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	<title>alecrim &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/alecrim/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "alecrim"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:36:42 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Pobre também comemora no dia 10]]></title>
<link>http://pobretambemcome.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 15:27:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra Goldschmidt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dica para dia que cai pagamento e você está afim de dizer &#8220;eu mereço comer bem&#8221; - por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dica para dia que cai pagamento e você está afim de dizer "eu mereço comer bem" - <em>porque antes de tudo, queridos leitores, nós mesmos</em>, já diria <a href="http://vodcabarata.blogspot.com">Dra Vodca</a>. Para comemorar os 20 anos do bistrô Charlô, o chef preparou dois menus com as 16 melhores receitas de todos os tempos. De 04 de julho a 30 de agosto, pratos que fizeram sucesso nos anos 90. Em setembro e outubro, os destaques do ano 2000. </p>
<p>Tá, não é barato (mas abaixo tem o que foi selecionado e os preços), mas vale a pena. Não sei se tem ainda, mas quando eu trabalhava na RG (Há dois anos, já, gente?! Credo...), o restô tinha um cardápio mais barato para o almoço, tipo uns R$ 40... e valia muito a pena. O ambiente, o atendimento... essas coisas de gente fiiiiiiiina!</p>
<p>Olha aí:<br />
<strong>Menu anos 90</strong><br />
Salada de pato com brie e pinollis, R$ 24<br />
Pudim de queijo meia cura, R$ 22<br />
Penne com endívias, presunto cru e tomate seco, R$ 34<br />
Camarão com molho gruyère e risoto de espinafre, R$ 80<br />
Vitela recheada com alecrim e damasco, R$ 36<br />
Folhado de coco, R$ 16<br />
Pêra recheada com chocolate e pistache, R$ 14<br />
<strong><br />
Menu anos 2000<br />
</strong>Gaspacho com guacamole, R$ 24<br />
Rolinho de atum e wasabi, R$ 25<br />
Magret de pato com molho de jabuticaba, R$ 43<br />
Robalo com crosta de castanha do Pará e arroz créole, R$ 52<br />
Medalhão com molho de três pimentas e batata dauphine, R$ 39<br />
Zabaglione ao champagne, R$ 16<br />
Tarte Tatin de manga e gengibre, R$ 16</p>
<p>Serviço<br />
Bistrô Charlô<br />
Rua Barão de Capanema, 440, Jardins, São Paulo - SP.<br />
Tel. 11-3082 5553</p>
<p><em>Maíra Goldschmidt<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batata do Jamie Oliver]]></title>
<link>http://cozinhadamo.wordpress.com/?p=62</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 02:25:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>moazevedo21</dc:creator>
<guid>http://cozinhadamo.wordpress.com/?p=62</guid>
<description><![CDATA[Estas batatas são fantásticas e muito mais saudáveis do que as fritas. Eu as provei na Itália e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:xx-small;color:#424242;font-family:Verdana;">Estas batatas são fantásticas e muito mais saudáveis do que as fritas. Eu as provei na Itália e não acreditei no quanto eram saborosas. O sal de alecrim pode ser guardado por meses em um pote fechado. Ele tem um sabor fantástico e intenso, que fica ótimo também com frango, porco, etc.</p>
<p><strong>Ingredientes:</strong></p>
<p>900g de batatas grandes cortadas em palitos grandes de 1cm de largura<br />
Azeite de oliva<br />
1 cabeça de alho<br />
Pimenta-do-reino moída<br />
3 ramos de alecrim fresco<br />
Raspas de 1 limão siciliano<br />
60g de sal marinho</p>
<p><strong>Preparo: </strong></p>
<p>Pré-aqueça uma assadeira no forno a 230°C.</p>
<p>Cozinhe as batatas-palito com casca em água salgada, por cerca de 10 minutos. Aqueça um pouco de azeite numa frigideira. Amasse os dentes de alho com uma faca, coloque-os na frigideira com as batatas e refogue-os no azeite. Tempere tudo com a pimenta-do-reino. Coloque na assadeira pré-aquecida e asse durante 15 a 20 minutos, até ficarem crocantes e dourados.</p>
<p>Retire as folhas do ramo de alecrim e coloque-as num pilão com as raspas de limão e o sal. Soque tudo até fazer uma pasta verde, adicionando mais sal se estiver muito úmido. Passe tudo num coador e salpique sobre as batatas antes de servir.</p>
<p>Rendimento: 4 porções<br />
Tempo de preparo: 15 minutos<br />
Tempo de cozimento: 30 minutos </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linguine com espargos e rúcula]]></title>
<link>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=320</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 10:41:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana</dc:creator>
<guid>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=320</guid>
<description><![CDATA[
 
Actualmente, a minha pasta favorita é o linguine. E tenho tido a sorte de encontrar e comprar d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/06/linguini-com-espargos.jpg"></a><img class="size-full wp-image-321 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/linguini-com-espargos-ii.jpg" alt="" width="291" height="361" /></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Actualmente, a minha pasta favorita é o linguine. E tenho tido a sorte de encontrar e comprar da marca <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Barilla_Group" target="_blank"><span style="color:#ff9900;">Barilla</span></a>, uma excelente marca de pasta. O linguine é óptimo para receitas leves, com pouco ou nenhum molho, que são as que mais apetecem no calor e as que mais tenho feito.</p>
<p align="justify">Na semana passada, num dos meus almoços solitários, abri a gaveta dos legumes e encontrei uns espargos a pedir, desesperadamente, uso. Estavam lá há semanas - ora me esquecia deles, ora não sabia bem que lhes fazer. Foram comprados para servir, escaldados, com um almoço pesado de barriga de porco, e sobraram alguns. Tinham mesmo de ser usados ou arriscavam-se a ir para o lixo, impróprios para consumo, nos dias mais próximos. E foi assim que se tornaram parte de uma receita muito fácil, muito rápida, muito leve e um excelente almoço.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><img class="size-full wp-image-322 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/linguini-com-espargos.jpg" alt="" width="440" height="330" /></p>
<p align="justify">Numa frigideira grande, salteei, num fio de azeite, três dentes de alho em lâminas muito finas. Adicionei os espargos cortados em pedaços e cozinhei até ficarem tenros. Juntei o linguine, cozido e escorrido, al dente, alecrim fresco, uma pitada de sal e envolvi bem. Numa vasilha com alguma profundidade, coloquei a mistura da frigideira, juntei bastante rúcula fresca, um fio de azeite e um pouco mais de alecrim. Com dois garfos misturei bem, servi e comi, sozinha com o meu livro<a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/06/linguini-com-espargos-ii.jpg"></a>. Hmmm....</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contra File Assado]]></title>
<link>http://chefedigital.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 11:53:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>chefedigital</dc:creator>
<guid>http://chefedigital.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[Ingredientes :

1Kg Contra file (limpo )
4 batatas pequenas
10 Pinhões
4 dentes de alho
1 galho de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ingredientes :</strong></p>
<ul>
<li>1Kg Contra file (limpo )</li>
<li>4 batatas pequenas</li>
<li>10 Pinhões</li>
<li>4 dentes de alho</li>
<li>1 galho de alecrim</li>
<li>20 Gr Bacon</li>
</ul>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Como preparar:</strong><br />
Limpe o contra file o maximo possivel, quanto menos gordura mais macio ficara o assado, corte em bife mas sem separar ficando assim uma peça unica.</p>
<p><a href="http://chefedigital.files.wordpress.com/2008/06/primeira.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-34" src="http://chefedigital.wordpress.com/files/2008/06/primeira.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Pile o alho o alecrim e o sal para temperar a carne, insira entre os bifes o bacon em tiras bem finas.</p>
<p><a href="http://chefedigital.files.wordpress.com/2008/06/segnda.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-35" src="http://chefedigital.wordpress.com/files/2008/06/segnda.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Usando papel para assar envolva a carne colocando dentro do envelope  o pinhão e as batatas.</p>
<p><a href="http://chefedigital.files.wordpress.com/2008/06/terceira.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-36" src="http://chefedigital.wordpress.com/files/2008/06/terceira.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Deixe assar por uma hora.</p>
<p><a href="http://chefedigital.files.wordpress.com/2008/06/quarta.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-37" src="http://chefedigital.wordpress.com/files/2008/06/quarta.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chicken Pot Pie]]></title>
<link>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=292</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 23:57:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana</dc:creator>
<guid>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=292</guid>
<description><![CDATA[
Eu sei que está a ficar muito calor para esta receita. Mas não quis esperar pelos próximos dias ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;" align="justify"><img class="size-full wp-image-293 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/chicken-pot-pie-ii.jpg" alt="" width="353" height="397" /></p>
<p align="justify">Eu sei que está a ficar muito calor para esta receita. Mas não quis esperar pelos próximos dias frios para a partilhar com vocês - especialmente porque é muito boa. E como o frio está a chegar ao hemisfério sul, isto da temperatura é cada vez mais relativo.</p>
<p style="text-align:center;">
<p align="justify">Há uns dias dei comigo a pensar no jantar. Tinha peitos de frango no frigorífico e alho-francês. Não me apetecia fazer algo repetido, apetecia-me mesmo algo novo. E lembrei-me das chicken pot pies.</p>
<p align="justify">Há muito tempo que ando a querer fazer uma chicken pot pie (desculpem não traduzir, mas eu gosto mesmo da sonoridade deste nome). Vejo-as nos blogs americanos, sobretudo, e têm sempre tão bom aspecto que é impossível não apetecer. Nesse dia não estava tanto calor como hoje ou ontem e uma coisa assim reconfortante seria concerteza um bom jantar.</p>
<p align="justify">Mas eu nunca tinha feito chicken pot pie. E não sabia exactamente como fazer. Na internet li muitas receitas mas não houve nenhuma que me fizesse exactamente pensar: É esta! E por isso decidi fazer um corta-e-cola com alguma criatividade pelo meio. A massa veio de um lado, o recheio veio de muitos lados e sobretudo da minha mão, e assim fiz a minha primeira chicken pot pie!</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">.</span><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/06/chicken-pot-pie-iv.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-296" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/chicken-pot-pie-iv.jpg" alt="" width="321" height="435" /></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Chicken Pot Pie</span></strong></p>
<p>A massa veio <a href="http://www.chucrutecomsalsicha.com/archives/004967.html" target="_blank"><span style="color:#ff9900;">daqui</span></a>, do blog da <a href="http://chucrutecomsalsicha.com" target="_blank"><span style="color:#ff9900;">Fer</span></a>, e é uma delícia! Acho que tão cedo não vou usar outra, para tartes salgadas.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Massa</span><br />
Ingredientes:</p>
<ul>
<li>2 e 1/2 medidas de farinha</li>
<li>150g manteiga (<em>usei margarina Vaqueiro</em>)</li>
<li>180g iogurte natural (<em>usei iogurte grego e duas colheres de sopa de água</em>)</li>
<li>1 colher de chá de sal (<em>não usei, porque a Vaqueiro já tem sal</em>)</li>
<li>1 gema para pincelar</li>
</ul>
<p align="justify">Num recipiente, amasse todos os ingredientes, com as mãos. Forme um disco alto e deixe descansar cerca de 20 minutos, coberta com película aderente ou com um pano (eu guardei a minha num saco de plástico, no frigorífico, porque preparei com mais antecedência). Quando quiser assar, divida a massa ao meio (não exactamente, uma das partes deverá ser ligeiramente maior que a outra, para fazer o fundo) e abra - o ideal é que não fique muito grossa. Forre uma forma de tarte, recheie e cubra com a outra parte da massa, aberta.</p>
<p align="justify">Eu fiz pot pies, individuais, por isso em vez de uma forma de tarte grande forrei ramequins - é só uma questão de dosear a massa.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Recheio</span></p>
<p>Ingredientes:</p>
<ul>
<li>2 peitos de frango</li>
<li>1 alho francês bem grande (parte verde também)</li>
<li>2 colheres sopa farinha (bem cheias)</li>
<li>150ml leite</li>
<li>150ml vinho branco</li>
<li>alecrim</li>
<li>azeite</li>
<li>alho</li>
<li>sal</li>
</ul>
<p align="justify">O recheio foi a parte mais improvisada do processo. Numa panela alourei um dente de alho em azeite. Juntei os peitos de frango (abertos, para não ficarem tão grossos), o vinho branco e um ramo de alecrim e tapei. Deixei-os em lume brando, até estarem cozidos mas sem secar. Retirei-os e reservei o líquido sobrante.</p>
<p align="justify">Numa outra panela alourei mais alho em azeite e juntei de seguida o alho francês bem grande, em meias-luas (parte verde e tudo). Deixei cozinhar, juntei um pouco de sal e mais alecrim e acrescentei o frango, que entretanto desfiei. Misturei bem, deixei refogar um pouco e acrescentei o líquido reservado, no qual o frango tinha cozinhado. Adicionei a farinha e o leite, mexendo bem até o molho engrossar. Nesta altura há quem tempere com noz-moscada - eu preferi que predominasse o sabor do alecrim e por isso não a adicionei. Fica a dica para quem preferir essa especiaria.</p>
<p align="justify">Recheei os ramequins, tapei com a massa, pincelei com a gema e levei ao forno, mais ou menos 40 minutos a quase 200ºC - mas o ideal é ir espreitando para não deixar torrar demasiado a massa.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">.</span><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/06/chicken-pot-pie.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-297" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/chicken-pot-pie.jpg" alt="" width="302" height="396" /></p>
<p align="justify">A massa é excelente e o recheio, no sabor simples do frango, alho-francês e alecrim, ficou muito saboroso e perfumado. É uma receita a repetir, concerteza, quando este calor que agora se instala der lugar, novamente, às noites mais frias.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O namoro do pistachio com o alecrim]]></title>
<link>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=266</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 09:59:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana</dc:creator>
<guid>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=266</guid>
<description><![CDATA[Aviso à navegação: mais pistachio a caminho.

.
Continuo a sonhar com pistachio. E a comer pistac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/06/linguini-com-alecrim-e-pistachio-ii.jpg"></a><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/06/linguini-com-alecrim-e-pistachio-iii.jpg"></a>Aviso à navegação: mais pistachio a caminho.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><img class="size-full wp-image-267 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/linguini-com-pistachio-e-alecrim.jpg" alt="" width="450" height="337" /></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p align="justify">Continuo a sonhar com pistachio. E a comer pistachio. E a cozinhar com pistachio. E com alecrim, também.</p>
<p align="justify">Na mesma semana que sonhei os <a href="http://caosnacozinha.wordpress.com/2008/05/29/mini-muffins-de-limao-e-pistachio/" target="_blank"><span style="color:#ff9900;">muffins de limão e pistachio</span></a>, sonhei também com uma espécie de <em>pasta aglio e olio</em> mais trabalhada. Gosto muito, muito de pasta. E com molhos simples, nada de molhos de quatro queijos, dois tipos de natas e dezassete legumes e especiarias. Molhos simples, básicos, que me permitam sentir, também, o sabor da pasta - que é assim que deve ser e é por isso que os italianos não afogam a pasta em molho, como faz o resto do mundo. Legumes grelhados e azeite, o molho de tomate mais simples, coisas rápidas e saborosas. Como a <a href="http://chucrutecomsalsicha.com" target="_blank"><span style="color:#ff9900;">Fer</span></a> costuma dizer, o importante são os ingredientes, a sua frescura e qualidade.</p>
<p align="justify">Este alho e óleo (que no meu caso é azeite, mas alho e azeite não soa tão bem; diga-se que no caso dos italianos também é: olio d'oliva!) que se ia cozinhando na minha cabeça levava, obviamente, pistachio. E, de repente, passou a levar também alecrim. Não conseguia imaginar a junção dos dois sabores, tive mesmo de fazer.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><img class="size-full wp-image-268 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/linguini-com-alecrim-e-pistachio-ii.jpg" alt="" width="350" height="213" /></p>
<p align="justify">Numa panela com muita água a ferver, cozi bavette (uma espécie de spaguetti espalmada, estreitinha). Na mesma panela, aproveitei e escaldei dois talos de alho-francês caseiros, novos e fininhos, parte verde e tudo. Tirei-os da água quando já estavam tenros, mas ainda crocantes. Parti-os em pedaços pequenos. Quando a pasta estava quase quase pronta, laminei dois dentes de alho, que salteei ligeiramente numa quantidade generosa de azeite. Sem deixar torrar o alho, juntei o alho-francês e pouco depois uma mão cheia de pistachios e folhas de alecrim rasgadas a meio. Deixei que os sabores se libertassem e se misturassem um pouco e juntei a bavette, al dente, rapidamente escorrida. Mexendo (quase) sempre para não colar, salteei a pasta, naqueles sabores todos, durante uns minutos. Ao servir, salpiquei com mais alecrim.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">.<img class="size-full wp-image-269 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/06/linguini-com-alecrim-e-pistachio-iii.jpg" alt="" width="499" height="384" /></span></p>
<p align="justify">O cheiro do alecrim em azeite espalhou-se pela casa. O desejo de provar estes sabores, que se andavam a namorar e misturar há dias na minha cabeça, maior ainda do que a fome, sentou-me, deliciada, em frente de um prato fundo e fumegante. Provei. Provei mais um bocadinho. E apaixonei-me mais ainda. A combinação era perfeita, a simplicidade do prato realçando-a ainda mais. Não sobrou nada. E já só penso em repetir!<a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/06/linguini-com-pistachio-e-alecrim.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A primeira polenta a gente nunca esquece]]></title>
<link>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=252</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 11:42:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana</dc:creator>
<guid>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=252</guid>
<description><![CDATA[Ou esquece? Eu acho que a minha primeira polenta - leia-se a primeira vez que fiz E comi polenta - m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Ou esquece? Eu acho que a minha primeira polenta - leia-se a primeira vez que fiz E comi polenta - merece ser esquecida. Não sei se foi a textura, se foi o sabor, se foi a falta de hábito. Sei que não virou o meu mundo ao contrário.</p>
<p align="justify">A polenta começou a entrar na minha vida, aos poucos, nos tempos em que ainda via o programa da Ana Maria Braga. Depois continuou a insinuar-se, com as receitas do Jamie Oliver. Os blogues culinários trataram do resto. Deste crescendo resultou uma vontade enorme de provar polenta. Comprei a polenta há meses, estava a tornar-se o inquilino mais incómodo do meu dispenseiro, sempre com aquele ar de "É hoje?". Nunca era hoje.</p>
<p align="justify">Até esta semana. Aproveitei que só tinha o meu paladar para satisfazer e arrisquei. Pensei muito até decidir como a fazer. Passei os olhos por muitas receitas, mas sem seguir nenhuma. Dei voltas e mais voltas e achei que a melhor forma de experimentar seria com um molho de tomate e carne picada, aromatizado com alecrim. E a receita foi crescendo daí.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/05/polenta2.jpg"><img class="size-full wp-image-255 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/05/polenta2.jpg" alt="" width="382" height="340" /></a></p>
<p align="justify">Mas foi um daqueles dias em que mais valia ter comido uma sopa e fruta ou ter mandado vir uma pizza. Saiu tudo errado. O molho não ficou com o sabor que eu queria - e depois de mil e uma voltas à cabeça ainda não entendo porquê -, a polenta ficou muito espessa, enfim, tudo uma bela gororoba, como dizem os amigos brasileiros. Numa tentativa de melhorar a coisa, pus tudo num prato de forno, mozzarella por cima e forno com ela...</p>
<p align="justify">Não estava propriamente intragável. Estava só muito seca. Muito. E tinha um sabor a milho muito forte. Claro que isso seria o esperado, mas, sinceramente, nunca tinha pensado muito nisso. Estranho, andar a fantasiar tanto tempo com alguma coisa e nunca me ter lembrado que ia saber a farinha de milho pura. Mas ainda não desisti da polenta.  Acho que da próxima vez vou fazer um molho muito mais molho e uma polenta mais mole, daquelas de comer à colher. Isto quando ganhar coragem para tentar outra vez.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para onde vão os hipsters mineiros?]]></title>
<link>http://pobretambemcome.wordpress.com/?p=162</link>
<pubDate>Sat, 24 May 2008 12:43:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>wakabara</dc:creator>
<guid>http://pobretambemcome.wordpress.com/?p=162</guid>
<description><![CDATA[Se Milton Nascimento tivesse 25 anos hoje e vivesse em São Paulo, ele provavelmente freqüentaria o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se Milton Nascimento tivesse 25 anos hoje e vivesse em São Paulo, ele provavelmente freqüentaria o ESPAÇO UNIBANCO DE CINEMA, o <a href="http://pobretambemcome.wordpress.com/2008/03/12/barato-barato-nao-gente-nao-e-o-extra/">KEBABEL</a> e o <a href="http://pobretambemcome.wordpress.com/2008/05/14/go-pala/">GOPALA</a>.</p>
<p>Se ele tivesse 25 anos hoje e vivesse em BH, ele freqüentaria o CLUBE DA ESQUINA.</p>
<p>OK, não teve graça, eu tentei ser a <a href="http://sucodecazuza.wordpress.com">Ana Laura</a> e não consegui.</p>
<p>Bom, o fato é: descobri o lugar ideal para você ir para aquele jantar romântico depois do cinema. Quer dizer, tinham descoberto para mim, mas eu sou o maior PÉLA-SACO e estraguei tudo: fui antes, sem querer, acredita?!</p>
<p>Continuando: aqui em Belo Horizonte, o cinema que você, caro leitor hipster, freqüentaria se chama Usina Unibanco de Cinema. Tem dois, um em Lourdes e um em Savassi. Aí o de Lourdes fica do lado, mas bem do ladinho mesmo, de uma cantina superfofa, novinha em folha. Lançamento, gente! O local se chama <strong>Cantina Piacenza</strong> e serve saladas, crepes e massas. O mais bacana é que eles têm uns "combinados": massa + saladinha. Bom demais. Comi o ravioli de espinafre com molho ao sugo. Muuuito bom. Sério, mesmo, mega gostoso. Com a salada (verde, com umas lascas de queijo e um pouco de tomate, bem temperada com alecrim, adorei) mais uma água e um cafezinho (ótimo), deu R$ 21,50! Como o local é megagostosinho, parecendo um bistrô, a gente super aprova o preço.</p>
<p>ALERTA PRAZER ESTÉTICO: se você não estiver com o seu paquera, joga um olhinho pro cara que eu acho que é o dono em questão. Ele fica atrás do balcão e é BEM GALÃ. Ou, como diria a empregada da mãe da Fernanda Cabeção: MAS QUE GALÃO, HEIM?</p>
<p>Obs.: falando em GALÃO. Talvez você não seja uma bilu intelectual, né? Mas tudo bem. Se você for um bofe que ama futebol (tipo o <a href="http://msn.lancenet.com.br/blogs_colunistas/betomito/default.asp">Beto Mito</a>), existe um lugar ali pertinho que pode ser do seu interesse: a sede do Clube Atlético Mineiro fica a pouquíssimos quarteirões e conta com a Loja do Galo, com artigos do time. HAHAHA<br />
Se você for uma gata garota e rica, passa na M&#38;Guia. Faz a fina. Fica a dois quarteirões. E vai ver se eu tô no Clube da Esquina.</p>
<p>OK, não teve graça de novo.</p>
<p>Serviço<br />
Cantina Piacenza<br />
R. dos Aimorés, 2422, Lourdes, Belo Horizonte - MG.<br />
Tel. 31-2515 6092</p>
<p><em>Jorge Wakabara</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pão &amp; Sopa]]></title>
<link>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=226</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 09:55:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Laurinha fez, a Lica fez, a Akemi fez. Como se vê, é um pãozinho cheio de recomendações, feit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A <a href="http://docelaurinha.blogspot.com/2008/05/po-de-batata-da-v.html" target="_blank"><span style="color:#ff6600;">Laurinha</span></a> fez, a <a href="http://saboresdalica.blogspot.com/2008/02/po-de-batata-da-akemi.html" target="_blank"><span style="color:#ff6600;">Lica</span></a> fez, a <a href="http://pecadodagula.blogspot.com/2005/12/po-de-batata.html" target="_blank"><span style="color:#ff6600;">Akemi</span></a> fez. Como se vê, é um pãozinho cheio de recomendações, feito por três cozinheiras tão talentosas! E eram tão bonitos que não resisti. A receita da Laurinha foi a gota de água que me mandou para a cozinha.</p>
<p align="justify">A receita é muito fácil de fazer. Está naqueles links das meninas, vão e vejam as maravilhas que elas fizeram. Eu tive alguns problemas com a receita, porque por mais que eu tentasse não consegui ter um ponto bom para moldar bolinhas. A Akemi fala de um problema semelhante no post dela e eu concordo: devo ter usado umas batatas que não eram boas para a receita. Deviam ser muito húmidas. Da próxima vez vou testar com batatas mais farinhentas e de certeza que vou conseguir.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/05/pao-de-batata-da-laurinha.jpg"><img class="size-full wp-image-227 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/05/pao-de-batata-da-laurinha.jpg" alt="" width="307" height="409" /></a></p>
<p align="justify">Mas a falta de ponto não me desanimou! Usei formas de muffin de silicone e ramequins e fiz os meus pãezinhos. Não ficaram tão bonitos, lisinhos e redondinhos como os das meninas, mas... São muito, muito leves e fofos, com um toque adocicado. Salpiquei os meus com alecrim, mas acho que da próxima vez vou experimentar misturá-lo à massa, em maior quantidade. Acho que seria uma combinação muito agradável.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/05/sopa-de-ervilhas.jpg"><img class="size-full wp-image-228 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/05/sopa-de-ervilhas.jpg" alt="" width="259" height="362" /></a></p>
<p align="justify">Como fiz os pãezinhos à hora de jantar, decidi fazer também uma sopinha para acompanhar. Estava praticamente sem legumes em casa, no dia seguinte era dia de mercado, por isso tive de improvisar. Decidi fazer sopa de ervilhas, que é coisa que tenho sempre no congelador. Refoguei bastante cebola aos bocadinhos num fio de azeite, juntei duas batatas pequeninas e muitas ervilhas. Um copo de água e um pouco de sal. Queria ter juntado alho francês, mas não tinha. Quando estava tudo bem cozinhado, triturei. Juntei pouca água, porque queria um creme. Devia tê-lo passado no passador, para tirar os restos das cascas das ervilhas, mas acho esse processo tão chato que não o fiz. Arrependi-me mal levei a primeira colher à boca. Teria ficado muito mais cremoso, não fosse a preguiça. Mesmo assim estava muito saborosa, sobretudo servida com um fio de azeite cru. E a cor estava linda!</p>
<p align="justify">Pão caseiro e sopa fresca são um dos meus jantares preferidos. Leve e simples, deixa-nos com o estômago confortado e nada pesado. Tudo fresco e cheio de sabor!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dos sabores que por aqui se aprendem]]></title>
<link>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=192</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 11:36:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Hoje gosto de cuscuz. Mas antes não gostava. Não que ao longo da minha vida tenha comido muito cu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/05/cuscuz-com-nina-ii.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-195" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/05/cuscuz-com-nina-ii.jpg" alt="" width="287" height="485" /></a></p>
<p align="justify">Hoje gosto de cuscuz. Mas antes não gostava. Não que ao longo da minha vida tenha comido muito cuscuz. Na verdade, é uma descoberta recente. Em casa dos meus pais nunca o comi. Portanto o cuscuz entrou na minha vida desde que saí de casa e comecei a explorar mais profundamente o universo dos alimentos estranhos. Estranhos porque diferentes, porque desconhecidos. E o cuscuz dentre eles.</p>
<p align="justify">Mas dizia eu que não gostava de cuscuz. E acho que era por culpa de não ter aprendido a gostar. Eu acho que os sabores se aprendem e se um sabor novo e diferente entra na nossa boca é preciso ensinar ao cérebro que aquilo é bom. Porque só podemos reconhecer como bom algo que já provámos antes. Ou que seja parecido com algo já provado antes. Senão o cérebro fica, como nós, como a boca, perdido na descoberta da novidade.</p>
<p align="justify">À medida que fui descobrindo o cuscuz, então, fui começando a gostar. Claro que ao mesmo tempo fui aprendendo a temperá-lo, a dar-lhe mais sabor e a combiná-lo melhor. O Zé ainda hoje não gosta. E da última vez que fiz cuscuz para os dois, resolvi nunca mais o fazer para ele. Brincou com a colher, empurrou daqui, empurrou dali, bebeu para engolir melhor - enfim, ele claramente não gosta. E depois de três tentativas, acho que chega de tortura. Fica o cuscuz só para mim.</p>
<p align="justify">Por ser tão rápido e versátil, costumo fazê-lo para o meu almoço. E normalmente faço a dobrar - isto é, dose para dois. Assim no dia seguinte já tenho almoço. E o cuscuz funciona lindamente quente ou frio, com sabores diferentes conforme a temperatura a que é comido. O cuscuz presta-se a tudo o que está no frigorífico. A minha versão do momento é sempre parecida, mas isso é tanto por falta de imaginação da minha gaveta dos legumes como por ter gostado tanto da combinação de sabores.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/05/cuscus.jpg"><img class="size-full wp-image-194 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/05/cuscus.jpg" alt="" width="312" height="400" /></a></p>
<p align="justify">Na chaleira, pus água a aquecer. Numa frigideira salteei, num fio de azeite, alho picado. Juntei courgette e cenoura às meias-luas finas e um alho francês em fatias. Às vezes junto espinafres, também. E podem ser mesmo os congelados. Quando os legumes já estão ligeiramente macios, junto um pouco da água quente da chaleira. Tempero com sal, alecrim e menta frescos, picados. Numa tigela ao lado, já está uma medida de cuscuz numa medida de água a ferver. Volto aos legumes. Mexo ligeiramente, junto mais água se for preciso, acerto os temperos. Enquanto cozem, faço o molho: azeite (a olho e a gosto), sumo de um limão, mais menta fresca picada. Mexo vigorosamente, até estar ligeiramente emulsionado. Separam-se os grãos de cuscuz com um garfo e juntam-se os legumes. Nesta altura, juntei também umas 5 ou 6 azeitonas pretas cortadas em pedacinhos. Mistura-se tudo muito bem. Junta-se o molho e mistura-se muito bem outra vez. Está pronto! Divide-se em duas doses e come-se. À colher, que é como sabe melhor!</p>
<p align="justify">A outra dose, depois de fria, é guardada no frigorífico para o almoço do dia seguinte. Em que sabe tão bem como quente, senão mesmo melhor. Confesso-me, ainda, dividida! :)</p>
<p align="justify"><em>Eu sei que o alecrim não é propriamente a erva típica do cuscuz. Mas é a minha erva-fetiche do momento, por isso vai alecrim em quase tudo. A verdade é que nesta combinação ficou delicioso e portanto é repetido.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sapo Juca]]></title>
<link>http://atellierfeitoemcasa.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 18:19:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>atellierfeitoemcasa</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Juca é um sapo super bem humorado, faça chuva ou faça sol, ele está sempre rindo e achando gra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://atellierfeitoemcasa.files.wordpress.com/2008/04/sapo_juca_600.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-60" src="http://atellierfeitoemcasa.wordpress.com/files/2008/04/sapo_juca_600.jpg?w=207" alt="" width="207" height="300" /></a></p>
<p><strong>Juca</strong> é um sapo super bem humorado, faça chuva ou faça sol, ele está sempre rindo e achando graça dos acontecimentos. Ahh! Como é bom saber viver assim!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Floreio pra gente dançar]]></title>
<link>http://ladymadame.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 02:44:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>nothingbutflowers</dc:creator>
<guid>http://ladymadame.wordpress.com/?p=23</guid>
<description><![CDATA[Fumo de rolo, arreio de cangalha
Eu tenho pra vender, quem quer comprar
Bolo de milho, broa e cocada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fumo de rolo, arreio de cangalha<br />
Eu tenho pra vender, quem quer comprar<br />
Bolo de milho, broa e cocada<br />
Eu tenho pra vender, quem quer comprar<br />
Pé de moleque, alecrim, canela<br />
Moleque sai daqui me deixa trabalhar<br />
E Zé saiu correndo pra feira dos pássaros<br />
E foi pássaro voando pra todo lugar<br />
Tinha uma vendinha no canto da rua, onde o mangaieiro ia se animar<br />
Tomar uma bicada com lambú assado, e olhar pra Maria do Joá</p>
<p>Cabresto de cavalo e rabichola<br />
Eu tenho pra vender, quem quer comprar<br />
Farinha, rapadura e graviola<br />
Eu tenho pra vender, quem quer comprar<br />
Pavio de candeeiro, panela de barro<br />
Menino vou me embora, tenho que voltar<br />
Xaxar o meu roçado que nem boi de carro<br />
Alpargata de arrasto não quer me levar<br />
Porque tem um Sanfoneiro no canto da rua, fazendo floreio pra gente dançar<br />
Tem Zefa de Purcina fazendo renda, e o ronco do fole sem parar</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/I6rziIv-J7Y'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/I6rziIv-J7Y&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&Oacute;leo essencial de alecrim]]></title>
<link>http://dicalegal.wordpress.com/2008/03/30/oleo-essencial-de-alecrim/</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 06:56:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dica Legal</dc:creator>
<guid>http://dicalegal.wordpress.com/2008/03/30/oleo-essencial-de-alecrim/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: PLANETA NATURAL&nbsp;
 O Alecrim é uma planta cercada de misticismo. Entre os povos grego e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Fonte: <a href="http://www.planetanatural.com.br/detalhe.asp?cod_secao=5&#38;idnot=463" target="_blank">PLANETA NATURAL</a>&#160;</p>
<p align="justify"><img style="margin:0 10px 0 0;" height="155" alt="alecrim-002" src="http://dicalegal.files.wordpress.com/2008/06/alecrim-002.jpg" width="240" align="left" border="0"> O Alecrim é uma planta cercada de misticismo. Entre os povos grego e romano era tida como uma erva sagrada. Usada como incenso ou carregada como amuleto era usada para atrair bons fluídos, principalmente em casamentos, e afastar mau-olhado, quebranto e inveja. Na idade média era usada como defumador e fumigantes em dormitórios com pessoas enfermas. Também os egípcios usavam o Alecrim em seus ritos visto que os túmulos têm vestígios da planta. A busca da cura da alma, através do Alecrim, também revelou aos povos antigos o caminho para a cura do corpo físico. </p>
<p><!--more-->
<p align="justify">A versatilidade terapêutica da planta demonstrada nas propriedades analgésica, anti-depressiva, anti-reumática, anti-séptica, anti-espasmódica e adstringente, entre outras, a tornam uma matéria prima importante para a extração do óleo essencial e consequente utilização pela aromaterapia.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><b><u>A planta</u></b>&#160;</p>
<p align="justify">O Alecrim é um arbusto que tem em média 1 metro de altura. Possui folhas cinza-prateadas em forma de agulha e flores azuis-clara. Uma das lendas em torno dela diz que a cor das flores tornou-se azul após a Virgem Maria ter pendurado seu manto em um arbusto de Alecrim quando parou para repousar durante a fuga para o Egito. De acordo com a lenda, a cor anterior teria sido branca.</p>
<p align="justify">A planta, também conhecida como Rosemary, Posmarino, Rosmarin, Romero, é a preferida das abelhas e floresce de maio a julho, geralmente em encostas rochosas e ensolaradas ou ainda em solos seco e arenosos. Tem sua origem nas palavras latinas ros+marinus, que significa orvalho marinho, daí se explica porque consegue melhor aclimatação na orla marítima.</p>
<p align="justify">É cultivado principalmente na França, Espanha, Itália, Marrocos e Tunísia. De acordo com estudiosos, o óleo de Alecrim da Córsega é mais suave, tendo menos cânfora e mais ésteres. Já o óleo de Alecrim de Marrocos tem um cheiro mais fresco devido ao cineol. No Brasil, o Alecrim pode ser facilmente encontrado em feiras e herboristas. Também pode ser cultivado em canteiro ou vaso.</p>
<p align="justify">A destilação do óleo essencial de Alecrim é feita em cerca de duas horas com vapor. Os princípios ativos da planta incluem o borneol, o canfeno, a cânfora, o cineol, o lineol, o pineno, resinas e a saponina. Trata-se de um óleo estimulante, cálido e penetrante em seu odor e suas ações. Mistura-se bem com outras essências frescas como Bergamota, Manjericão e Hortelã-Pimenta, e dá um óleo de banhos revigorante e refrescante.</p>
<p align="justify">Em geral, o Alecrim penetra, estimula e aguça tudo o que entra em contato com ele. Foi usado como poção rejuvenescedora pela rainha Elizabeth da Hungria. Com 72 anos, paralítica e acometida de gota, a rainha passou a usar um preparado em que o Alecrim era o principal ingrediente. Após o uso recuperou a saúde e a beleza e foi pedida em casamento pelo rei da Polônia. Daí , por diante o preparado ficou conhecido como Água Húngara.</p>
<p align="justify">A utilização na culinária e ritos religiosos coincidiu com a utilização da planta na medicina. No caso da culinária, porém, pesquisadores não podem dizer com certeza se a utilização do Alecrim se devia ao sabor ou pela necessidade de preservar a carne devido a inexistência de condições de refrigeração na época. Devido a função anti-séptica, o Alecrim pode retardar ou enviar a putrefação de carnes.</p>
<p align="justify">O Alecrim é usado pela medicina Antroposófica como uma planta calorífica que ativa o sangue sendo usada para a anemia, menstruação insuficiente, contribuindo também para assimilação do açucar (nos diabéticos) e para refazer o sistema nervoso depois de uma atividade intelectual.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><b><u>Propriedades</u></b>&#160;</p>
<ul>
<li>Poderosa ação anti-séptica
<li>Excelente tônico do coração, fígado e vesícula biliar. Ajuda a diminuir os níveis de colesterol no sangue.
<li>Qualidade penetrante o faz essencial para o tratamento de problemas respiratórios, desde o simples resfriado, catarro, sinusite até casos de asma. A inalação é o uso mais indicado.
<li>Bom analgésico para aliviar quadros de reumatismo e artrite sem apresentar os efeitos sedativos de muitos outros óleos, que tem a mesma função. Usar em banhos, massagens e compressas.
<li>Para músculos cansados, tensos e carregados.
<li>Efeitos rejuvenescedores podem ajudar nos cuidados com a pele e os cabelos. Usado para rinsagem dos cabelos e massagem no couro cabeludo para casos de perda excessiva do cabelo. A medicina chinesa usa o Alecrim para combater a calvície precoce.
<li>A função estimulante do Alecrim sobre o sistema nervoso central é&#160; muito marcante daí ser utilizado em casos de perda ou redução de funções (perda de olfato, deficiência visual, alguns tipos de comprometimento da fala e em casos de paralisia temporária em que os nervos motores são afetados.) Quando as células nervosas são danificadas para sempre a paralisia será irreversível.
<li>A inalação de algumas gotas produz uma sensação de clareza mental, o que facilita os processos mentais. Daí, ser recomendado para melhorar a memória e trazer concentração.
<li>Ação cicatrizante é usada para eczemas, parasitas de pele e feridas. </li>
</ul>
<p align="justify"><b></b>&#160;</p>
<p align="justify"><b><u>Quando e como utilizar o alecrim</u></b>&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Acne:</strong> 30 gotas de O.E. de Alecrim + 20 gotas de O.E. de Tea tree em 100ml de óleo de calêndula</p>
<p align="justify"><strong>Artrite:</strong> 30 gotas de O.E.de Alecrim + 20 gotas de O.E. de Vetiver em 100ml de óleo de Copaíba</p>
<p align="justify"><strong>Bronquite:</strong> Inalação com 3 gotas de O.E. de alecrim em meio litro de água.</p>
<p align="justify"><strong>Cansaço:</strong> 7 gotas de O.E. de Alecrim em 1 colher (sopa) de óleo vegetal - colocar na banheira ou 2 gotas na bucha no caso de tomar banho de chuveiro</p>
<p align="justify"><strong>Caspa:</strong> 5 gotas de O.E. de Alecrim em 100ml de xampu neutro ou 40 gotas de O.E. de Alecrim + 10 de O.E. de Tea Tree em 100 ml de óleo de Copaíba. Aplicar no couro cabeludo uma vez por semana.</p>
<p align="justify"><strong>Dores musculares:</strong> 40 gotas de O.E. de Alecrim + 10 gotas de O.E. de Hortelã- pimenta em 100ml de óleo vegetal.</p>
<p align="justify"><strong>Enxaqueca:</strong><em> </em>1 gota de O.E. de Alecrim na ponta do dedo e fazer massagens circulares nas têmporas.</p>
<p align="justify"><strong>Hipotensão (pressão baixa):</strong> 50 gotas de Alecrim em 100 ml de óleo vegetal. Massagear o corpo diariamente, principalmente os pulsos.</p>
<p align="justify"><strong>Menstruação insufuciente:</strong> 50 gotas de Alecrim em 100ml de óleo de germe de trigo. Fazer massagens circulares no ventre.</p>
<p align="justify"><strong>Piolhos e queda de cabelos:</strong> veja caspa</p>
<p align="justify"><strong>Obs.:</strong> O óleo de Alecrim não deve ser utilizado por pessoas portadoras de eplepsia.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p><span class="sbmLink"><br />
<table cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
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</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="http://dicalegal.wordpress.com/leia-aqui/" target="_blank">Leia aqui antes de comentar</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batatas assadas com sal de alecrim]]></title>
<link>http://cozinhadamo.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 22:13:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>moazevedo21</dc:creator>
<guid>http://cozinhadamo.wordpress.com/?p=13</guid>
<description><![CDATA[Ingredientes:
900g de batatas grandes cortadas em palitos grandes de 1cm de largura
Azeite de oliva
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="1"><font color="#424242"><font face="Verdana"><strong>Ingredientes:<br />
</strong>900g de batatas grandes cortadas em palitos grandes de 1cm de largura<br />
Azeite de oliva<br />
1 cabeça de alho<br />
Pimenta-do-reino moída<br />
3 ramos de alecrim fresco<br />
Raspas de 1 limão siciliano<br />
60g de sal marinho</p>
<p><b>Preparo: </b><br />
Pré-aqueça uma assadeira no forno a 230°C.<br />
Cozinhe as batatas-palito com casca em água salgada, por cerca de 10 minutos. Aqueça um pouco de azeite numa frigideira. Amasse os dentes de alho com uma faca, coloque-os na frigideira com as batatas e refogue-os no azeite. Tempere tudo com a pimenta-do-reino. Coloque na assadeira pré-aquecida e asse durante 15 a 20 minutos, até ficarem crocantes e dourados.<br />
Retire as folhas do ramo de alecrim e coloque-as num pilão com as raspas de limão e o sal. Soque tudo até fazer uma pasta verde, adicionando mais sal se estiver muito úmido. Passe tudo num coador e salpique sobre as batatas antes de servir.<br />
Rendimento: 4 porções<br />
Tempo de preparo: 15 minutos<br />
Tempo de cozimento: 30 minutos</font></font></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chá biológico - Conheça os seus segredos !]]></title>
<link>http://raizculturablog.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 15:06:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>raizculturablog</dc:creator>
<guid>http://raizculturablog.wordpress.com/?p=123</guid>
<description><![CDATA[
No século XIII AC um curandeiro              chamado Asclépio, grande conhecedor de ervas, conceb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/264px-asklepios_antik_staty_nu_i_louvre_nordisk_familjebok.png" alt="264px-asklepios_antik_staty_nu_i_louvre_nordisk_familjebok.png" height="550" width="243" /></div>
<p>No século XIII AC um curandeiro              chamado Asclépio, grande conhecedor de ervas, concebeu um sistema de              cura (também chamado Esculápio de Cos era filho do deus Apolo e da              ninfa Corônis).</p>
<p><!--more--></p>
<p>Esculápio era o deus romano da medicina e da cura. Foi herdado diretamente da mitologia grega, na qual tinha as mesmas propriedades mas um nome sutilmente diferente: Asclepius ("cortar").</p>
<p>Segundo reza o mito, Esculápio nasceu como mortal, mas depois da sua morte foi-lhe concedida a imortalidade, transformando-se na constelação Ofiúco. Dentre seus filhos encontram-se Hígia e Telésforo.</p>
<p>Curiosamente na província da Lusitânia, Esculápio era especialmente venerado, enquanto em Roma era considerado uma divindade menor.</p>
<p>Fundando assim, o primeiro spa de que se tem          conhecimento, em Epidauro, com tratamentos baseados em banhos, jejum, chás, uso              terapêutico de música, teatro e jogos. Os templos de cura pipocaram              em toda Grécia, Asclépio foi deificado.^Seiscentos anos depois,              Tales de Mileto e Pitágoras compilaram essas receitas. Os gregos              adquiriram seus conhecimentos de ervas na Índia, Babilônia, Egito e              até na China.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/hist1.jpg" alt="hist1.jpg" /></div>
<p>Esculápio era representado como um homem barbudo, com o ombro direito descoberto, de olhar sereno ao horizonte, ora acompanhado de sua filha Hygiea (Higia, a saúde), ora sozinho. Seu braço esquerdo, sempre aparece apoiado num cajado, confundido às vezes com o caduceu de Mercúrio, que possui duas serpentes, enquanto em volta de seu bastão há apenas uma serpente. O bastão de Esculápio se transformou no símbolo da medicina.</p>
<p>O chá de plantas medicinais biológicas é o melhor para a saúde. Não possuindo cafeína nem taninos, o chá medicinal biológico é a opção correcta ao café ou ao chá preto. Muitos são já aqueles que se tornaram verdadeiros aficcionados destas plantas medicinais, até porque as mesmas são símbolo de boa qualidade de vida. Existentes desde o início da humanidade, as plantas medicinais chegaram a ser utilizadas ainda na época dos homens primitivos, exactamente para prevenir e tratar diversas enfermidades, baseando-se nessa altura em instintos de nutrição e dedução lógica.</p>
<p>Desta forma, propomos-lhe entrar no mundo das plantas aromáticas e medicinais biológicas. E, o que significa o termo biológico? Significa que são provenientes de uma colheita de plantas espontâneas em áreas não poluídas e de culturas de plantas que respeitam as normas para a agricultura biológica. Estas plantas provenientes de culturas biológicas são oriundas de solos que não foram sujeitos à agressão de insecticidas, herbicidas, ou fertilizantes químicos. Deste modo, os chás medicinais biológicos são a melhor opção para zelar pela sua saúde e bem estar. A forma de preparação da planta medicinal varia consoante a planta em questão.</p>
<p>A infusão é usada para a preparação do chá, de folhas, e de flores de plantas mais delicadas. A preparação é simples: colocar duas colheres de sopa da planta num litro de água quente a ferver, e depois é deixar em infusão entre 5 a 10 minutos. Posteriormente, deixe arrefecer um pouco e beba sempre que lhe apetecer! Seleccionamos para si algumas plantas medicinais biológicas que, além de lhe conferirem um bem estar indescritível, conservam ainda as seguintes propriedades medicinais:</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/camomila.jpg" alt="camomila.jpg" /></div>
<p align="center"><b>Camomila</b></p>
<p>A <b>camomila</b> é uma planta de uso medicinal, cosmético, alimentar e em outras áreas. Tem os nomes científicos de <i>Matricaria Recutita / M.chamomilla L proparte / Chamomilla recutita L Rauschert</i> / Família compostas.</p>
<p>Os egípcios a usavam no tratamento da malária, devido a sua acção anti-inflamatória, é indicada para má digestão, cólica uterina, sedativa (infusão flores ou chá da flor de camomila); para queimaduras de sol (ajuda a refrescar a pele e evita o vermelhidão da pele), conjuntivite e olhos cansados (compressas com infusão do preparado das flores).</p>
<p>Para criança ajuda combater vermes. Como chá usado diáriamente diminui as dores musculares, tensão menstrual, stress e insônia, diarréia, inflamações das vias urinárias; misturado ao chá de hortelã com mel combate gripes e resfriados; banho com sachê de camomila é sedativo e restaurador de forças, e especial para hemorróidas.</p>
<p>Na forma de infusão é útil para o fígado, antialérgico, dores de reumatismos, nevralgias; ajuda a purificar o organismo e aliviar a irritação causada pela poluição. Age como sudorífico.</p>
<p>O tradicional  chá de camomila é reconhecido como um relaxante e tranqüilizante natural, que  ajuda a tratar problemas provocados por tensão nervosa, como insônia, dores de  cabeça,tónico estimulante, cólicas abdominais, equilibra o fluxo menstrual. É também analgésico local (nevralgias, cefaleias, dores de ouvidos, dores reumatismais), e aclara cabelos castanhos.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/melissa.jpg" alt="melissa.jpg" /></div>
<div align="center"><b>Erva Cidreira ou Melissa</b></div>
<p>Também conhecida como Erva Cidreira, é planta perene de folhas verde claro em forma de coração e de flores amarelo-claro. Semeia-se de setembro a janeiro em solos rico em matéria orgânica.</p>
<p>Melissa officinalis), é uma planta perene herbácea da família da menta e da hortelã (Lamiaceae), nativa da Europa meridional. O seu sabor e aroma característicos, frutado, de limão, principalmente nas folhas, deriva do seu óleo essencial do grupo dos terpenos (principalmente monoterpenos: carvacrol, p-cimeno, citral - geraniol e nerol - cânfora, etc). É também designada de citronela e melissa.</p>
<p>As folhas são maiores e mais claras que as da hortelã, ovadas a romboidais ou oblongas e com a margem crenada.</p>
<p>Floresce no final do Verão. As flores são de pequenas dimensões, de cor esbranquiçada ou róseas e atraem especialmente as abelhas, como se indica já no nome do seu género botânico (<i>Melissa</i> provém do grego e significa "abelha"). Nas regiões temperadas, os caules secam durante o Inverno, voltando a reverdecer na primavera. Os frutos são aquénios oblongos, de cor parda e lisos.É uma planta muito utilizada na medicina tradicional, como <span class="new">erva aromática</span> e em aromaterapia. É utilizada como antiespasmódica, antinevrálgica e como calmante.Acredita-se que ajude a conciliar o sono,tambem é usada como digestivo e anti-espasmódico (más digestões, enfartamentos, flatulência, cólicas abdominais, espasmos, palpitações), calmante nervoso (excitação nervosa e ansiedade), cólicas intestinais, facilita menstruação, combate cachumba e é boa para a digestão.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/alfazema2.jpg" alt="alfazema2.jpg" height="241" width="322" /><b></b><b>Lavandas ou Alfazemas</b></div>
<p>As lavandas (populamente conhecidas como alfazemas) são plantas do gênero Lavandula, filo Magnoliophyta, da família Lamiaceae. São pequenos arbustos, perenes, incluindo também as anuais e os subarbustos. O nome é mais frequentemente usado para as espécies do gênero que crescem como ervas e para ornamentação. Destas as mais comuns são a lavanda inglesa e a Lavandula angustifolia (L. officinalis). As espécies ornamentais geralmente são as L. stoechas, L. dentata, e a L. multifida.</p>
<p>As lavandas crescem em jardins. Suas flores são usadas para arranjos florais secos. As flores púrpuras e os brotos, de fragrância suave, são utilizados em potpourris. Secados e embalados em pequenos saquinhos de tecido de algodão são utilizados para serem colocados entre as roupas do armário para dar-lhes uma fragrância fresca e agradadável, e também para impedir a presença de insetos e parasitas.</p>
<p>O cultivo comercial da planta é para a extração de óleos das flores, caules e plantas, que são utilizados como anti-sépticos, em aromaterapia e na indústria de cosméticos. Como produto terapêutico, em infusão, deve ser evitado o uso contínuo, podendo produzir excitação em dose tóxica.</p>
<p>O óleo essencial da lavanda (do latim "lavare", "lavar") já era utilizado pelos romanos para lavar roupa, tomar banho, aromatizar ambientes e como produto curativo (indicado para insônia, calmante, relaxante, dores, etc.). O óleo é obtido da destilação das flores, caules e folhas da espécie Lavandula officinalis. Entre várias substâncias, o óleo apresenta na sua composição o linalol e o acetato de linalila, que conferem a sua fragrância e, ainda, resina, saponina, taninos cumarinas.</p>
<p>As flores de lavanda produzem um néctar abundante que rende um mel de alta qualidade produzida pelas abelhas. O mel da variedade lavanda foi produzida inicialmente nos paises que cercam o Mediterrâneo, e introduzido no mercado mundial como um produto de qualidade superior. As flores da lavanda podem ser utilizadas como decoração de bolos. A lavanda também é usado como erva isoladamente ou como ingrediente da erva da Provence (França).</p>
<p>Em muitas culturas a a milhares de anos a lavanda é usada como diurética, expectorante, sedativa, antiinflamatória, sudorífica,          antiespasmódica, anti-séptica, cicatrizante e colagoga.<br />
Infusão para dores de cabeça e acalma os nervos. Alivia falta de urina,          doenças de baço, cãimbras, gota, inapetência, insolação, fraqueza,          vômitos, hipocondria,falta de regras, insolação, vômitos. Bom para          digestão, dores reumáticas, tosses e resfriados, cistites e inflamações          das vias urinárias, facilita a produção e eliminação da bile, combate          enxaqueca.<br />
É uma planta que tem um poderoso poder antisséptico, cicatrizante, estimula a circulação periférica, anti-depressiva, sedativa e analgésica. É ainda desodorante, purificante e ótimo repelente de insetos.</p>
<p>Lavandas nativas são encontradas nas Ilhas Canárias, norte e oeste da África, sul da Europa e no Mediterrâneo, Arábia e Índia. Os maiores produtores de lavanda são a Bulgária, França, Grã-Bretanha, Austrália e Rússia.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/alecrim1.jpg" alt="alecrim1.jpg" height="350" width="285" /></div>
<div style="text-align:center;"><b>Alecrim   ou rosmaninho</b></div>
<p>O <b>alecrim</b> ou <b>rosmaninho</b> (<i>Rosmarinus officinalis</i>) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como <i>rosmarinus</i>, que em latim significa <i>orvalho do mar</i>.</p>
<p>Em templos e igrejas, o alecrim é queimado como incenso desde a antigüidade. Na Igreja Ortodoxa grega, o seu óleo é utilizado até aos nossos dias, para unção. Nos cultos de religiões afro, como umbanda e candomblé, é utilizado em banhos e como incenso.</p>
<p>Fresco (preferencialmente) ou seco, é apreciado na preparação de aves, caça, carne de porco, salsichas, lingüiças e batatas assadas. Na Itália é utilizado em assados de carneiro, cabrito e vitela. Em churrascos, recomenda-se espalhar um bom punhado sobre as brasas do carvão aceso, perfumando a carne e difundindo um agradável odor no ambiente. Pode ser utilizado ainda em sopas e molhos.</p>
<p>A medicina popular recomenda o alecrim como um estimulante para todas as pessoas atacadas de debilidade extrema, sendo empregado também para combater as febres intermitentes e a febre tifóide.Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim, que também se recomendam a todas as pessoas cujo estômago seja preguiçoso para digerir,também apresenta propriedades carminativas, emenagogas, desinfectantes e aromáticas.</p>
<p>Uma Infusão de alecrim faz-se com 4 gramas de folhas por uma chávena de água a ferver. Tome-se depois das refeições,ele é muito útil da debilidade cardíaca, é excitante do coração e do estômago. Combate acura feridas. Dose normal: De 5 a 10 gr. por litro.  flatulência, males do fígado, rins e intestinos. O chá é bom para combater a tosse, asma, gripe. Em banhos alivia o reumatismo e cura feridas.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/abacate2.jpg" alt="abacate2.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><b>Abacate </b></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p>O fruto , de tamanho          variável é uma baga ovóide ou piriforme, medindo até 20cm de          comprimento. Contém polpa verde, finíssima comestível, que envolve a          semente, grande e globulosa. Além de uma pequena porcentagem de ácidos,          o abacate possui matérias graxas, proteínas, substâncias minerais, óleo          pingue, açúcar, hidrato de carbono, etc. Com exceção da banana, o          abacate tem quatro vezes mais valor nutritivo do que os outros frutos.          Emprego: Prisão de ventre, flatulências, perturbações digestivas, gota          reumatismo, afecções dos rins, da pele, do fígado, etc. As cascas são          vermífugas, sendo também adequadas para o tratamento de hemorragias,          disenteria e bouba. O chá de folhas por sua vez, é excelente diurético,          sendo também eficaz nos seguintes casos: nevralgias, dores de cabeça,          catarros, bronquite, diarréia, afecções da garganta, cansaço, dispepsia          atônica, rouquidão, tosse, disenteria, etc.</p>
<p align="left">O abacate, abacado ou          pêra-de-advogado é o fruto comestível do abacateiro, que é uma árvore da          família da laureáceas, nativa do México ou da América do Sul (Persea          americana), hoje extensamente cultivada - incluindo nas Ilhas Canárias e          na ilha da Madeira - e muito popular no Brasil. São conhecidas mais de          500 variedades, de três origens diferentes: a guatemalteca, a antilhana          e a mexicana. A parte comestível é a polpa verde-amarelada, de          consistência mole, que envolve a grande semente. Tem mais de 30% de          gorduras (extraída comercialmente da semente, como do mesocarpo do fruto          e de aplicação cosmética), é rica em açúcares e vitaminas e possui um          dos mais elevados teores de proteínas dentre as frutas. É consumido          isoladamente ou em saladas temperadas com molhos, como no guacamole,          prato da culinária mexicana, ou como sobremesa, batido com leite e          açúcar no Brasil.</p>
<p>O abacate era amplamente cultivado antes da conquista espanhola, mas só          mereceu a atenção dos horticultores no século XIX. O nome nahuatl          (asteca) do fruto é ahuacatl (o qual significa testículo - analogia com          a sua forma), que originou, em espanhol, a palavra aguacate. O abacate é          um fruto arrendondado ou piriforme, de peso médio de 500 a 1.500g. Sua          casca varia, em colorido, do verde ao vermelho-escuro, passando pelo          pardo, violáceo ou negro. As suas duas principais variedades são a          Strong (cor verde) e a Hass (cor roxa). A árvore, o abacateiro, atinge          até 15 ou 20 m e cresce melhor em climas quentes.</p>
<p>A variedade Strong parece ser mais alergizante que a Hass. Estão          descritas dermites de contacto com cremes solares com abacate no seu          conteúdo. A alergia IgE dependente ao abacate é rara, traduzindo-se por          rinoconjuntivite, vómitos, urticária e choque anafiláctico. Em geral,          existe um ou mais sensibilizantes associados, como a papaia, kiwi,          banana, castanha e sobretudo látex.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/0arruda1.jpg" alt="0arruda1.jpg" height="254" width="339" /><b>Arruda</b></div>
<p>A <b>arruda</b> (<i>Ruta graveolens L</i>, <i>Ruta montana</i>, <i>Ruta sativa</i>, <i>Ruta hortensis</i>, <i>Ruta latifolia</i>) é uma planta da família das Rutáceas.</p>
<p>Também é denominada como <i>arruda-fedorenta</i>, <i>arruda-doméstica</i>, <i>arruda-dos-jardins</i>, <i>ruta-de-cheiro-forte</i>.</p>
<p>É usada desde a antiguidade para proteger as pessoas do mau olhado, no              século XVI deu origem a uma estória curiosa: quando morriam em              Londres 7.000 pessoas por semana com a peste, e as casas atingidas              eram marcadas com uma cruz vermelha, alguns ladrões não se              incomodavam e entravam para roubar e não eram atingidos pela peste.              O motivo: um famoso vinagre, dos quais um dos principais componentes              é a arruda, num galão de vinagre de vinho junto com a sálvia, losna,              menta, alecrim e lavanda, temperadas com alho, cânfora, noz moscada,              cravo e canela, constituindo um poderoso anti-séptico. Essa mistura              ficou conhecida como vinagre dos quatro ladrões.</p>
<p>Subarbusto muito cultivado nos jardins em todo o mundo, devido às suas folhas, fortemente aromáticas. Atinge até um metro de altura, apresentando haste lenhosa, ramificada desde a base. As folhas são alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15 cm de comprimento. As flores são pequenas e amareladas. O fruto é capsular, de quatro ou cinco lobos, salientes e rugosos, abrindo-se superior e inteiramente em quatro ou cinco valvas.</p>
<p>É um repelente natural de insectos e ratos, a planta não deve ser ingerida, pois é altamente tóxica; mulheres grávidas também não devem usá-la pois é abortiva; Causa confusão mental, convulsões e dores violentas nos intestinos. Seu uso deve ser restrito ao externo sob forma de cataplasmas para pernas varicosas, ou alívio de dores de ciática ( aplicar no local directamente, passando antes óleo para não irritar a pele). Folhas frescas, dispostas sobre a testa, aliviam a dor de cabeça.</p>
<p>Suas folhas são utilizadas como chá com fins calmantes. Na forma de infusão (20 gramas para um litro de água), ou empregando-se as folhas secas em pó, combate os piolhos.</p>
<p>Uma crença popular de raiz africana, remontando aos tempos coloniais, dita que os homens usem um pequeno galho de folhas por cima de uma orelha, ou que um galho das mesmas seja mantida no ambiente, para espantar maus espíritos.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://raizculturablog.wordpress.com/files/2008/02/bucha1.jpg" alt="bucha1.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;"><b>Bucha ou bucha paulista</b></div>
<p>A polpa do fruto da luffa cylindrica              madura é usada pelo povo como purgativa e vermífuga. Infusão com 8              gs para um copo de água fervida. Caules e folhas têm seu uso popular              nas pertubações do fígado, prisão de ventre e anemia.</p>
<p>Trepadeira de até 5 metros, de folhas grandes, ásperas e verde escuras,          que lembram a forma de uma mão aberta. Flores grandes amarelas. Fruto de          até 50 cm de comprimento, cilíndrico, amarelo quando maduro e castanho          escuro quando seco. Clima tropical, mas em regiões com 900 a 1200 metros          de altitude, verões suaves ( 22 a 25 graus) e boa ventilação, tem          mostrado boa produção. Prefere solo argilo-arenoso, fértil, bem drenado          e com acidez fraca. Deve ser plantado na primavera. Exige fertilidade e          se dá bem com adubação orgânica.</p>
<p>A polpa do fruto da luffa operculata              é usada popularmente para combater a sinusite: coloque meia buchinha              do norte seca, sem pele e sem sementes em um litro de água, fervendo              por dois minutos. Deixe amornar tampado, coe, acrescente 1 colher              sopa de sal de cozinha, mexa bem e pingue duas gotas em cada narina              a cada quatro horas por no máximo quatro dias.</p>
<p>Efeitos colaterais:                A buchinha do norte em altas doses é extremamente tóxica, causando                hemorragias e acidentes fatais. Sua utilização não deve se                prolongar por mais que o indicado e deve ser interrompido seu uso                imediatamente em caso de dor de cabeça.</p>
<p>Fonte e Imagens</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/">Wikipédia</a><br />
Google Imagens</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pernil de porco ao alecrim]]></title>
<link>http://nacozinha.wordpress.com/2007/11/20/pernil-de-porco-ao-alecrim/</link>
<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 13:40:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>nacozinha</dc:creator>
<guid>http://nacozinha.wordpress.com/2007/11/20/pernil-de-porco-ao-alecrim/</guid>
<description><![CDATA[
Fiz esse pernil no churrasco/loucura que fizemos no nosso apartamento, que já mencionei no post c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://kaixismo.files.wordpress.com/2006/09/porco.jpg&#38;imgrefurl=http://forum.sysadmin.it/forum_posts.asp%3FTID%3D16469%26PID%3D87599&#38;h=306&#38;w=307&#38;sz=14&#38;tbnid=PuQkPp9FOAu8lM:&#38;tbnh=117&#38;tbnw=117&#38;prev=/images%3Fq%3Dporco%26um%3D1&#38;start=2&#38;sa=X&#38;oi=images&#38;ct=image&#38;cd=2"><img src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:PuQkPp9FOAu8lM:kaixismo.files.wordpress.com/2006/09/porco.jpg" border="1" alt="http://forum.sysadmin.it/forum_posts.asp?TID=16469&#38;PID=87599" vspace="4" width="117" height="117" align="middle" /></a></p>
<p>Fiz esse pernil no churrasco/loucura que fizemos no nosso apartamento, que já mencionei no post com a receita do palmito.</p>
<p>Ingredientes:</p>
<p>01 pernil de porco (01 bandeja vendida nos supermercados)</p>
<p>02 limões</p>
<p>Sal</p>
<p>Azeite</p>
<p>Alecrim</p>
<p>01 Dose de vodka boa.</p>
<p>Modo de fazer: primeiro lavar o pernil com o suco dos limões, espreme todo o suco e esfrega os limões no pernil. Deixa marinando um pouco no limão, uns 15 a 20 minutos, e depois coloca o sal, o azeite, o alecrim e a dose de vodka. Deixei na geladeira umas 3 horas, antes de colocar na churrasqueira. Colocar na grelha, longe do fogo, até está no ponto, bem assadinho, mas, cuidado para não secar.</p>
<p>Beijos e abraços,</p>
<p> Bolo</p>
]]></content:encoded>
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