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	<title>2-cronicas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/2-cronicas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "2-cronicas"</description>
	<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 17:25:52 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Os quartos das maravilhas...]]></title>
<link>http://lerever.wordpress.com/2008/10/29/os-quartos-das-maravilhas/</link>
<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 13:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>lerever</dc:creator>
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<description><![CDATA[  &#8221;E vieram Jeosafá e o seu povo para saquear os seus despojos, e acharam entre eles riquez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">  &#8221;E vieram Jeosafá e o seu povo para saquear os seus despojos, e acharam entre eles riquezas e cadáveres em abundância, assim como objetos preciosos; e tomaram para si tanto, que não podiam levar; e três dias saquearam o despojo, porque era muito.&#8221;<span style="color:#000000;"> 2 Crónicas 20:25</span></span></p>
<p> No século XVI e XVII durante a época dos descobrimentos e das grandes explorações, surgiram na Europa, inúmeros objectos raros ou estranhos dos três ramos da biologia considerados na época: vegetalia; animalia; mineralia; além das realizações humanas. De modo a reunir estas produções que antes se encontravam dispersas, foi criado lugares que se designaram por Gabinetes de Curiosidades ou Os Quartos das Maravilhas. Ávidos de conhecimento, o homem renascentista dedica-se à actividade de coleccionar objectos impossiveis de imaginar para a época. Estas correspondiam ao desejo de uma classe culta de abranger, num microcosmos criado pelo homem, o mundo na sua totalidade. Estes gabinetes são os antecessores directos dos museus modernos.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/haPi08LiVTg&#038;rel=1&#038;fs=1' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/haPi08LiVTg&#038;rel=1&#038;fs=1' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[La reina dichosa]]></title>
<link>http://dichoso.wordpress.com/2008/08/14/la-reina-dichosa/</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 19:41:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>pacifista</dc:creator>
<guid>http://dichoso.wordpress.com/2008/08/14/la-reina-dichosa/</guid>
<description><![CDATA[
¡Dichosos tus súbditos! ¡Dichosos estos servidores tuyos, que constantemente están en tu presen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><em><a href="http://dichoso.files.wordpress.com/2008/08/image366.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-16" src="http://dichoso.wordpress.com/files/2008/08/image366.jpg?w=300" alt="" width="300" height="267" /></a></em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>¡Dichosos tus súbditos! ¡Dichosos estos servidores tuyos, que constantemente están en tu presencia bebiendo de tu sabiduría!<br />
</em></strong>1 Reyes 10:8 y 2 Crónicas 9:7</p>
<p style="text-align:justify;">La reina de Sabá, rico reino que existió antiguamente en lo que hoy es Etiopía y posiblemente Yemen, quedó gratamente impresionada con lo que observó durante su visita a la corte del Rey Salomón. Ella había ido allí con el propósito de poner a prueba al famoso rey para ver si era verdad lo que la gente decía acerca de su incomparable sabiduria.</p>
<p style="text-align:justify;">Al poder constatar la sabiduría del gobernante y  admirar la magnificencia del palacio que él había construido, y al ver los manjares de su mesa, los asientos que ocupaban sus funcionarios, el servicio y la ropa de los camareros, las bebidas, y los holocaustos que ofrecía en el templo día tras día la reina sintió tal emoción y dicha que no le quedó otra salida que exclamar: <em>¡Dichosos tus súbditos! ¡Dichosos estos servidores tuyos, que constantemente están en tu presencia bebiendo de tu sabiduría!</em></p>
<p style="text-align:justify;">Para la reina de Sabá, estar en la presencia del rey diariamente alimentándose y disfrutando de su sabiduría sería el estado perfecto de la dicha humana.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Se imaginan como será cuando estemos ante la presencia del Rey de reyes por la eternidad?</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">
<table border="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr align="left" valign="top"><strong>Nueva Versión Internacional</strong><br />
<a href="http://www.ibs.org/"></a><a href="http://www.ibs.org/">International Bible Society.</a><br />
Copyright © 1999 </tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ferro que brotou na boca]]></title>
<link>http://terradorafael.wordpress.com/2008/06/06/o-ferro-que-brotou-na-boca/</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 23:41:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Terra</dc:creator>
<guid>http://terradorafael.wordpress.com/2008/06/06/o-ferro-que-brotou-na-boca/</guid>
<description><![CDATA[
           O telefone toca.  No outro lado da linha, uma voz com sotaque de caubói amer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://terradorafael.files.wordpress.com/2008/06/aparelhodedente.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-79" src="http://terradorafael.wordpress.com/files/2008/06/aparelhodedente.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">           O telefone toca.  No outro lado da linha, uma voz com sotaque de caubói americano anuncia: acabo de ganhar dois convites para o <a href="http://www.cirquedusoleil.com" target="_blank">Cirque de Soleil</a>.  Alegria! Alegria! Sou um cara de sorte. Comemorei a boa nova com um fatídico lanche. Na primeira mordida no sanduíche, que deve ter sido feito à base de pedra brita, o ferro brotou na minha boca.</p>
<p style="text-align:justify;">            Tentei manter a classe. Empurrei o ferrinho de volta com toda a sutileza que não tenho – estou inovando. Caminhei pausadamente até o banheiro. Lá, entendi o ocorrido: o fio metálico que dá sustentação ao meu aparelho dentário partiu-se no meio. Não havia motivo para pânico, puxaria o dito cujo e marcaria uma consulta com minha dentista no dia seguinte. Tudo estaria resolvido. Entretanto, não foi esse o fim desta história.</p>
<p style="text-align:justify;">            O ferro não saía e as minhas tentativas de arrancá-lo estavam deixando os outros presentes no banheiro preocupados. “Tu vais te matar, maluco” – disse um cara que secava as mãos com uma toalhinha da Mônica. Depois de embasada advertência, resolvi pedir ajuda.</p>
<p style="text-align:justify;">            Com uma voz metálica, anunciei o ocorrido para meus colegas de trabalho. Pedi sugestões de como me livrar do hospedeiro, foi quando minha superior puxou da sacola um alicate de unha. “Ao invés de puxar, corta o fio” – sugeriu. E lá estava eu novamente no banheiro. Essa segunda tentativa foi ainda mais frustrante. Agora, sentia que só gente especializada poderia dar conta do valente ferro.<br />
 <br />
         Liguei para o consultório da Márcia, a minha ex-dentista. A secretária foi categórica: a Marcinha só tem horário para a próxima quinta. Expliquei o sinistro, relatei inclusive os detalhes sórdidos.  Nada, a megera não se comoveu com a minha bizarra situação. “Só na próxima quinta” – repetiu. Disposto a assassinar aquela coisa que não se limitava em ficar quieta entre meus lábios e, agora, pulava para fora de minha boca, entrei num táxi e tracei meu destino: o Centro de Porto Alegre – lugar onde tudo se resolve. Pagando, é claro.</p>
<p style="text-align:justify;">            Acredito em destino. E foi ele, ao abrir a porta do táxi, que colocou no meu caminho uma menina vestida com uma placa em forma de sanduíche anunciando atendimento dentário imediato. Não precisou de muita conversa para ela me guiar até o local. Até chegar lá, pensamentos estranhos começaram a surgir em minha mente. Seria ela funcionária de uma quadrilha de ladrões de órgãos malvados? Eles me deitariam na cama de dentista, me dariam sonífero e tirariam todos os meus órgãos saudáveis. Morreria sem coração, mas com um ferro entre os lábios. Ò, que triste fim!</p>
<p style="text-align:justify;">           Fui recepcionado no abatedouro – opa, consultório – por uma mocinha com os dentes branquinhos como nas propagandas de Colgate. Com o braço direito, ela indicou o lugar onde seria realizada a consulta. Pediu para esperar lá. Apressado, praticamente saltei até a cadeira grandona e azul. A ansiedade foi tanta que meus olhos míopes não viram a luminária que estava acima da minha cabeça. Um plac, um gemido baixo de dor e o ferro estava no chão.</p>
<p style="text-align:justify;">          O desgraçado do ferro não me humilharia mais. Juntei-o do piso com cheiro de cera e o escondi no bolso. Quando a dentista chegou, inventei que estava ali porque precisa retomar meu tratamento dentário, há muito tempo abandonado. Resultado da consulta: tenho uma cirurgia no céu da boca marcada para o fim do mês.</p>
</div>]]></content:encoded>
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