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	<title>amor-bandido &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "amor-bandido"</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:51:37 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Betty Blue (37°2 Le Matin)]]></title>
<link>http://lella.wordpress.com/?p=94</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 06:58:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Betty Blue (37°2 le matin). França. 1986. Direção e Roteiro: Jean-Jacques Beineix. Com: Jean-Hu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/jean-hugues-anglade-et-beatrice-dalle.jpg" title="jean-hugues-anglade-et-beatrice-dalle.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/jean-hugues-anglade-et-beatrice-dalle.jpg" alt="jean-hugues-anglade-et-beatrice-dalle.jpg" height="333" width="479" /></a></p>
<p><font color="#0000ff"><b>Betty Blue (37°2 le matin)</b>. França. 1986. Direção e Roteiro: Jean-Jacques Beineix. Com: Jean-Hugues Anglade (Zorg), Béatrice Dalle (Betty), Gérard Darmon (Eddy), Consuelo De Havilland (Lisa), Jacques Mattou (Bob). Gênero: Drama. Duração: 185 minutos. Classificação: 18 anos.</font></p>
<p><font color="#0000ff">Começo pela duração do filme, que nessa versão em Dvd foi ampliada; sem os cortes do que foi à época para o cinema. E o por que? Porque não irão ver o tempo passar. Nele encontrarão um pouco de: drama, romance, comédia, suspense... pontuando um tórrido e explosivo romance. Entre Betty e Zorg. Que também subverte a vida dos que estão próximo.</font></p>
<p><font color="#0000ff">Betty, dos encontros noturnos... numa certa manhã, meio que invade a vida, a casa desse... diria, desse pacato cidadão que é o Zorg. De malas, ela praticamente o escolheu para ser o seu eterno amor. Por vezes uma doce menina, noutras uma mulher pronta a viver seu desejo, aos poucos nos dá a certeza de que não será um romance banal. E num de seus acessos de... descontrole... ela descobre algo que Zorg ocultara, até então. Que a faz ficar... fascinada... Pondo mais fogo nessa paixão.</font></p>
<p><font color="#0000ff">Zorg, é um doce de pessoa! Eu me apaixonei por esse personagem. Ele a deixa entrar em seu coração, em sua vida... A princípio, como uma novidade. Como quando a recebeu, ainda tímida, meio que pedindo permissão para nela, dela fazer parte... Depois, numa entrega de corpo e alma... E faz loucuras por esse amor... acalorado... louco... bandido... por esse amor transgressor, mas que veio para ficar.</font></p>
<p><font color="#0000ff">Entre cenas longas e curtas de sexo explícito (A que inicia o filme... longa, talvez sim para uns... A mim... Fiquei numa de: "Espere por ela...". Outra, perto de uma lareira... Uau!!), em vê-los desnudos até em viver essa paixão louca... Entre cenários simples onde a natureza dá o tom... Com uma trilha sonora belíssima... Betty e Zorg nos deixa um convite para revê-los outras vezes mais.</font></p>
<p><font color="#0000ff">Ah! o final...  O final nos leva a pensar. Assistam! Nota: 10.</font></p>
<p><font color="#0000ff">By: Valéria Miguez.</font></p>
<p><font color="#0000ff">Curiosidade: <i>O título original do filme, traduzido ao pé da letra, significa 37,2 graus (centígrados) pela manhã, uma referência à temperatura do corpo e à hora do dia mais propícia para uma mulher engravidar. Betty é uma mulher cujo espírito vive nesse estado febril, nesse período fértil 24 horas por dia.</i></font></p>
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<title><![CDATA[Amores Brutos #11]]></title>
<link>http://faire-savoir.info/2007/09/25/amores-brutos-11/</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 05:23:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Barba</dc:creator>
<guid>http://faire-savoir.info/2007/09/25/amores-brutos-11/</guid>
<description><![CDATA[Seis tiros foram pouco, a vadia merecia muito mais do que isso. Nem fui eu quem atirou, paguei o esq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Seis tiros foram pouco, a vadia merecia muito mais do que isso. Nem fui eu quem atirou, paguei o esquisito que sempre ficava até o bar fechar.  Sabia que ele ia aceitar o serviço. Nem cobrou caro. Na verdade cobrou quase nada e disse que queria me encontrar depois do expediente. Não vou, sou mulher de família, nada como a que ele matou pra mim. Aquela ali não sabia o que é o amor, não sabia dar valor a um sentimento. Era uma biscate,  mulher sem alma. Se jogava em cima do meu marido, ali, na minha frente, como se ninguém fosse ligar. Eu via as piscadas, o jeito que ela olhava. Pedia pra ele preparar a caipirinha dela toda noite que chegava no bar. Esquecia que eu estava lá também. Que eu odiava quando ela fazia isso. Que eu tinha um sentimento nunca correspondido. E ainda desdenhado muitas e muitas vezes. Meu irmão sempre falava que não dá pra amar uma mulher sem sofrer. Ele tinha razão.</p>
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