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	<title>25-de-abril &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/25-de-abril/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "25-de-abril"</description>
	<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 20:39:23 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Recordando... Abril 08 na Academia]]></title>
<link>http://portucalis.wordpress.com/2008/10/14/recordando-abril-08-na-academia/</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:12:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marga Ferrer</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fazer este post nesta altura até parece descabido de contexto. Mas não porque 1º) prometi recorda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Fazer este post nesta altura até parece descabido de contexto. Mas não porque 1º) prometi recordar todas as aulas dadas na Academia durante o ano lectivo transacto (ver página da Academia) e 2º) estamos quase a abrir as actividades da Academia para o actual ano. Será bom começar um novo ano com o anterior rematado! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:left;">E é sempre bom recordar! Revejam-se!</p>
<p style="text-align:left;">O calendário das sessões de Abril foi anunciado <a href="http://portucalis.wordpress.com/2008/04/03/agenda-da-academia-para-abril/" target="_blank">aqui</a> (tendo apenas sofrido uma alteração no dia 23 de Abril).</p>
<p style="text-align:left;">Começámos o mês com a estreia de Elora Lungu como formadora na sua especialidade: Profissões - Bartender. Recordam-se do que ela preparou para a aula? Dos suplementos dados? E da discussão de &#8220;entendidos&#8221; que ali aconteceu?</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/10/ap_elorabar_3abril08_002.jpg"><img class="size-medium wp-image-1442 aligncenter" title="ap_elorabar_3abril08_002" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/10/ap_elorabar_3abril08_002.jpg?w=300" alt="" width="300" height="174" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Nem sei se caiu tudo &#8220;grogue&#8221; para o lado! Mas que a formadora foi tipo &#8220;Quinta do Carmo&#8221; colheita de 1979, foi! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/10/ap_elorabar_3abril08_005.jpg"><img class="size-medium wp-image-1443 aligncenter" title="ap_elorabar_3abril08_005" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/10/ap_elorabar_3abril08_005.jpg?w=300" alt="" width="300" height="174" /></a></p>
<p style="text-align:left;">A aula da semana seguinte (10 Abril 08) foi dada por M2life Paravane onde todos construiram um gazebo. Não tenho fotos dessa sessão. Sorry! Mas estou certa que quem esteve se lembra!</p>
<p style="text-align:left;">No dia 17 de Abril tivemos outra estreia de um formador: Jao Markstein. A aula foi sobre Sensores e dada em conjunto por Jao e M2life.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/10/sensores_aula17abril08_003.jpg"><img class="size-medium wp-image-1446 aligncenter" title="sensores_aula17abril08_003" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/10/sensores_aula17abril08_003.jpg?w=300" alt="" width="300" height="174" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Foi bem divertido! Recordam-se de passar por quadrados que se viram para vós e mudam de intensidade de cor quando os atravessam? E as escadas que alargam?</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/10/sensores_aula17abril08_010.jpg"><img class="size-medium wp-image-1447 aligncenter" title="sensores_aula17abril08_010" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/10/sensores_aula17abril08_010.jpg?w=300" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p style="text-align:left;">E a caça ao tesouro, como aplicação do que se tinha aprendido? ihihi o tesouro era uma t-shirt &#8220;Sei tudo sobre sensores&#8221; e estava na casinha da Academia. Quem é que descobriu o tesouro, quem foi? Esta t-shirt veio a estar posteriormente no quiosque da Academia na exposição da SL&#8217;ang Life, em Junho (obrigada Star e Jao).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/10/sensores_aula17abril08_0071.jpg"><img class="size-medium wp-image-1459 aligncenter" title="sensores_aula17abril08_0071" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/10/sensores_aula17abril08_0071.jpg?w=300" alt="" width="300" height="180" /></a></p>
<p>Na semana seguinte estava agendada a aula de Zot Lane, mas esta foi adiada para dia 1 de Maio. No dia 23 de Abril a Academia recebeu o evento &#8220;<a href="http://tagus.wordpress.com/2008/04/21/25-de-abril-no-second-life-viagens-no-tempo-e-no-espaco/" target="_blank">25 de Abril no Second Life: viagens no tempo e no espaço</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/10/25-de-abriln-academia-23abril08_007.jpg"><img class="size-medium wp-image-1455 aligncenter" title="25-de-abriln-academia-23abril08_007" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/10/25-de-abriln-academia-23abril08_007.jpg?w=300" alt="" width="300" height="148" /></a></p>
<p>A iniciativa foi louvável e o momento que se viveu na Academia foi inesquecível. Cada um dos presentes relatou a sua história de vida e de experiência relativamente à data que se comemorava.  Uma espécie de: &#8220;Onde estava no 25 de Abril?&#8221;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/10/25-de-abriln-academia-23abril08_008.jpg"><img class="size-medium wp-image-1456 aligncenter" title="25-de-abriln-academia-23abril08_008" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/10/25-de-abriln-academia-23abril08_008.jpg?w=300" alt="" width="300" height="174" /></a></p>
<p>Desta iniciativa, com todos os depoimentos recolhidos pelos vários espaços onde se realizou, foi elaborado e compilado um livro. Pergunto-me o que foi feito sobre ele.</p>
<p>E foi assim o mês de Abril 08 na Academia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista a Hernani Carvalho]]></title>
<link>http://miguelsplates.wordpress.com/2008/10/08/entrevista-a-hernani-carvalho/</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 11:05:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel</dc:creator>
<guid>http://miguelsplates.wordpress.com/2008/10/08/entrevista-a-hernani-carvalho/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: O Jornal
HERNÂNI CARVALHO é o meu Entrevistado, depois de termos entrevistado há uns mêse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://fdrojornal.wordpress.com/" target="_blank">O Jornal</a></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align:justify;"><em><span style="color:#ff6600;"><img class="alignleft" src="http://quiosque.aeiou.pt/users/2/222/uphoto-de225465.jpeg" alt="" width="100" height="100" />HERNÂNI CARVALHO é o meu Entrevistado, depois de termos entrevistado há uns mêses Paulo Teixeira-Pinto, Presidente da Causa Real, O JORNAL, volta às Entrevistas. Hernâni Carvalho é um dos jornalistas portugueses mais premiados. Esteve na Bósnia, debaixo de fogo, em Timor, cuja experiência lhe valeu a escrita de um livro, e mais recentemente, esteve no Afeganistão. Arriscou várias vezes a vida, chegando por vezes a sítios onde mais nenhum jornalista conseguia chegar. Hoje participa semanalmente no programa da TVI “Você na TV”, na rúbrica CRIME DIZ ELE. </span></em></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align:justify;"><strong><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">1-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span></strong><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">Estando Portugal perto de completar 865 anos de existência, no próximo 5 de Outubro, pergunto-lhe o que é para si, em pleno século XXI, ser Português?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">É pouco mais do que esperança. É tudo quanto nos resta. Muitos calam-se, os bons partem e os mediocres continuam a governar e a decidir. Culpa de todos nós, é claro.</span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><strong><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">2-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span></strong><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">Que análise faz às 3 Republicas Portuguesas, tendo em conta que também no próximo dia 5 de Outubro, serão as comemorações dos 98 anos da Proclamação da Republica?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">A primeira foi a vingança dos miseráveis. A monarquia liberal tinha muito mais representatividade, por exemplo no parlamento, que a primeira Republica teve. Veja-se, nesses dias, quem perdeu direito de voto e quantos. A própria ideia de imperio nasce por essa altura. <span> </span>A segunda fechou-nos e isolou-nos à modernidade e ao desenvolvimento. A terceira prometeu, prometeu, mas os homens do Maio de 68, chegados ao governo são um flop. Em toda a Europa.</span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><strong><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">3-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span></strong><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">Para si, o que é mais importante? Celebrar a Fundação do País ou a Republica? O que é que para si deveria unir mais os Portugueses?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">Importante é celebrar Portugal. O que nos devia unir é a globalização. Estamos a ser despidos das tradições que nos fizeram crescer. Estamos a ser normalizados</span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><strong><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">4-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span></strong><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">Faz sentido, hoje, em pleno século XXI, ser-se Monárquico e defender-se este ideal? </span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">Faz hoje mais do que nunca! <span> </span></span></span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">5-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#ff6600;">Procurando, eu, sempre que posso, ver a sua rúbrica na TVI “Crime diz ele”, que comentário faz ao nosso sistema de Justiça?</span></strong> </span></span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">Quando ocorreu o 25 de Abril de 74, oito por cento dos portugueses sabia que aquele edifício estava podre e vivia da impossibilidade de o povo ter direito à Justiça. Hoje sabem-no provavelmente oitenta e oito por cento dos portugueses. A miséria é maior agora. A título de exemplo, por aqueles dias de 74, os juízes fascistas que presidiram a tribunais plenários onde o direito a liquidar uma pessoa era quase pleno, foram administrativamente reciclados em vinte e quatro horas. A 26 de Abril desse mesmo ano, os mesmo juízes foram reciclados administrativamente e transformados em exemplares e democratas cidadãos e de novo colocados no pedestal a decidir a vida das pessoas que pedem justiça. Temos leis a mais e eficácia quase nula. </span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><strong><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">6-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span></strong><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">É apologista da Prisão Perpétua?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">Sou apologista de penas eficazes e, sem pudor, assumo que uma pena deve ser um castigo e não uma reinserção, ao contrário do que defendem os modernistas da filosofia do direito. Isso não existe nem no eden. As raras excepções não dependeram do sistema. Falar em reinserção na prisão é ser calvinista e hipócrita, mas reconheço que é politicamente mais correcto. A prisão definitiva (com execepção de alguns casos - não encontro outra pena para quem, sendo dado como imputável, viola estripa e mata pessoas em série…) parece-me um risco <span> </span>numa sociedade democratica. </span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><strong><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">7-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span></strong><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">Que análise geral faz ao actual sistema político português?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">É um logro. Desde logo pela base. O presidente da assembleia municipal não é votado pelo povo, como se faz crer nas campanhas, mas sim pelos eleitos nessa assembleia. E esta, em si, é outro logro pois os presidentes de junta de freguesia eleitos votam a escolha do presidente da assembleia municipal. Reconheço que os presidentes de Junta devam ter direito a expressar problemas e matérias na Assembleia Municipal mas sou contra terem direito a voto. Defendo que os municipios devem ser geridos pelos vereadores eleitos na lista vencedora. Defendo os circulos uninominais no parlamento nacional <span> </span><span> </span><span> </span></span></span></span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align:justify;"><strong><span><span><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">8-</span></span></span><span><span style="color:#ff6600;">      </span></span></span></span></strong><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">Como comenta o Tratado de Lisboa? Vê nele benefícios para Portugal? Se sim, quais? Não será antes o pronunciamento do príncipio do fim de Portugal como Estado Soberano, nomeadamente relativamente à perda das águas territoriais?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">Um país onde o ministro das Finanças decreta o fim da crise e outro afirma haver um deserto na margem sul, não carece de apresentações. Nesse país tudo é possível. Os medíocres escolhem sempre mediocres.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">9- Faz sentido, um homem com cadastro, como Aquilino Ribeiro, no Panteão Nacional?</span></span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong></strong><span style="font-size:x-small;">Julgar a História é arriscado. A estátua mais alta de Lisboa é a do Marquês de Pombal… Há outras matérias mais preocupantes. Mas percebo a questão. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#ff6600;">10- Acredita que a Monarquia Parlamentar e Democrática poderá ser uma realidade a médio prazo?</span></strong> Não. Tenho pena, mas não acredito. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#ff6600;">11- Que opinião tem do “boom” de sites de informação monárquica que se foram formando até há bem pouco tempo?</span></strong> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">Espero para ver. É cedo. Tenho esperança de que não se transformem na defesa das capelinhas miseráveis que tenho visto ocorrer noutros registos…</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">12- Já tinha conhecimento do PDR-Projecto Democracia Real? Que opinião tem sobre este aumento do interesse pela Monarquia em Portugal? Acredita que os Portugueses podem ver a Monarquia como uma esperança se os monárquicos conseguirem passar a mensagem?</span></span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong></strong><span style="font-size:x-small;">São muitas perguntas numa só. Não conheço o PDR nem acredito nesse “aumento do interesse pela Monarquia em Portugal”, que refere. Não o vislumbro nem o ouço no dia a dia das pessoas com quem falo ou das que observo. Ademais, “se os monárquicos conseguirem passar a mensagem” é um problema com noventa anos. <strong></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="color:#ff6600;"><span style="font-size:x-small;">13- Como analisa a situação em Timor-Lorosae? </span></span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong></strong><span style="font-size:x-small;">O estado Timorense não tem essa designação. <span> </span>Está a viver as naturais dores de crescimento. Mas sobre o neo-colonialismo australiano e os escandolosos privilégios dos funcionários da ONU <span> </span>em Timor, denunciei-os em 1999 e 2000 e chamaram-me incendiário. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#ff6600;">14- Considera que a CPLP pode fazer mais do que tem feito, podendo, por exemplo, criar uma “Confederação Lusofona”? </span><span><span style="color:#ff6600;"> </span></span></span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><strong></strong><span style="font-size:x-small;">No domínio das ideias é possível… mas já se provou que impraticável.<strong></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#ff6600;">15- Que Portugal deseja para o futuro?</span></strong> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:x-small;">O que desejo não é o que prevejo. Desejo um país onde a Justiça não seja um sonho. Onde os pobres também tenham acesso e direito a ela. Onde ela, a Justiça, seja de facto o fiel da balança dos outros dois pilares – Parlamento e Governo. Onde o mais alto magistrado da nação não seja símbolo a prazo, como qualquer contratado a recibos verdes. Onde os homens pensem e projectem o país no real interesse da nação e não no interesse da camarilha a que pertencem. Mas repito: O que desejo, pena minha, não é o que prevejo<strong><span style="color:#ff6600;">.</span></strong></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Podia acabar o Mundo"]]></title>
<link>http://miguelsplates.wordpress.com/2008/10/02/podia-acabar-o-mundo/</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 09:52:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel</dc:creator>
<guid>http://miguelsplates.wordpress.com/2008/10/02/podia-acabar-o-mundo/</guid>
<description><![CDATA[
Ontem estreou uma novela na SIC que aborda a ainda não sarada ferida da descolonização portugues]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="msgcns!D1C5EC79B33D93E!1332" class="bvMsg">
<p align="justify">Ontem estreou uma novela na SIC que aborda a ainda não sarada ferida da descolonização portuguesa e o regresso dos chamados retornados. Foi com impaciência e curiosidade que estive “pregado” ao meu sofá a ver o início da novela e a comentar com a minha mulher (Belga) as roupas e os penteados que nessa altura proliferavam por Portugal inteiro.</p>
<p align="justify">Por morar na linha do Estoril e ir com alguma regularidade a Lisboa não pude deixar de ver com frequência os caixotes que estavam amontoados ao longo do Tejo com nomes de pessoas e das cidades de onde vinham. Eram imensos e eu não me apercebia que cada caixote trazia um grande número de histórias para contar. Foi nessa altura que comecei a ter amigos novos, que falavam português com outro sotaque, outros que tinham outra cor e que quando íamos a casa deles tudo cheirava diferentemente. Comiam outras coisas que não cheiravam bem e que nem sequer sabiam bem. Era tudo muito diferente e estavam sempre a dizer que Portugal não prestava e que em Angola / Moçambique é que era bom. Os pais desses novos amigos porém estavam contentes porque os seus filhos tinham “alguém de cá” para brincar e sempre me acolheram com a maior simpatia e contavam-me de vez em quando histórias de África.</p>
<p align="justify">Aos poucos fui-me sentindo culpado por ser um Português “de cá” e por nunca ter estado em Angola ou em Moçambique, porque não conhecia esses lugares e não poder partilhar das suas histórias. Eu era o único do grupo que era da Metrópole. As nossas brincadeiras eram apenas “às guerras”, nunca se brincava a mais nada. Hoje vendo as coisas, se calhar porque esses meus amigos nunca tivessem visto mais nada antes de virem para a Metrópole, quem sabe.</p>
<p align="justify">Também se começou a ouvir novos vocábolos como “retornados” e “IARN”. A minha Mãe passava a vida a dizer “coitados, perderam tudo” e eu só me apercebi muitos anos depois o que tudo isso significava, o drama que essas pessoas viveram e que muitos ainda vivem. A descolonização abriu chagas enormes que ainda estão muito longe de serem saradas e isso vê-se sempre que há um programa de televisão ou de rádio que aborde o assunto, ou quando se começa a falar sobre esse período da história portuguesa.</p>
<p align="justify">Vivi essa altura com imensa intensidade apesar de não me ter apercebido de muitas coisas à minha volta devido à minha tenra idade. Quando tinha 7 anos deu-se o 25 de Abril e depois foram diversos pequenos “golpes de estado” e a independência das colónias que se sucederam numa cadência vertiginosa. Lembro-me da independência de Angola e do relato que o jornalista estava a fazer em directo para o telejornal ao telefone a partir de Luanda. Lembro também o período que antecedeu a invasão indonésia de Timor e da reportagem do Adelino Gomes e depois da invasão, do meu Pai me ter mostrado no Atlas onde era Timor e a Indonésia. De certeza que ele não se apercebeu, mas foi a melhor conversa que ele teve comigo.</p>
<p align="justify">Aos poucos o termo “Retornados” ganhou uma conotação negativa e acabou por desaparecer. Esses Portugueses trouxeram a sua força de viver e foram eles que impulsionaram a sociedade portuguesa e geraram muita riqueza. Portugal nunca lhes pagou e nunca lhes reconheceu mas hoje são eles que se podem orgulhar de ser o motor da sociedade portuguesa.</p>
<p align="justify">A descolonização e a independência das colónias era algo que tinha de acontecer, mas não como foi feita. O que aconteceu em 1974 – 1976 foi nada mais que uma traição não apenas para com os Portugueses que regressaram mas também para as então chamadas “populações indígenas” a quem aquela terra sempre pertenceu. Ontem ao ver a SIC notícias comoveu-me ouvir uma senhora dizer que era loura de olhos azuis e que o seu Povo era o de Angola e que essa era a sua terra. Como ela conheci muitos.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Revolução é para ontem!]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2008/09/19/a-revolucao-e-para-ontem/</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 12:13:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>raiva</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2008/09/19/a-revolucao-e-para-ontem/</guid>
<description><![CDATA[
Foto Eduardo Gageiro
Este é o grande capital
O tal do gostinho especial
Gosto a limão, gosto a ce]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://revolucionaria.files.wordpress.com/2008/09/gageiro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-125" title="gageiro" src="http://revolucionaria.files.wordpress.com/2008/09/gageiro.jpg?w=484&#038;h=372#38;h=372" alt="" width="484" height="372" /></a><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !mso]&#62;--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong>Foto Eduardo Gageiro</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>Este é o grande capital</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>O tal do gostinho especial</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>Gosto a limão, gosto a cereja</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>Gosto a opressão numa bandeja</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>O grande capital</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>Está vivo em Portugal</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>E quem não o combate</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><em>é quem dele faz parte</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">Sérgio Godinho</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right">
<address><span style="color:#666699;"><br />
</span></address>
<address> </address>
<h2 class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Acostumei-me a ouvir o meu pai dizer que quando não se é revolucionário aos 20 anos nunca mais se é. Ouvi-o dizer isto pela primeira vez muito antes de ter 20 anos. Sou de uma geração cuja infância foi Abril. Antes era cedo para me aperceber que as portas estavam cerrada, mas naqueles dias que se seguiram o rosto das pessoas aliviou-se e o país cinzento subitamente ganhou cor. A esperança de que definitivamente tudo mudara era tão grande e a confiança do povo ter do seu lado a força das armas foi tão forte que as pessoas se esqueceram de que toda a revolução implica sempre uma contra-revolução. Demos a liberdade por conquistada, deixámos de estar vigilantes e entregámos o nosso destino nas mãos de um animal político burguês e bem falante que se dizia socialista. Mal sabia o povo que na pasta de diplomata com que aterrou em Portugal já vinham os planos para fazer Portugal entrar na CEE e talvez já algumas instruções do cia Carlucci. O Dr. Mário Soares tinha entretanto deixado o socialismo esquecido numa gaveta algures em Paris. Certo é que ao grande democrata nunca passou sequer pela cabeça consultar o povo português e muito menos avisá-lo do preço que o país havia de pagar pelo dinheiro injectado para destruir as nossas forças produtivas. Já não tínhamos o negócio das especiarias, nem o ouro do Brasil, nem a mama insustentável das colónias, só nos restava vender o país em troca de dinheiro fácil. Foi então que começámos a comprar tudo feito e a sentir cada vez menos necessidade de produzir. Pagavam-nos para não produzirmos. Era o momento de nos darem a Europa no Natal para nos aliciar. E o povo preferiu acreditar nesse Pai Natal mais do que na sua capacidade de trabalhar para desenvolver o país com as suas próprias mãos e o seu próprio esforço. Onde há dinheiro fácil há negociatas, corrupção e obscuros jogos de bastidores que deitaram tudo a perder. Hoje o país é o resultado refinado desse mau passo porque a Europa social e cooperante, que nunca passou de uma aparência para nos iludir, deixou de  fazer parte da agenda política dando lugar à Europa da competitividade, do lucro e das altas transacções do capital financeiro que só é capaz de sobreviver minando e destruindo tudo à sua volta. Por isso, por muito que nos venha a custar é preciso romper, é preciso dizer não às imposições dos tratados europeus de Maastricht ao “de Lisboa” e retomar o processo revolucionário interrompido. </strong></h2>
<h2 class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Revolucionária aos dez, revolucionária aos vinte, aos trinta, aos quarenta, nunca me passou pela cabeça deixar de ser revolucionária porque a revolução nunca está feita, é um devir.</strong></h2>
<h2 class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Todos nós estamos sedentos de revolução. Sabemos que esse é o fundo mas não encontramos a forma. Dou por mim a pensar que se não tivesse havido o 25 de Abril, naturalmente estaríamos exactamente na mesma que estamos hoje. Por isso a revolução justifica-se e torna-se ainda mais urgente. Mas como  conviver com o facto de que todas as esquerdas alguma vez erraram em todo este processo? Como apagar os ressentimentos por não nos termos sabido unir em defesa das conquistas de Abril? Como aceitar que todos nos enganámos a dada altura e aprender com esses erros para não os repetir? Como admitir que continuamos ainda hoje a medir forças, cada um a fazer no seu quintal o que só pode acontecer quando nos unirmos?</strong></h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>#kaótica in <a href="http://revolucionaria.wordpress.com/2008/09/19/122/" target="_self">Cheira-me a Revolução</a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Revolução é para ontem!]]></title>
<link>http://revolucionaria.wordpress.com/2008/09/19/122/</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 23:01:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolucionaria</dc:creator>
<guid>http://revolucionaria.wordpress.com/2008/09/19/122/</guid>
<description><![CDATA[
Foto Eduardo Gageiro
Este é o grande capital
O tal do gostinho especial
Gosto a limão, gosto a ce]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://revolucionaria.files.wordpress.com/2008/09/gageiro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-125" title="gageiro" src="http://revolucionaria.wordpress.com/files/2008/09/gageiro.jpg" alt="" width="484" height="372" /></a><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !mso]&#62;--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong>Foto Eduardo Gageiro</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>Este é o grande capital</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>O tal do gostinho especial</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>Gosto a limão, gosto a cereja</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>Gosto a opressão numa bandeja</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>O grande capital</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>Está vivo em Portugal</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>E quem não o combate</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong><em>é quem dele faz parte</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right">
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><strong>Sérgio Godinho</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Acostumei-me a ouvir o meu pai dizer que quando não se é revolucionário aos 20 anos nunca mais se é. Ouvi-o dizer isto pela primeira vez muito antes de ter 20 anos. Sou de uma geração cuja infância foi Abril. Antes era cedo para me aperceber que as portas estavam cerrada, mas naqueles dias que se seguiram o rosto das pessoas aliviou-se e o país cinzento subitamente ganhou cor. A esperança de que definitivamente tudo mudara era tão grande e a confiança do povo ter do seu lado a força das armas foi tão forte que as pessoas se esqueceram de que toda a revolução implica sempre uma contra-revolução. Demos a liberdade por conquistada, deixámos de estar vigilantes e entregámos o nosso destino nas mãos de um animal político burguês e bem falante que se dizia socialista. Mal sabia o povo que na pasta de diplomata com que aterrou em Portugal já vinham os planos para fazer Portugal entrar na CEE e talvez já algumas instruções do cia Carlucci. O Dr. Mário Soares tinha entretanto deixado o socialismo esquecido numa gaveta algures em Paris. Certo é que ao grande democrata nunca passou sequer pela cabeça consultar o povo português e muito menos avisá-lo do preço que o país havia de pagar pelo dinheiro injectado para destruir as nossas forças produtivas. Já não tínhamos o negócio das especiarias, nem o ouro do Brasil, nem a mama insustentável das colónias, só nos restava vender o país em troca de dinheiro fácil. Foi então que começámos a comprar tudo feito e a sentir cada vez menos necessidade de produzir. Pagavam-nos para não produzirmos. Era o momento de nos darem a Europa no Natal para nos aliciar. E o povo preferiu acreditar nesse Pai Natal mais do que na sua capacidade de trabalhar para desenvolver o país com as suas próprias mãos e o seu próprio esforço. Onde há dinheiro fácil há negociatas, corrupção e obscuros jogos de bastidores que deitaram tudo a perder. Hoje o país é o resultado refinado desse mau passo porque a Europa social e cooperante, que nunca passou de uma aparência para nos iludir, deixou de  fazer parte da agenda política dando lugar à Europa da competitividade, do lucro e das altas transacções do capital financeiro que só é capaz de sobreviver minando e destruindo tudo à sua volta. Por isso, por muito que nos venha a custar é preciso romper, é preciso dizer não às imposições dos tratados europeus de Maastricht ao &#8220;de Lisboa&#8221; e retomar o processo revolucionário interrompido.  <span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Revolucionária aos dez, revolucionária aos vinte, aos trinta, aos quarenta, nunca me passou pela cabeça deixar de ser revolucionária porque a revolução nunca está feita, é um devir.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Todos nós estamos sedentos de revolução. Sabemos que esse é o fundo mas não encontramos a forma. Dou por mim a pensar que se não tivesse havido o 25 de Abril, naturalmente estaríamos exactamente na mesma que estamos hoje. Por isso a revolução justifica-se e torna-se ainda mais urgente. Mas como  conviver com o facto de que todas as esquerdas alguma vez erraram em todo este processo? Como apagar os ressentimentos por não nos termos sabido unir em defesa das conquistas de Abril? Como aceitar que todos nos enganámos a dada altura e aprender com esses erros para não os repetir? Como admitir que continuamos ainda hoje a medir forças, cada um a fazer no seu quintal o que só pode acontecer quando nos unirmos?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>#kaótica</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25 de Abril e o Petr&oacute;leo]]></title>
<link>http://pedalofilo.wordpress.com/2008/09/10/25-de-abril-e-o-petrleo/</link>
<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:15:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedalofilo</dc:creator>
<guid>http://pedalofilo.wordpress.com/2008/09/10/25-de-abril-e-o-petrleo/</guid>
<description><![CDATA[Estava agora a ler um livro chamado Understanding Globalization By Robert K. Schaeffer , e encontrei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estava agora a ler um livro chamado Understanding Globalization By Robert K. Schaeffer , e encontrei referências à revolução dos cravos portuguesa.</p>
<p>No enquadramento das causas para as “alterações” o autor realça a dependência económica do país face às suas colónias e emigrantes, mas ainda mais sublinha o sarilho aquando da guerra do Yom Kippur (73). É que a ditadura portuguesa tinha apoiado os EUA, que assistiram Israel contra os interesses árabes da OPEP. E Portugal que já não bastava estar tão dependente das economias ocidentais que agora começavam a estagnar, ainda tinha guerras para “pagar”!</p>
<p>Seria interessante especular se a nossa revolução teria acontecido se não fosse o bater pé da OPEP… e foi essa a reflexão que me fez escrever este post!</p>
<p>Termino apelando aos que nostalgicamente falam da personagem vencedora de concursos de tv, mas batida por uma simples cadeira : não leiam a História em compartimentos geo-temporais e não a esqueçam… ou estarão condenados a repeti-la!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blog "offline"!]]></title>
<link>http://mundodapalavra.wordpress.com/2008/06/30/blog-offline/</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 14:08:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>universodapalavra</dc:creator>
<guid>http://mundodapalavra.wordpress.com/2008/06/30/blog-offline/</guid>
<description><![CDATA[Pois é, parece que blogar passou a ser um passatempo um tanto ou quanto  &#8221;perigoso&#8221;. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pois é, parece que blogar passou a ser um passatempo um tanto ou quanto  &#8221;perigoso&#8221;. Quando falo de &#8220;perigoso&#8221;, refiro-me a levar um simples blog a &#8220;tribunal&#8221;, vejam só!!!</p>
<p>Sendo eu um telespectador assíduo aos notíciarios da 1, sou confrontado com uma notícia que me deixou frustado! Não é que um blog alojado em &#8220;blogspot&#8221; foi posto de parte&#8221;excluido&#8221;, por estar a difamar a figura do nosso Primeiro Ministro!!! Mas afinal onde está a liberdade de expressão? De que serviu o 25 de Abril? Já não se pode comentar ou fazer um juízo de algo, que vem logo uma cambada de ignorantes a dizer que o &#8220;seu blog vai passar a estar (offline)&#8221;!</p>
<p>Realmente estou com medo de postar seja o que for, será que a partir de agora iremo-nos deparar com um livro tipo &#8220;biblía dos bloggers&#8221;, onde estará implícito o que se pode postar e o que é probido postar??? Por amor da Santa! </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Revolução dos cravos" em plena Lagoa!!!]]></title>
<link>http://incondicionalmentevasco.wordpress.com/2008/06/28/revolucao-dos-cravos-em-plena-lagoa/</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 15:39:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Leoni</dc:creator>
<guid>http://incondicionalmentevasco.wordpress.com/2008/06/28/revolucao-dos-cravos-em-plena-lagoa/</guid>
<description><![CDATA[ 
Apenas pra exclarecer o porquê da comemoração de ontem ter sido regada a cravos!
Em 2008 Por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"> </p>
<p>Apenas pra exclarecer o porquê da comemoração de ontem ter sido regada a cravos!</p>
<p><em>Em 2008 Portugal comemorou 34 anos da chamada &#8220;Revolução dos Cravos&#8221;. No dia 25 de Abril de 1974 um golpe militar derrubou a ditadura que vigorava desde 1926, comandada, em sua maior parte, por Antônio Oliveira Salazar.</em></p>
<p><em>Eis que um soldado pôs um cravo (que lhe foi dado por uma florista que faria uma cerimônia em hotel próximo) em sua espingarda e foi prontamente imitado por todo o pelotão.</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-223  aligncenter" src="http://incondicionalmentevasco.wordpress.com/files/2008/06/revolucaocravos.jpg" alt="" width="480" height="306" /></p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><strong>Bom&#8230; está explicada a relação Eurico - Salazar - Ditadura!!!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portagens nas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama vão manter-se inalteradas]]></title>
<link>http://enoticias.wordpress.com/2008/06/15/portagens-nas-pontes-25-de-abril-e-vasco-da-gama-vao-manter-se-inalteradas/</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 14:44:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Leitao</dc:creator>
<guid>http://enoticias.wordpress.com/2008/06/15/portagens-nas-pontes-25-de-abril-e-vasco-da-gama-vao-manter-se-inalteradas/</guid>
<description><![CDATA[12.06.2008 - 12h57
O Tribunal europeu argumenta que a concessionária Lusoponte não pode beneficiar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>12.06.2008 - 12h57</p>
<p>O Tribunal europeu argumenta que a concessionária Lusoponte não pode beneficiar de IVA a cinco por cento</p>
<p>Apesar da decisão desfavorável do Tribunal europeu de Justiça, o Governo pretende manter o valor actual das portagens cobradas nas pontes sobre o rio Tejo, garantiu o Ministério das Finanças.</p>
<p>O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, no Luxemburgo, decidiu hoje que as taxas de IVA aplicadas nas portagens das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, geridas pela concessionária Lusoponte, em Lisboa, deverão aumentar de cinco para 20 por cento.</p>
<p>Esta decisão do tribunal veio dar razão à Comissão Europeia, que em 2005 introduziu um processo contra Portugal.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, um representante do Ministério das Finanças assegura que &#8220;o Governo respeita a decisão [do Tribunal de Justiça Europeu]&#8221; garantindo que &#8220;o valor das portagens pago pelos utentes irá manter-se&#8221;.</p>
<p>O ministério das Finanças não adiantou no entanto mais pormenores.</p>
<p>Segundo a sentença, que condena Lisboa ao pagamento das &#8220;despesas&#8221; com o processo, &#8220;o Tribunal conclui que Portugal incumpriu, neste caso, com as obrigações decorrentes da Sexta Directiva, aplicando uma taxa reduzida de cinco por cento quando deveria ter aplicado a taxa normal do IVA às portagens nas travessias do rio Tejo, em Lisboa&#8221;.</p>
<p>Actualmente, o custo da travessia na ponte 25 de Abril varia entre 1,30 e 5,95 euros, enquanto na Vasco da Gama o montante pago varia entre 2,25 e 10,10 euros.</p>
<p>O Tribunal destaca que &#8220;a Lusoponte é um terceiro que não está integrado na Administração Pública e não tem qualquer relação de dependência com esta&#8221;.</p>
<p>Assim sendo, o Tribunal exclui a hipótese de se aplicarem à Lusoponte as disposições relativas a &#8220;organismos de direito público&#8221; e descarta a argumentação de Portugal no que se refere à aplicação de uma taxa reduzida de cinco por cento para evitar distorções da concorrência.</p>
<p>Em declarações à Lusa, fonte oficial da Lusoponte disse que a concessionária &#8220;tem toda a disponibilidade para discutir com o Estado esta matéria&#8221;, apesar de ainda não ter sido oficialmente &#8220;contactada pelo Governo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este é um problema entre o Estado português e a União Europeia. Certamente que o Estado vai querer falar com a Lusoponte, mas ainda não houve nenhum contacto neste sentido&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</p>
<p>A legislação portuguesa sobre as taxas de IVA aplicáveis às portagens das travessias rodoviárias sobre o rio Tejo sofreu sucessivas alterações ao longo das últimas duas décadas.</p>
<p>No dia 1 de Janeiro de 1991 vigorava uma taxa reduzida de oito por cento aplicável também às portagens cobradas nas auto-estradas, mas a partir de 24 de Março de 1992 e até 31 de Dezembro de 1994, vigorou em Portugal a taxa &#8220;normal&#8221; do IVA para todas as portagens.</p>
<p>Finalmente, desde 1 de Janeiro de 1995 aplica-se uma taxa &#8220;reduzida&#8221; de cinco por cento de IVA às portagens das travessias sobre o Tejo, mantendo-se a taxa normal para as demais portagens.</p>
<p>A legislação europeia nesta matéria (Sexta Directiva) tem por objectivo a harmonização progressiva das legislações dos Estados-membros em matéria de IVA.</p>
<p>A directiva estipula que certos organismos de direito público não estão sujeitos ao pagamento de IVA em relação às actividades ou operações que exerçam na qualidade de autoridades públicas, excepto quando a não sujeição ao IVA conduza a &#8220;distorções graves da concorrência&#8221;.</p>
<p>Portugal reconhece que a exploração das portagens em causa é realizada por um consórcio de várias empresas, considerando, no entanto, tratar-se de um organismo de direito público, daí que defenda a necessidade da imposição do IVA a estes serviços para evitar distorções da concorrência com os demais serviços de acesso da margem sul do Tejo.</p>
<p>Para o Estado português, a aplicação de uma taxa &#8220;reduzida&#8221; (cinco por cento) permitiria evitar, na justa medida, tais distorções de concorrência.</p>
<p>Segundo a Comissão Europeia, a exploração das portagens em causa é levada a cabo por um operador de direito privado (a Lusoponte) e, portanto, a argumentação de Portugal não é aplicável.</p>
<p>A Sexta Directiva prevê que os Estados-Membros que, em 1 de Janeiro de 1991 aplicavam uma taxa &#8220;reduzida&#8221; a certos bens e serviços poderiam, durante o mencionado período, aplicar-lhes uma taxa reduzida, desde que esta não fosse inferior a 12 por cento. Segundo a Comissão Europeia, esta taxa reduzida não é aplicável neste caso.</p>
<p>O Tribunal recusa a possibilidade de Portugal, após ter aplicado a taxa normal às portagens das pontes sobre o rio Tejo entre 24 de Março de 1992 e 31 de Dezembro de 1994, reintroduzir, em 1995, uma taxa reduzida de IVA (de 5 por cento).</p>
<p>Esta instância europeia considera que Portugal, tendo dado cumprimento às disposições da Sexta Directiva sobre a taxa normal do IVA entre 24 de Março de 1992 e 31 de Dezembro de 1994, &#8220;não pode exonerar-se posteriormente das suas obrigações baseando-se no regime transitório da Directiva&#8221;. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Bridge I Must Be...]]></title>
<link>http://brokenframes.wordpress.com/2008/05/21/the-bridge-i-must-be/</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 22:41:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pagani</dc:creator>
<guid>http://brokenframes.wordpress.com/2008/05/21/the-bridge-i-must-be/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;I&#8217;ve had enough
I&#8217;m sick of seeing and touching
Both sides of things
Sick of bei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://pagani.890m.com/photos/real/Adamastor.3.jpg" target="_blank"><img src="http://pagani.890m.com/photos/thumbs/3.jpg" alt="" /></a></p>
<p>&#8220;I&#8217;ve had enough<br />
I&#8217;m sick of seeing and touching<br />
Both sides of things<br />
Sick of being the damn bridge for everybody&#8221;</p>
<p>by Donna Kate Ruskin</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CNN SL iReports - Your news of a virtual world]]></title>
<link>http://ccvirtual.wordpress.com/2008/05/07/cnn-sl-ireports-your-news-of-a-virtual-world/</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 14:13:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Afro</dc:creator>
<guid>http://ccvirtual.wordpress.com/2008/05/07/cnn-sl-ireports-your-news-of-a-virtual-world/</guid>
<description><![CDATA[
Mais um exemplo de como podemos chegar &#8220;lá fora&#8221;.
Obrigado a todos (novamente) pelo em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://i.cdn.turner.com/cnn/2008/images/04/24/bwphoto.irpt.jpg" alt="" width="410" height="267" /></p>
<p><a href="http://secondlife.blogs.cnn.com/2008/04/24/carnation-revolution-day/">Mais um exemplo </a>de como podemos chegar &#8220;lá fora&#8221;.</p>
<p>Obrigado a todos (novamente) pelo empenho. Em tudo.</p>
<p>ps. Aguardem que a próxima já está a avançar&#8230;  Alguém gostaria de ajudar?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CNN SL iReports - Your news of a virtual world]]></title>
<link>http://tagus.wordpress.com/2008/05/07/cnn-sl-ireports-your-news-of-a-virtual-world/</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 14:13:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Afro</dc:creator>
<guid>http://tagus.wordpress.com/2008/05/07/cnn-sl-ireports-your-news-of-a-virtual-world/</guid>
<description><![CDATA[
Mais um exemplo de como podemos chegar &#8220;lá fora&#8221;.
Obrigado a todos (novamente) pelo em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://i.cdn.turner.com/cnn/2008/images/04/24/bwphoto.irpt.jpg" alt="" /></p>
<p><a href="http://secondlife.blogs.cnn.com/2008/04/24/carnation-revolution-day/">Mais um exemplo </a>de como podemos chegar &#8220;lá fora&#8221;.</p>
<p>Obrigado a todos (novamente) pelo empenho. Em tudo.</p>
<p>ps. Aguardem que a próxima já está a avançar&#8230;  Alguém gostaria de ajudar?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leituras recomendadas]]></title>
<link>http://atrida.wordpress.com/2008/05/07/leituras-recomendadas/</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 13:58:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>atrida</dc:creator>
<guid>http://atrida.wordpress.com/2008/05/07/leituras-recomendadas/</guid>
<description><![CDATA[Neste fim de semana adquiri duas obras recentemente editadas no nosso país e que vivamente recomend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://atrida.wordpress.com/files/2008/05/fdc20pero20da20covilha202.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-40" src="http://atrida.wordpress.com/files/2008/05/fdc20pero20da20covilha202.jpg?w=233" alt="" width="233" height="300" /></a>Neste fim de semana adquiri duas obras recentemente editadas no nosso país e que vivamente recomendo. Uma, já <a href="http://nonas-nonas.blogspot.com/2008/04/livro-25-de-abril-de-1974-revoluo-da.html">aqui evocada pelo amigo Nonas</a>, é &#8220;25 de Abril: a revolução da perfídia&#8221;, pelo General Silva Cardoso (Ed. Prefácio); a outra, uma reedição das &#8220;Viagens de Pêro da Covilhã&#8221; (a primeira edição é de 1898), pelo Conde de Ficalho (<a href="http://www.fronteiradocaos.com/">Ed. Fronteira do Caos</a>). Esta última obra é verdadeiramente fascinante e narra a expedição de que foi incumbido Pêro da Covilhã pelo rei D. João II de encontrar o reino do mítico Preste João. A narrativa agarra o leitor desde as primeiras linhas e mergulhamos fascinados na épica expedição que levou Pêro da Covilhã a chegar à Índia (pelo Mar Vermelho) dez anos antes de Vasco da Gama.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É a loucura em Cuba!]]></title>
<link>http://paulomartins.wordpress.com/2008/05/03/e-a-loucura-em-cuba/</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 18:54:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Martins</dc:creator>
<guid>http://paulomartins.wordpress.com/2008/05/03/e-a-loucura-em-cuba/</guid>
<description><![CDATA[Vejo na televisão que o regime cubano, num gesto benemérito e de boa vontade, está a dar aos seus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vejo na televisão que o regime cubano, num gesto benemérito e de boa vontade, está a dar aos seus cidadãos algumas liberdades que até há algum tempo eram impensáveis. Agora os cubanos já podem ter um telemóvel! Fantástico! Esta é mais uma prova de um regime fantástico, o cidadão cubano já pode ter um telemóvel! São mesmo porreiros, os manos Castro. Permitir o uso do telemóvel é um grande passo em frente do regime, e ainda há quem se queixe de um regime destes.</p>
<p>Mas a grande notícia estava para chegar: o cidadão cubano já pode entrar num hotel estrangeiro!! Incrível! Quem diria, entrar num hotel estrangeiro!? Imaginem terem um hotel Ibis, por exemplo, na cidade onde vivem e poderem lá entrar! Estes senhores são realmente fantásticos! Qualquer dia, a este ritmo, até permitem que os cubanos possam sair da sua ilha, ou se calhar sou eu a exagerar, isso já era demais.</p>
<p>Mas se calhar, qualquer dia permitem que um cubano possa criar um partido político, ou um movimento, ou um jornal, pronto! Nãah, isso também era demais! Isso queriam os filhos da mãe dos americanos! Esses que dão cabo da nossa Cuba querida e que mantêm os cubanos na miséria! Imaginem que no sítio onde vivem, existiam eleições, com vários partidos&#8230; Já imaginaram? Ou que no quiosque lá da rua, encontram dezenas de jornais e revistas que podem escolher livremente&#8230; Isso queriam os americanos! Desinformar e lavar a mente do cubano, coitadinho tão influenciável!</p>
<p>O regime cubano continua a surpreender-me continuamente. Agora percebo, aqueles indivíduos que todos os anos batem palmas ao Fidel Castro e ao regime cubano, enquanto se gabam de serem grandes lutadores da liberdade, que lutaram e sofreram contra a ditadura do nosso Salazar e ostentam bandeiras vermelhas nas comemorações do 25 de Abril.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda um pensamento para Abril... ]]></title>
<link>http://umaluz.wordpress.com/2008/05/01/ainda-um-pensamento-para-abril/</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 16:45:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunofontes</dc:creator>
<guid>http://umaluz.wordpress.com/2008/05/01/ainda-um-pensamento-para-abril/</guid>
<description><![CDATA[(apesar de já estarmos em Maio, aqui vai mais um pensamento para Abril. Nunca é demais (re)lembrar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">(<em>apesar de já estarmos em Maio, aqui vai mais um pensamento para Abril. Nunca é demais (re)lembrar a Revolução</em></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">) </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Espectadores e personagens</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">de uma revolução </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">continuam em cena</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">no palco de um país</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">ainda à procura de um rumo&#8230;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Onde fores no teu sonho</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Quero ir contigo&#8230;</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sons e imagens do 25 de Abril]]></title>
<link>http://historiab.wordpress.com/2008/05/01/sons-e-imagens-do-25-de-abril/</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 15:29:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>mdias</dc:creator>
<guid>http://historiab.wordpress.com/2008/05/01/sons-e-imagens-do-25-de-abril/</guid>
<description><![CDATA[Porque a história não se faz só com documentos escritos&#8230;
.
    
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Porque a história não se faz só com documentos escritos&#8230;</p>
<p>.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MHtQ8Z7yGio&#038;rel=1&#038;fs=1' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MHtQ8Z7yGio&#038;rel=1&#038;fs=1' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sim, sou mesmo muito modesto e depois?]]></title>
<link>http://problemadexpressao.wordpress.com/2008/04/28/sim-sou-muito-modesto-e-depois/</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 14:11:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>susana</dc:creator>
<guid>http://problemadexpressao.wordpress.com/2008/04/28/sim-sou-muito-modesto-e-depois/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Fui el autor del guión, del decorado, el protagonista, el director y no necesitaba apuntador]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Fui el autor del guión, del decorado, el protagonista, el director y no necesitaba apuntador&#8221;.</p>
<p>Otelo Saraiva de Carvalho, a propósito do 25 de Abril <a href="http://www.elpais.com/articulo/Galicia/Fui/guionista/protagonista/director/25/abril/elpepiautgal/20080426elpgal_16/Tes">aqui</a></p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25 de Abril - Exposição bibliográfica]]></title>
<link>http://bibliobeiriz.wordpress.com/2008/04/28/25-de-abril-exposicao-bibliografica-2/</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 10:19:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliobeiriz</dc:creator>
<guid>http://bibliobeiriz.wordpress.com/2008/04/28/25-de-abril-exposicao-bibliografica-2/</guid>
<description><![CDATA[Não percam a exposição temporária com documentos sobre o 25 de Abril pertencentes ao acervo da B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não percam a exposição temporária com documentos sobre o 25 de Abril pertencentes ao acervo da BE, e outros disponibilizados pelo professor José Graça. Até ao fim do mês. </p>
<ul>
<li>Ver <a href="http://bibliobeiriz.phanfare.com/album/266049#imageID=15912933" target="_blank"><strong><span style="color:#ce750d;">álbum </span></strong></a>com fotografias das capas dos livros e de algumas revistas;</li>
<li>Ver <a href="http://biblio-beiriz-bol-0405.blogspot.com/2006/04/25-de-abril-32-anos.html" target="_blank">lista</a> dos documentos pertencentes à BE.</li>
</ul>
<p>Durante esta semana podem ainda participar na actividade promovida pelos professores de história <a href="http://bibliobeiriz.wordpress.com/2007/10/03/concurso-porque-e-que-no-dia-nao-vens-a-escola/" target="_blank">&#8220;Porque é que no dia&#8230; não vens à Escola?&#8221;</a> , respondendo ao questionário ou elaborando uma pequena reportagem sobre a data.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25 de Abril....de luto e em luta ]]></title>
<link>http://topodacarreira.wordpress.com/2008/04/27/25-de-abrilde-luto-e-em-luta/</link>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 22:08:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>mariazeca</dc:creator>
<guid>http://topodacarreira.wordpress.com/2008/04/27/25-de-abrilde-luto-e-em-luta/</guid>
<description><![CDATA[Do Kaos

 

 
Em todos estes anos sempre vivi o 25 de Abril como um dia de festa, o dia em que con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 class="post-title">Do <a href="http://www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com/">Kaos</a></h3>
<div class="post-body">
<p> </p>
<p align="center"><a title="A Europa" href="http://img126.imageshack.us/img126/1545/socrates24abril2008uk9.jpg"><img src="http://img126.imageshack.us/img126/1545/socrates24abril2008uk9.jpg" alt="24 Abril 2008" /></a></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Em todos estes anos sempre vivi o 25 de Abril como um dia de festa, o dia em que conheci a liberdade e acreditei que seria minha para sempre. Hoje, depois de ver a nossa soberania a ser vendida a troco de alguns milhões para distribuir por alguns e alguns a condenar muitos milhões a viver nesta “ditadura” democrática de um país de alterne, de falsas alternativas. Custa ver este povo que vi cantar feliz nas ruas a festejar a liberdade, a ser amigo, solidário, a mostrar que o futuro não tinha de ser isto, triste, conformados e desesperançados a ser amansado e manipulado em redacções de televisões controladas pelo poder.<br />
Cantava o Chico Buarque em 78 (como tão pouco tempo depois já os cravos murchavam)</p>
<p></span></p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Foi bonita a festa, pá</span><br />
<span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Fiquei contente</span><br />
<span style="font-weight:bold;font-family:arial;">E inda guardo, renitente</span><br />
<span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Um velho cravo para mim</span></p>
<p><span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Já murcharam tua festa, pá</span><br />
<span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Mas certamente</span><br />
<span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Esqueceram uma semente</span><br />
<span style="font-weight:bold;font-family:arial;">Nalgum canto do jardim </span>
</div>
<p><span style="font-weight:bold;font-family:arial;"><br />
Por isso deixei de estar em festa e passeia a estar de luta e em luta. Em luta contra a mentira, contra um futuro sem futuro, contra um país uma vez mais adiado. Estou em luta porque acredito que ainda restará em todos uma semente daquele dia. Estou em luta porque, quem viu este povo nas ruas no dia 25 de Abril de 74 não pode deixar de acreditar, de saber, que quando ele vai reacordar. Nesse dia voltará a haver festa, pá.</p>
<p></span><span style="font-size:85%;color:#cccccc;"><span style="font-size:85%;color:#999999;font-family:arial;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:normal;"><span style="font-size:xx-small;">Contributo para o Echelon: <span style="padding-bottom:0;cursor:pointer;color:#999999;border-bottom:1px dashed;text-decoration:none;"></span>Electronic Surveillance, MI-17</span></span></span></span></span></div>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"></span></p>
<p> </p>
<div style="clear:both;"></div>
</div>
<div class="post-footer">
<p class="post-footer-line post-footer-line-1"><span class="post-author">Publicada por Kaos</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recordando as vítimas do 25 de Abril]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/2008/04/27/recordando-as-vitimas-do-25-de-abril/</link>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 01:00:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/04/27/recordando-as-vitimas-do-25-de-abril/</guid>
<description><![CDATA[

Agora que já passaram as festas do 25 de Abril, queria dedicar este post às centenas de milhares]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="width:220px;float:left;color:maroon;font-weight:normal;">
<img src="http://espectivas.wordpress.com/files/2008/04/vitimas1.jpg" width="" height="" style="border:1px solid black;"></p>
<p>Agora que já passaram as festas do 25 de Abril, queria dedicar este post às centenas de milhares de seres humanos anónimos, que sofreram morte violenta e decrepitude em Angola e Moçambique para que uma elite em Portugal pudesse proclamar “a liberdade sem mácula e sem derramamento de sangue”. Às vítimas mortais das guerras fratricidas e da fome em Angola e em Moçambique, às centenas de milhares de deslocados que fugiam da guerra civil nas duas ex-colónias, que sofreram na pele a irresponsabilidade política de um punhado de iluminados que hoje aparece nas pantalhas proclamando a sua heroicidade – é dessa gente anónima que me lembro sempre que passa um 25 de Abril.</p>
<p>Não me venham dizer que a descolonização não poderia ter sido realizada de outra maneira, porque existem sempre várias maneiras de se fazerem as coisas. E não nos podemos esquecer de que morreu muito mais gente assassinada em Angola e Moçambique nas duas décadas que se seguiram às independências irresponsavelmente garantidas pela elite &#8220;revolucionária&#8221; de Lisboa, do que durante os 500 anos de colonização portuguesa. Que a consciência lhes pese &#8212; e a terra que os cobrir também.
</p>
<div style="clear:both;"></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25 de Abril de 1974]]></title>
<link>http://bloguehistorico6.wordpress.com/2008/04/25/25-de-abril-de-1974/</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 00:34:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>HGP</dc:creator>
<guid>http://bloguehistorico6.wordpress.com/2008/04/25/25-de-abril-de-1974/</guid>
<description><![CDATA[Portugal, Lisboa
25 de Abril de 1974
    
Comunicado do M.F.A.
    
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Portugal, Lisboa<br />
25 de Abril de 1974</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/GfEoWNUY_eA&#038;rel=1&#038;fs=1' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/GfEoWNUY_eA&#038;rel=1&#038;fs=1' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Comunicado do M.F.A.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/FUMQ8N9zQNg&#038;rel=1&#038;fs=1' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/FUMQ8N9zQNg&#038;rel=1&#038;fs=1' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
