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	<title>1°-conto-do-armud &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "1°-conto-do-armud"</description>
	<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 17:03:02 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Um breve TCHAU.]]></title>
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<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 04:34:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Armud</dc:creator>
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<description><![CDATA[- Adeus - foi o que ele disse quando não sabia mais que palavras usar.E foi ai que ele se sentiu ar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>- Adeus - foi o que ele disse quando não sabia mais que palavras usar.E foi ai que ele se sentiu arrependido, como quem quisesser que o tempo voltasse atrás, mas sentiu na pele o TCHAu mais triste que existe como se algo lhe cortase a alma.<br />
Sabia que não havia mais o que fazer, se virou caminhando como quem procurasse refugio em uma noite que para ele se tornara particular, olhando o céu seus olhos pensarão ser seu coração, de tão bela que era a noite, pretendia se abençoado por algo que poderia mudar tudo.<br />
Sentiu uma mão pousar levemente sobre seu ombro e quando se virou entrou em um choque temporal&#8230;<br />
Quando se deu por sí, sentia a chuva caindo densa e gelada e não muito longe ouviu um casal conversando, ele não podia ver quem era, se lembrára que havia retirado os óculos para enchugar as lagrimas intantes antes da mão toca-lo, mas pode se atentar nas vozes que se confessavam.<br />
Era um casal jovem, e conhecia aquele ponto de ônibus no qual os dois se abrigavam, mas por um instante, se reconheceu alguns anos mais jovem, quando se deu por conta a cena mudara, estava em um lugar cheio de pessoas que riam muito alto.<br />
O ambiente era escuro somente iluminado por luz negra, poucas camisetas brancas acendiam no escuro ofuscando um pouco a vista ainda molhada e pode ver aquela garota se aproximando e não esitou em dizer:<br />
- Ela vem em minha direção com um sorriso cintilante e sem nada dizer vou beija-la!<br />
Tão certo como água morro abaixo os dois se beijaram e novamente foi transportado para uma rua calma abaixo de uma árvore, e foi ai que entendeu.<br />
&#8220;Estou revendo os melhores momentos da minha vida&#8221;<br />
Então uma sensação maravilhosa tomou seu corpo, um frio no estômago, não ruim mas, parecia que o céu estava um tanto quanto mais próximo, ele achou que nunca na vida sentiria aquele momento novamente, um misto de euforia, medo, felicidade e uma excitação na qual ele teve certeza que o beijo seria maior que a boca pela segunda vez.<br />
Mas nada se pode fazer para mudar os fatos, aquele casal se abraçava chorando, mas ele não se recordara desse fato, e só pode ver esse detalhe olhando por fora.<br />
Retornará a si, aqueles olhos ainda o fitavam, brilhando, como duas estrelas, ele pode perceber a boca se abrindo como que fosse em câmera lenta, a vontade de agarra-la e beija-la se tornava insuportavel e aquela boca pronunciou:<br />
- A D E U S &#8230;<br />
A lentidão que aquelas palavras foram pronunciadas em sua mente o desmontaram, e como se não bastasse, ela ainda completou:<br />
- Até um dia.<br />
Ele engoliu a saliva como se fosse pó de tão seca que sua boca estava e como se não fosse o bastante, teve ainda que segurar as lágrimas que queriam rolar de qualquer forma, mas com um pequeno sorriso se virou, deixou as lágrimas escorrerem por seu rosto sem olhar para tráz.<br />
Acompanhado somente pela noite limpa e estrelada de agosto &#8220;onde poucos minutos lhe pareceram eternidades&#8221;, suas lagrimas rolavam e seu coração ardia como se ferido por ferro em brasa ele caminhou sem pressa, ouvindo ao fundo o mantra qua anunciava o fim de um sonho:<br />
&#8221; Adeus, adeus, adeus, adeus, adeus &#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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