yan tem chance de sobreviver se tomar um elixir da imortalidade, o problema é que o tal elixir está com o General Jade. Sabendo disso Jason toma a brilhante atitude de partir sozinho para o castelo e fazer uma troca com o General, o bastão pelo elixir. Só que mais uma vez temos um problema, o General já tinha prometido o elixir para Ni Chang e a decisão vai para a porrada!! Isso mesmo, quem vencer leva o elixir. Por mais que milagrosamente Jason tenha aprendido a lutar, ele toma um pau bonito e na hora em que o General ordena que cortem a sua cabeça surgem o Monge e a Golden Sparrow e o quebra quebra generalizado tem início.</p>
<p>Para ajudar os mocinhos, um grupo de mini lutadores do centro de treinamento chega para fazer número e ainda trazem de maca Lu Yan. Ai o que vocês acham que rola? Jason tira o feitiço do Rei Macaco, que senta a bastãozada no General, Lu Yan toma o elixir e fica bonzinho da silva, porrando Ni Chang e só a Golden Sparrow que se ferra. Terminada a luta e as despedidas, Jason volta ao seu mundo e ainda tem pique de acertar as contas com Lupo.</p>
<p>Por tudo que o filme apresenta e pela sinceridade de Jackie Chan, o filme é uma bobagem, só vale pelas cenas de luta e por ser o primeiro filme em que Jackie Chan e Jet Li participam juntos. Uma observação importante é que o diretor, Rob Minkoff, até hoje só dirigiu filmes infantis, tais como "Rei Leão" e "Stuart Little", que apesar de serem bons filmes, deve explicar o porque de "O Reino" é tão bobinho.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jakie Chan vs Jet Li cena completa]]></title>
<link>http://raphavideos.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 21:57:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>shares1</dc:creator>
<guid>http://raphavideos.wordpress.com/?p=23</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Qn2FyCjMVoc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Qn2FyCjMVoc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nada como degustar!]]></title>
<link>http://campodecenteio.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 23:31:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>edi.fortini</dc:creator>
<guid>http://campodecenteio.wordpress.com/?p=102</guid>
<description><![CDATA[Alguns dias pesquisando internet, YouTube, amigos e afins para tomar uma certa decisão. Eu nunca en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dias pesquisando internet, YouTube, amigos e afins para tomar uma certa decisão. Eu nunca entendi nada de artes marciais na minha vida e agora chegou o momento de começar. É um campo extremamente vasto, e que confunde a cabeça do caboclo desinformado, como eu. Durante muito tempo, eu me simpatizei com o aikidô, mas assim como tantas coisas que experimentei, senti que "faltava alguma coisa". Eu precisava de algo para me ajudar a condicionar o corpo, principalmente agora que me envolvi com a dança. Mas tinha de ser algo com filosofia, porquê eu e academia tradicional de ginástica/musculação são duas coisas que não combinam. Há muitooo tempo atrás eu até tentei, mas me senti a pior retardada da face da terra! Continuei procurando, até que num dia qualuquer a minha "professora de dança substituta" (que veio se tornar minha nova amiga de infância) nos passou uma coreografia com uma música chinesa, em que ela usava movimentos de kung-fu. Naquele instante da experiência meus olhinhos brilhavam... como ficava lindo usar aqueles movimentos na minha dança! Mais muitas pesquisas e eu sempre acabava ficando meio confusa... pensava que era muito violento, me diziam que aquilo exigiria tanto sacrifício, dentre tantas coisas que as pessoas sempre falam. As etapas facilmente mudaram:<br />
Dia 1: "Mas isso parece tão violento, não quero ter que quebrar tanta coisa assim!"<br />
Dia 2: (Extasiadaaa) "Nossaaaa... nunca na vida imaginei que dar socos e pontapés com tanta violência era tãooooooooo gostosooooooo assiiiiiiiiim!"</p>
<p>Na verdade, eu acho que mais uma vez a "coisa certa" veio parar a mim. Eu me decidi pelo <a href="http://www.portaldekungfu.com/Estilo_Choy_Lay_Fut.html"><strong>Choy Lay Fut</strong></a>, e olha, estou extremamente satisfeita com a minha escolha! Era exatamente isso que eu buscava!! :D</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.crpcampolide.com/Assets/CRP_kungfu.jpg" alt="" width="350" height="214" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ong-Bak (Ong-Bak - O Guerreiro) Prachya Pinkaew (2003) Tailândia]]></title>
<link>http://cinemasiatico.wordpress.com/?p=705</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 22:38:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>alcaminhante</dc:creator>
<guid>http://cinemasiatico.wordpress.com/?p=705</guid>
<description><![CDATA[Ainda no outro dia uma pessoa disse-me que achava uma boa ideia fazer-se um blog sobre cinema dest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda no outro dia uma pessoa disse-me que achava uma boa ideia fazer-se um blog sobre cinema deste estilo, mas tinha que ser uma página diferente da minha e ter mesmo -"filmes do oriente a sério como deve de ser".<br />
Daqueles que as pessoas gostam de ver, porque -"toda a gente sabe"- que -"os chineses"- só fazem filmes de karaté  e o resto não presta porque mesmo nunca tendo visto mais nada a pessoa em questão tem a certeza que não chegam aos calcanhares dos filmes americanos.<br />
Isto porque só -"os gajos na américa"- é que sabem -"fazer efeitos que a gente quer ver"-  e tudo o que não sejam fimes de artes marciais não interessam porque não prestam, -"porque se prestassem, a gente via as apresentações na televisão e não vemos".</p>
<p>Bom...para contentar este "meu amigo", hoje então vou pela primeira vez falar de um filme oriental a sério.<br />
Daqueles com porrada de criar bicho e pontapés nas fuças com muitos gritos de "iáááááá" á mistura.<br />
Falemos então de ["<strong>Ong Bak</strong>"], conhecido em Portugal como<br />
["<strong>Ong Bak - O Guerreiro</strong>"].</p>
<p><strong><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak11.jpg" alt="" /></strong></p>
<p>Sim, porque afinal este filme até passou nos cinemas do nosso país e portanto é mesmo garantido que seja um filme chinês de Karaté verdadeiro daqueles com o Bruce Lee -"como deve de ser"- e tudo.<br />
Acontece que ["<strong>Ong Bak</strong>"], para começar nem é um filme Chinês e depois o Bruce nem sequer entra nisto.<br />
E surpresa das surpresas, ["<strong>Ong Bak</strong>"], até nem sequer é um mau filme apesar de ter pancadaria suficiente para agradar ao "cinéfilo" de hipermercado mais exigente que não dispensa a sua dose de porrada cinemática enquanto exibe o novo plasma aos amigos no intervalo dos jogos da selecção.<br />
Basicamente estamos perante um filme de artes-marciais e neste caso há que dizer que é realmente um bom filme.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak07.jpg" alt="" /></p>
<p>Afinal, lá por ser basicamente uma obra de porrada, não tinha obrigatóriamente que ser um mau produto por causa disso.<br />
O género de artes-marciais no estilo Bruce Lee não me interessa particularmente mas nem é por causa disso que deixaria de o apreciar como um bom filme.<br />
["<strong>Ong Bak</strong>"], é na sua essência um filme simples, onde tudo remete para mostrar no ecran espectaculares sequências de acção e neste aspecto cumpre plenamente o seu objectivo.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak04.jpg" alt="" /></p>
<p>Para começar está muito bem filmado, com um ritmo narrativo bem conseguido embora depois perca algum do seu fulgor mais para o final onde se sente algum clima de repetição.<br />
Depois em termos visuais é realmente absolutamente incrível e estou a referir-me ás extraordinárias coreografias que ["<strong>Ong Bak</strong>"], contém, pois como diz a própria publicidade  há muito que nunca se via nada assim no cinema do género.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak03.jpg" alt="" /></p>
<p>Nomeadamente há muito tempo que não havia um filme de pura acção que recorresse desta forma á destreza física dos seus actores e principalmente há muito que não se via um protagonista como este. Talvez mesmo desde o próprio Bruce Lee como rezam as elogiosas críticas que este filme tem recebido por parte da comunidade das artes-marciais.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak15.jpg" alt="" /></p>
<p>É que parece que todas as incríveis proezas que se podem ver no ecran foram mesmo executadas pelo protagonista sem que o filme recorra a efeitos especiais modernos para ampliar a sua prestação.<br />
E basta vermos o documentário de making of do dvd, para percebermo que se calhar isto não é apenas exagero da públicidade, porque não há dúvida que o jovem actor que tem o papel principal, não só deve ser maluco, como principalmente é um atleta fantástico.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak10.jpg" alt="" /></p>
<p>Este é um daqueles raros filmes de acção que na verdade nem precisava de história para nada, pois a sua força está mesmo nas incríveis proezas físicas que percorrem toda a aventura narrada em ["<strong>Ong Bak</strong>"].<br />
É que como se isto não bastasse, o trabalho de realização está perfeitamente adequado ao material e nota-se que ouve um grande cuidado para evitar a ideia de que isto seria apenas mais um filme para contentar a malta da porrada chungosa.<br />
["<strong>Ong Bak</strong>"] consegue ser um bom exemplo de cinema, onde nem falta sequer um cuidado com a fotografia e uma criação de ambiente para envolver tudo o resto.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak02.jpg" alt="" /></p>
<p>O filme não contém apenas porrada de meia noite e acrobacias arrepiantes, mas também serve um pouco como bilhete postal da própria Tailândia pois aproveita mesmo muito bem os cenários naturais do país além de conter ainda um bom design de produção nas partes que requerem cenários em estúdio.<br />
Tudo isto confere a ["<strong>Ong Bak</strong>"], um ligeiro sabor a filme de aventuras num estilo Tomb-Raider que equilibra bastante bem com a temática das artes marciais e onde nem faltam alguns personagens bem construídos e até divertidos, isto para além dos inevitáveis gajos maus de serviço.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak19.jpg" alt="" /></p>
<p>Basicamente o filme conta a história de um rapaz do campo, com a habitual ingenuídade rural que um dia se vê obrigado a deixar a sua aldeia e a partir para a grande cidade.<br />
Quando a estátua sagrada da sua povoação é roubada, o jovem parte para tentar recuperar o artefacto, sem saber que para isso vai ter não só de enfrentar os padrinhos da Máfia locais, como ainda por cima terá de se habituar a viver na civilização moderna bem longe da paz e inocência da sua aldeia.<br />
O resultado vocês já estão a ver qual é.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak05.jpg" alt="" /></p>
<p>E por acaso desta vez é bastante bom, pois pelo meio das cenas de acção, também há espaço para algum humor e para uma ligeira crítica de costumes que joga com os contrastes entre o mundo moderno e o tradicional de uma forma particularmente divertida e bem conseguida.<br />
A isto ajuda também a prestação do actor principal que além de ser capaz de proezas físicas surpreendentes ainda consegue fazer um bom trabalho enquanto actor.<br />
Não ganhará um Oscar, mas está muito acima dos protagonístas chungas que este tipo de filmes normalmente vai buscar para estrelas de cinema e tem um óptima presença no ecran.<br />
E  felizmente não é um clone do Van Damme.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak17.jpg" alt="" /></p>
<p>A esta altura já devem estar a pensar que vou dar uma classificação brutal a ["<strong>Ong Bak</strong>"] porque tudo parece excelente.<br />
Na verdade o conjunto geral é bastante bom, mas para mim só há uma coisa que torna este filme menos bom do que aquilo que poderia ter sido.<br />
É demasiado grande para o argumento que tem, e a certa altura nota-se que houve um esforço para tentar esticar tudo ao máximo e nem a óptima montagem do filme consegue esconder essa fraqueza, pois a meia hora do filme acabar já estamos um bocado fartos e não ficariamos muito chateados se o filme acabasse nesse momento.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/05/ongbak18.jpg" alt="" /></p>
<p>É que de certa forma, a constante espectacularidade das proezas físicas do protagonísta acabam por ser aquilo que o tornam um filme menor do que merecia ter sido. O facto de a todo o instante estarmos a ver sequências de artes marciais eléctrizantes, a partir de certa altura faz com que já nada nos possa surpreender ainda mais e instala-se, diria, não uma monotonía mas alguma previsibilidade que arruína aquele fascínio inicial e tira um bocado do impacto que a sequência final mereceria ter.</p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p>CLASSIFICAÇÃO</p>
<p>Óptimo filme de acção, que poderá agradar até mesmo aqueles que normalmente não têm grande interesse neste género de cinema.<br />
É um produto simples e directo, mas muito bem executado e que não tenta ser mais do que um bom espectáculo de artes marciais.<br />
No entanto tenho que o classificar de diferentes maneiras para que possa ser justo.<br />
A um nível pessoal, na minha opinião leva trés tigelas de noodles porque é realmente um bom filme embora não me tenha deslumbrado por aí além quando passou o efeito surpresa da qualidade das proezas físicas que apresenta.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />  </p>
<p>No entanto, se gostarem muito de cinema de acção podem acrescentar-lhe mais uma tigela na classificação.<br />
E se forem mesmo fanáticos por cinema de artes marciais, acrescentem-lhe ainda outra pois este filme é realmente uma excelente obra dentro deste tipo de filmes.</p>
<p><strong>A favor:</strong> apesar de parecer no trailer um filme de porrada chunga é no entanto um bom filme que tenta ultrapassar as limitações do género e consegue-o plenamente, tem um argumento equilibrado que balança bem entre a acção e o humor ligeiro, joga muito bem com o contraste entre o mundo tradicional e o mundo moderno das grandes cidades, as sequências de artes marciais são absolutamente fantásticas e segundo parece tudo realizado mesmo ao vivo, aproveita muito bem os cenários naturais da Tailândia e consegue manter uma identidade cultural enquanto cinema daquela região, tem uma boa fotografia e um bom design de produção, não é um filme de porrada chungosa.<br />
<strong>Contra:</strong>  seria melhor se tivesse menos vinte minutos, pois a certa altura arrasta-se demasiado com tanta sequência espectacular que acaba por perder a força da surpresa que merecia ter tido no final e não teve.</p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p>NOTAS ADICIONAIS</p>
<p><strong>Trailer</strong><br />
Apesar de parecer mais uma chungaria de porrada o filme é bem mais interessante do que aparenta ser.<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=YmR4DVjZYtw" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=YmR4DVjZYtw</a></p>
<p>Surpreendentes cenas de ensaio das sequências de acção.<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=SbEljNs_sYs&#38;feature=related" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=SbEljNs_sYs&#38;feature=related</a></p>
<p><strong>Comprar</strong><br />
Poderão encontrar a edição Portuguesa á venda nos cestos de promoções da Wortens e hipermercados, mas caso já não o consigam comprar em Portugal, podem sempre faze-lo aqui.<br />
<a href="http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7k-49-en-15-ong+bak-70-4fn.html" target="_blank">http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7k-49-en-15-ong+bak-70-4fn.html</a></p>
<p><strong>IMDB</strong><br />
<a href="http://www.imdb.com/title/tt0368909/" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt0368909/</a></p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p>*Não tenho ainda nenhum filme semelhante que possa recomendar*</p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tian di ying xiong (Warriors of Heaven &amp; Earth) Ping He (2003) China]]></title>
<link>http://cinemasiatico.wordpress.com/?p=543</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 20:57:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>alcaminhante</dc:creator>
<guid>http://cinemasiatico.wordpress.com/?p=543</guid>
<description><![CDATA[Gostei muito de ["Warriors of Heaven &amp; Earth"], pois em certos momentos até fez-me lembrar um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito de ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], pois em certos momentos até fez-me lembrar um filme de Riddley Scott.<br />
Estéticamente há um pouco de "<em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0172495/" target="_blank">Gladiator</a></em>" ou de "<em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0320661/" target="_blank">Kingdom of Heaven</a></em>", neste filme chinês que mesmo assim consegue manter a sua identidade cultural apesar do ambiente, a fotografia e até a realização terem algumas semelhanças com o trabalho de Scott.  Se este tivesse nascido na China possívelmente teria realizado este simples mas divertido filme medieval oriental.<br />
["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], tem sabor a série B com aura de Western clássico embora situado numa China antiga e na sua simplicidade é para mim um dos melhores filmes filmes de aventuras que poderão ver se quiserem passar um par de horas descontraídas.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors05.jpg" alt="" /></p>
<p>Não é nenhuma obra prima, não ficará na história do género mas é muito melhor do que aparenta ser no péssimo trailer que existe por aí.<br />
Pela apresentação ficamos com a ideia que ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], pretende ser um filme wuxia sério, algo violento e muito dramático quando na verdade o seu espírito está bem mais perto de um <em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0087469/" target="_blank">Indiana Jones</a></em> do que própriamente tentará ser um "<em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0299977/" target="_blank">Hero</a></em>" ou um "<em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0473444/" target="_blank">Curse of the Golden Flower</a></em>".<br />
O trailer (americano?), deste filme deve ter uma das piores narrações que me lembro de ter ouvido nos últimos anos e aposto que foi um dos principais responsáveis por ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], não ter sido um filme particularmente popular pois passou bastante despercebido a quando da sua estreia e continua a não ter grandes reviews. O que me surpreende bastante, pois tem tudo para se tornar num filme de culto dentro do cinema de aventuras de espírito mais clássico.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors02.jpg" alt="" /></p>
<p>Talvez seja por isso que ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], não agrade muito ás audiências modernas, mais habituadas a filmes cheios de estilo e estética videoclip com montagens rápidas e muitos efeitos especiais do que a uma narrativa mais tradicional.<br />
["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], é um filme á moda antiga, com personagens á moda antiga e acção ao estilo mais clássico e real sem grandes rasgos de imaginação digital. Mas isto não quer dizer que não tenha excelentes momentos de acção e até mesmo alguns (desnecessários) efeitos especiais, porque afinal este é um filme sempre em movimento que não perde tempo em grandes considerações e mantém o espectador  interessado até ao seu final, previsível mas nem por isso menos conseguido.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors04.jpg" alt="" /></p>
<p>Pelo meio ainda temos direito a um dos vilões mais divertidos, unidimensionais e estéreotipados que me lembro de ter visto num filme oriental, só comparado ao gajo "mau" de "Returner". Mas que neste filme está perfeitamente de acordo com o espírito ligeiro desta aventura e até acaba por lhe dar ainda mais identidade, notando-se que o actor se deve ter divertido muito a fazer este papel.<br />
Embora eu não negue que se ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], tivesse tido outro tipo de vilão, se calhar teria sido uma obra mais apreciada e levada a sério por quem agora não lhe dá o devido valor só porque o filme tem um espírito quase juvenil na forma como retrata esta aventura.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors03.jpg" alt="" /></p>
<p>Sinceramente estou para aqui a tentar encontrar algo de verdadeiramente negativo para mencionar sobre ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], mas não me lembro de nada.<br />
A realização é boa, tem um ritmo narrativo excelente, as cenas de acção cumprem perfeitamente, os personagens-tipo são divertidos, são variados e têm personalidade.<br />
Além disso o filme conta com cenários naturais absolutamente fantásticos e muito, muito bem utilizados para dar uma dimensão bem mais épica a este filme, do que aparenta ter no péssimo trailer.<br />
Aliás uma das coisas que mais gostei foi precisamente a forma como o ambiente está baseado nos grandes espaços abertos presentes ao longo de toda a história e transforma as mágnificas paisagens naturais da China quase num personagem á parte.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors09.png" alt="" /></p>
<p>Pelo péssimo trailer ficamos com a ideia de que ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], seria uma espécie de filme de guerra ao estilo antigo, cheio de batalhas e estratégias militares com personagens muito sérios, dramas militaristas intensos e pouco mais. Mas na verdade o filme tem um estilo bem diferente. As cenas de acção são menos épicas e mais pequenas e encontram-se espalhadas ao longo da história centrando-se em cada um dos personagens e criando um ambiente quase de banda desenhada que resulta muito bem e onde até nem faltam alguns ligeiros mas divertidos momentos de humor a equilibrar as coisas e claro também uns pózinhos de história de amor ao estilo oriental.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors11.png" alt="" /></p>
<p>Curiosamente, o filme tem no entanto uma coisa estranha. Ou isto é muita, muita coincidência, ou  ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], será uma espécie de plágio (remake?) não assumido em estilo ligeiro de um outro filme oriental do género chamado "<em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0275083/" target="_blank">Musa - The Warrior</a></em>" realizado alguns anos antes.<br />
É que a história é semelhante em muitos aspectos, segue a mesma estrutura, alguns personagens parecem clones e até a parte final do filme é exactamente idêntica quando tudo se desenrola á volta da típica situação em que os herois estão sitiados numa fortaleza no meio do deserto cercados de inimigos.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors08.jpg" alt="" /></p>
<p>Em ambiente são duas obras diferentes, pois "<em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0275083/" target="_blank">Musa - The Warrior</a></em>" está realmente muito mais perto do estilo de um "<em><a title="Imdb - " href="http://www.imdb.com/title/tt0112573/" target="_blank">Braveheart</a></em>" oriental e  ["<strong>Warriors of Heaven &#38; Earth</strong>"], segue uma linha mais juvenil mas têm muitos pontos de contacto o que até nem sequer é uma coisa negativa.</p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p>CLASSIFICAÇÃO:</p>
<p>Um óptimo filme de aventuras para quem não procura mais do que um par de horas bem passadas.<br />
Ignorem o péssimo trailer, pois o filme é bem mais interessante do que aparenta ser.<br />
Recomendo vivamente e só não lhe dou uma classificação mais elevada porque lhe falta um toque especial.<br />
Mas que é bom é.<br />
Quatro tigelas e meia de noodles.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/noodle2emeia.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>A favor: </strong>personagens, história de aventuras á moda antiga, boa realização a piscar o olho ao estilo Riddley Scott, excelente aproveitamento das mágnificas paisagens naturais, banda sonora a condizer.<br />
<strong>Contra:</strong>  o trailer dá uma ideia errada do filme. Tirando isto não há própriamente nada que seja verdadeiramente negativo para quem não estiver á espera de mais do que ver um bom filme de aventuras.</p>
<p>—————————————————————————————————————</p>
<p>NOTAS ADICIONAIS:</p>
<p>Mau <strong>Trailer </strong><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=9V2VGs1yaGU" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=9V2VGs1yaGU</a></p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/warriors01.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Comprar<br />
</strong>Por acaso, até existe uma boa edição Portuguesa deste filme e certamente não terão muita dificuldade em encontrá-lo numa Worten, Fnac ou qualquer hipermercado.<br />
No entanto caso queiram comprar a edição oriental na Play-Asia, sigam para este link<br />
<a href="http://www.play-asia.com/paOS-13-71-ad-77-2-49-en-15-warriors+of+heaven+and+earth-70-1kib.html" target="_blank">http://www.play-asia.com/paOS-13-71-ad-77-2-49-en-15-warriors+of+heaven+and+earth-70-1kib.html</a></p>
<p><strong>IMDB</strong><br />
<a href="http://www.imdb.com/title/tt0374330/" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt0374330/</a></p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p><strong>Se gostou deste poderá gostar de:</strong></p>
<p><a title="The Myth" href="http://cinemasiatico.wordpress.com/2008/04/23/san-wa-the-myth-o-mito-stanley-tong-2005-china/"><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/link_cover_themyth.jpg" alt="The Myth" width="73" height="100" /></a>    <a title="The Promise" href="http://cinemasiatico.wordpress.com/2008/04/27/wu-ji-the-promise-kaige-chen-china-2005/" target="_self"><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/link_cover_thepromise.jpg" alt="The Promise" width="73" height="100" /></a></p>
<p> ——————————————————————————————————————</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1º Seminário Internacional de Tai Chi Chuan com Chen Yingjun - Rio de Janeiro]]></title>
<link>http://chicoary.wordpress.com/?p=497</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 20:58:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>chicoary</dc:creator>
<guid>http://chicoary.wordpress.com/?p=497</guid>
<description><![CDATA[
Chen Yingjun é o segundo filho do Grão-Mestre Chen Xiaowang, portanto um descendente da 20ª gera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><img src="http://www.wctag.de/grafik/neu52000/shen-xi.jpg" alt="" width="300" height="437" /></p></blockquote>
<blockquote><p>Chen Yingjun é o segundo filho do Grão-Mestre Chen Xiaowang, portanto um descendente da 20ª geração da família Chen, a família que originalmente criou o taijiquan (taichichuan, tai chi chuan) no séc. XVII. Chen Yingjun nasceu em Chenjiagou no ano de 1976, e começou a aprender taijiquan (taichichuan, tai chi chuan) desde os 8 anos de idade com seu pai. Hoje dedica-se integralmente à sua prática e a ensinar o taijiquan (taichichuan, tai chi chuan) estilo Chen em 7 países de 3 diferentes continentes.</p>
<p align="left"><a href="http://taijiquan.pro.br/seminarios/rj/" target="_blank">Leia mais...</a></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Honra lavada com sangue]]></title>
<link>http://capotei.wordpress.com/?p=311</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 12:32:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ferrera</dc:creator>
<guid>http://capotei.wordpress.com/?p=311</guid>
<description><![CDATA[Outro curta brazuca.
Dirigido por Antônio Linhares e Arthur Warren, o curta conta a história de 2 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Outro curta brazuca.</p>
<p>Dirigido por Antônio Linhares e Arthur Warren, o curta conta a história de 2 chineses de familias rivais que se cruzam no meio da rua e resolvem acertar as diferenças...hehehe.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qI83J9L6r7o'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/qI83J9L6r7o&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Curtiu o curta? Dá uma olhada no <i><b><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dw-CAdUJ3OU" target="_blank">Making of</a> </b></i>! Uma bela produção...</p>
<p><font color="#ff0000">Postado por Ferrera </font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o budismo e as artes marciais - parte 2]]></title>
<link>http://japas.wordpress.com/?p=512</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 14:22:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>biavillarinho</dc:creator>
<guid>http://japas.wordpress.com/?p=512</guid>
<description><![CDATA[(&#8230;) Também no Brasil, o papel do budismo como fator de união sócio-cultural dos imigrantes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(...) Também no Brasil, o papel do budismo como fator de união sócio-cultural dos imigrantes japoneses é marcante em todos os grandes centros de aglutinação dos japoneses e seus descendentes, influenciando também outros setores da sociedade ocidental.</p>
<p>Podemos perceber isso claramente em movimentos conhecidos como "cultura alternativa", que englobam desde a chamada "medicina alternativa", artes marciais (muitas introduzidas no ocidente sob forma dos esportes) bem como de outras artes, com forte influência principalmente no budismo Zen.</p>
<p><a href="http://japas.files.wordpress.com/2008/04/swordofthesamurai.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-516" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/04/swordofthesamurai.jpg?w=276" alt="" width="276" height="300" /></a></p>
<p>Mais especificamente no campo das artes marciais, alguns aspectos precisam ser esclarecidos para que se tenha uma ampla visão desse conjunto.</p>
<p>Muitos ocidentais ao tomarem contato com a cultura oriental através de filmes largamente divulgados pelo cinema e televisão, como os Kung-Fu, Samurais, Ninjas e etc., acabam tendo uma impressão de que o budismo e artes marciais são inseparáveis e que todos os monges budistas seriam "experts" nessas artes, o que não passa de pura ilusão cinematográfica.</p>
<p><a href="http://japas.wordpress.com/files/2008/04/samurai-12.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-518" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/04/samurai-12.jpg?w=186" alt="" width="186" height="300" /></a></p>
<p>(...) Conta-se que o próprio Budha Shakyamuni, em sua juventude, vivendo ainda como príncipe do povo dos Shakyas, ao sopé da cordilheira do Himalaia, foi adestrado nas artes de guerra, como luta corporal, arco-e-flecha, manuseio de bastão, lança e outras armas próprias de sua época. Entretanto, após ter atingido a iluminação aos 35 anos de idade, pregou sempre um caminho de paz, harmonia e principalmente não-violência (ahimsa), conceito este que foi brilhantemente retomado por Mahatma Gandhi, no começo do século XX, influenciando grandemente o movimento de Independência da Índia, que até então era colônia do império britânico.</p>
<p><a href="http://japas.wordpress.com/files/2008/04/samurai1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-519" src="http://japas.wordpress.com/files/2008/04/samurai1.jpg?w=243" alt="" width="243" height="300" /></a></p>
<p>(...) No Japão, o budismo foi importado da China e da Coréia, sem trazer estes aspectos marciais. Mas, com o desenvolvimento histórico, grande foi o número de guerreiros da classe dos samurais que afluíam aos templos budistas, principalmente das escolas Zen e Jôdo (Terra Pura), buscando apoio espiritual, e chegou mesmo a existir uma categoria de monges guerreiros (Sôhei) em monastérios como os da Escola Tendai. Assim acabou se dando o nascimento de um conceito japonês de arte marcial que mesmo hoje em dia é indissóciavel do budismo e Shintoismo (religião autóctone, ligada à casa imperial japonesa)...(continua)"</p>
<p>o budismo e as artes marciais - <a href="http://japas.wordpress.com/2008/04/29/o-budismo-e-as-artes-marciaiso-budismo-e-as-artes-marciais" target="_blank">parte 1</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O assassino]]></title>
<link>http://serakipresta.wordpress.com/?p=83</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 00:32:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas</dc:creator>
<guid>http://serakipresta.wordpress.com/?p=83</guid>
<description><![CDATA[ 
 


War ou Rogue Assassin- 2007
Direção: Philip G. Atwell
Roteiro: Lee Anthony Smith, Gregory J.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://serakipresta.files.wordpress.com/2008/04/war.jpg"> </a></p>
<p><a href="http://serakipresta.files.wordpress.com/2008/04/war.jpg"> </a></p>
<p style="text-align:left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://thepiratebay.org/tor/4100994/War%5B2007%5DDvDrip%5BEng%5D-aXXo" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-84 alignleft" style="float:left;" src="http://serakipresta.wordpress.com/files/2008/04/war.jpg?w=300" alt="" width="235" height="168" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://thepiratebay.org/tor/4100994/War%5B2007%5DDvDrip%5BEng%5D-aXXo" target="_blank"><strong>War ou Rogue Assassin</strong></a><strong>- 2007</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Direção: Philip G. Atwell</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Roteiro: Lee Anthony Smith, Gregory J. Bradley</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Elenco: Jet Li, Jason Statham, Luis Guzmán, Nadine Velazquez, Sung Kang, John Lone, Devon Aoki, Andrea Roth</strong></p>
<p>Filmes com Jet Li são garantia de muita pancadaria e boas lutas. Filmes com Jason Statham são garantia de muita troca de tiros e carros destruídos. Junte os dois atores e teremos um filme com pancadaria, troca de tiros, carros destruídos e explosões, mas não tanto como se esperaria.</p>
<p>Após a morte do parceiro, Jack Crawford fica obcecado e busca a todo custo uma vingança contra o assassino Rogue. Três anos depois, Rogue está de volta, envolvido em uma guerra entre a Tríade e a Yakuza. No meio da guerra Jack tenta capturar Rogue, que por sua vez trabalha como agente duplo, tentando destruir os dois grupos.</p>
<p>O filme tem uma reviravolta bacana no final, mas pecas em alguns momentos pela simplicidade, deixando sempre a impressão de que as cenas poderiam ter sido mais bem trabalhadas. É um blockbuster cheio de cenas de ação, mas poderia ser melhor.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[San Wa (The Myth - O Mito) Stanley Tong (2005) China]]></title>
<link>http://cinemasiatico.wordpress.com/?p=243</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 23:35:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>alcaminhante</dc:creator>
<guid>http://cinemasiatico.wordpress.com/?p=243</guid>
<description><![CDATA[Não sou propriamente um fã de filmes com Jackie Chan, mas por outro lado se calhar a minha aversã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou propriamente um fã de filmes com Jackie Chan, mas por outro lado se calhar a minha aversão ao actor tem mais a ver com a imagem que Hollywood criou dele do que propriamente com o seu real trabalho, pois reconheço que vi muitos poucos dos seus filme e o que vi foram aquelas comédias desmioladas da sua fase americana que espreitei ás vezes na tv.<br />
Por outro lado sempre tive as melhores referências do seu trabalho no cinema oriental e como tal tenho grande curiosidade em espreitar os filmes feitos no seu país natal, coisa que estou a tentar fazer aos poucos, embora ainda com alguma cautela pois por mais que tente não consigo afastar a má imagem que tenho dele por causa da aura de palhaço que os americanos lhe criaram.<br />
Por isso quando li, que Chan tinha um novo filme em que regressava ao cinema de Hong Kong, fiquei curioso. Ainda para mais porque as reviews espalhadas pela net, diziam que ["<strong>The Myth</strong>"] era uma lufada de ar fresco na carreira do actor e uma muito boa tentativa de se reinventar com a produção de um projecto de qualidade após tanto filme banal na América. </p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth03.jpg" alt="" /></p>
<p>Resolvi espreitar também. Embora o tenha feito da maneira mais parva, pois fui estúpido o suficiente para comprar a edição portuguesa do filme, o que cedo me arrependi, pois <strong>o dvd português não contém a pista de som original em mandarim, mas apenas a dobragem em "americano".<br />
</strong>Mesmo assim, a primeira vez que vi o filme dobrado em "gringo" diverti-me como há muito não acontecia com um filme. Nem a dobragem ridícula em inglés conseguiu estragar ["<strong>The Myth</strong>"].</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth07.jpg" alt="" /></p>
<p>Sendo assim, se já tinha gostado do filme até dobrado, só podia adorar a versão original e portanto lá fui até á Play-Asia voltar a comprar o filme na sua edição a sério e curiosamente paguei menos pela excelente edição de trés discos asiática do que me custou a foleira edição gringa em Portugal, o que mais uma vez demonstra como compensa comprar dvds fora daqui.<br />
Ainda por cima a edição chinesa, nem sequer se deu ao trabalho de incluir a dobragem em inglés o que só lhe ficou bem. Mas sobre isto falarei mais abaixo.<br />
Voltando ao filme, se eu já tinha gostado dele a primeira vez que o vi, então da segunda vendo-o com a verdadeira pista de som ["<strong>The Myth</strong>"]  ainda me pareceu melhor, pois ganhou um tom ainda mais dramático porque afinal as vozes de alguns personagens não eram vozes de desenho animado o que deu logo uma vertente bem mais séria ao filme, embora isto não queira dizer que todo o conjunto não continuasse muito divertido.<br />
Essencialmente este filme é um excelente filme de aventuras e isso não há dobragem que possa estragar.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth10.jpg" alt="" /></p>
<p>Imaginem um cruzamento entre Indiana Jones, James Bond e o excelente filme oriental Hero e obtêm ["<strong>The Myth</strong>"] sem tirar nem pôr.<br />
A isto juntem depois uns pózinhos de História Interminável com uma pitada de Tomb Raider (o jogo, não o filme) e a coisa ainda fica melhor.<br />
É óbvio que sendo ["<strong>The Myth</strong>"]  um filme de Jackie Chan, era inevitável que tivesse as suas habituais acrobacias e momentos de humor baseados nelas, mas até nisso este filme é diferente, pois essas partes estão bem mais contidas (dizem), do que é habitual nos filmes dele e de certa forma acho que senti isso, pois todas as sequências estão lá mesmo para servir a história e não me lembro de nenhuma cena de luta que lá esteja de forma gratuíta...a não ser talvez um par de sequências que envolvem a actriz indiana Mallika. Mas se eu fosse o Chan, se calhar também arranjaria qualquer pretexto para continuar a gravar mais uma ou duas cenazinhas de contacto físico com a Mallika, se é que me entendem...</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth12.jpg" alt="" /></p>
<p>De qualquer maneira, fraquezas á parte, não há absolutamente nada neste filme que não seja divertido. A história divide-se em duas partes, uma é passada na época medieval e envolve a história de um general que se apaixona pela princesa que tem de proteger e a outra decorre actualmente e seguimos as aventuras de um arqueólogo que anda na pista de algo que o fará envolver-se mais com o passado do que ele esperaria.<br />
É que um dos temas deste filme é precisamente a reencarnação, como tal Jackie Chan interpreta os dois principais personagens neste caso o arqueólogo moderno e o general medieval.<br />
E não vou contar mais para não estragar o prazer de descobrirem o argumento por vós próprios.<br />
Não esperem um argumento muito sério, deixem o cérebro de fora da sala por duas horas e vão divertir-se muito certamente, especialmente se já sentem saudades de algo no formato de um Indiana Jones.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth08.jpg" alt="" /></p>
<p>O que não quer dizer que o filme não tenha o seu lado dramático. Além do final incomum, a parte medieval é um contraste absoluto com a sequência moderna contemporânea e é aqui talvez a única falha "grave" deste ["<strong>The Myth</strong>"], pois a certa altura parece que estamos a ver dois filmes que não se conseguem misturar devido á diferença de tom narrativo entre as suas duas metades do argumento.<br />
Enquanto que as partes estilo Indiana Jones são do mais divertido que possam imaginar com sequências de acção bem ao estilo de Chan a piscar o olho a Spielberg sempre num tom descontraído e muito bem disposto, já as sequências medievais adquirem um tom bem mais realístico e dramático ao bom estilo do drama romântico oriental, demonstrando até que Jackie Chan afinal é bem melhor actor do que parece á primeira vista, pois convence em absoluto enquanto general medieval com destino trágico marcado.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth05.jpg" alt="" /></p>
<p>Se estas duas metades da história fossem dois filmes diferentes, tudo resultaria em pleno, no entanto estranhamente fazem parte de um único filme e não conseguimos evitar ficar com a sensação de que algo falha na maneira como os dois lados da história nunca se misturam bem, o que chegando ao final de repente temos a ideia de que a junção de tudo ficou um bocado forçada apenas porque era necessário terminar o filme com uma grande sequência de acção e efeitos especiais.<br />
Não que na realidade me esteja a queixar muito, mas que ["<strong>The Myth</strong>"], é um filme diferente isso podem crer que é.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth06.jpg" alt="" /></p>
<p>Mas não se preocupem, não será por causa de pequenos pormenores como este que o filme se torna um filme menor.<br />
Aliás dentro dos filmes comerciais de puro entretenimento, ["<strong>The Myth</strong>"], deve ser das coisas mais divertidas e imaginativas que me lembro de ver pela frente em muito tempo. Afinal a quantidade de referências é tanta e a mistura de géneros é tão alucinante que é quase um milagre este filme não se ter descarrilado a meio e ter-se mantido tão coeso do princípio ao fim.<br />
Nunca perde o fôlego, está constantemente a pregar-nos surpresas com a mistura de géneros, é divertido como poucos e ainda por cima consegue ter momentos sérios e românticos bem conseguidos. <br />
E cor, este filme tem muita cor. Aliada a uma estética que embora não seja original, consegue ainda algumas imagens deslumbrantes, particularmente nas sequências Indianas.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth11.jpg" alt="" /></p>
<p>Estou a tentar lembrar-me de algo verdadeiramente negativo para apontar aqui e não consigo.<br />
Até a banda sonora é excelente.<br />
Apesar de ser um filme híbrido, a verdade é que funciona plenamente enquanto filme de grande aventura, os efeitos especiais são um bocado á base de CGI plástico mas muito deslumbrantes, as paisagens são fantásticas e as cenas de comédia estão plenamente conseguidas, por isso o que se pode pedir mais ?....<br />
Bem, que tal uma edição decente deste filme em Portugal ?...É que o original tem um som em DTS do c#$%&#38;" meus amigos. Espectacular.  Seria agradável que edição portuga se tivesse lembrado disso.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth09.jpg" alt="" /></p>
<p>De qualquer maneira passemos á frente.<br />
——————————————————————————————————————</p>
<p>CLASSIFICAÇÃO:</p>
<p>Apesar de lhe faltar aquele toque especial, ["<strong>The Myth</strong>"], é no entanto uma verdadeira surpresa e um excelente filme de aventuras para quem gosta de temas sobrenaturais com cheirinho a Indiana Jones.<br />
Deixem o cérebro descansar e divirtam-se.<br />
Quatro tigelas de noodles porque apesar de tudo a realização é muito corriqueira e nunca consegue elevar o filme a um nível que até merecia ter.<br />
Mas não pensem que isto é apenas uma cópia banal dos formatos americanos de aventura, pois há muito mesmo de cinema oriental neste filme.<br />
Muito bom.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />   <img src="http://cinemasiatico.files.wordpress.com/2008/04/noodle2.jpg" alt="noodle2.jpg" />  </p>
<p><strong>A favor:</strong> o estilo Indiana Jones, o <em>feeling</em> de aventura clássica, as cenas de acção com comédia integrada, as cenas de acção e batalha dramáticas nas sequências no passado, a grande imaginação visual em alguns momentos, bom design de produção, o tom dramático e romântico de uma das metades da história, a fotografia que brilha em alguns momentos inspirados, a overdose de efeitos especiais imaginativos apesar do cgi simples, a banda-sonora, o final pouco usual num filme deste estilo.<br />
<strong>Contra:</strong>  as duas metades da história nunca se ligam como deveriam, o realizador nunca consegue criar uma identidade visual própria como este filme merecia apesar dos seus bons momentos, o vilão moderno é demasiado cartoonesco para ser levado a sério e por isso nunca há suspanse na sua ameaça, a Mallika aparece sempre com roupa a mais e não entra durante o filme todo. ;)</p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p>NOTAS ADICIONAIS:</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth04.jpg" alt="" /></p>
<p>Trailer Chinês<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=iosEqVfHESg">http://www.youtube.com/watch?v=iosEqVfHESg</a><br />
Trailers Americanos (mas será que ninguém dá um tiro neste announcer?) :)<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=tcK1vl36dUs">http://www.youtube.com/watch?v=tcK1vl36dUs</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=1pSc0czs0yM&#38;feature=related">http://www.youtube.com/watch?v=1pSc0czs0yM&#38;feature=related</a></p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth02.jpg" alt="" /></p>
<p>Se estiverem interessados em comprar este filme, recomendo que <strong>evitem a todo o custo a edição portuguesa</strong> que além de apenas conter o filme dobrado "em americano" e <strong>não trazer a versão original</strong>, ainda por cima tem uma única pista de som apenas em stereo 2.0, quando deveria trazer um 5.1 normal e um DTS fantástico tal como acontece nas edições fora do nosso país.<br />
Mais uma vez em Portugal editam-se os filmes orientais ao calhas apontados aos cestos de promoções de hipermercados e não se investe numa promoção a sério dos mesmos que poderia trazer muito mais público á descoberta deste cinema.</p>
<p><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/myth01.jpg" alt="" /></p>
<p>A dobragem em inglés é do piorio o que adiciona algum humor não intencional a muitos dos momentos do filme, pois algumas das vozes parecem saídas de um desenho animado. Por causa disso, na versão dobrada em inglés, o amigo do heroi parece muito mais palhaço do que na realidade é.<br />
Na pista de som original em chinês a sua personagem tem um cunho bem mais sério do que parece por causa da ridícula dobragem americana.<br />
Sugiro a compra da mesma edição mas na sua versão completa como deveria ter chegado a Portugal e não chegou e que podem encontrar como habitualmente na Play-Asia.<br />
<a href="http://www.play-asia.com/paOS-13-71-6w-49-en-15-the+myth-70-yvv.html">http://www.play-asia.com/paOS-13-71-6w-49-en-15-the+myth-70-yvv.html</a></p>
<p>IMDB<br />
<a href="http://www.imdb.com/title/tt0365847/">http://www.imdb.com/title/tt0365847/</a></p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p><strong>Filmes semelhantes que lhes poderão interessar:</p>
<p></strong><a title="A Chinese Tall Story" href="http://cinemasiatico.wordpress.com/2008/04/08/ching-din-dai-sing-a-chinese-tall-story-jeffrey-lau-2005/" target="_self"><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/link_cover_chinesetallstory.jpg" alt="A Chinese Tall Story" width="73" height="100" /></a>    <a title="Shinobi" href="http://cinemasiatico.wordpress.com/2008/04/20/shinobi-shinobi-ten-shimoyama-2005-japao/" target="_blank"><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/link_cover_shinobi.jpg" alt="Shinobi" width="73" height="100" /></a>    <a title="The Promise" href="http://cinemasiatico.wordpress.com/2008/04/27/wu-ji-the-promise-kaige-chen-china-2005/" target="_self"><img src="http://cinemasiatico.wordpress.com/files/2008/04/link_cover_thepromise.jpg" alt="The Promise" width="73" height="100" /></a></p>
<p>——————————————————————————————————————</p>
<p> <br />
 </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kulilin VS Bunta]]></title>
<link>http://dbzsite.wordpress.com/?p=45</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 13:18:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>laurabischoff</dc:creator>
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<description><![CDATA[No torneio de artes marciais, no começo da saba Boo, a primeira luta é de Kulilin vs Bunta.
Kulili]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No torneio de artes marciais, no começo da saba Boo, a primeira luta é de Kulilin vs Bunta.</p>
<p>Kulilin, quando descobre que Bunta, um cara gordo que acho que veio da asia, vai ser seu adversario ele diz:</p>
<p>"Oba! Aquele é meu adversário!!"</p>
<p>E Bunta:</p>
<p>"O tal de Kulilin é você?"</p>
<p>"Sim sou eu."</p>
<p>"Eu não perdôo ninguém, mesmo sendo um lixo como você... Vou castigálo e fazer picadinho de você!"</p>
<p>"Ai, ai, que desagradavel...isso e exatamente a frase de um coadjuvante... JA sei o final da historia de cor..."</p>
<p>"O que? Você vai acabar morrendo. Escreva seu testamento enquanto pode."</p>
<p>Na luta:</p>
<p>Bunta:</p>
<p>"Hehehe! Dez segundos serão o suficiente para você!"</p>
<p>Ta bom, ta bom..."</p>
<p>"He,he, que azar o seu ter caido comigo. Bem, não se preocupe, se tiver sorte, acabará no hospital pronto."</p>
<p>Bunta de novo:</p>
<p>"É evidente sim! Você vai aprender que o torneio de artes marciais não é brincadeira! Não é lugar para um tiozinho baixinho como você!"</p>
<p>"Ai, ai... Não vou perder tempo e energia com esse aí."</p>
<p>Dai Kira, um participante fala:</p>
<p>"Coitado daquele sujeito... Ele nãai ficar inteiro contra o Bunta..."</p>
<p>Bunta:</p>
<p>Puf, puf, eu posso ser grande mas também sou ágil e veloz! Entendeu? Não adianta tentar fugir!"</p>
<p>Kulilin:</p>
<p>"ta bom, ta bom... Não vou fugir não..."</p>
<p>"hehehe! Ainda e cedo para desanimar. Ainda vou lhe mostrar a minha resistencia!" De um soco na minha barriga! Vamos, não fique acanhado!"</p>
<p>"Então.. Ja que você insiste!"</p>
<p>Depois de Kulilin dar uns socos nele, Bunta cai da arena.</p>
<p><strong>Moral: Mesmo que seu adversario paressa fraco, não se exiba, pois talvez você perca.</strong></p>
<p><img src="http://gowebgo.files.wordpress.com/2007/10/kuririn.jpg" alt="http://gowebgo.files.wordpress.com/2007/10/kuririn.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los Vivancos no Casino de Lisboa]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=830</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 19:25:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=830</guid>
<description><![CDATA[
Sete irmãos unidos pela necessidade de dançar flamenco, expressam a sua liberdade através do mov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2377/2421710950_27ae4e41f5_o.jpg" alt="los vivancos" width="544" height="600" /></p>
<p style="text-align:left;"><em>Sete irmãos unidos pela necessidade de dançar flamenco, expressam a sua liberdade através do movimento que exploram até à exaustão do corpo. Mais que um espectáculo de flamenco, "Los Vivancos" fundem as artes circenses, o ballet clássico, o hip-hop, o teatro e as lutas marciais, tendo como fio condutor o flamenco. De 22 de Abril a 4 de Maio, no Casino Lisboa.<br />
Filhos do músico e bailarino Pedro Vivanco, estes sete irmãos desde cedo contactaram com a música, tocada e dançada. Muitos aprenderam a tocar um instrumento ainda antes de saber ler.<br />
Oriundos de Barcelona, juntos já actuaram em grandes cidades como Amsterdão, Londres, Tel-Aviv, Vancouver e Las Vegas. Em 2007, esgotaram o Estádio de Bercy, em Paris, durante um mês, tendo actuado para cerca de 400.000 pessoas. </em></p>
<p><em>PUBLICO.PT </em></p>
<p>Local: Casino de Lisboa - Parque das Nações<br />
Datas: De 22 de Abril a 4 de Maio<br />
Horário: Terça a sábado às 22h00, domingo às 17h00<br />
Bilhetes: 30-35 euros; à venda no Casino Lisboa, FNAC, Abreu, Worten, Bliss, Bulhosa e em <a href="http://www.ticketline.sapo.pt" target="_blank">www.ticketline.sapo.pt</a><br />
Informações e Reservas 707 234 234</p>
<p>Sites: <a href="http://www.casino-lisboa.pt/MainTemplate.aspx" target="_blank">Casino de Lisboa</a>, <a href="http://www.uau.pt/index.php" target="_blank">UAU</a><br />
 </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lelê Lee*]]></title>
<link>http://eneaotil.wordpress.com/?p=268</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 14:06:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonor</dc:creator>
<guid>http://eneaotil.wordpress.com/?p=268</guid>
<description><![CDATA[
- Iáááááááááááááááááááááá!
A primeira grande lição que se aprende no Kung F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://eneaotil.files.wordpress.com/2008/04/lelelee_baixa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-269" src="http://eneaotil.wordpress.com/files/2008/04/lelelee_baixa.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em>- Iáááááááááááááááááááááá!</em></p>
<p>A primeira grande lição que se aprende no Kung Fu (sim, finalmente vou justificar o quadro do Bruce Lee que tenho em cima da minha cama) é que nem tudo é aquilo que parece. Por exemplo: aquele cara que parece o pedreiro da Academia quando você vai fazer a matrícula, na verdade, é o mestre. E a gordinha de óculos da recepção não é bem gordinha, ela é forte. Faixa preta, esposa do mestre.</p>
<p>Depois da primeira lição, é hora de derrubar o mito de que o esporte faz bem para a auto-estima. No Kung Fu, quem é o último aluno a se matricular em uma academia pela primeira vez vale menos que uma pipoca molhada. Ele (no caso, eu) precisa reverenciar e pedir desculpas pela sua existência até para o cachorro vira-lata que dorme na porta do lugar (mas que dorme faz três semanas, ou seja, muito antes de você).</p>
<p>Aquela menina de 6 anos, mesma idade que o seu filho, é quatro vezes mais graduada que você, então é preciso abaixar a cabeça quando ela passa, em sinal de ultra-respeito. Na hora da corrida ao redor do tatame, que começa pelo mais graduado até você, loser completo, te sobra correr atrás de uma velhinha japonesa de 100 anos, que não consegue acompanhar os demais colegas com a mesma graduação. Mas não ouse passá-la, sob o risco de ter que quebrar um tijolo com a cabeça ainda na primeira aula.</p>
<p>A terceira lição é saber lidar com as nomenclaturas. É muito, repito, MUITO perigoso apontar para o mestre e dar risadas quando ele pede para ser chamado de <strong>Sifu</strong>. Você vai aprender que o que antes nada mais era do que uma forma abreviada de falar que outra pessoa estava fodida, hoje, depois de se inscrever no Kung Fu, significa professor e pai, em chinês.</p>
<p>É muito importante gritar <strong>SIC</strong> ou <strong>AIA</strong> (mesmo que para você isso só sejam soluços) a cada golpe aplicado e tornar isso automático, a ponto de toda vez que abrir a geladeira ou acenar para um amigo no meio da rua, soluçar isso junto.</p>
<p>**</p>
<p>No meu primeiro dia no Kung Fu, sábado passado, depois do treinamento Mao Tsé Tung de alongamentos, aprendi coisas como o soco Jeb<span style="text-decoration:line-through;">a</span> direto, o soco frontal, o punho da pantera, o chute frontal e defesa pessoal, que consiste em torcer o punho do adversário até deslocar o cotovelo, quebrar o seu nariz com a palma da mão e dar um joelhaço nas suas partes íntimas.</p>
<p>Então, o instrutor me pediu que praticasse a defesa pessoal em um menino Loser Nível 2, que é um pouco menos loser do que eu, porque se matriculou na academia um mês antes. Só que ele era uma bichinha (era e ainda é) que deve ter se confundido e queria ter é se matriculado em aulas de Fung Ku. Daquele gay que ainda não sabe que é gay porque só tem 14 anos, mas que todo mundo já sabe, menos a mãe que insiste em dizer para as amigas que o garoto é tímido. Tímido e viado, minha senhora.</p>
<p>Apesar da minha natureza agressiva, eu sei me colocar no meu lugar de Loser Nível 1 e jamais  quebraria o cotovelo ralado do garoto, muito menos o faria cuspir seus testículos, mesmo sendo sábado passado um dia triste e cheio de raiva. Era só uma simulação. Ele precisaria me dar um empurrão no ombro esquerdo e tomar uns tapas invisíveis, mas assim que segurei sua mão, seus olhos marejaram e ele implorou piedade.</p>
<p>- Se prepara porque dar o rabo vai doer mais!</p>
<p>Não, gente. Eu só pensei, não falei.</p>
<p>**</p>
<p>Na minha segunda aula de Kung Fu, terça-feira, treinei com um outro instrutor, um pouco mais violento, que, a cada golpe, dizia quantos ossos eu poderia quebrar do oponente se eu não fosse uma merdinha, um verme, uma cárie em dente do siso, o cocô do cavalo do bandido, a caca de nariz da Bruna Surfistinha.</p>
<p>E treinou junto comigo um menino que era um mini Tim Maia, de uns 12 anos, que fedia abruptamente e que era metido a engraçadinho. Eu também sou metida a engraçadinha, mas não diante de um faixa preta. O menino, Loser Nível 3, queria descobrir as falhas dos golpes do instrutor:</p>
<p>- Tá 	vendo?! Se você bater aqui, eu posso me defender te socando 	ali daquele lado. Rá rá. Te peguei.</p>
<p>- NÃO 	ME PEGOU NÃO, PIRRALHO! ESTOU SIMULANDO UM GOLPE. SE EU 	COLOCAR FORÇA DE VERDADE, VOU QUEBRAR TEU BRAÇO E VOCÊ 	NÃO TERÁ COMO SE DEFENDER. QUER QUE EU QUEBRE SEU 	BRAÇO?</p>
<p>- N-não, 	senhor!</p>
<p>O instrutor foi ficando cada vez mais nervoso:</p>
<p>- E VOCÊ, O QUE ESTÁ OLHANDO, 07?</p>
<p>- SOU CEGA, CAPITÃO!!!!!!!!!! - respondi</p>
<p>**</p>
<p>Hoje foi meu terceiro dia de Kung Fu, às 7h da manhã (sim, tenho tendências a sofrer. Sou corinthiana) e aprendi o soco da faca e mais duas defesas pessoais: uma para o caso de um ladrão querer roubar o meu relógio (e eu não uso relógio) e o treinamento <span style="text-decoration:line-through;">Isabella Nardoni,</span> para fugir de enforcamentos. Mesmo assim, nós ouvimos o tempo todo que aprenderemos a matar uma pessoa com o polegar, mas que nunca, em hipótese nenhuma, devemos usar qualquer um desses ensinamentos.</p>
<p>- E o que estou fazendo aqui, às 7h da manhã?</p>
<p>- Sifu! Rá rá.</p>
<p>**</p>
<p>*Lelê Lee é como a <a href="http://erissant.blogspot.com">Érica</a> tem me chamado agora.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Submundo Sangrento]]></title>
<link>http://serakipresta.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 20:12:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas</dc:creator>
<guid>http://serakipresta.wordpress.com/?p=63</guid>
<description><![CDATA[Underground - 2007
Direção: Chee Keong Cheung   
Roteiro: Chee Keong Cheung, Oliver Morran   
Elen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://www.mininova.org/det/758833" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-64 alignleft" style="float:left;" src="http://serakipresta.wordpress.com/files/2008/04/underground.jpg" alt="" width="119" height="171" /></a><a href="http://www.mininova.org/det/758833" target="_blank"><strong>Underground </strong></a><strong>- 2007</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Direção: </strong><strong>Chee Keong Cheung</strong><strong> </strong><strong></strong><strong></strong><strong> </strong><strong></strong><strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Roteiro: </strong><strong>Chee Keong Cheung, Oliver Morran</strong><strong></strong><strong> </strong><strong></strong><strong> </strong><strong></strong><strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Elenco: </strong><strong>Mark Strange, Nathan Lewis, Joey Ansah, Leon Sua, Glenn Salvage, Beau Fowler, Shane Steyn, Liang Yang, William Mickleburgh, Zara Phythian, Scott Houston, Chris Smith</strong></p>
<p style="text-align:left;">Esse é um filme extremamente segmentado, feito para um público bem restrito e que portanto não deve agradar a maioria das pessoas. Filmado como se fosse um programa de TV, o filme não tem muita história e nem um roteiro muito elaborado, mas nem por isso é ruim.</p>
<p style="text-align:left;">Estamos em um torneio de lutas clandestinas, onde doze atletas lutam por um prêmio de 1.000 libras e seus apostadores por um prêmio maior ainda. Cada lutador tem um forte motivo para estar ali e por isso, as lutas são marcadas por muita violência. O regulamento é bem simples, não existem regras e cada apostador tem dois lutadores e a cada luta escolhe um oponente para seu lutador, quem perder é automaticamente eliminado da competição, isso também é válido para os apostadores.</p>
<p style="text-align:left;">É um filme extremamente simples, mas muito bem filmado, produzido e principalmente editado, dando realmente a impressão que você está vendo um torneio de lutas clandestinas. Todos os atores que participam das lutas são lutadores profissionais, o que dá mais veracidade as cenas.</p>
<p style="text-align:left;">Se você gosta de filmes com muita pancadaria e boas cenas de violência, <em>"Submundo Sangrento"</em> presta, caso contrário passe longe.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Judo]]></title>
<link>http://sadame.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 09:15:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nishikigoi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Judo (caminho suave, em língua japonesa) é uma arte marcial praticada como desporto, fundada por J]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Judo</strong> (caminho suave, em língua japonesa) é uma arte marcial praticada como desporto, fundada por <strong>Jigoro Kano</strong> em 1882. Os seus objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, para além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-45" src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/04/kano03.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>Jigoro Kano</em></p>
<p style="text-align:center;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:left;">O Judo teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência do jujutsu, arte marcial praticada pelos <strong>bushi</strong>, ou cavaleiros durante o período <strong>Kamakura</strong> (1185-1333), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O Judô foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos. O primeiro clube judoca na Europa foi o londrino Budokway (1918).</p>
<p>A vestimenta utilizada nessa modalidade é o <strong>keikogi</strong> (não confundir com kimono), que no judô recebe o nome de <strong>judogi</strong>, e que com o cinturão forma o equipamento necessário à sua prática. O judogi pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em campeonatos oficiais.</p>
<p>Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de praticantes.</p>
<p>Sua técnica utiliza basicamente a força e peso do oponente contra ele. Palavras ditas por mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual.</p>
<p>Em 1864, o comodoro Matthew Perry, comandante de uma expedição naval americana, conseguiu fazer com que os japoneses abrissem seus portos ao mundo com o tratado "Comércio, Paz e Amizade". Abrindo seus portos para o ocidente, surgiu na Terra do Sol Nascente uma tremenda transformação político-social, denominada <strong>Era Meiji</strong> ou "Renascença Japonesa", promovido pelo imperador Matsuhito Meiji (1868-1912). Anteriormente, o imperador exercia sobre o povo influência e poderes espirituais, porém com a "Renascença Japonesa" ele passou a ser o verdadeiro comandante da Terra das Cerejeiras.</p>
<p>Nessa dinâmica época de transformações e inovações radicais, os nipônicos ficaram ávidos por modernizar-se e adquirir a cultura ocidental. Tudo aquilo que era tradicional ficou um pouco esquecido, ou melhor, quase que totalmente renegado. Os mestres do jujutsu perderam as suas posições oficiais e viram-se forçados a procurar emprego em outros lugares. Muitos se voltaram então para a luta e exibição em feiras.</p>
<p>A ordem proibindo os <strong>samurai</strong> de usar espadas em 1871 assinalou um declínio em todas as artes marciais, e o jujutsu não foi uma exceção, sendo considerado como uma relíquia do passado. Como não era difícil acreditar, tempos depois surgiu uma onda contrária às inovações radicais. Havia terminada a onda chamada febre ocidental. O <strong>jujutsu</strong> foi recolocado na sua posição de arte marcial, tendo o seu valor reconhecido, principalmente pela polícia e pela marinha. Apesar de sua indiscutível eficiência para a defesa pessoal, o antigo jujutsu não podia ser considerado um esporte, muito menos ser praticado como tal. Não haviam regras tratadas pedagogicamente e nem mesmo padronizadas.</p>
<p style="text-align:left;">Os professores ensinavam às crianças os denominados golpes mortais e os traumatizantes e perigosos golpes baixos. Sendo assim, quase sempre, os alunos menos experientes, machucavam-se seriamente. Valendo-se das suas superioridades físicas, os maiores chegavam a espancar os menores e mais fracos. Tudo isso fazia com que o jujutsu gozasse de uma certa impopularidade, logicamente, entre as pessoas esclarecidas e que possuíssem um pouco de bom senso. O jujutsu entrava em outra fase de decadência.</p>
<p>Baseado nesses inconvenientes, Jigoro Kano, um jovem que na adolescência se sentia inferiorizado sempre que precisasse desprender muita energia física para resolver um problema, resolveu modificar o tradicional jiu-jitsu, unificando os diferentes sistemas, transformando-o em um poderoso veículo de educação física.</p>
<p>Pessoa de alta cultura geral, ele era um esforçado cultor de jujutsu. Procurando encontrar explicações científicas aos golpes, baseados em leis de dinâmica, ação e reação, selecionou e classificou as melhores técnicas dos vários sistemas de jujutsu, dando ênfase principalmente no ataque aos pontos vitais e nas lutas de solo do estilo <strong>Tenshin-Shinyo-Ryu</strong> e nos golpes de projeção do estilo <strong>Kito-Ryu</strong>. Inseriu princípios básicos como o do equilíbrio, gravidade e sistema de alavancas nas execuções dos movimentos lógicos.</p>
<p>Estabeleceu normas a fim de tornar o aprendizado mais fácil e racional. Idealizou regras para um confronto esportivo, baseado no espírito do ippon-shobu(luta pelo ponto completo). Procurou demonstrar que o jujutsu aprimorado, além de sua utilização para defesa pessoal, poderia oferecer aos praticantes, extraordinárias oportunidades no sentido de serem superadas as próprias limitações do ser humano.</p>
<p>Jigoro Kano tentava dar maior expressão à lenda de origem do estilo <strong>Yoshin-Ryu</strong> (Escola do Coração de Salgueiro), esta se baseava no princípio de “ceder para vencer”, utilizando a não resistência para controlar, desequilibrar e vencer o adversário com o mínimo de esforço. Em um combate o praticante tinha como o único objetivo à vitória. No entender de Kano, isso era totalmente errado. Uma atividade física deveria servir em primeiro lugar, para a educação global dos praticantes. Os cultores profissionais do jujutsu não aceitavam tal concepção. Para eles o verdadeiro espírito do jujutsu era o <strong>shin-ken-shobu</strong> (vencer ou morrer, lutar até a morte).</p>
<p>Os princípios que inspiraram Jigoro Kano quando da idealização do judô foram os três seguintes:</p>
<p>* Princípio da Máxima Eficácia do Corpo e do Espírito (<strong>Seiryoku Zen’Yo</strong>)<br />
* Princípio da Prosperidade e Benefícios Mútuos (<strong>Jita Kyoei</strong>)<br />
* Princípio da Suavidade (<strong>Ju</strong>)</p>
<p>Diz a lenda que um médico e filósofo japonês, <strong>Shirobei-Akyama</strong>, estava convencido que a origem dos males humanos seria resultado da má utilização do corpo e do espírito. Deste modo partiu para estudos de técnicas terapêuticas chinesas, estudou o princípio do taoísmo, acupuntura e algumas técnicas de wushu, luta chinesa que usava as projeções, as luxações e os golpes. Quando Shirobei retornou ao Japão passou a ensinar seus discípulos o que havia assimilado do princípio positivo da filosofia taoísta, tanto na medicina como na luta, ou seja, ao mal ele opunha o mal, à força, a força. No entanto este princípio só se aplicava a doenças menos complexas como em situações fáceis de lutas, ao enfrentar um oponente mais forte não dava resultados. Assim, seus discípulos o abandonaram e ele perplexo retirou-se para um pequeno templo e por cem dias meditou. Durante este espaço, tudo foi colocado em questão, a filosofia chinesa ying e yang, a acupuntura e por fim todos os métodos de combate, na medida que “opor uma ação a outra ação não é vantajoso a não ser que a minha força seja superior à força adversa”. Certo dia quando passeava no jardim doa templo enquanto nevava, escutava os estalidos dos galhos das cerejeiras que se quebravam sob ao peso da neve. Por outro lado, observou um salgueiro que com o peso da neve curvava os seus ramos até que a neve era depositada no solo e depois retornava a sua posição inicial.</p>
<p>Por suas idéias, Jigoro Kano era desafiado e desacatado insistentemente pelos educadores da época, mas não mediu esforços para idealizar o novo jujutsu, diferente, mais completo, mais eficaz, muito mais objetivo e racional, denominado de judô, e transformando-o num poderoso veículo de educação física. Chamando o seu novo sistema de judô, ele pretendeu elevar o termo “jutsu” (arte ou prática) para “do”, ou seja, para caminho ou via, dando a entender que não se tratava apenas de mudança de nomes, mas que o seu novo sistema repousava sobre uma fundamentação filosófica.</p>
<p>Em fevereiro de 1882, no templo de <strong>Eishoji</strong> de Kita Inaritcho, bairro de Shimoya em Tóquio, Jigoro Kano inaugura sua primeira escola de Judô, denominada Kodokan (Instituto do Caminho da Fraternidade), já que “Ko” significa fraternidade, irmandade; “Do” significa caminho, via; e “Kan” instituto.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-46" src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/04/cherry.jpg" alt="" width="233" height="300" /></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Judo no Brasil</strong></p>
<p>O judô surgiu no Brasil por volta de 1922, através de <strong>Thayan Lauzin</strong> . O conde Coma (Mitsuyo Maeda), como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre. Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará em outubro de 1915[1], onde popularizou seus conhecimentos dessa arte. Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido.</p>
<p>Um fator decisivo na história do judô foi a chegada ao país de um grupo de nipônicos em 1938. Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, por meio do esporte do quimono. Apesar de Riuzo Ogawa ser um mestre de jujutsu tradicional, chamou de Judô a arte marcial que lecionava quando este nome se popularizou. Portanto, ensinava um estilo que não era exatamente o Kodokan Judo, o que não diminui sua enorme contribuição ao começo do Judô no Brasil. Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do mestre Jigoro Kano e em 18 de março de 1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972. Hoje em dia o judô é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência. Esse processo culminou com a grande oferta de bons lutadores brasileiros atualmente, tendo conseguido diversos títulos internacionais.</p>
<p><strong>Técnicas</strong></p>
<p>Na aplicação de <strong>waza</strong> (técnicas), <strong>tori</strong> é quem aplica a técnica e <strong>uke</strong> é aquele em que a técnica é aplicada. As técnicas do judô classificam-se em:</p>
<p>* <strong>Nage-Waza</strong> (técnicas de arremesso)<br />
* <strong>Tachi-Waza</strong> (técnicas em pé)<br />
* <strong>Te-Waza</strong> (técnicas de braço)<br />
* <strong>Koshi-Waza</strong> (técnicas de quadril)<br />
* <strong>Ashi-Waza</strong> (técnicas de perna)<br />
* <strong>Sutemi-Waza</strong> (técnicas de sacrifício)<br />
* <strong>Mae-sutemi-Waza</strong> (técnicas de sacrifício para frente)<br />
* <strong>Yoko-sutemi-Waza</strong> (técnicas de sacrifício para o lado)<br />
* <strong>Katame-Waza</strong> (técnicas de domínio no solo)<br />
* <strong>Ossaekomi-Waza</strong> ou <strong>Ossae-Waza</strong> (técnicas de imobilização)<br />
* <strong>Shime-Waza</strong> (técnicas de estrangulamento)<br />
* <strong>Kansetsu-Waza</strong> (técnicas de luxação)</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/3wsQE6K3a6s'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/3wsQE6K3a6s&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sempre Alerta!...senão...desculpa, foi sem querer]]></title>
<link>http://karlosdo.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 14:24:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos G P Rodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[No mês passado fui testemunha de uma cena insólita passada no metro de Lisboa, estava parado de p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No mês passado fui testemunha de uma cena insólita passada no metro de Lisboa, estava parado de pé à espera do metro virado para a linha quando um individuo de raça negra cruza-se comigo e um passo depois inesperadamente prega uma valente cotovelada lateral no individuo branco que se cruzou com ele a andar e em direção contrária, o que o fez levantar os pés do chão e ficar deitado em cima dos bancos, com um olhar de espanto a olhar para o agressor, este começa a desfazer-se em desculpas que tinha sido sem querer, quase me convencendo também da sinceridade do que estava a dizer uma vez que eu tinha visto não de frente mas já com a visão periferica(ainda assim estava +ou- atento), só quando o agredido após uns segundos se senta no banco a apalpar a vista é que o outro lhe dá um caldo no pescoço tipo a brincar a pedir desculpa, mas a mim tirou-me as duvidas que tinha, o caldo foi um aviso para que o outro percebesse que não tinha sido por  acidente, porque de resto os pedidos de desculpas eram tão convincentes que pareciam sinceros e devem ter convencido toda a gente que assistiu, a seguir cada um seguiu o seu caminho,e fiquei sem saber ao certo o que se passou ali..."sem querer" é que acho que não foi.<br />
Fiquei a pensar nisto...desde os meus 15 anos que descobri as Artes Marciais, que sempre soube um dos seus mandamentos o "Sempre Alerta" mas entre o saber e o ter isso sempre presente, ...vai uma grande distancia, verdadeiramente quantos de nós praticantes assim que saimos de casa temos isto ("o radar") ligado?<br />
Eu por mim, vou tentar praticar este mandamento o "estar sempre atento", principalmente no metro :D , Oss!</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://karlosdo.wordpress.com/files/2008/04/thirdeye.gif" alt="thirdeye.gif" /></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II COPA VIAMONENSE DE KARATE-DÔ GOJUKAI SUL]]></title>
<link>http://gojukaisul.wordpress.com/2008/03/29/ii-copa-gojukai-sul-de-karate-do/</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 20:39:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>administrador_shinsei</dc:creator>
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<description><![CDATA[




Realização: Associação Gojukai Sul de Karate 
Organização: Professor Altemar Sabino da S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gojukaisul.wordpress.com/files/2008/03/copa-gojukai-sul-2008.gif" title="copa-gojukai-sul-2008.gif"></p>
<h5 align="justify">
<div style="text-align:center;"><img src="http://gojukaisul.wordpress.com/files/2008/03/copa-gojukai-sul-2008.thumbnail.gif" alt="copa-gojukai-sul-2008.gif" /></div>
</h5>
<p></a></p>
<h5 align="justify" class="listfl">Realização: Associação Gojukai Sul de Karate </h5>
<h5 align="justify" class="listfl">Organização: Professor Altemar Sabino da Silva - 4º Dan - FGK/CBK</h5>
<h5 align="justify" class="listfl">Data: Sábado, 24 de maio de 2008</h5>
<h5 align="justify" class="listfl">Horário: 08:00 horas </h5>
<h5 align="justify" class="listfl">Local: Ginásio Municipal de Esportes</h5>
<h5 align="justify" class="listfl">Cidade: Viamão - RS</h5>
<h5 align="justify" class="listfl">A primeira COPA foi um sucesso, faremos a segunda melhor ainda!</h5>
<h5 align="justify" class="listfl">Contamos com o teu apoio!</h5>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aikido]]></title>
<link>http://sadame.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 06:12:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nishikigoi</dc:creator>
<guid>http://sadame.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[O Aikido, é uma arte marcial criada no Japão nas décadas de 1920 pelo mestre Morihei Ueshiba (188]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O <b>Aikido</b>, é uma <span class="mw-redirect">arte marcial</span> criada no Japão nas décadas de 1920 pelo mestre <b>Morihei Ueshiba</b> (1883-1969)(foto abaixo), a quem os praticantes desta arte respeitosamente chamam <b>Ô-Sensei</b> ("grande mestre") ou fundador (a expressão sensei quer dizer aquele que sabe). Ueshiba concebeu o Aikido a partir da sua experiência com dezenas de artes marciais, sendo as principais o <b>daito-ryu aikijujutsu</b>, com sensei <b>Sokaku Takeda</b>, o <b>kenjutsu<span class="new">jojutsu</span></b> (técnica da espada) e o  (técnica do bastão curto), sendo outro de seus mestres <b>Onisaburo Deguchi</b>, líder da seita <b>Oomoto-kyo</b>, no Japão. Seus sucessores principais no Aikido foram <b><span class="new">Kishomaru Ueshiba</span></b> (1921 - 1999) e<b> Moriteru Ueshiba</b> (1951)</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/03/488px-morihei-ueshiba.jpg" alt="488px-morihei-ueshiba.jpg" height="211" width="175" /></div>
<p>O termo aikido é composto por três caracteres kanji:</p>
<ul>
<li><b>Ai</b> : harmonia</li>
<li><b>Ki</b> : energia</li>
<li><b>Dô</b> : caminho</li>
</ul>
<p>Em tradução livre, <b>"caminho da harmonização das energias"</b>.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/03/kokyunage1.jpg" alt="kokyunage1.jpg" height="484" width="456" /></div>
<p align="justify">Na sua teoria espiritual, parte fundamental da luta, o Aikido busca a harmonia dos seres com uma energia universal chamada <b><i>Ki</i></b>, comum as práticas <b>zen</b> e ao <b><span class="mw-redirect">yoga</span></b>. Este termo não tem uma tradução estrita para o português, podendo denotar diversos conceitos: respiração, sopro vital, espírito, energia ou intenção (nas imagens quem está aplicando a técnica é denominado <b><i>tori</i></b> ou <b><i>nage</i></b> e quem sofre a aplicação é chamado <b><i>uke</i></b>).</p>
<p align="justify">    Todos os movimentos do Aikido, seguem                  as leis da natureza; são cheios de vigor e força, sem forçar de                  forma alguma nossos movimentos naturais. Consequentemente,                  pessoas de todas as idades e de ambos os sexos sentem-se atraídas                  pelo Aikido como uma forma ideal para temperar, forjar e treinar                  a mente e o corpo.                               Nas aulas práticas, usa-se a didática do método repetitivo (reiterada                  repetição de uma mesma técnica), ao invés do método competitivo.O              Aikido é mais do que esporte, porque não busca objetivos                  relativos como o de uma competição, mas busca, isto sim, os valores                  absolutos que transcendem os desejos de glória pessoal.</p>
<p align="justify">Segundo mestre Ueshiba:</p>
<p align="justify"><i>    "O Aikido não é uma técnica para lutar contra um inimigo ou derrotá-lo.                  É uma maneira de conciliar as diferenças que existem no mundo                  e fazer dos seres humanos uma família. Significa que o segredo                  do Aikido é a busca da harmonia com o Universo, é tornar-nos unos                  com o Universo. Seus praticantes devem buscar esse entendimento                  por meio de treinamento diário".</i></p>
<p> O termo aiki refere-se ao princípio da luta de absorver o movimento dos atacantes para controlar suas ações com o mínimo esforço. Se inspira no <b>Tao</b> ou o todo ou o caminho, não se admitindo competição e onde o treino procura desenvolver sentimentos de fraternidade e cooperação. Baseia-se em movimentos fluidos e circulares.</p>
<p align="center"> <span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0cUDE_VL6k8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/0cUDE_VL6k8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p align="right"> (Fonte: Wikipedia e Instituto Maruyama de Aikido)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seiza]]></title>
<link>http://sadame.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 05:33:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nishikigoi</dc:creator>
<guid>http://sadame.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[Seiza e a Tranquilidade
A maneira dos japoneses se sentarem sobre os calcanhares, com uma mão sobre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><b>Seiza e a Tranquilidade</b></p>
<p>A maneira dos japoneses se sentarem sobre os calcanhares, com uma mão sobre a outra, conhecida como <b>nipon-za</b> (postura japonesa), é um tipo de <b>seiza</b>. Diz-se que só os japoneses sentam em tal posição. Mas tal postura é praticada por qualquer pessoa que se dedique à <b>cerimônia do chá</b>, ao <b>teatro nô</b> ou ao bailado japonês. Muitas vezes, em trens e ônibus, deparamos com japoneses sentados nessa posição. Houve época em que o nipon-za foi quase abandonado no Japão, mas, quiçá pela influência do <b>zen-budismo</b>, vem sendo novamente adotado em todo o mundo.<br />
Na postura, ou seiza, conhecida por nipon-za, as pessoas se sentam sobre os calcanhares, de pernas dobradas. Os homens deixam os joelhos abertos de modo que entre eles possam passar dois punhos fechados e meio; as mulheres, dois punhos. Quando sentamos por pouco tempo, colocamos o peito do pé direito para baixo e apoiamos o peito do pé esquerdo sobre a sola do pé direito. Quando sentamos por longo tempo, o dedão do pé direito é colocado por baixo do pé esquerdo e de vez em quando invertem-se as posições. As mãos descansam sobre o baixo-ventre, a mão direita por baixo. Entretanto, o ponto crucial está na parte superior do corpo: o tronco deve ficar bem ereto e todos os músculos relaxados, exceto os do baixo ventre, que precisam estar bem tensionados.<br />
<b>Sei</b> significa tranqüilidade. É nossa intenção expor alguns aspectos deste conceito de tranqüilidade. O ideograma sei tem um grande número de significados, dentre os quais destacamos os mais amplos:</p>
<ol>
<li>         repouso, antônimo de dô (movimento); diz-se de algo que está firme e imóvel.</li>
<li>         estar calado, antônimo de ken (vozerio).</li>
<li>         calmo, tranqüilo.</li>
<li>         correto, polido.</li>
<li>         descansar.</li>
<li>         tornar-se claro, transparente.</li>
<li>         abrandar-se, amolecer.</li>
<li>         valoroso.</li>
</ol>
<p>Tais sentidos podem ser observados em uma série de palavras compostas como <b>sei-i</b> (vontade serena), <b>sei-kan</b> (visão serena), <b>sei-za</b> (prática de meditação que é feita sentando-se imóvel); <b>sei-shi</b> (contemplação), <b>sei-jaku</b> (concentração), <b>sei-yô</b> (cura, recuperação), etc.<br />
Falaremos de seiza e seishi. Seiza é sentar-se numa atitude calma, tranqüilidade, repouso, silêncio e transparência, ao passo que seishi é um estado de espírito calmo, transparente e correto. Seiza é, então, a expressão de quietude do corpo, ao passo que seishi exprime a tranqüilidade do espírito. Temos assim expressada a quietude dos dois aspectos que fazem o ser humano: corpo e espírito. As duas palavras expressam a quietude do ser humano.<br />
Como os japoneses passaram a usar tal sistema de seiza? Foi por influência do zen. Entre as mais primorosas manifestações da cultura japonesa, que chamam a atenção das pessoas de todo o mundo, vemos o teatro nô, o poema haikai, o arranjo floral ikebana e a cerimônia do chá. Todas essas artes datam de um período que se estende dos fins do século XIV até o século XVI (Período Muromachi), no qual o zen foi totalmente incorporado à vida prática.<br />
Nos tempos antigos, os japoneses não viviam sobre esteiras; sentavam em cadeiras ou de pernas cruzadas sobre o chão de terra batida. Mas gradual progresso foi transformando essas posturas, principalmente depois da classe guerreira dos samurais tomar o poder político. Talvez porque o sentimento de impermanência das coisas, originado na vida do guerreiro sempre exposto a muitos perigos, levasse os samurais a procurar uma resposta para o problema de como viver. Assim, eles praticaram o zen e logo formularam o Bushido, código de honra samurai. Essa atitude dos guerreiros, de dedicação ao zen, foi se popularizando, e depois dos agitados anos de guerra civil do século XIV, na Era Muromachi, generalizou-se e o uso de cadeiras foi completamente substituído pelo seiza. Aí então brotaram e cresceram os elementos culturais acima mencionados. Podemos dizer que a cultura japonesa é a "cultura do seiza".<br />
Um elemento importante no processo de substituição das cadeiras por essa postura foi o código de etiqueta dos samurais. Organizado por Sadamung Ogasawara, sob a orientação do monge chinês naturalizado japonês Socho, sofreu pequenas alterações na época do shogun Yoshimitsu Ashikaga e tornou-se, enfim, o código oficial da classe guerreira, com o nome de Sangi-ito, conhecido vulgarmente como estilo Ogasawara de etiqueta.<br />
Entre as várias formas de praticar a meditação zen existe a<b> bosatsu-za</b>, ou postura do bodisatva, que consiste em sentar sobre os calcanhares. Essa postura se transformou no nipon-za provavelmente pelo fato do código de honra dos samurais ser calcado nas virtudes do <b>bodisatva</b>, aquele que no seio da comunidade humana se esforça na prática e na difusão dos ensinamentos de <b>Buda</b>. Para manter uma posição na qual se está sempre pronto para instantaneamente atender ao apelo de outrem é preciso a maior calma, até para discernir os ruídos exteriores. Senta-se sobre os calcanhares, sem cruzar as pernas, para conseguir esses dois objetivos. Os guerreiros, que como um bodisatva precisavam responder imediatamente a apelos diversos, manifestaram um grande interesse por essa postura. O uso das esteiras tatami tornou-se comum no início do século XVII. Assim que as vantagens do seiza foram reconhecidas pelos guerreiros, sua prática passou a ser obrigatória no treinamento das artes militares. Os elementos da cultura japonesa são qualificados com a palavra "caminho" � caminho das artes militares, caminho das flores, caminho do chá, etc. Todos eles são aperfeiçoados e sublimados graças ao emprego do seiza.<br />
Certa vez, numa escola de Formosa, investigando as relações entre a disposição mental e a prática do seiza, pediu-se aos professores de <b>judô</b> e esgrima que adiassem o ensino de suas respectivas artes aos alunos recém-matriculados, que foram exercitados na prática do seiza. Os alunos chineses não tinham nenhuma experiência no seiza. Alguns sofriam bastante com apenas cinco minutos de prática, empalidecendo e caindo, ou então expelindo gases. Com perseverança, passaram a tolerar dez, quinze, trinta minutos. Precisaram de dois anos para agüentar uma hora. Depois de adestrados no seiza, passaram ao aprendizado das técnicas. No fim do terceiro ano, muitos, além de alcançarem melhores resultados nos estudos, tinham obtido graus de judô e esgrima. Quando esses alunos chegaram ao quinto ano, foram infelizmente derrotados na competição de esgrima, mas venceram todos os competidores de Formosa no judô e representaram Formosa no Campeonato de Educação Física do Santuário Meiji. Os naturais de Formosa, até então considerados pouco fortes, foram assim recebidos no mundo das artes militares. Esse exemplo é suficiente para mostrar quão útil é o seiza para o aprimoramento do corpo e da mente. Com isso nós podemos compreender a disposição de espírito com que os samurais praticavam o seiza.<br />
Como o zen é a alma mater do seiza? Nos fins da Segunda Guerra Mundial, intelectuais do mundo inteiro, transcendendo o sectarismo religioso, passaram a demonstrar profundo e especial interesse pela maneira zen do homem viver a vida. Isso levou a um verdadeiro boom do zen, que passou a atrair intensamente a atenção das pessoas. Em muitas universidades dos Estados Unidos, de Los Angeles a Cincinati, há professores publicando trabalhos minuciosos sobre zen. O Dr. Clark, do laboratório de psicologia infantil de Detroit, vem realizando trabalhos práticos sobre a utilização do zen na terapia de distúrbios mentais, abrindo, assim, um novo caminho para o zen. Misako Miyamoto, professora de uma universidade feminina japonesa, que realizou tais estudos na América do Norte, publicou um apanhado geral dos mesmos em Psychologia, revista internacional de psicologia do Oriente. Fala ela de seu espanto por ter estudado o zen nos Estados Unidos e manifesta vergonha pelo fato de só no estrangeiro lhe terem ensinado o que há de bom em sua própria cultura. Assim, nos Estados Unidos já foi ultrapassada a fase dos meros estudos e se atingiu a da utilização prática do zen. A teoria de Freud explica as reações psicológicas humanas pelos instintos, mas a moderna psicologia americana já reconhece, além dos instintos, algo real que toca a vida do ser humano. Parece que muitos pensam que o zen é o único caminho que levará ao reconhecimento desse "algo".</p>
<div align="center"><img src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/03/samuraiseiza.jpg" alt="samuraiseiza.jpg" height="227" width="173" /></div>
<p>A revista Kyoiko to Igaku (Educação e Medicina) relatou o seguinte fato: em lares ingleses da classe média para cima, as crianças não aprendem boas maneiras sob coerção, obrigadas a fazerem determinadas coisas e a se absterem de outras. A partir dos três anos, as mães fazem os filhos praticarem seiza consigo, sentados em cadeiras, eretos, calados, respirando ritmicamente. Essa prática diária pode continuar até os vinte anos e chega a ter uma hora de duração. Considera-se, então, terminado o aprendizado de boas maneiras. Diante da ineficácia da coerção externa, procura-se levar o educado a espontaneamente manifestar o desejo de praticar boas maneiras. Aí encontramos uma proximidade entre o Oriente e a Inglaterra, ao que tudo indica por influência do <b>Bushido</b>. No seiza, a parte superior do corpo é mais importante que as pernas, e este relato, que nos informa sobre uma utilização pouco conhecida do seiza, demonstra essa afirmação.<br />
O termo zen vem do sânscrito diana, que na China modificou-se para zen-na, vindo posteriormente a ser abreviado para zen. Zen-na foi traduzido para "pensamento tranqüilo". Os antigos comparavam a mente à água dentro de uma vasilha, e diziam: Quando a vasilha se move a água se agita, mas quando fica imóvel o líquido fica tranqüilo. Daí a idéia da prática do seiza, que passou a ser considerado o método correto para a abtenção da tranqüilidade mental. Isso porque, quando se está em pé, o centro de gravidade do nosso corpo se acha em posição elevada, sem estabilidade suficiente, o que acarreta um estado de inquietude mental. E, quando se deita, a estabilidade do corpo é excessiva e provoca quietude mental também exagerada, gerando sonolência. Quando se dorme, obviamente não se está no estado de quietude mental visado. Quando tomamos a posição sentada, porém, obtemos o grau ideal de estabilidade física e mental, o estado de quietude mental mais conveniente.<br />
Além da posição sentada, buscaram-se condições ideais para a obtenção da quietude mental. Verificou-se que, de olhos fechados, o praticante tem a sensação de estar balançando e se torna mais propenso ao sono. Por isso, os olhos devem ficar sempre abertos. Como não é bom que o corpo fique apertado, aconselha-se também que as vestes sejam folgadas. Recomenda-se ainda que a coluna vertebral fique rigorosamente na vertical e que seja aumentada a quantidade de ar inspirada no processo respiratório. Para isso, o ideal é a respiração abdominal. Assim, pouco a pouco os antigos foram estabelecendo a posição e as regras propícias para o seiza.<br />
Que esclarecimentos nos dá a ciência moderna sobre o seiza? Vejamos primeiramente a respiração. Ela começa por ocasião do nascimento, quando o ar penetra no interior do corpo do bebê, produzindo seu primeiro vagido. A vida depende da respiração. O fim da respiração é um dos sinais da morte, fim da vida. Existe uma profunda relação entre respiração e saúde. Para ter uma vida longa, é necessário ter uma respiração profunda. Corpo e mente entram em quietude e são criadas melhores condições para a vida.<br />
Um adulto saudável respira doze vezes por minuto. A emoção aumenta esse número. Cólera, a emoção mais fácil de se observar, pode elevá-lo a quarenta por minuto. O corpo fica então extremamente exausto, o que prejudica a saúde. Quando, porém, se pratica o seiza, provocando uma tensão nos músculos do baixo-ventre e regulando a respiração, dentro de dois ou três minutos a freqüência baixa para quatro ou mesmo duas vezes por minuto. Nota-se um aumento da capacidade pulmonar normal, de 500cc., para 1000 ou 2000. Também melhoram as condições da circulação sangüínea. Uma pessoa normal, respirando normalmente, conserva um terço de seu volume sangüíneo mais ou menos estagnado no baixo-ventre. A respiração abdominal controlada acarreta uma circulação perfeita. A pessoa treinada consegue condições ideais de circulação sangüínea após os primeiros quinze minutos de controle. Os batimentos do coração, o pulso e a pressão também atingem condições ideais. Baixa a pressão daquele que a tem alta demais e vice-versa.<br />
Agora, vejamos a questão do gasto de energia pelo organismo. Um homem adulto em repouso necessita por dia um mínimo de 1400 calorias. A prática do seiza e do controle da respiração faz baixar essa necessidade para 1000 calorias. A saúde é mantida com um mínimo de alimentação. A alimentação frugal dos antigos samurais e dos praticantes da cerimônia do chá está relacionada com essas práticas.<br />
Os antigos diziam que a mente estava localizada no ventre. Depois colocaram-na no peito. Hoje, a ciência a situa na cabeça, no cérebro. Vimos como o seiza faz baixar o consumo de calorias. Essa economia é feita com calorias gastas pelo cérebro. Uma pessoa normal gasta mais de 400 calorias no cérebro, mas a prática do seiza diminui esse número mais da metade, e em certas pessoas o faz baixar quase até zero. Isso mostra que o seiza não provoca esforço cerebral. No cérebro humano existem cerca de vinte bilhões de neurônios, como tubos de vácuo num rádio. Cerca de 90% deles são ocupados com funções inconscientes e só 10% com as conscientes. Atuamos voluntária e conscientemente apenas sobre 5% de nossos neurônios, exercitando o pensamento, a memória, etc. Portanto, a recuperação da fadiga sofrida por essa parte é fácil. Entretanto, quando agimos de má vontade, obrigados por outrem, aumenta a atividade inconsciente, já que não o fazemos por vontade própria. Isso coloca em atividade 90% de nosso cérebro e provoca uma fadiga da qual não é fácil se recuperar. Além disso, o trabalho dos neurônios do inconsciente é dez vezes mais rápido do que os ligados ao consciente. Os antigos recomendavam, "Torna-te senhor em todas as circunstâncias", para resolver todos os problemas da vida e obter realização integral como ser humano. Quando agimos voluntária e independentemente em relação a quaisquer circunstâncias, não atuamos sobre as células vinculadas ao inconsciente e o esforço é muitíssimo menor. O esforço voluntário produz o máximo de resultados com um mínimo de gastos. Este espírito de independência nasce espontaneamente com a prática do seiza. O treinamento nas artes tradicionais japonesas, como em ikebana ou teatro nô, demora longos anos e demanda, através da prática do seiza, que seja desenvolvido o espírito de independência, a fim de se conseguir o máximo trabalho mental com o mínimo de esforço. O Caminho deve ser palmilhado com espírito de independência.</p>
<div style="text-align:center;">
<div style="text-align:center;"><img src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/03/seiza.jpg" alt="seiza.jpg" /></div>
<p>O cérebro humano emite ondas elétricas de baixíssima freqüência. O psicólogo alemão Hans Berger descobriu a relação entre essas ondas e os vários aspectos da vida psíquica. Uma pessoa de olhos fechados, em atitude de repouso, diminui sua atividade psíquica e tende a adormecer se permanece como está, ou, pelo contrário, tende a aumentar sua atividade se abre os olhos. Porém aquele que pratica corretamente o seiza, consegue, mesmo de olhos abertos, penetrar num estado profundo de repouso que nada tem a ver com o sono. Este é um fenômeno natural, ao passo que o repouso alcançado pelo seiza é obtido através de uma atividade consciente e independente.</p></div>
<p>A diferença entre o estado de repouso devido ao seiza e o sono pode ser demonstrada através de estímulos sonoros. Quem dorme reage a um ruído através de movimentos lentos. O praticante do seiza reage a ruídos imperceptíveis às pessoas comuns, como o da queda de um alfinete, mas imediatamente se desfaz a tensão provocada pelo ruído e a pessoa volta ao estado de repouso. Uma pessoa comum leva dez segundos para voltar ao normal após um estímulo, mas o praticante do seiza leva apenas um. Ele capta e interpreta com extrema rapidez os mais débeis fenômenos do mundo exterior, não permanecendo apegado a eles sem necessidade. Um poema antigo dizia:</p>
<p><i> "Para aquele que pratica zen<br />
As pessoas que passam pela ponte<br />
São como árvores."</i></p>
<p>Este poema está errado. A versão correta é:</p>
<p><i>"Para aquele que pratica o zen<br />
As pessoas que passam pela ponte<br />
São aquilo que são."</i></p>
<p>O máximo em tranqüilidade mental consiste em ver a realidade tal como ela é. Assim, a postura do seiza é a expressão do máximo em tranqüilidade possível a um ser humano. A prática constante do exercício permitirá, inclusive, conservar esse estado de tranqüilidade em todas as circunstâncias da vida, andando, descansando ou trabalhando. Se isso não acontecer, as ondas cerebrais estarão agitadas e tensas e a pessoa não terá a verdadeira tranqüilidade. A ciência moderna define essa tranqüilidade como sendo a perfeita integração do corpo e da mente ou a manifestação do verdadeiro Eu.<br />
O mundo de hoje está repleto dos mais variados ruídos. Uma entre dez pessoas apresenta distúrbios mentais e oito estão em situação periclitante. Vivemos numa época neurótica. Todos desejam tranqüilidade física e mental. Talvez se deva a isso a atual procura dos métodos orientais para tranqüilizar a mente. Procuremos todos nos esforçar para o alcance dessa tranqüilidade.</p>
<div align="right">  (Fonte: www.bodisatva.org)</div>
<div align="right"></div>
<div align="left">Gostaria de agradecer a <b>Senpai Mogami</b>, por colaborar com esse brilhante texto, e me ajudar mais uma, de incontáveis vezes, trilhar o caminho.</div>
<div align="left"></div>
<div align="left"> Domo Arigato Mogami Senpai.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Karate Shotokan]]></title>
<link>http://sadame.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 04:52:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nishikigoi</dc:creator>
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<description><![CDATA[    Shotokan é uma escola de karatê criada por Gichin Funakoshi (1868-1957). Inicialmente o Mes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>    <b>Shotokan</b> é uma escola de karatê criada por <b>Gichin Funakoshi</b> (1868-1957). Inicialmente o Mestre Funakoshi não acreditava em criação de estilos e sim que todo karatê deveria ser um só, mesmo com as diferenças naturais de ensino que variam de professor para professor. Shoto era como Funakoshi assinava seus poemas, significa pinheiros ondulando ao vento e kan significa edificação ou salão.<br />
O estilo Shotokan caracteriza-se por bases fortes, predominancia de movimentos de mão e chutes no máximo até o peito. Os giros sobre o calcanhar em posição baixa dão fluidez ao deslocamento e todo movimento começa com uma defesa. Este é um estilo em que as posições têm o centro de gravidade muito baixo, e em que a técnica de um "simples" soco directo, pode nunca ser dominada, e só o é com muitos anos de treino, mas quando a técnica é dominada o seu poder é incrivel e quase sobre-humano. No karatê shotokan são levados a sério factos como a concentração e o estado de espirito, pois sem concentração e um estado de espirito leve mas determinado a técnina de pouco serve, devendo estes dois atributos expandirem-se com a pratica e determinação.<br />
Possui 29 katas (ou forma, também mencionado como o "balé da morte" por se tratar de uma sequencia de movimentos contra 4 ou mais adversários executados de tal forma que se assemelha a uma dança), sendo 3 não reconhecidos por serem usados apenas para uma melhor introdução ao praticante). seguindo ainda um metedo de ensino que divide a aula em três partes (o já citado <b>kata, o kumitê e o kihon</b>.).</p>
<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/8OI-FTV3-4o'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/8OI-FTV3-4o&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>O karatê Shotokan está dividido em 8 níveis ou faixas (<b>obi</b>):</p>
<ul>
<li>Branca (7º Kyu) (iniciante)</li>
<li>Amarela (6º Kyu)</li>
<li>vermelha (5º Kyu)</li>
<li>Laranja (4º Kyu)</li>
<li>Verde (3º Kyu)</li>
<li>Roxa (2* Kyu)</li>
<li>Marrom (1º Kyu)</li>
<li>Preta (1º Dan à 10°Dan)</li>
</ul>
<p>Para cada nível existe um tipo diferente de kata, kumite e kihon, excepto a partir do 1º Dan, no qual apenas a kata e o kihon mudam.</p>
<p align="right">&#160;</p>
<p align="right">(Fonte: Wikipedia)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tenshin Shoden Katori Shinto Ryu]]></title>
<link>http://sadame.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 04:33:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nishikigoi</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Katori Shinto Ryu, cujo nome oficial é Tenshin shoden Katori Shinto Ryu, é um estilo antigo (Kor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Katori Shinto Ryu, cujo nome oficial é <b>Tenshin shoden Katori Shinto Ryu</b>, é um estilo antigo (Koryu) de Budo criado por Iizasa Choisai Ienao durante o período Muromachi.</p>
<div align="center"><img src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/03/katori061.thumbnail.jpg" alt="katori061.jpg" /></div>
<p>A versão mais aceite para a origem do estilo é que um famoso guerreiro, já idoso, <b>Iizasa Choisai Ienao</b> ficou mil dias e mil noites treinando as suas técnicas, até que surgiu uma divindade (kami) junto a uma árvore (que supostamente ainda está de pé junto ao templo de Katori), que lhe transmitiu o conhecimento das técnicas mais supremas do estilo.<br />
Este é um dos estilos mais antigos e tradicionais que se tem notícia, criado há mais de 500 anos e um dos poucos estilos dessa época que possuem uma sólida documentação acerca da sua linhagem desde a fundação. De forma inédita, foi considerado tesouro nacional do Japão em 1960.<br />
O representante atual do estilo (Soke) ainda é um membro da família Iizasa, embora não pratique o estilo. Em seu lugar, há um instrutor-chefe (Shihan) <b>Otake Risuke</b> que rege toda a parte técnica do estilo.<br />
Este estilo é considerado o estilo mais antigo (Koryu) registado de Budo (artes guerreiras japonesas), tendo sido a origem para inúmeras derivações. Dois, entre muitos, estilos famosos que surgiram a partir do Katori Shinto são o Kashima Shinto Ryu, criado por Tsukahara Bokuden, e Tennen Rishin Ryu, criado por Kondo Kuranosuke e popularizado como o estilo do Shinsengumi.<br />
Hoje em dia, a escola mantém o tradicional protocolo de admissão, o qual o canditato interessado em estudá-la, deverá realizar o Keppan (juramento de ingresso), firmando com seu próprio sangue um documento em que aceita as normas etabelecidas pelo fundador da escola, o Mestre Iizasa Choisai Ienao, há mais de 600 anos.<br />
Este estilo é um estilo de Sôgô Bujutsu com um curriculo abrangente de Budo clássico, contemplando não apenas técnicas de katana (iai-batto-ken-jutsu), mas também de naginata, yari, bo, Kodachi, Ryoto, shuriken entre outras armas, além de estudos de construção de castelos, ninjutsu e onmyôjutsu, o equivalente à magia/astrologia japonesa.<br />
Não existe atualmente nenhum grupo reconhecido no Brasil, embora existam praticantes do estilo, como o<b> Sensei Jorge Kishikawa</b>, presidente do Instituto Cultural Niten, que é discipulo do Shihan Otake Risuke.</p>
<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6hbDDtMAFLo'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/6hbDDtMAFLo&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p align="right">(Fonte:Wikipedia)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fuurin Kazan ]]></title>
<link>http://dicasquentes.wordpress.com/?p=384</link>
<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 21:34:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lord Phoenix</dc:creator>
<guid>http://dicasquentes.wordpress.com/?p=384</guid>
<description><![CDATA[

O seriado épico Fuurin Kazan, conta a história de um dos ícones do Japão medieval, Takeda Shin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#003300;"><a href="http://dicasquentes.wordpress.com/files/2008/03/fuurinkazan.jpg" title="Fuurin Kazan"></a><a href="http://www.blogdaberenice.blogspot.com/"></a></span></span><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#003300;"><a href="http://www.blogdaberenice.blogspot.com/"></a></span></span><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#003300;"></span></span><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#003300;"></span></span><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#003300;"></p>
<div style="text-align:center;"><img width="484" src="http://dicasquentes.wordpress.com/files/2008/03/fuurinkazan.jpg" alt="Fuurin Kazan" height="362" /></div>
<p><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#003300;">O seriado épico Fuurin Kazan, conta a história de um dos ícones do Japão medieval, Takeda Shingen (1521-1573) e o seu maior general escudeiro, Yamamoto Kansuke, um homem que ultrapassou graves deficiências físicas para um guerreiro samurai do seu tempo. Com força de caráter e experiência tático-estratégica, tornou-se fonte de inspiração para todos os generais. Takeda Shingen, foi retratado em "Kagemusha - A