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	<title>apotegmas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/apotegmas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "apotegmas"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 07:48:32 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Bem amigos da rede globo...]]></title>
<link>http://despuceladas.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 00:57:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>andré</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Sem saber como começar, começo como Galvão Bueno. Nunca soube o sentido dessa pérola do jornal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Sem saber como começar, começo como Galvão Bueno. Nunca soube o sentido dessa pérola do jornalismo esportivo tupiniquim, extremamente fática, mas não enfática - e um pouco canalha (no sentido canino da coisa). Então acho que serve de começo. Resume um hábito meu: sem ter o que falar, falo nada, mas falo.</p>
<p>E depois do começo, o que vier vai começar a ser o fim.</p>
<p>Vai, então, um "manifesto" meio gauche, que sonha ser Carlos na vida.</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Resolvi começar a escrever. Não poemas líricos habilíssimos ou contos altamente ambiciosos. Simplesmente escrever, sem mais. Algo como um Seinfeld literal, sem metade da graça e os já clássicos tênis impecavelmente brancos. De branco, só o fundo da tela.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"></font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Pra quê? Me pergunto. Por quê? Acontece, se é que isso vale de explicação, que abandonei o binômio causa/conseqüência há algum tempo. Escrevo sem motivos e sem ansiar resultados. </font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"></font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Não anseio méritos nem respaldo. Se meu texto não é bom, não me importo. Retifico-me: se não consigo nem distinguir um texto bom de um ruim, com que tábua de valores julgarei o que sai de minha cabeça? </font></p>
<p><font face="Times New Roman"></font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Não procuro evitar clichês, fugir de chavões e de opiniões consideradas senso-comum. Não quero me aborrecer. Não quero ser o ourives sandeu que diz "morra eu também!", "vibrando a lança, em prol do Estilo". Pro diabo o estilo. Não tenho fé, não tenho o que professar. Não busco o ético, tampouco o estético. Não tenho objetivos sublimes - "hercúleos e belos" - que me guiem e norteiem "minha prosa" (algo tão abstrato quanto "prosa" não pode ser precedido por um pronome possessivo). </font></p>
<p><font face="Times New Roman"></font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Não quero a língua sublime e acadêmica; e não quero o que sai da boca do povo. Me dê um cigarro - Dê-me um cigarro? Tudo a mesma bosta. Não fumo.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"></font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">É um capricho meu permitir-me que eu não tenha opiniões formadas sobre nada e limitar-me a repetir como um louco que "não sou nada, não posso querer ser nada" como resposta a qualquer pergunta que me façam. Não sou nada mesmo. Mas, definitivamente, trago em mim todos os sonhos do mundo.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"></font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Escreverei, portanto, como um sonhador que se apodera de todos os sonhos do mundo e os concentra no breve instante de escrever. Sinto-os todos com as palmas das mãos, mas não sou burro o suficiente para acreditar que posso agarrá-los. Tenho consciência de que não existe algo que poderá, algum dia, ser efetivamente meu. Se não sou nada, não posso almejar nada além disso. </font></p>
<p><font face="Times New Roman"></font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Entretanto, posso sonhar. E, desse modo, escrever. É meu modo de manter-me no instante que sempre insiste em passar.</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://variascousas.wordpress.com/2008/03/07/28/</link>
<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 03:39:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio Rodrigo</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;A maneira mais desagradável para as duas partes de resolver uma polêmica é de zangar-se e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"A maneira mais desagradável para as duas partes de resolver uma polêmica é de zangar-se e calar-se, pois o agressor interpreta geralmente o silêncio como um sinal de desprezo."</p>
<p>(Nietzsche)</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://variascousas.wordpress.com/2008/02/26/27/</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 23:22:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio Rodrigo</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;A verdadeira coragem consiste, apenas, em não nos importarmos com a opinião dos outros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"A verdadeira coragem consiste, apenas, em não nos importarmos com a opinião dos outros... Mas como custa!"</p>
<p> (Mário Quintana)</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://variascousas.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 03:55:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio Rodrigo</dc:creator>
<guid>http://variascousas.wordpress.com/?p=4</guid>
<description><![CDATA[&#8220;O absurdo de uma coisa não é uma razão contra sua existência, é antes uma condição del]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"O absurdo de uma coisa não é uma razão contra sua existência, é antes uma condição dela." (Nietzsche)</p>
]]></content:encoded>
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