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	<title>andre-gorz &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/andre-gorz/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "andre-gorz"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 18:26:23 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[um par tão doce]]></title>
<link>http://jururu.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 19:28:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>garota do Blah</dc:creator>
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<description><![CDATA[
(&#8230;) carrego no fundo do meu peito um vazio devorador que somente o calor do seu corpo contra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-61 aligncenter" src="http://jururu.wordpress.com/files/2008/06/dia.jpg" alt="" width="420" height="217" /></p>
<p>(...) carrego no fundo do meu peito um vazio devorador que somente o calor do seu corpo contra o meu é capaz de preencher.</p>
<p><strong>Carta a D., André Gorz</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[post(o) que é chama]]></title>
<link>http://bottomdrawer.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 02:56:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>guilherme</dc:creator>
<guid>http://bottomdrawer.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[do obituário do estadão de hoje:
francisca castilho carrilho
aos 109 anos. filha do sr. antonio
ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>do obituário do estadão de hoje:</p>
<p><strong>francisca castilho carrilho<br />
</strong>aos 109 anos. filha do sr. antonio<br />
castilho e de d. izabel de gea, era<br />
viúva do sr. balbino carrilho. não<br />
deixa filhos. o enterro realizou-se<br />
no cemitério do morumbi.</p>
<p>faz pensar, não?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[do nosso correspondente-intelectual no Canadá]]></title>
<link>http://mundoentrelinhas.wordpress.com/?p=90</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 15:50:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>roberto simon</dc:creator>
<guid>http://mundoentrelinhas.wordpress.com/?p=90</guid>
<description><![CDATA[
Texto de Lucas Pavan
Maio de 68, quarenta anos depois – Ou sobre como vender alguns livros e revi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.lefigaro.fr/medias/2007/11/21/20071121PHOWWW00161.jpg" alt="" width="386" height="277" /></p>
<p>Texto de Lucas Pavan</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Maio de 68, quarenta anos depois – Ou sobre como vender alguns livros e revistas em 2008</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Daniel Cohn-Bendit, líder máximo do movimento sem líderes de maio de 1968 na França, acaba de lançar um livro chamado <em>Forget 68</em> – assim mesmo, em inglês, para o mundo todo. Seu argumento é simples: maio de 68 venceu. Tudo contra o que lutamos à época é passado. Somos (não eu – eles, os eternos-jovens de 68 ) vencedores históricos. Agora o passo seguinte é esquecer 68 e partir para uma ação política renovada, com novas pautas e consciência de época. </p>
<p style="text-align:justify;">Confesso que estou totalmente de acordo com o senhor Bendit. 68 venceu. Os problemas são outros. As soluções também. Não apenas o maio de 68 francês, mas todo o "espírito 68" (ler meia-oito) é vencedor. Se apoiar nos mesmos ideais de nossos pais e de seus amigos barbados é falta de consciência histórica e política. Daniel Cohn-Bendict, o senhor tem razão. </p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="float:right;" src="http://www.sensesofcinema.com/images/04/31/les_hits_de_mai_68.jpg" alt="" width="219" height="216" />Mas, acho que esquecemos de algo muito importante: "senhor Bendit, você avisou os adversários?". Apelemos à anedota de Garrincha, um sábio entre os sábios. Diz ela que Garrincha, ao ouvir de seu técnico o pedido para que iniciasse a partida driblando todos os adversários, indagou-lhe sabiamente se eles já estavam sabendo de tudo. Diante de resposta negativa, driblou todo mundo mesmo assim. Na falta de Garrinchas da política contemporânea, acho que nossa tarefa é mais difícil.</p>
<p style="text-align:justify;">Dia 5 de maio de 2008, as comemorações dos 40 anos mal começaram, e os olhos já se cansam de tanto ler sobre 68. Cadernos especiais de jornais, revistas com "edições de colecionador", livros de velhos-jovens barbudos nas livrarias, camisetas na banca da esquina onde se lê "é proibido proibir" sob a marca do <em>No Logo</em>: na cacofonia de vozes, difícil esquecer que temos ouvidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Esquecer 68 hoje é como esquecer Che Guevara. Ou, melhor, para os olhos atentos, ambos já foram esquecidos. E há muito. Se consumimos tanto 68, se produzimos materialmente tanto sobre ele sem que com isso produzamos o essencial – ação política renovada e consciente de seu tempo – é porque ele já está esquecido há muito tempo. Dizer, porém, que essa apatia "é tudo culpa de maio de 68" é ao mesmo tempo complexo de grandeza – presente em muitos <em>soixante-huitards</em> – e neo-reacionarismo estéril. Não é culpa de 68, mas falta de <em>deux-mille-huitards. </em></p>
<p align="justify"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/db/May_68_poster_1.png" alt="" width="155" height="175" />Em meio às vozes que ecoam 68 nos jornais e nas ruas do contemporâneo – as "avenidas da Internet" – poucas vêm de jovens. Lembremos, claro, os meia-oito são jovens eternos! Mas sem cair em pós-modernismos e pensando no tempo como um absoluto, poucos são jovens na idade. Sinal, caro Bendit, que 68 venceu em termos. Se um de seus grandes triunfos foi "constituir a juventude como sujeito histórico" – como se lê por aí – vemos que esta anda hoje meio assujeitada. </p>
<p style="text-align:justify;">Como agir politicamente em 08? Não sei. Mas acho que um primeiro passo é não consumir euforicamente os inúmeros "dossiês 68" que circulam por aí. Fazer um pouco do que indica meu <em>soixante-huitard </em>preferido, morto no ano passado, André Gorz: produzir valor-em-si. Não se produzir e não consumir conhecimento como valor de troca. IH, mas aí começo a ver em mim o jovem de 68. Melhor parar e esquecer tudo isso.</p>
<p style="text-align:justify;">(Para ler sobre o assunto: <a href="http://www.nytimes.com/2008/04/29/world/europe/30france.html?scp=4&#38;sq=may%201968&#38;st=cse" target="_blank">NY Times</a>, <a href="http://www.lemonde.fr/web/panorama/0,11-0,32-1041610,0.html" target="_blank">Le Monde</a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs0405200805.htm" target="_blank">Folha</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[André Gorz]]></title>
<link>http://frasedeldia.wordpress.com/?p=181</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 08:49:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>caminando</dc:creator>
<guid>http://frasedeldia.wordpress.com/?p=181</guid>
<description><![CDATA[Seremos lo que hagamos juntos.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Seremos lo que hagamos juntos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pas facile de lire au guidon de son vélo... mais ça vaut le coup !]]></title>
<link>http://kesjendi.wordpress.com/?p=107</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 21:02:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>KesJenDi</dc:creator>
<guid>http://kesjendi.wordpress.com/?p=107</guid>
<description><![CDATA[Alors que je relis L&#8217;idéologie sociale de la bagnole [fr] d&#8217;André Gorz, ma progression]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>A</strong>lors que je relis <a title="L'idéologie sociale de la bagnole_Vélorution" href="http://www.velorution.org/articles/529.html" target="_blank"><em>L'idéologie sociale de la bagnole</em> [fr]</a> d'André Gorz, ma progression dans le texte étant rythmée par les 25 véhicules à la minute qui défilent de l'autre coté de la haie du jardin, j'en viens à repenser à la ballade du matin qui a été une nouvelle illustration du caractère peu accueillant de l'asphalte pour les 2 roues non motorisés dans le coin.<br />
C'est un vrai morceau de bravoure que de tenter de se déplacer à vélo dans cette agglomération un autre jour qu'un dimanche, et on dit à ce sujet un grand merci aux conducteurs de 4 roues motorisés plus avant nommés bagnoles.<br />
Quand je songe qu'on parle ici d'implanter un genre de Velib (un concept décidément à la mode ces derniers temps alors que ça fait facilement une dizaine d'année qu'il existe), j'en referme l'ouvrage de dépit car rien n'a encore été fait ici pour permettre aux différents types de circulations de cohabiter dans la ville.</p>
<p style="text-align:justify;">Pour ceux qui ne connaissent pas André Gorz et son œuvre, <a title="Ecologica_André_Gorz" href="http://www.enviscope.com/14612-Ecologica,Gorz,ecologie,politique.html" target="_blank"><em>Ecologica</em> [fr]</a> est l'occasion de se confronter à 7 textes (dont celui évoqué plus haut) parus entre 1975 et 2007 et regroupés dans cet ouvrage dont le titre pourrait presque prêter à confusion si n'était précisée sur la quatrième de couverture la façon dont Gorz envisage la chose :</p>
<blockquote><p>En partant de la critique du capitalisme, on arrive donc immanquablement à l'écologie politique qui, avec son indispensable théorie critique des besoins, conduit en retour à approfondir et radicaliser encore la critique du capitalisme.</p></blockquote>
<p>Je ne peux que recommander cette saine lecture : à lire, relire, annoter, citer, commenter et diffuser sans aucune modération.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>La sortie du capitalisme aura donc lieu d'une façon ou d'une autre</em>, civilisée ou barbare. La question porte seulement sur la forme que cette sortie prendra et sur la cadence à laquelle elle va s'opérer. [...] L'évocation de la catastrophe climatique qui menace conduit généralement à envisager un nécessaire «changement de mentalité», mais la nature de ce changement, ses conditions de possibilité, les obstacles à écarter semblent défier l'imagination. Envisager une autre économie, d'autres rapports sociaux, d'autres modes et moyens de production, et modes de vie passe pour «irréaliste», comme si la société de la marchandise , du salariat et de l'argent était indépassable. (p. 29-30).</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eternal Love]]></title>
<link>http://sharanyamanivannan.wordpress.com/2008/03/29/eternal-love/</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 17:02:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sharanya Manivannan</dc:creator>
<guid>http://sharanyamanivannan.wordpress.com/2008/03/29/eternal-love/</guid>
<description><![CDATA[Read this. If so brief an extract makes me weep, I wonder what the whole book will do.
I hope it]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Read <a href="http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/books/book_extracts/article2651472.ece">this</a>. If so brief an extract makes me weep, I wonder what the whole book will do.</p>
<p>I hope it's published in English soon. (via <a href="http://zigzackly.blogspot.com">Zigzackly</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uso consciente do automóvel]]></title>
<link>http://bicicletadacuritiba.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 15:57:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>goura</dc:creator>
<guid>http://bicicletadacuritiba.wordpress.com/?p=97</guid>
<description><![CDATA[
`Terminamos, depois de 10 anos, comprando um velho Austin. Ele não nos impediu de tomar a motoriza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bicicletadacuritiba.wordpress.com/files/2008/03/ca_peut_plus_durer_sexe_automobile.jpg" title="ca_peut_plus_durer_sexe_automobile.jpg"><img src="http://bicicletadacuritiba.wordpress.com/files/2008/03/ca_peut_plus_durer_sexe_automobile.jpg" alt="ca_peut_plus_durer_sexe_automobile.jpg" /></a></p>
<p>`Terminamos, depois de 10 anos, comprando um velho Austin. Ele não nos impediu de tomar a motorização individual como uma escolha política execrável, que dispõe os indivíduos uns contra os outros, pretendendo-lhes oferecer um meio de subtrair-se ao lote comum.´</p>
<p>André Gorz em ´Carta a D.´</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Die Welt ist leer, Ich will nicht leben mehr]]></title>
<link>http://mithunkotian.wordpress.com/?p=90</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 13:48:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mithun</dc:creator>
<guid>http://mithunkotian.wordpress.com/?p=90</guid>
<description><![CDATA[Whether there is any true love left in this world is a question that has been thrown about many time]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Whether there is any true love left in this world is a question that has been thrown about many times in my head. And me being the cynical type, I have always answered in the negative. People just don't get it was the reason.</p>
<p>But sometimes, things happen that make you shut up and say that you were wrong. I read excerpts of a letter. The letter written by French philosopher Andre Gorz to his terminally ill wife is the stuff legends are wrought around.</p>
<blockquote><p>You’ve given me all of your life and all of you; I’d like to be able to give you all of me in the time we have left.</p>
<p>You’ve just turned 82. You are still beautiful, graceful and desirable. We’ve lived together now for 58 years and I love you more than ever. Lately I’ve fallen in love with you all over again and I once more carry inside me a gnawing emptiness that can only be filled by your body snuggled up against mine.</p></blockquote>
<p>The 75 page letter he wrote to his wife was published as a book and has become a bestseller.</p>
<blockquote><p>At night I sometimes see the figure of a man, on an empty road in a deserted landscape, walking behind a hearse. I am that man. It’s you the hearse is carrying away. I don’t want to be there for your cremation; I don’t want to be given an urn with your ashes in it. I hear the voice of Kathleen Ferrier singing, ‘Die Welt ist leer, Ich will nicht leben mehr’ and I wake up. I check your breathing, my hand brushes over you.</p>
<p>Each of us would like not to survive the other’s death. We’ve often said to ourselves that if, by some miracle, we were to have a second life, we’d like to spend it together. <b>’</b></p></blockquote>
<p>Read the full article <a target="_blank" href="http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/books/book_extracts/article2651472.ece">here</a>.</p>
<p>Whats so remarkable about this story? Why was I moved enough to post it here? Read the full article, you'll know.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[História de um amor]]></title>
<link>http://kakaos.wordpress.com/2008/03/17/historia-de-um-amor/</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 04:33:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kátia Lessa</dc:creator>
<guid>http://kakaos.wordpress.com/2008/03/17/historia-de-um-amor/</guid>
<description><![CDATA[ 
No dia 22 de setembro de 2007, o filósofo austríaco, teórico da ecologia política, amigo de S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://kakaos.wordpress.com/files/2008/03/gorz.jpg" alt="gorz.jpg" /></p>
<p>No dia 22 de setembro de 2007, o filósofo austríaco, teórico da ecologia política, amigo de Satre e fundador da revista fracesa <i>Le Nouvel Observateur</i>, André Gorz, preparou duas injeções letais e deitou na cama ao lado de sua amada. Injetou a primeira em sua mulher, Dorine, e em seguida fez o mesmo no próprio corpo. Dois dias depois foram encontrados por uma amiga, na vila de Vosnon, próximo a Paris.  Estavam abraçados. Ele estava com 84 anos, ela 83 e uma doença degenerativa.</p>
<p>Algum tempo depois, em sua casa, entre tantos tratados políticos e filosóficos são encontradas as 74 páginas escritas dois anos antes pelo suicida. Trata-se do que mais tarde seria o best seller <b><i>Carta a D. - História de um amor</i></b>. No Brasil, ele foi publicado pela CosacNaif.</p>
<p><b>‘You’ve just turned 82. You are still beautiful, graceful and desirable. We’ve lived together now for 58 years and I love you more than ever. Lately I’ve fallen in love with you all over again and I once more carry inside me a gnawing emptiness that can only be filled by your body snuggled up against mine.</b><b>At night I sometimes see the figure of a man, on an empty road in a deserted landscape, walking behind a hearse. I am that man. It’s you the hearse is carrying away. I don’t want to be there for your cremation; I don’t want to be given an urn with your ashes in it. I hear the voice of Kathleen Ferrier singing, ‘Die Welt ist leer, Ich will nicht leben mehr’ and I wake up. I check your breathing, my hand brushes over you.</b><b>Each of us would like not to survive the other’s death. We’ve often said to ourselves that if, by some miracle, we were to have a second life, we’d like to spend it together. ’</p>
<p></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[André Gorz]]></title>
<link>http://flavianos.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 23:25:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>flavianos</dc:creator>
<guid>http://flavianos.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[
tratto da Lettre à D. Histoire d’un amour
di André Gorz
Non voglio più, secondo la formula di ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flavianos.wordpress.com/2008/01/28/andre-gorz/andre-gorz/" rel="attachment wp-att-10" title="André Gorz"><img src="http://flavianos.wordpress.com/files/2008/01/gorz_b1.jpg" alt="André Gorz" /></a></p>
<p>tratto da <a href="http://www.amazon.fr/Lettre-%C3%A0-D-Histoire-amour/dp/2718607270?tag=word08-20"><b>Lettre à D. Histoire d’un amour</b></a></p>
<p><i>di <a href="http://www.repubblica.it/2007/09/sezioni/esteri/andre-gorz/andre-gorz/andre-gorz.html" target="_blank">André Gorz</a></i></p>
<p>Non voglio più, secondo la formula di Georges Bataille, “rimandare l’esistenza a più tardi”. Sono attento alla tua presenza come ai nostri inizi e mi piacerebbe fartelo sentire. Mi hai dato tutta la tua vita e tutto di te; vorrei poterti dare tutto di me durante il tempo che ci resta. Hai appena compiuto 82 anni. Sei sempre bella, elegante e desiderabile. Viviamo insieme da cinquantotto anni e ti amo più che mai. Recentemente mi sono innamorato ancora una volta di te e porto in me un vuoto divorante che riempie solo il tuo corpo stretto contro il mio. La notte vedo talvolta il profilo di un uomo che, su una strada vuota e in un paesaggio deserto, cammina dietro un feretro. Quest’uomo sono io. Il feretro ti porta via. Non voglio assistere alla tua cremazione: non voglio ricevere un vaso con le tue ceneri… Spio il tuo respiro, la mia mano ti sfiora. A ognuno di noi due piacerebbe non dover sopravvivere alla morte dell’altro. Ci siamo spesso detti che se, per assurdo, avessimo una seconda vita, vorremmo passarla insieme.</p>
<p class="category">Pubblicato su <a href="http://it.wordpress.com/tag/andre-gorz/" title="Visualizza tutti gli articoli in André Gorz" rel="category tag">André Gorz</a>,  <a href="http://it.wordpress.com/tag/estratto/" title="Visualizza tutti gli articoli in estratto" rel="category tag">estratto</a> &#124;   <span>Comments Off</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Unbearable]]></title>
<link>http://elizabethwong.wordpress.com/2007/10/10/unbearable/</link>
<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 23:47:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>elizabethwong</dc:creator>
<guid>http://elizabethwong.wordpress.com/2007/10/10/unbearable/</guid>
<description><![CDATA[
André Gorz (obit) and Dorine Keir
- &#8220;Lettre a D. Histoire d&#8217;un Amour&#8221; (2006)

(P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://elizabethwong.wordpress.com/files/2007/10/gorz.jpg" alt="gorz.jpg" /></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Gorz" target="_blank">André Gorz</a> (<a href="http://observer.guardian.co.uk/world/story/0,,2185461,00.html" target="_blank">obit</a>) and Dorine Keir<br />
<em>- <a href="http://www.amazon.fr/Lettre-%C3%A0-D-Histoire-amour/dp/2718607270" target="_blank">"Lettre a D. Histoire d'un Amour</a></em>" (2006)</p>
<p><img src="http://elizabethwong.wordpress.com/files/2007/10/boulatbaghdad03.jpg" alt="boulatbaghdad03.jpg" /><br />
<em><span style="font-size:85%;">(Photo © <a href="http://www.lightstalkers.org/jeromedelay">Jérôme Delay</a>)</span> </em></p>
<p><a href="http://stateoftheart.popphoto.com/blog/2007/10/photojournalist.html" target="_blank">Alexandra Boulat </a><br />
<em><a href="http://www.time.com/time/photoessays/2006/gaza_multimedia/" target="_blank">- "Capturing Gaza's Hell"</a></em></p>
<p><!--more--></p>
<blockquote><p><strong>Extrait d'André Gorz : Une vie a aimer</strong><br />
(<a href="http://www.psychologies.com/cfml/article/c_article.cfm?id=6421" target="_blank">Psychologies.com</a>)</p>
<p>« Tu vas avoir 82 ans. Tu as rapetissé de six centimètres, tu ne pèses que quarante-cinq kilos et tu es toujours belle, gracieuse et désirable. Cela fait cinquante-huit ans que nous vivons ensemble et je t’aime plus que jamais. Je porte de nouveau au creux de ma poitrine un vide dévorant que seule comble la chaleur de ton corps contre le mien. […]</p>
<p>J’ai besoin de reconstituer l’histoire de notre amour pour en saisir tout le sens. C’est elle qui nous a permis de devenir qui nous sommes, l’un par l’autre et l’un pour l’autre. Je t’écris pour comprendre ce que j’ai vécu, ce que nous avons vécu ensemble. […]</p>
<p>Avant de te connaître, je n’avais jamais passé plus de deux heures avec une fille sans m’ennuyer et le lui faire sentir. Ce qui me captivait avec toi, c’est que tu me faisais accéder à un autre monde. Les valeurs qui avaient dominé mon enfance n’y avaient pas cours. Ce monde m’enchantait. Je pouvais m’évader en y entrant, sans obligations, ni appartenance. Avec toi, j’étais “ailleurs”, en un lieu étranger, étranger à moi-même. Tu m’offrais l’accès à une dimension d’altérité supplémentaire, à moi qui ai toujours rejeté toute identité et ajouté les unes aux autres des identités dont aucune n’était la mienne.[…]</p>
<p>Rien ne peut rendre compte du lien invisible par lequel nous nous sommes sentis unis dès le début. Nous avions beau être profondément dissemblables, je n’en sentais pas moins que quelque chose de fondamental nous était commun, une sorte de blessure originaire […] : l’expérience de l’insécurité. La nature de celle-ci n’était pas la même chez toi et chez moi. Peu importe : pour toi comme pour moi, elle signifiait que nous n’avions pas dans le monde une place assurée. Nous n’aurions que celle que nous nous ferions. […]</p>
<p>J’ai toujours senti ta force en même temps que ta fragilité sous-jacente. J’aimais ta fragilité surmontée, j’admirais ta force fragile. Nous étions l’un et l’autre des enfants de la précarité et du conflit. Nous étions faits pour nous protéger mutuellement contre l’une et l’autre. Nous avions besoin de créer ensemble, l’un par l’autre, la place dans le monde qui nous a été originellement déniée. Mais, pour cela, il fallait aussi que notre amour soit “aussi” un pacte pour la vie. Je n’ai jamais formulé tout cela aussi clairement. Je le savais au fond de moi. Je sentais que tu le savais. Mais la route a été longue pour que ces évidences vécues se fraient un chemin dans ma façon de penser et d’agir. […]</p>
<p>Sur le papier, j’étais capable de montrer que l’amour est la fascination réciproque de deux sujets dans ce qu’ils ont de moins dicible, de moins socialisable, de réfractaire aux rôles et aux images d’eux-mêmes que la société leur impose, aux appartenances culturelles. Nous pouvions presque tout mettre en commun parce que nous n’avions rien au départ. Il suffisait que je consente à vivre ce que je vivais, à aimer plus que tout ton regard, ta voix, ton odeur, tes doigts fuselés, ta façon d’habiter ton corps pour que tout l’avenir s’offre à nous.</p>
<p>Seulement voilà : tu m’avais fourni la possibilité de m’évader de moi-même et de m’installer dans un ailleurs dont tu étais la messagère. Avec toi, je pouvais mettre ma réalité en vacances. Tu étais le complément de l’irréalisation du réel. Tu étais porteuse pour moi de la mise entre parenthèses du monde menaçant dans lequel j’étais un réfugié à l’existence illégitime, dont l’avenir ne dépassait jamais trois mois. Aussi loin que je me souvienne, j’avais toujours cherché à ne pas exister. Tu as dû travailler des années durant pour me faire assumer mon existence. Et ce travail, je crois bien, n’a jamais été achevé. […]</p>
<p>Dans le tome II de l’essai qui devait différencier les rapports individuels avec autrui selon une hiérarchie ontologique, j’ai eu beaucoup de difficultés avec l’amour, car il est impossible d’expliquer philosophiquement pourquoi on aime et veut être aimé par telle personne précise à l’exclusion de toute autre. A l’époque, je n’ai pas cherché la réponse à cette question dans l’expérience que j’étais en train de vivre. Je n’ai pas découvert, comme je le fais ici, quel était le socle de notre amour. Ni que le fait d’être obsédé, à la fois douloureusement et délicieusement, par la coïncidence toujours promise et toujours évanescente que nous avions de nos corps renvoie à des expériences fondatrices plongeant leurs racines dans l’enfance : à la découverte première, originaire, des émotions qu’une voix, une odeur, une couleur de peau, une façon de se mouvoir et d’être, qui seront toujours la norme idéale, peuvent faire résonner en moi. C’est cela : la passion amoureuse est une manière d’entrer en résonance avec l’autre, corps et âme, et avec lui ou elle seuls. Nous sommes en deçà et au-delà de la philosophie. »</p>
<p><em>Lettre à D</em> d’André Gorz est paru chez Galilée en 2006.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA["Recentemente mi sono innamorato ancora una volta di te"]]></title>
<link>http://caminadella.wordpress.com/2007/09/25/recentemente-mi-sono-innamorato-ancora-una-volta-di-te/</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 19:00:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caminadella</dc:creator>
<guid>http://caminadella.wordpress.com/2007/09/25/recentemente-mi-sono-innamorato-ancora-una-volta-di-te/</guid>
<description><![CDATA[
Frase di André Gorz, filosofo francese, in &#8220;Lettres à D. Histoire d&#8217;un amour&#8221; (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://caminadella.wordpress.com/files/2007/09/andredorine.jpg" alt="Andrè e Dorine" align="right" /></p>
<p>Frase di André Gorz, filosofo francese, in "<a href="http://www.liberation.fr/culture/livre/208739.FR.php" target="_blank">Lettres à D. Histoire d'un amour</a>" (Editions Galilée).</p>
<p>"D." è Dorine, la moglie di Gorz. Il libro è del 2006. All'epoca Gorz aveva 83 anni, la moglie 82, ed erano sposati da 58 anni. La foto li ritrae un anno prima del matrimonio.</p>
<p>Ieri gli amici hanno scoperto che i due hanno scelto <a href="http://qn.quotidiano.net/2007/09/24/38059-filosofo_andre_gorz_suicidato_assieme_alla_moglie.shtml" target="_blank">di morire insieme</a>.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Andre Gorz: fev.1923 - 24.set.2007]]></title>
<link>http://apocalipsemotorizado.wordpress.com/2007/09/25/andre-gorz-fev1923-24set2007/</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 17:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>luddista</dc:creator>
<guid>http://apocalipsemotorizado.wordpress.com/2007/09/25/andre-gorz-fev1923-24set2007/</guid>
<description><![CDATA[
reprodução: CarBusters
&#8220;O que tem de pior nos carros é serem como castelos ou mansões à ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://apocalipsemotorizado.wordpress.com/files/2007/10/carro_praia.jpg" alt="carro_praia.jpg" /><br />
<span style="font-size:0.9em;font-style:italic;color:#cccccc;">reprodução: <a href="http://www.carbusters.org/" target="_blank">CarBusters</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:italic;">"O que tem de pior nos carros é serem como castelos ou mansões à beira do mar: bens luxuosos inventados para o prazer exclusivo de uma minoria muito rica, os quais em concepção e natureza nunca foram direcionados para o povo. Ao contrário do aspirador de pó, do rádio, ou da bicicleta, que retêm seu valor de uso quando todos possuem um, o carro, como uma mansão à beira do mar, é somente desejável e útil a partir do momento que as massas não têm um. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-style:italic;">Por isso, tanto em concepção quanto na sua finalidade original o carro é um bem de luxo. E a essência do luxo é a de que ele não pode ser democratizado. Se todos puderem ter o luxo, ninguém obtém as vantagens dele. Do contrário, todos logram, enganam e frustram os demais, e é logrado, enganado e frustrado por sua vez."</span></p>
<p style="text-align:justify;">Primeiro parágrafo de <a href="http://www.4shared.com/file/1079444/26bf0ec8/A_Ideologia_Social_do_Carro_a_Motor.html" target="_blank">"A ideologia social do carro a motor"</a>, texto do filósofo austríaco <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Gorz" target="_blank">Andre Gorz</a>, <a href="http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/09/395893.shtml" target="_blank">morto ontem</a>, em Vosnon (França).</p>
<p align="justify">"A ideologia social do carro a motor" é um dos textos contidos na coletânea <a href="http://www.conradeditora.com.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=1648&#38;Itemid=144" target="_blank">"Apocalipse Motorizado"</a>, livro organizado por Ned Ludd que segue como referência em língua portuguesa para a luta contra as bolhas segregacionistas que roubam espaço público.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Filozofs aiziet]]></title>
<link>http://istabas.com/2007/09/25/filozofs-aiziet/</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 16:50:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Istabu Autors</dc:creator>
<guid>http://istabas.com/2007/09/25/filozofs-aiziet/</guid>
<description><![CDATA[84 gadus vecs franču filozofs Andrē Gorcs (Andre Gorz), viens no iknedēļas laikraksta „Le Nouv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>84 gadus vecs franču filozofs Andrē Gorcs (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andr%25C3%25A9_Gorz">Andre Gorz</a>), viens no iknedēļas laikraksta „<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Le_Nouvel_Observateur" title="Le Nouvel Observateur">Le Nouvel Observateur</a>" dibinātājiem, un Viņa 83 gadus vecā sieva vakar izdarīja dubultpašnāvību.</p>
<p>Andrē Gorcs piedzima Vīnē 1923. gadā. Viņa īstais vārds - Gerhard Hirsch, ir publicējis savus darbus arī ar pseidonīmu Michel Bosquet. Lielu ietekmi uz filozofu atstāja eksistenciālisma idejas, par savu skolotāju Viņš uzskatīja Žanu Polu Sartru.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[André Gorz: "Non voglio vedere la tua morte"]]></title>
<link>http://vertigine.wordpress.com/2007/09/25/andre-gorz-non-voglio-vedere-la-tua-morte/</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 14:34:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>vertigine</dc:creator>
<guid>http://vertigine.wordpress.com/2007/09/25/andre-gorz-non-voglio-vedere-la-tua-morte/</guid>
<description><![CDATA[
tratto da Lettre à D. Histoire d&#8217;un amour
di André Gorz 
Non voglio più, secondo la formul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.liberation.fr/culture/livre/_files/file_208739_31710.jpg" height="539" width="420" /></p>
<p>tratto da <a href="http://www.amazon.fr/Lettre-%C3%A0-D-Histoire-amour/dp/2718607270"><strong>Lettre à D. Histoire d'un amour</strong></a></p>
<p><em>di <a href="http://www.lastampa.it/redazione/cmsSezioni/cronache/200709articoli/26080girata.asp">André Gorz </a></em></p>
<p>Non voglio più, secondo la formula di Georges Bataille, "rimandare l'esistenza a più tardi". Sono attento alla tua presenza come ai nostri inizi e mi piacerebbe fartelo sentire. Mi hai dato tutta la tua vita e tutto di te; vorrei poterti dare tutto di me durante il tempo che ci resta. Hai appena compiuto 82 anni. Sei sempre bella, elegante e desiderabile. Viviamo insieme da cinquantotto anni e ti amo più che mai. Recentemente mi sono innamorato ancora una volta di te e porto in me un vuoto divorante che riempie solo il tuo corpo stretto contro il mio. La notte vedo talvolta il profilo di un uomo che, su una strada vuota e in un paesaggio deserto, cammina dietro un feretro. Quest'uomo sono io. Il feretro ti porta via. Non voglio assistere alla tua cremazione: non voglio ricevere un vaso con le tue ceneri... Spio il tuo respiro, la mia mano ti sfiora. A ognuno di noi due piacerebbe non dover sopravvivere alla morte dell'altro. Ci siamo spesso detti che se, per assurdo, avessimo una seconda vita, vorremmo passarla insieme.</p>
]]></content:encoded>
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