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	<title>amsterda &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/amsterda/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "amsterda"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 11:12:23 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Perdeu o Oerol? Então vá de Over het IJ!]]></title>
<link>http://submarina.wordpress.com/?p=339</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 22:18:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>batateira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Over het IJ é o nome do festival de teatro, música e artes plásticas que está acontecendo em Ams]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Over het IJ é o nome do festival de teatro, música e artes plásticas que está acontecendo em Amsterdã. </p>
<p><img src="http://submarina.wordpress.com/files/2008/07/candyland.jpg" alt="Candyland" width="416" height="350" class="size-full wp-image-340" align='right' />Como o <a href="http://submarina.wordpress.com/2008/05/25/na-praia-no-bosque-na-fazenda/">Oerol</a>, os espetáculos deste festival não acontecem em salas de teatro convencionais. Além disso, muitos dos grupos que se apresentaram em Terschelling podem agora ser vistos em Amsterdam Noord.</p>
<p>No <a href="http://www.overhetij.nl/temp/">Over het IJ</a>, os artistas se apresentam dentro de containers ou simplesmente ao ar livre; em um parque, em cima de árvores, ou em um terreno industrial, como é o caso de Candyland.</p>
<p>Nesta peça (foto), os atores são crianças que introduzem ao público (a maioria adultos) o mundo (nada doce) em que elas vivem.</p>
<p>Além de espetáculos em holandês, há também apresentações em inglês. O Over het IJ tem duração de dez dias e vai até 13 de julho.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I Amsterdam card]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 18:38:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=118</guid>
<description><![CDATA[O turismo na capital holandesa é coisa séria: mais séria que as bicicletas, as bandeirinhas laran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O turismo na capital holandesa é coisa séria: mais séria que as bicicletas, as bandeirinhas laranja e a maconha que por lá abundam.  A vida do turista é facilitada sempre que possível, a começar pela existência deste cartão.</p>
<p style="text-align:justify;">Adquirir um <em><a href="http://www.iamsterdamcard.com/" target="_blank">I Amsterdam card</a></em> é fácil e econômico.  Você pode adquiri-lo pela <em><a href="http://www.iamsterdamcard.com/" target="_blank">internet</a></em> ou no escritório de informações turísticas, que fica exatamente em frente à estação central de trem da cidade, utilizando-se de qualquer forma de pagamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Com esse cartão, você pode utilizar toda a rede de transportes públicos de Amsterdã gratuitamente, visitar os principais museus da cidade também sem pagar nada e, ainda ter acesso a várias outras atrações com descontos que giram em torno de 20% do preço normal dos seus ingressos.</p>
<p style="text-align:justify;">Há três tipos de cartão: para 24h, 48h e 72h, sempre contadas a partir do primeiro uso.  O pacote que você recebe quando adquire o cartão consiste no seguinte: cartão <em>I Amsterdam card</em>, que você usa para "adquirir" as entradas dos museus; <em>ticket</em> de transporte para o período igual ao do cartão, que pode ser utilizado em metrô, ônibus e bondes livremente; e um caderninho com as atrações incluídas no <em>ticket</em>, bem como outras que a apresentação do <em>ticket</em> dá desconto.</p>
<p style="text-align:justify;">O <em>ticket</em> de transporte deve ser apresentado ao bilheteiro ou ao motorista quando da primeira utilização: ele carimba algo incompreensível na parte de baixo do bilhete.  Depois, você só precisa reapresentá-lo a cada embarque.</p>
<p style="text-align:justify;">O cartão deve ser apresentado em todas as bilheterias de museus para a retirada dos respectivos ingressos, mediante a emissão de cupom fiscal com valor zero.  Nas atrações com desconto, o cartão deve ser apresentado juntamente com a filipeta destacável da atração que há no fim do caderninho.</p>
<p style="text-align:justify;">E tudo funciona muito bem.  É uma ótima fonte de economia, especialmente porque os museus de Amsterdã são pequenos (o <a href="http://www.rijksmuseum.com" target="_blank">Rijksmuseum</a> está pequeno durante as reformas que vão até 2013) e, assim, é possível visitar um monte deles em pouco tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">O único museu de Amsterdã que não tem desconto nem está no caderno de descontos é o <a href="http://www.annefrank.org/content.asp" target="_blank">museu da casa de Anne Frank</a>.  Mas sobre ele, eu falo em outro <em>post</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nota 11]]></title>
<link>http://viajantealeatorio.wordpress.com/?p=305</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 18:31:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Junior de Paula</dc:creator>
<guid>http://viajantealeatorio.wordpress.com/?p=305</guid>
<description><![CDATA[Porta de saída do Club 11
Por Ricardo Fróes
Um lugar incrível e imperdível em Amsterdã é o re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[wp_caption id="attachment_306" align="alignnone" width="420" caption="Porta de saída do Club 11"]<a href="http://viajantealeatorio.files.wordpress.com/2008/07/club11saida.jpg"><img class="size-full wp-image-306 " src="http://viajantealeatorio.wordpress.com/files/2008/07/club11saida.jpg" alt="Porta de sada do Club 11" width="420" height="335" /></a>[/wp_caption]
<p><em>Por Ricardo Fróes</em></p>
<p>Um lugar incrível e imperdível em <strong>Amsterdã</strong> é o restaurante <strong>Club 11</strong>. Fica no 11º primeiro andar (claro) de um edifício antigo, ao lado da biblioteca pública da cidade (que até já foi nota aqui do V.A.). O lugar é gigantesco, pé direito altíssimo,super <strong>descolado</strong>, cool, pop art espalhada pelas paredes, gente bem diferente e<strong> hostess simpaticíssimos</strong>, como a maioria dos holandeses! E se você estiver por lá no verão, a boa é dar um tempo no terraço do restaurante cheio de móveis coloridos com vista para a cidade. Sensacional.</p>
<p>Ótimo para se jogar no final da tarde, pedir a carta de vinhos e esquecer da vida. Ah, o mais comédia é que para usar o banheiro, você paga 2 euros, independente de estar usando os serviços do restaurante ou não. Portanto, evite a cerveja, afinal, pagando R$6 por cada ida ao banheiro você terminará a noite falido se optar pelas louras geladas.</p>
[wp_caption id="attachment_307" align="alignnone" width="430" caption="Club 11 - Por dentro do restaurante"]<a href="http://viajantealeatorio.files.wordpress.com/2008/07/club11.jpg"><img class="size-full wp-image-307 " src="http://viajantealeatorio.wordpress.com/files/2008/07/club11.jpg" alt="Club 11 - Por dentro do restaurante" width="430" height="300" /></a>[/wp_caption]
<p>Ótima atmosfera<strong>, comida deliciosa (e baratinha</strong>). Um dos lugares mais bacanas que conheci na última viagem (dica do concièrge do hotel onde estava hospedado). Aliás, os porteiros, os taxistas (quando nativos), motoristas e garçonetes tem as melhores dicas de agito. Deixe o preconceito de lado, e acredite. Normalmente funciona.</p>
<p>A quem interessar, o Club 11 fica na Oosterdokskade 3-5. (O nome da rua é uma loucura, né?)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No meio do caminho, a rua]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=117</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:04:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=117</guid>
<description><![CDATA[Atravessar a rua é um gesto tão natural que quase todas as pessoas que eu conheço o fazem sem pen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Atravessar a rua é um gesto tão natural que quase todas as pessoas que eu conheço o fazem sem pensar.  Eu confesso que tento me ligar antes de cruzar a via, prestar atenção, algo como: "<em>acorda, você está colocando sua vida em risco, presta atenção nisso e depois pensa no resto!</em>", mas é impossível se concentrar no ato de atravessar a rua em 100% das travessias.  E nem todo mundo tem noção do risco a que expõem as suas vidas quando praticam esse gesto tão cotidiano e tão urbano.</p>
<p style="text-align:justify;">Na Europa, a coisa é diferente: um dos maiores choques que o turista da urbe brasileira sofre é com a educação de trânsito que os europeus, em geral, têm.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembro da primeira e única vez que estive em Zurique (uma cidade fantástica), em 1998: havia faixas de pedestre pintadas de branco, nos sinais, e outras pintadas de amarelo, em locais onde não havia sinais de trânsito.  Nestas, bastava o pedestre se aproximar para todos os carros pararem instantaneamente; naquelas, os carros só paravam no sinal vermelho - muito justo, por sinal.  E eu, moleque, ficava me jogando na frente dos carros na faixa amarela só para testar a novidade e aferir, depois de umas duzentas travessias, que ela funcionava mesmo (os freios dos carros também)!</p>
<p style="text-align:justify;">Voltando lá esse ano, pude constatar que tudo continua na mesma.  E é impressionante como isso é chocante (no sentido que choca, não no sentido da velha gíria dos anos 80).  Na primeira travessia de peito aberto na frente de um carro em razoável velocidade, cujo motorista foi fundo no freio para respeitar a faixa, a <em>Fiona</em> (que nunca havia visto aquilo), congelou na calçada.  O carro parou e eu tive que parar no meio da travessia, voltar na calçada de origem, pegá-la pelo braço e rebocá-la até o outro lado, afirmando: "<em>é seguro, aqui os carros param mesmo!</em>"  Só depois de muitos testes ela acreditou - como São Tomé.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas sobre esse gesto urbano singelo e que, na Europa, parece tão simples e despreocupado, em dois lugares onde estive a coisa era bem diferente: Barcelona e Amsterdã.</p>
<p style="text-align:justify;">Em Barcelona, chamava a atenção um escrito colocado em todas as travessias de pedestres, com ou sem sinal de trânsito, que dizia: "<em>em Barcelona, um em cada três mortos no trânsito, estava a pé</em>".  Cada um tire as suas próprias conclusões sobre a estatística...</p>
<p style="text-align:justify;">Em Amsterdã, a coisa não era só perigosa da boca para fora.  Atravessar uma rua, lá, é uma verdadeira aventura, daquelas de subir a adrenalina até os limites máximos tolerados pelo organismo humano.  Lá, na mesma via transitam simultaneamente bondes, carros e bicicletas (e os pedestres, pobres pedestres, tentam cruzar a via perpendicularmente).  E os ciclistas só andam em alta velocidade, e agem como se a prioridade fosse deles: não freiam nunca - os pedestres que se virem para sair da frente.  É uma loucura!!!  Não sei como eles se entendem.</p>
<p style="text-align:justify;">Chega a ser emocionalmente desgastante olhar para os lados tantas vezes, mesmo atravessando na faixa de segurança com o sinal verde para o pedestre.  Uma verdadeira aventura!  Pior que ter que olhar para os lados quando se sai de um caixa eletrônico no Rio de Janeiro.  Depois não entendem porque eu não gostei e Amsterdã...  Cada vez que no meu caminho havia uma rua, era esse <em>stress</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hotéis]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=113</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 14:17:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=113</guid>
<description><![CDATA[Vou falar um pouco dos hotéis em que me hospedei na minha viagem à Europa.  Assim, poderei falar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Vou falar um pouco dos hotéis em que me hospedei na minha viagem à Europa.  Assim, poderei falar de algumas curiosidades relacionadas e dar algumas dicas - quiçá úteis - para quem pretende viajar para os lugares onde estive.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes, porém, preciso explicar o critério de escolha que eu me impus quando realizei a pesquisa e, finalmente, as reservas: uma conjugação de preço e localização, com certa dose de bom senso e o poder de veto da <em>Fiona</em>.  Nada de hotéis listados em revistas especializadas em turismo: isso é coisa de magnata.  Ainda assim, todos os que escolhi se revelaram mais que satisfatórios.  Vamos a eles.</p>
<p style="text-align:justify;">Madri: depois de muito pesquisar, recebi de uma amiga a dica de me hospedar no <a title="Site do Hostal Victoria" href="http://www.hostal-victoria.com" target="_blank">Hostal Victoria</a>, na Praça do Sol (não é na praça, mas é a quinze passos dela, sem exagero).  Uma dica ótima, tanto pela localização quanto pelo conteúdo (o preço, então, nem se fala: paguei 52€, uma pechincha em se tratando de Europa).  Não é um, mas são três Hostals, e escolhi ficar no mais perto da Praça do Sol, o Victoria II.  Apesar de a arrumadeira brasileira ser uma anta e não saber dar nenhuma informação (nem sobre um bom restaurante nas redondezas), eu não tenho o que reclamar do hotel.</p>
<p style="text-align:justify;">Barcelona: procurei bastante por uma pechincha em Barcelona (preço bom e localização boa), mas esse binônio lá é cruel: preço e localização são dois lados da mesma moeda e quando um está para cima, o outro está para baixo.  Aí eu resolvi seguir a dica do meu pai e pegar um hotel que, apesar de um pouco mais caro, era muito bem localizado - o <a title="Site do Hotel Condal" href="http://www.hotelcondal.es" target="_blank">Hotel Condal</a>, o hotel em que Johnny (do filme "Meu nome não é Johnny") vai vender a cocaína que levou para a Europa, e que apresentou uma boa relação custo-benefício.  Um dos recepcionistas, que trabalha durante o dia nos dias de semana, é luso-brasileiro, morou em São Paulo, e é um sujeito fora de série.  Os demais são bastante mal-humorados.  O hotel é limpo mas os serviços são um pouco falhos: não colocaram toalha no meu apartamento em um dia (eu só descobri depois que terminei o banho) e, no outro, não colocaram copos descartáveis.  Nada muito terrível, salvo o fato de ter que se vestir molhado para descer e pegar uma toalha, já que o hotel só dispõe de um funcionário durante a noite (na recepção) e ele não pode abandonar o posto.  Além disso, o hotel não tem um tratamento acústico muito bom, e como as ruas em Barcelona são todas muito barulhentas, quem tem problemas para dormir pode sofrer um pouco (não é o meu caso).  O café da manhã de lá (não incluído na diária), na verdade, não é um café da manhã de hotel (em que se paga uma quantia para comer o que quiser de um <em>buffet</em>), mas uma lanchonete que fica aberta e você paga pelo que você pede - enfim, é uma lanchonete, e cara.</p>
<p style="text-align:justify;">Paris 1: na minha primeira parte da estada em Paris, fiquei no <a title="Site do Hotel Albouy" href="http://www.hotel-paris-albouy.com/" target="_blank">Hotel Albouy</a>.  É um hotel jeitosinho, no 10º arrodissement, a 100 metros (ou um pouquinho mais que isso) da estação de metrô mais próxima.  Tem o menor elevador que eu já vi na vida: só dá para duas pessoas e olhe lá.  Mas no resto ele é ótimo: limpo, cheiroso e bonito, com atendentes muito simpáticos e solícitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Veneza: fiquei no <a href="http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/DimoradeiFiori-Venice-11119" target="_blank">Dimora dei Fiori</a>, perto da estação de trem e do terminal de ônibus.  Na verdade, a recepção fica ali, porque o hotel em si (quero dizer, os apartamentos) ficam em outro lugar (não muito distante), numa rua calma e silenciosa, na beira do caminho sul para a Praça de San Marco.  Os quartos ficam num prédio residencial, e por isso você tem que andar com quatro chaves no bolso (para entrar no condomínio, no prédio, no andar e no apartamento) tem uma decoração meio estranha mas é bom.  Na alta temporada, há um cafezinho da manhã frugal (biscoitos maisena e torradinhas com geléia) deixado no quarto como cortesia.  A decoração é meio estranha, mas eu não estou nem aí para isso.  Não tem chuveiro, só ducha de mão.  O pagamento é feito no <em>check-in</em> e a recepcionista foi extremamente atenciosa, dando um mapa e todas as informações minimamente necessárias sobre Veneza e o funcionamento do hotel.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://www.ibishotel.com/photos/0771h00.gif" alt="" />Paris 2: na volta de Veneza, fiquei no <a href="http://www.ibishotel.com/ibis/fichehotel/pt/ibi/0771/fiche_hotel.shtml" target="_blank">Hotel Ibis La Defènse Centre</a>, o Mc Donald's dos hotéis.  Tem o mesmo padrão no mundo todo, boa localização e bom preço, principalmente no fim de semana, quando ele se torna definitivamente a melhor opção de hospedagem em Paris.  Fica na zona 3 e, por isso, vc tem que comprar o <em>Carte Orange</em> (bilhete semanal de metrô) para abrigar esta zona - paga-se cerca de cinco euros a mais por isso mas vale a pena.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" src="http://www.hotels-belgium.com/brussel-center/images/moon-map.jpg" alt="" />Bruxelas: o <a href="http://www.hotels-belgium.com/brussel-center/moon.htm" target="_blank">Hotel The Moon</a> ganha qualquer outro pela localização.  Ele fica a 200m (ou menos) da Grande Praça e a 300m (ou menos) da Gare Central.  É arrumadinho e tem café da manhã suficiente incluído na diária (pão de forma, croissant, queijo, suco, café, leite e mais umas coisinhas).  As paredes são um pouco finas e, por isso, o barulho da rua e das áreas comuns do hotel entram no quarto, mas não de maneira insuportável.  Não tem elevador, mas ele fica tão perto da estação de trem que vale mais a pena subir as escadas que andar por Bruxelas com a bagagem na mão.  O pagamento também é no <em>check-in</em>.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://media.hotels.nl/hotels/175/503-1.jpg" alt="" />Amsterdã: foi a escolha mais difícil, visto que era a hospedagem mais cara do meu roteiro pela Europa.  A escolha ficou entre dois hotéis, mas um foi vetado pela <em>Fiona</em> porque nas suas avaliações constava a aparição de um rato no quarto de um hóspede.  Optei, então, pelo <a title="Hotels.nl - City Hotel Utrechtsestraat" href="http://www.hotels.nl/en/amsterdam/city/" target="_blank">City Hotel Utrechtsestraat</a>, que fica a cinco metros da Rembrantplein - o centro da vida noturna de Amsterdã, o que pude comprovar no sábado, dia do jogo entre Holanda e Rússia pelas quartas-de-final da Eurocopa.  A Holanda perdeu e, mesmo assim, durante a noite, o barulho vindo da rua incomodou; imagina se a Holanda houvesse ganhado?...  Além disso, para chegar ao meu quarto, eu tinha que subir 67 degraus...  Mas o quarto era muito espaçoso (com direito a varandinha dando para a praça) e o banheiro também (aliás, o banheiro era um espetáculo).  O café da manhã custava cinco euros por pessoa, pagos antes de cada café, e era muito satisfatório - opção melhor que fazer compras.  É bem servido de transporte, com três linhas de bonde sendo que duas ligando com a estação central.  Os funcionários oscilam entre o falsamente simpático e o verdadeiramente antipático e não ajudam a subir as malas pelos 67 degraus.  Aqui, também, o pagamento é no <em>check-in</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O artista e a raquete]]></title>
<link>http://deiaperalta.wordpress.com/?p=84</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 03:29:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>deia</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Artista de rua de Amsterdã. Detalhe: estava menos de zero grau!
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://deiaperalta.files.wordpress.com/2008/06/108_0822.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-83" src="http://deiaperalta.wordpress.com/files/2008/06/108_0822.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Artista de rua de Amsterdã. Detalhe: estava menos de zero grau!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você acha o trânsito da sua cidade um caos?]]></title>
<link>http://deiaperalta.wordpress.com/?p=82</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 03:26:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>deia</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Pois garanto que o de Amsterdã é bem pior! Pedestres, bicletas, carros, motos, trens&#8230; tudo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://deiaperalta.files.wordpress.com/2008/06/107_0788.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-81" src="http://deiaperalta.wordpress.com/files/2008/06/107_0788.jpg" alt="" width="1024" height="768" /></a></p>
<p>Pois garanto que o de Amsterdã é bem pior! Pedestres, bicletas, carros, motos, trens... tudo junto! Para quê dividir espaço, né?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alguém traduz?]]></title>
<link>http://deiaperalta.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 03:22:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>deia</dc:creator>
<guid>http://deiaperalta.wordpress.com/?p=80</guid>
<description><![CDATA[
Placa de uma ruela de Amsterdã.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://deiaperalta.wordpress.com/files/2008/06/108_0850_r1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-79" src="http://deiaperalta.wordpress.com/files/2008/06/108_0850_r1.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Placa de uma ruela de Amsterdã.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A epidemia laranja]]></title>
<link>http://submarina.wordpress.com/?p=315</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 19:32:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>batateira</dc:creator>
<guid>http://submarina.wordpress.com/?p=315</guid>
<description><![CDATA[Amanhã começa a Copa Européia de futebol e a Holanda já está laranjinha. Logo que cheguei a Hol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã começa a Copa Européia de futebol e a Holanda já está <a href="http://www.parceria.nl/sociedade/20080606_so_futebol_fotos">laranjinha</a>. Logo que cheguei a Holanda, há quatro anos, assisti uma partida das semi-finais num bar brasileiro. </p>
<p>Relato aqui e agora porque na época o submarina não existia.<br />
<!--more--><br />
O namorado, que nunca gostou de futebol, havia sido contaminado pela epidemia laranja. Convidou os amigos para assistir a semi-final do Campeonato Europeu num café. </p>
<p>Lá estávamos nós, no centro de Amsterdam, assistindo Holanda x Portugal, num boteco  brasileiro! Quanto mais perto do horário do jogo, mais gente chega pra torcer. A maioria brasileiros, também contaminados pela epidemia laranja.</p>
<p>Não fosse o fato de que nunca fui pra um boteco no Brasil assitir futebol, até dava pra acreditar que estava em casa! Todo mundo vibrando em cada lance, dizendo coisas como “nós temos que empatar” ou “precisamos fazer mais um gol” em perfeito português (embora o "nós", nesse caso, seja a seleção holandesa). </p>
<p>Fim de jogo. A seleção portuguesa, comandada pelo brasileiro “Felipão” vence por dois a um o time comandado por Advocaat, que até recebeu ameaça de morte, feita por um escritor, durante uma entrevista na televisão, antes do jogo.</p>
<p>Apenas uma pessoa no bar inteiro comemorando, trajando a camiseta da seleção portuguesa. O nosso grupo (todos holandeses, exceto eu) comentou por alguns minutos a derrota. Em seguida, já estávamos em outro café, bebendo e conversando sobre a vida. A epidemia passou.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu Corpus - Holanda]]></title>
<link>http://curiosidadesnanet.wordpress.com/?p=1865</link>
<pubDate>Wed, 28 May 2008 21:40:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mell</dc:creator>
<guid>http://curiosidadesnanet.wordpress.com/?p=1865</guid>
<description><![CDATA[O Museu Corpus se localiza em Oegstgeest na Holanda (a 35 km de Amsterdã). Numa combinação educat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu Corpus se localiza em Oegstgeest na Holanda (a 35 km de Amsterdã). Numa combinação educativa com diversão voltado para crianças, junto ao edifício há uma imensa figura humana sentada com 35 metros de altura. O objetivo do museu é permitir ao visitante conhecer melhor como nosso corpo funciona, a importância de cuidar da saúde e hábitos para uma vida saudável.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1866 aligncenter" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/011.jpg" alt="" width="354" height="503" /></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">By Mell</span></p>
<p>Clique em "more" para ver todas as imagens: <!--more--></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1867" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/02.jpg" alt="" width="455" height="455" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1868" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/032.jpg" alt="" width="455" height="588" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1869" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/042.jpg" alt="" width="455" height="607" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1870" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/051.jpg" alt="" width="455" height="366" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1871" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/062.jpg" alt="" width="455" height="301" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1872" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/071.jpg" alt="" width="455" height="301" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://curiosidadesnanet.files.wordpress.com/2008/05/081.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1873" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/081.jpg" alt="" width="425" height="283" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1874" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/092.jpg" alt="" width="425" height="283" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1875" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/1019.jpg" alt="" width="425" height="283" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1876" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/1123.jpg" alt="" width="425" height="283" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1877" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/1218.jpg" alt="" width="425" height="283" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1878" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/1315.jpg" alt="" width="425" height="283" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1879" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/1414.jpg" alt="" width="425" height="283" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1880" src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/05/1514.jpg" alt="" width="425" height="283" /><br />
<a title="Voltar para Página Inicial" href="http://curiosidadesnanet.wordpress.com"><img src="http://curiosidadesnanet.wordpress.com/files/2008/04/botao_voltar1.thumbnail.jpg" alt="botao_voltar1.jpg" align="right" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Missões Europa - 2005 a 2008]]></title>
<link>http://brenob.wordpress.com/?p=384</link>
<pubDate>Wed, 28 May 2008 16:33:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Breno B</dc:creator>
<guid>http://brenob.wordpress.com/?p=384</guid>
<description><![CDATA[A pouco mais de um mês para partir rumo à Missão Europa 2008, comecei o meu trabalho de pesquisa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:tahoma;">A pouco mais de um mês para partir rumo à Missão Europa 2008, comecei o meu trabalho de pesquisa mais específica sobre as redondezas das principais cidades que iremos passar. Sempre faço isso para o caso de sobrar um tempo para uma daytrip ou uma pernoite não programada.</span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;">Além disso, também costumo fazer um documento com todos os lugares onde irei me hospedar - já devidamente reservados, claro. Abaixo tem o exemplo da hospedagem em Bruges:</span><br />
<span style="font-family:tahoma;">--------------------&#62;</span><br />
<span style="font-family:tahoma;"><strong><em><span style="color:#ff0000;">BRUGES</span><br />
08/07 a 10/07</em></strong></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><em>Hotel Asiris<br />
Lange Raamstraat 9<br />
Telefone: +32 (0)50 34 17 24<br />
E-mails: info@hotelasiris.be<br />
Internet: http://www.booking.com/hotel/be/hotelasiris.html?aid=304142<br />
Número da reserva: 46541609 / Código Pin: 9206</em></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><strong><span style="color:#ff0000;"><em>COMO CHEGAR:</em></span></strong><em><br />
Da estação, pegue o ônibus número 4 ou 14. Desça do ônibus na parada "GOUDEN HANDSTRAAT". Atravesse a rua (LANGE REI) e pegue a rua com uma farmácia (ou algo parecido) na esquina "GOUDEN HANDSTRAAT". Pegue a primeira rua à direita e no final, na igreja "Sint-Gillis" vá para esquerda. O hotel estará 50 metros à frente do lado esquerdo.</em></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>CHECK-IN:</em></strong></span><em> entre as 13:00h e 20:00h<br />
</em> <span style="color:#ff0000;"><strong><em> CHECK-OUT:</em></strong></span><em> até as 11:00h</em></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>TIPO DE ACOMODAÇÃO:</em></strong></span><em> Small Double Room</em><em></em></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>BANHEIRO:</em></strong></span><em> sim<br />
</em> <span style="color:#ff0000;"><strong><em> CHUVEIRO</em></strong></span><strong><em>:</em></strong><em> sim<br />
</em> <span style="color:#ff0000;"><strong><em> ROUPA DE CAMA:</em></strong></span><em> sim<br />
</em> <span style="color:#ff0000;"><strong><em> TOALHAS:</em></strong></span><em> sim<br />
</em> <span style="color:#ff0000;"><strong><em> CAFÉ DA MANHÃ:</em></strong></span><em> sim</em></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>OBS:</em></strong></span><em><br />
TV, telefone, ventilador<br />
03 andares mas sem elevador<br />
O vôo de Bruxelas para Copenhague sai às 19:30h</em></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>PAGAMENTO:</em></strong></span><em><br />
A pagar 117 euros<br />
Aceita cartões de crédito</em></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>CANCELAMENTO:</em></strong></span><em><br />
Menos de 30 dias antes: 30 %<br />
Menos de 8 dias: 50 %<br />
Menos de 1 dia: 100 %</em></span><br />
<span style="font-family:tahoma;">&#60;--------------------</span><br />
<span style="font-family:tahoma;">Aproveitei a empolgação para dar uma recompilada nas Missões Europa anteriores e fiz um mapão de onde eu já abundei. De todas as Missões, infelizmente, só a última foi blogada ao vivo. E só quem já fez uma loucura dessas sabe como é difícil, né <a title="Viaje na Viagem" href="http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/viaje-na-viagem.shtml">Ricardo</a>? Mas estou estudando a possibilidade de repetir a experiência. Devo ou não devo?</span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><strong>Missão Europa 2005:</strong><br />
Londres - Paris - Barcelona - Lisboa</span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><strong>Missão Europa 2006:</strong><br />
Amsterdã - Berlim - Praga - Budapeste - Milão</span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><strong>Missão Europa 2007:</strong><br />
<a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/08/bruxelas-un-jour/"> Bruxelas</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/15/copenhague/">Copenhague</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/17/gotemburgo/">Gotemburgo</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/18/oslo/">Oslo</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/22/bergen/">Bergen</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/25/estocolmo-uppsala/">Estocolmo</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/28/vilnius/">Vilnius</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/07/30/tallinn/">Tallin</a> - <a href="http://brenob.wordpress.com/2007/08/28/enfim-helsinque/">Helsinque</a></span></p>
<p><span style="font-family:tahoma;"><strong>Missão Europa 2008:</strong><br />
Veneza - Ljubljana - Zagreb - Viena - Bratislava - Cracóvia - Dublin - Sevilha - Madri</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:tahoma;"><em>(clique na imagem para ampliar)</em></span><a href="http://brenob.files.wordpress.com/2008/05/missoeseuropa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-385" src="http://brenob.wordpress.com/files/2008/05/missoeseuropa.jpg?w=500" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fusion]]></title>
<link>http://expressos.wordpress.com/?p=206</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 21:41:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>anita peres</dc:creator>
<guid>http://expressos.wordpress.com/?p=206</guid>
<description><![CDATA[

No último final de semana, o Foam, Museu de Fotografia de Amsterdã, deixou fotógrafos e aficion]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><a href="http://expressos.files.wordpress.com/2008/05/dsc_00683.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-208" src="http://expressos.wordpress.com/files/2008/05/dsc_00683.jpg" alt="" width="455" height="679" /></a></p>
<p class="MsoNormal">No último final de semana, o Foam, Museu de Fotografia de Amsterdã, deixou fotógrafos e aficionados em êxtase com o festival <a href="http://www.foam.nl/index.php?pageId=681" target="_blank">Foam-Fusion</a>. O museu liberou a entrada ao público e organizou palestras e debates com diversos fotógrafos de calibre, abertos a quem chegasse.</p>
<p class="MsoNormal">O holandês Ad van Denderen, por exemplo, conhecido pelo projeto <a href="http://www.go-no-go.nl/gonogo.php" target="_blank">Go No Go</a>, uma documentação sobre migrantes e refugiados na Europa nas últimas décadas, apresentou seu mais recente trabalho, <a href="http://www.ngfotocommunity.net/?nav=home&#38;subnav=news&#38;id=99" target="_blank">So Blue, So Blue – Edges of the Mediterranean</a>. Desde 2003, ele tem viajado pelos países ao redor do mar Mediterrâneo para registrar e discutir as mudanças políticas, sociais e ambientais ocorridas na região.</p>
<p class="MsoNormal">Já o biólogo e fotógrafo norte-americano Christopher LaMarca apresentou seu recém-lançado livro, <a href="http://www.christopherlamarca.com/" target="_blank">Forest Defenders</a>, um manifesto fotográfico contra a derrubada ilegal de árvores nas florestas norte-americanas. Durante anos, La  Marca acompanhou o trabalho de ativistas locais, rotulados como “eco-terroristas”, e produziu uma <a href="http://www.time.com/time/photoessays/2006/forest_defenders/" target="_blank">série de fotos</a> que dispensam comentários (aliás, o livro está à venda na <a href="http://www.amazon.com/Forest-Defenders-Confrontational-American-Landscape/dp/1576874281/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1206584424&#38;sr=8-1" target="_blank">Amazon</a>).</p>
<p class="MsoNormal">O alemão Jens Liebchen conversou sobre seu projeto <a href="http://www.lensculture.com/jens.html" target="_blank">Stereotypes of war</a>, uma série de montagens que reproduz fotos de guerra clichês, como crianças segurando armas e horizontes enfumaçados, para questionar o modo como nos acostumamos a enxergar estes episódios.</p>
<p class="MsoNormal">Nós estivemos lá no sábado, mas somente a tempo de pegar a palestra do LaMarca (muito inspiradora, por sinal) e a performance do grupo de dança SKIN nas salas da exposição <a href="http://www.foam.nl/index.php?pageId=41&#38;tentoonId=111" target="_blank">STASI - Secret Rooms</a>, do duo alemão <a href="http://www.daniel-geo-fuchs.com" target="_blank">Daniel &#38; Geo Fuchs</a>. Os <em>secret rooms</em> em questão são bunkers, salas de interrogação e escritórios utilizados pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stasi" target="_blank">Stasi</a>, a polícia secreta da ex-Alemanha Oriental, registrados recentemente pela dupla de fotógrafos. Sinistro, sim, embora a fusão com o grupo de dança tenha sido um prato cheio para o público que, como nós, clicou a performance à vontade [vide foto acima].</p>
<p class="MsoNormal">**</p>
<p class="MsoNormal">A expo STASI - Secret Rooms fica em cartaz no <a href="http://www.foam.nl/" target="_blank">Foam</a> até o dia <span> </span>4 de junho.</p>
<p><a href="http://expressos.files.wordpress.com/2008/05/dsc_00701.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-210" src="http://expressos.wordpress.com/files/2008/05/dsc_00701.jpg" alt="" width="455" height="304" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para fazer a cabeça]]></title>
<link>http://viajantealeatorio.wordpress.com/?p=148</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:03:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Junior de Paula</dc:creator>
<guid>http://viajantealeatorio.wordpress.com/?p=148</guid>
<description><![CDATA[Por Ricardo Fróes
O melhor coffee shop de Amsterdã, indicado pelos nativos, é o Otherside. O luga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajantealeatorio.wordpress.com/files/2008/05/349319256_3ddefe5750.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-147" style="float:left;" src="http://viajantealeatorio.wordpress.com/files/2008/05/349319256_3ddefe5750.jpg?w=168" alt="" width="168" height="200" /></a><em>Por Ricardo Fróes</em></p>
<p>O melhor coffee shop de Amsterdã, indicado pelos nativos, é o Otherside. O lugar é pequeno, aconchegante e cheio de estrangeiros misturados aos habitantes locais. Além disso tudo, o café é uma delícia e o ambiente é bem friendly! A bartender é uma portuguesa engraçadíssima, chamada Maria, trabalha lá há 12 anos e ainda dá dicas de onde pegar uma night animada, longe do circuitão. A decoração é incrível, vários lustres antigos, muito vermelho e pessoas bem simpáticas. Recomendadíssimo.<br />
O Otherside fica na Reguliersdwarsstraat, 6.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amsterdã]]></title>
<link>http://pralaepraca.wordpress.com/?p=90</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 08:29:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Guimarães</dc:creator>
<guid>http://pralaepraca.wordpress.com/?p=90</guid>
<description><![CDATA[
Cruzar a fronteira da Holanda por trem é mergulhar em uma paisagem monotonamente horizontal, salpi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://pralaepraca.files.wordpress.com/2008/06/1210235530144_133.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-91 aligncenter" src="http://pralaepraca.wordpress.com/files/2008/06/1210235530144_133.jpg" alt="Bicicletas em Amsterdã, Holanda" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Cruzar a fronteira da Holanda por trem é mergulhar em uma paisagem monotonamente horizontal, salpicadas por projetos arquitetônicos bastante modernos e por casas baixas com telhados quase encostando o chão. Em cada vilarejo, as faixas pintadas em vermelho revelam que a bicicleta é um elemento estruturante do espaço e da vida dos holandeses.</p>
<p>Não cheguei a Amsterdã pela monumental Centraal Station, mas pela apática Amsterdam Zuid. Ao redor dela, foram erguidos colossais prédios de negócios, como o do World Trade Center. Mas o que me chamou minha atenção aqui também foi o acesso ao estacionamento de bicicletas: um intenso laranja e os traços inclinados da construção dão acesso ao subterrâneo.</p>
<p>No primeiro de maio, Amsterdã ainda estava emporcalhada com os restos plásticos e com as espumas alaranjadas que marcaram, na véspera, as comemorações do aniversário da rainha Beatrix. A começar pela Museumplein, um dos grandes pólos da festança. Nas proximidades da praça, ficam os disputadíssimos Museu Van Gogh e o Rijksmuseum. Mas mesmo suja, virei fã dessa praça remodelada em 1999. O projeto do arquiteto Sven-Ingvar Andersson conseguiu criar diferentes lugares naquele espaço, tudo ao fácil alcance do pedestre e em dimensões bastante razoáveis. Projetos semelhantes poderiam ser conduzidos em áreas públicas no Brasil, com um pouco de vontade política e não muito dinheiro.</p>
<p>O trânsito de automóveis foi banido, desde que a rua que ali existia deu lugar a um filete de água que vira pista de patinação no inverno. Quadras de basquete e rampas para skatistas dão movimento em um quadrante da praça. Além de bancos ao longo do caminho, o gramado inclinado convida o visitante a curtir a paisagem do entorno e o agradável sol de maio a setembro. Outro pedaço recebe a sombra de cerejeiras japonesas (que, nesta época do ano, dão um bonito tom rosa para a paisagem). Também há um novo café, que serve sanduíches e bebidas diversas a quem sai dos museus. Estacionamento e supermercado estão debaixo da terra.</p>
<p>Mas o supra-sumo da viagem foi o passeio de bicicleta na tarde de sábado. Peguei uma emprestada com um amigo que vive lá, mas que -- assim como metade dos moradores de Amsterdã -- não fala holandês. Ele mora em um bairro residencial no leste da cidade e trabalha em um distrito também fora do centro. E para ir ao trabalho... deixa a bicicleta em casa. Isso mesmo: mora em Amsterdã, mas não usa a bicicleta no dia-a-dia!</p>
<p>Ele me contou que o tempo de viagem de bicicleta é o mesmo feito pelo transporte público. (De carro se levaria de 30 minutos a 2 horas, de acordo com as condições do trânsito que podem ser bastante insuportáveis, para os padrões europeus.) Mas antes que desse mais motivos para sustentar essa opção, eu mesmo peguei uma bicicleta emprestada para sentir como é pedalar em Amsterdam.</p>
<p>Eram provavelmente cinco da tarde do sábado mais quente do ano. Por causa do pneu murcho, primeiro conduzimos a bicicleta a pé até uma estação de trem, onde havia, além de um estacionamento, uma bicicletaria aberta. As estações de trem de fato funcionam como grandes parceiras dos ciclistas na cidade. Depois saímos por aí pedalando. O eterno plano ajuda muito a vida do ciclista holandês, é verdade. O maior desnível que existe na cidade parece ser o das centenárias pontes sobre os canais do centro da cidade -- algo sem comparação com as ladeiras que existem nas Perdizes ou na Vila Madalena. Com uma antiga bicicleta de três marchas, passeei pela cidade numa boa, respeitando a sinalização específica para os ciclistas instalada ao longo do caminho.</p>
<p>Mas logo veio o primeiro susto: uma mobilete me corta pela esquerda e, por pouco, não me leva com bicicleta e tudo. Tive de frear forte para evitar o choque lateral. Mais adiante, eu me surpreendo com as <span style="font-style:italic;">scooters</span>, mobiletes e outros veículos motorizados de duas rodas que também andam na própria ciclovia. E o pior é que esses veículos -- normalmente, muito mais rápidos e barulhentos que as bicicletas -- têm o direito de trafegar nas ciclovias! Ingênuo eu, que pensava que ciclovia era o pedaço de Amsterdam só para bicicletas...</p>
<p>À medida que nos aproximamos da estação principal, o trânsito na ciclovia vai aumentando. No miolo da cidade, milhares de bicicletas ficam estacionadas e outras milhares disputam espaço na extensa rede de ciclovias da cidade. De fato, alguns trechos do centro são quase intransitáveis. Turistas às pencas (sobretudo ingleses) lotam ainda mais as calçadas no coração de Amsterdã e complicam bastante a movimentação por ali. É no centro, ao redor dos tradicionais canais, que as bicicletas estão por toda a parte. É preciso se esforçar muito para enquadrar cidade sem que ela esteja lá.</p>
<p>Mas o pior é encontrar um lugar para estacionar as bicicletas. Pode parecer piada, mas não é. Todo pedaço de ferro onde se pode deixar uma bicicleta está ocupado. Na volta, levamos uns bons dez minutos para encontrar na rua vagas livres para as bicicletas. Se a magrela tiver cestinho, pior ainda... Fica mais difícil encaixar a bicicleta entre outras já ali estacionadas.</p>
<p>Impressiona também o número de bicicletas aparentemente abandonadas pela cidade. Se tivesse de arriscar algum número, diria que uns 5% de todas as bicicletas que vi na cidade não foram usadas nenhuma vez nos último ano. Em alguns casos, isso é evidente: os aros entortados, a corrente completamente enferrujada, a ausência de uma roda ou o contrário -- a presença apenas de uma roda presa junto ao cadeado -- não me deixam mentir.</p>
<p>E claro que aí está a pista para o eventual terceiro obstáculo à prática do ciclismo em Amsterdã. Embora declinante, o índice de furtos de bicicletas ainda é considerável. "Todo holandês sabe que sua bicicleta, mais cedo ou mais tarde, será roubada", disse meu amigo. Alguns cadeados (ou seriam sistemas de segurança para bicicletas?) chegam a custar mais que o próprio veículo.</p>
<p>Não é à toa que os moradores de Amsterdã, Haia e outras cidades holandesas optem tão freqüentemente pela bicicleta como meio de transporte. Além dos argumentos a favor do bem-estar físico, a cultura do ciclismo é incentivada por condições geográficas privilegiadas, pelo modo como a cidade respeita o ciclista e também pela economia: a hora do estacionamento de carro no centro da cidade pode custar 3,80 euros. No entanto, Amsterdã ainda está longe de ser uma perfeição. Este meu amigo, que mora lá, deve saber o que faz e o que deixa de fazer. E eu sei que o fiz ao experimentar uma volta de bicicleta naquela cidade.</p>
<p><em>Originalmente publicado no <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/pralaepraca" target="_blank"><strong>Planeta Sustentável</strong></a> em 08/05/2008, às 5:27</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Airbag para proteger ciclistas]]></title>
<link>http://submarina.wordpress.com/?p=306</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 19:40:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>batateira</dc:creator>
<guid>http://submarina.wordpress.com/?p=306</guid>
<description><![CDATA[Dia desses estava pedalando por Amsterdã quando me deparei com um pedaço da Kinkerstraat fechado. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses estava pedalando por Amsterdã quando me deparei com um pedaço da Kinkerstraat fechado. Muitos transeuntes observando. Duas meninas caídas no chão, bicicletas esparramadas pela rua, polícia as acudindo, aguardando a ambulância. </p>
<p>No dia seguinte, próximo à Leidseplein, vi quase a mesma cena. Dessa vez um menino havia sido jogado no asfalto, moto destroçada há alguns metros de distância, polícia isolando a área e chamando o socorro. Coincidência ou não, na mesma semana, vi um bonde atropelar um ciclista na Spuistraat. </p>
<p><!--more--></p>
<p>Até então, não tinha a menor idéia da freqüência desse tipo de acidente. Amsterdã (e a Holanda em geral), <a href="http://submarina.wordpress.com/2007/07/09/amsterda-e-feita-para-ciclistas/">é amiga das bicicletas</a>. Ainda assim, 206 ciclistas perderam suas vidas em acidentes similares aos que descrevi em 2006.</p>
<p>De acordo com o <a href="http://www.fietsersbond.nl">Fietsersbond</a>, o Sindicato dos Ciclistas da Holanda, quando se pensa em medidas de segurança no trânsito, pouco se faz para garantir a vida de pedestres e ciclistas. </p>
<p>Juntamente com o <a href="http://www.tno.nl/index.cfm?Taal=2">TNO</a>, um instituo de pesquisa holandês, e a <a href="http://www.autoliv.com/alv/connect/Home">Autoliv</a>, uma montadora de carros suíça, o Fietsersbond apresentou hoje uma proposta de um airbag que pode reduzir o número de ciclistas e pedestres vítimas fatais.</p>
<p>Clique <a href="http://www.fietsersbond.nl/urlsearchresults.asp?itemnumber=1">aqui</a> para ver a simulação de acidentes, com ou sem airbag.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Durei pouco num call center]]></title>
<link>http://submarina.wordpress.com/?p=290</link>
<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 16:35:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>batateira</dc:creator>
<guid>http://submarina.wordpress.com/?p=290</guid>
<description><![CDATA[Trabalhei em Amsterdã para um call center internacional. Na cidade mais multicultural, não é dif]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhei em Amsterdã para um call center internacional. Na <a href="http://submarina.wordpress.com/2007/08/23/amsterdam-e-a-mais-multicultural-do-mundo/">cidade mais multicultural</a>, não é difícil encontrar gente que fale idiomas do mundo todo como língua materna, seja ela qual for. </p>
<p>Para conseguir a vaga, não foi preciso passar por nenhum processo de seleção, muito menos comprovar experiência: bastou telefonar e dizer que falo português. </p>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Plural</strong><br />
Ao chegar no local, na data e horário combinado, notei a presença de todo tipo de gente. Alguns colegas deixavam à mostra seus piercings, tatuagens, cabelos tingidos das cores mais inusitadas. Outros com barbas ou cabelos compridos, no caso de homens, mulheres quase carecas, jovens de 20 a 60 anos, enfim, todos eram bem vindos, desde que se sujeitassem às normas da casa.</p>
<p>Pensei que antes de começar seria entrevistada. Meu primeiro contato com alguém da empresa, no entanto, foi um treinamento. Se é que se pode considerar treinamento uma conversa que durou menos de uma hora. Durante as instruções, alguém copiou meus documentos e assinei um formulário para a contratação. </p>
<p><strong>Alerta, Alerta!</strong><br />
A maior parte do treinamento foi destinados à regras e normas da empresa, como a explicação da pausa de 15 minutos durante a jornada de cinco horas: </p>
<blockquote><p>"Quando for descansar, aperte a tecla pausa no seu computador. Ela está programada para quinze minutos. Ao completar 13 minutos, sua tela fica amarela. Se você não retornar em 15 minutos, a tela fica vermelha. Ou seja, é melhor voltar ao seu posto antes disso acontecer".</p></blockquote>
<p>Nada foi dito sobre o salário - o coordenador disse que não sabia exatamente o valor da hora trabalhada, precisava checar na seção de pessoal. Num piscar de olhos já estava sentada na minha posição, ligando para o Brasil!</p>
<p>A empresa presta serviço para diversas multinacionais e transnacionais com sede na Holanda. No caso de nós, os brasileiros, ligávamos a pedido de uma empresa de eletro-eletrônicos que atua no Brasil com diversas marcas. </p>
<p><strong>Dedo-duro</strong><br />
A minha tarefa era entrevistar pessoas que foram atendidas pelo disque 0800 dessa empresa no Brasil para saber se os funcionários do SAC deixavam ou não os clientes satisfeitos. </p>
<blockquote><p>Em cada pergunta era obrigada a repetir as opções de resposta que o cliente tinha. Algo como:<br />
"na sua opinião, o serviço de atendimento ao consumidor te deixou:<br />
- totalmente satisfeito<br />
- muito satisfeito<br />
- satisfateito<br />
- pouco satisfeito<br />
- insatisfeito<br />
- não sabe"</p></blockquote>
<p>Normalmente, as pessoas ligavam para o SAC no Brasil para reclamar. Muitas vezes, quando estavam falando comigo, ao invés de avaliar o atendente, criticavam o produto. </p>
<p>Nem sempre conseguia convencer alguém de responder todas as perguntas. Não me lembro ao certo, mas acredito que haviam pelo menos 30 perguntas desse tipo.Havia dias em que em uma hora tentando ligar, apenas uma pessoa decidia colaborar. </p>
<p>Nesses momentos, para ajudar a passar o tempo, colecionava nomes e sobrenomes de entrevistados, tentava desenvolver minhas habilidades artísticas e fazia constatações inúteis, como, por exemplo: "muita gente liga para o SAC da casa de um parente ou amigo." Enfim, o que posso fazer com esse tipo de informações? </p>
<p><strong>Missão impossível</strong><br />
Mas a minha experiência num call center durou muito pouco. A tarefa não me inspirava e as condições empregatícias não eram lá as melhores.</p>
<p>Semanalmente, precisava ligar para o departamento pessoal e confirmar para quando estaria escalada na semana seguinte. Um mês e meio depois, embora estivesse na programação, não podia comparecer por causa de uma viagem em caráter emergencial. Pedi para trocar o plantão. </p>
<p>- Isso não é possível, disse o homem do Recursos Humanos. Ou você vem trabalhar nesse dia ou não precisa vir mais!</p>
<p>Fiquei feliz com a segunda opção.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jazzy hip-hop de primeira!]]></title>
<link>http://submarina.wordpress.com/?p=292</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 21:35:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>batateira</dc:creator>
<guid>http://submarina.wordpress.com/?p=292</guid>
<description><![CDATA[Pete-Philly &amp; Perquisite fecharam um evento que tive a oportunidade de presenciar em Roterdã. A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pete-Philly &#38; Perquisite fecharam um <a href="http://www.goodies.nl/pages/message.php?page_id=9&#38;article_id=1141">evento</a> que tive a oportunidade de presenciar em Roterdã. Até então, a única coisa que sabia sobre a dupla é que fazem parte do cenário atual do hip hop holandês. </p>
<p>Pieter Perquin 'Perquisite' é o produtor e violoncelista do duo. Durante o show, o parceiro dele, MC Pete-Philly animou o público: fez todo mundo dançar, cantar, bater palmas e pôr as mãozinhas para cima.</p>
<p><!--more--></p>
<p>No palco, o jovem MC pulava, dançava e imitava o movimento que os músicos faziam com os instrumentos. <a href="http://www.petephillyandperquisite.com/">Pete-Philly &#38; Perquisite</a> estavam acompanhados de um DJ e outros dois músicos, que tocavam instrumentos como saxofone, piano e contrabaixo. </p>
<p>Os garotos, que me deixaram com gostinho de 'quero ouvir mais', se uniram em 2005, em Amsterdã e já ganham o mundo - na próxima semana se apresentam no Japão.</p>
<p>No <a href="http://www.myspace.com/petephillyandperquisite">MySpace</a> é possível ouvir várias músicas e ver filminhos deles. Por aqui, posto um dos números que, como se diz em holandês, me deixou com 'kippenvel' durante o show:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/tlUkfBfKIPA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/tlUkfBfKIPA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://submarina.wordpress.com/2007/09/02/o-pop-sem-excessos-de-spinvis/">O pop sem excessos de Spinvis</a><br />
<a href="http://submarina.wordpress.com/2007/03/23/as-montanhas-holandesas/">As montanhas holandesas</a><br />
<a href="http://submarina.wordpress.com/2007/05/26/reggae-holandes/">Reggae holandês</a><br />
<a href="http://submarina.wordpress.com/2007/04/20/pezinho-na-holanda/">Pezinho na Holanda</a><br />
<a href="http://submarina.wordpress.com/2007/07/03/una-paloma-blanca-e-holandesa/">Una paloma 'blanca' e 'holandesa'</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sexo no parque!]]></title>
<link>http://infernato.wordpress.com/?p=92</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 18:49:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Karol Wojtyla</dc:creator>
<guid>http://infernato.wordpress.com/?p=92</guid>
<description><![CDATA[
Olá, carismáticos leitores do Infernato! Quem vos escreve é seu ex-papa favorito: Karol Wojtyla!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://infernato.wordpress.com/files/2008/03/papanoparque.jpg" alt="papanoparque.jpg" /></p>
<p>Olá, <b><i>carismáticos</i></b> leitores do Infernato! Quem vos escreve é seu <i>ex-papa favorito</i>: <b>Karol Wojtyla!</b></p>
<p><b>Eu amo a Holanda!</b> Como bom <strike>boêmio</strike> devoto que sou, viajo pra lá toda vez que quero <i>renovar minhas crenças na Santíssima Trindade</i>: <b>sexo, drogas e rock'n'roll!</b> Liberação das drogas, prostituição, casamento gay e eutanásia - <b>o lugar perfeito!</b></p>
<p>Um dos parques mais visitados de Amsterdã, Vondelpark, agora é <b>área livre para sexo</b>! Mas para isso, três novas regras foram criadas: <b>1)</b> sexo só de noite; <b>2)</b> nada de sexo perto dos playgrounds e <b>3)</b> cachorros no parque só de coleira.</p>
<p>Como de dia o parque é freqüentado por muitas crianças, as autoridades holandesas vetaram o sexo diurno para que os exibicionistas não fiquem por lá <i>exibindo seus <b>países baixos</b>...</i></p>
<p>Quanto ao uso de coleiras, os donos de cachorros ficaram indignados! Ao meu ver, sem motivo: os cachorros sempre tiveram a mamata de poder fazer sexo no parque! Ou em qualquer lugar... Agora, imaginem bem, você curtindo um <b>sexo ao ar livre</b> e do nada <i>sente o fucinho do cachorro no seu</i>... Bem, <b>imaginem! </b>Não é todo mundo que curte zoofilia, então... Coleira neles! Mas, como não dá pra controlar a curiosidade dos cachorros, eles pelo menos podem ficar de longe como <i><b>voyeur</b></i>, né?</p>
<p>E quem quiser curtir um bom <b>sexo animal</b>, tem que usar coleira? Se bem que eu <strike>já participei</strike> tenho um amigo que já participou de várias orgias sadomasoquistas e sei que usar coleira é costume. Mesmo quando a sua <b>posição sexual favorita</b> não é cachorrinho (<i>a minha, por acaso, é</i>).</p>
<p>As crianças não usam o playground de noite,  e eu posso imaginar várias maneiras de os adultos usarem: <i>um verdadeiro <b>parque de diversões sexual</b></i>. O complicado é que para as crianças brincarem, <i>alguém teria que limpar o playground...</i> Mas por mais que os funcionários do parque tenham senso de humor, <b><i>será que eles achariam isso gozado?</i></b></p>
<p>E todo mundo sabe que a <b>vaca holandesa</b> é a que mais produz leite... Mais um motivo pra eu adorar a Holanda: <i><b>peitos enormes</b></i>!</p>
<p align="center"><img src="http://infernato.wordpress.com/files/2008/03/abre-aspas.jpg" alt="abre-aspas.jpg" /></p>
<p align="center">"Papai, eu sou um cachorro?"</p>
<p align="center"><img src="http://infernato.wordpress.com/files/2008/03/fecha-aspas.jpg" alt="fecha-aspas.jpg" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI2667357-EI1141,00-Holanda+parque+libera+sexo+mas+veta+caes+sem+coleira.html" title="parque libera sexo mas veta cães sem coleira">Holanda: parque libera sexo mas veta cães sem coleira</a> (Terra Popular)</p>
<p><font color="#ff6600"><i><b> PS.: A partir dessa postagem, Ralph Wiggum passa a ser meu mascote oficial e participar junto comigo do Infernato.</b></i><br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudança de planos...]]></title>
<link>http://campodecenteio.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 17:13:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>edi.fortini</dc:creator>
<guid>http://campodecenteio.wordpress.com/?p=59</guid>
<description><![CDATA[Que Pasárgada, que nada! Vou-me embora para AMSTERDÃ, porque lá é o meu lugar!   
Retirado do J]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:SwiftMetro;">Que Pasárgada, que nada! Vou-me embora para <b>AMSTERDÃ</b>, porque lá é o meu lugar!  :D</p>
<p>Retirado do Jornal <a href="http://www.metrojornal.com.br/pdf/20080312_MetroSaoPaulo.pdf">Metro</a>:</p>
<p><b>Amsterdã libera sexo em parque público</b><br />
Ato não poderá ser feito perto de parques infantis</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:SwiftMetro;">A PARTIR DE setembro será permitido fazer sexo no principal parque de Amsterdã, o Vondelpark. A tolerância ao sexo em público faz parte de uma nova versão do projeto de regras de conduta para o parque, que entrarão em vigor depois do verão europeu. Algumas recomendações, no entanto, terão de ser seguidas. “Preservativos devem ser descartados longe do local, isso nunca deverá acontecer em locais vizinhos aos parques infantis, e as relações sexuais devem acontecer depois do anoitecer”, afirmou Paul van Grieken, vereador e responsável pelo distrito de Oud-Zuid no conselho municipal de Amsterdã. Além disso, as duas ou mais pessoas que estiverem no ato sexual terão de controlar os barulhos. A determinação é que não atrapalhem a vida dos demais visitantes do parque. As autoridades locais têm estimulado outras cidades holandesas, como Roterdã, Utrecht e Haia, a seguir o exemplo de Amsterdã.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:SwiftMetro;"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amsterdã proíbe cães sem coleira mas libera sexo em parques]]></title>
<link>http://xaocubo.wordpress.com/2008/03/11/amsterda-proibe-caes-sem-coleira-mas-libera-sexo-em-parques/</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 17:23:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>max</dc:creator>
<guid>http://xaocubo.wordpress.com/2008/03/11/amsterda-proibe-caes-sem-coleira-mas-libera-sexo-em-parques/</guid>
<description><![CDATA[Os donos de cães em Amsterdã estão bravo depois que a cidade legalizou sexo público nos parques,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Os donos de cães em Amsterdã estão bravo depois que a cidade legalizou sexo público nos parques, mas proibiu cachorros sem coleiras. Heterossexuais e pares de homossexuais poderão fazer sexo no Vondelpark que tem mais dez milhões de visitas por ano.</p>
<p class="MsoNormal">Um dono de cachorro protestou: “Desde que o parque existe, nos permitiram deixar nossos cachorros correrem livremente. É ultrajante que nós seremos castigados de agora em diante mas sexo público é liberado”</p>
<p class="MsoNormal">Um porta-voz do conselho da parte sulista de Amsterdã disse: “Quando os cachorros não são mantidos em uma coleira eles urinam em tudo que eles vêem e eles causam muitos problemas para os outros visitantes".<span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span></span>Vereador Paul Van Grieken defendeu a decisão para permitir sexo público no parque “Por que nós deveríamos impor uma regra em algo que você não pode impor uma regra? Além disso não é um problema para os outros visitantes e dá muito prazer a um certo grupo das pessoas" disse ele. “Ainda há regras”, acrescenta. “Eles têm que levar o lixo depois e nunca ter relacionamento perto do playground. O sexo deve ser limitado às horas noturnas”.</p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal">ps1. por que será que nenhuma notícia relacionada à Amsterdã me choca?</p>
<p class="MsoNormal">ps2. faz todo sentido do mundo quando o vereador diz que não há razão pra impor uma regra que não será cumprida, então legaliza logo, assim as pessoas, ao menos, levam seu lixo e não sujam o parque</p>
<p class="MsoNormal">ps3. será que o fato de proibirem cachorros sem coleira é exatamente para que eles não atrapalhem o ato?</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na aula de holandês 5: a holandesa]]></title>
<link>http://submarina.wordpress.com/?p=291</link>
<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 13:00:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>batateira</dc:creator>
<guid>http://submarina.wordpress.com/?p=291</guid>
<description><![CDATA[- A aula já está terminando e a minha próxima cliente já está aguardando na sala de espera. Vam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>- A aula já está terminando e a minha próxima cliente já está aguardando na sala de espera. Vamos pegar nossas agendas para marcar as próximas aulas? - disse a professora.</p>
<p>Em seguida, perguntou se a aluna podia comparecer nas semanas seguintes, no mesmo dia da semana e horário. A cursista fez sinal afirmativo com a cabeça e ela anotou na agenda. Olhando o calendário, comentou:</p>
<p>- No domingo, 23 de março é páscoa e na segunda, 24 é o segundo dia de páscoa, feriado. Primeiro de maio é o dia da Ascenção de Nosso Senhor e ninguém trabalha. </p>
<p>A aluna a observava fazendo cara de quem nunca havia ouvido falar dessas festas. A professora continuou:</p>
<p>- Depois no dia 4 de maio homenageamos os mortos durante a II Guerra Mundial e no dia 5 comemoramos a Libertação. E, claro, 30 de abril é o <a href="http://submarina.wordpress.com/2008/03/05/na-aula-de-holandes-5-a-holandesa/#more-291">dia da Rainha</a>, o dia mais importante do ano...</p>
<p>- De acordo com quem? interrompe a aluna.</p>
<p>- De acordo comigo! - responde a holandesa, engasgada. Com o rosto corado, segue sua explicação dos feriados...</p>
<p>Leia também:<br />
- <a href="http://submarina.wordpress.com/2007/10/28/na-aula-de-holandes-4-a-brasileira/">Na aula de holandês 4: a brasileira</a><br />
- <a href="http://submarina.wordpress.com/2007/10/11/na-aula-de-holandes-3-a-mexicana/">Na aula de holandês 3: a mexicana</a><br />
- <a href="http://submarina.wordpress.com/2007/09/17/na-aula-de-holandes-2-o-grego/">Na aula de holandês 2: o grego</a><br />
- <a href="http://submarina.wordpress.com/2007/08/22/na-aula-de-holandes-o-australiano/">Na aula de holandês: o australiano</a></p>
<p><!--more--></p>
<p><strong>O dia da Rainha</a></strong></p>
<p>Tradicionalmente, celebra-se o dia da Rainha em 30 de abril para comemorar o aniversário da já falecida Juliana, mãe da Beatrix, a majestade holandesa. </p>
<p>Segundo o site da <a href="http://www.koninklijkhuis.nl/content.jsp?objectid=4464">Família Real</a>, a primeira vez em que tal festa aconteceu, foi em 31 de agosto 1885, data de aniversário da então ainda princesa Wilhelmina, mãe da Rainha Juliana. Os liberais deram a idéia, com a intenção de promover a unidade nos Países Baixos. </p>
<p>Embora a Rainha Beatrix complete anos em 31 de janeiro (em pleno inverno), a festa continua sendo celebrada em 30 de abril, quando o clima já está mais ameno e coincide com o dia em que em 1980, Beatrix subiu ao trono. </p>
<p>É uma festa popular no país todo, principalmente em Amsterdã. Nesse dia, é permitido vender quinquilharias nas ruas, há shows dos mais variados estilos de música em cada esquina, muitos barcos desfilam nos canais e o Vondelpark, parque no centro da cidade, é tomado pelas crianças, que além de venderem suas bugigangas, dançam, jogam capoeira, tocam instrumentos musicais e outros tipos de apresentações artísticas a troco de moedinhas do público.</p>
<p><strong>Sobre as datas, leia também:</strong><br />
- <a href="http://submarina.wordpress.com/2007/05/04/o-dia-que-imigrei/"> O dia que imigrei</a><br />
- <a href="http://bailandesa.zip.net/arch2007-04-29_2007-05-05.html">Dia da Rainha</a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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